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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

sobre a experiência do tempo

mpho-mojapelo-I84vGUYGUtQ-unsplash.jpga vida pandémica empurrou as minhas oficinas de filosofia para o zoom.

as oficinas de filosofia em formato online têm permitido o encontro entre crianças e jovens de geografias muito distintas: de Norte a Sul + ilhas de Portugal, Cabo Verde e Brasil. o nosso ponto de encontro é a língua portuguesa, além da curiosidade e do gosto pelo pensar.

a experiência de ter pessoas de fusos horários diferentes num tempo que é comum a todos (ainda que seja cronologicamente diferente para cada um) é algo que me faz pensar naquilo que entendemos por tempo.

trata-se de uma experiência filosófica, que levanta problemas filosóficos.

estaremos a criar outro tempo quando nos reunimos num espaço [virtual] partindo de tempos diferentes? 

 

(fotografia: unsplash)

 

baralhar e voltar a perguntar

- uma oficina para treinar a arte de fazer perguntas

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A pergunta é uma ferramenta que nos ajuda em muitos momentos do dia-a-dia. Um professor pergunta para verificar se os alunos aprenderam, uma investigadora pergunta para colocar uma hipótese, uma criança pergunta para expressar a sua curiosidade.  Que utilidade têm as perguntas no seu dia-a-dia?  Gostaria de aprender a fazer perguntas mais claras e distintas?

Venha daí: vamos aprender com alguns pensadores (e perguntadores) a criar e a usar perguntas que nos vão ajudar a pensar melhor, de forma mais clara e distinta, de forma mais autónoma.  O pensamento crítico faz parte das 10 Top Skills do Futuro, de acordo com o World Economic Forum. Prepare-se para um futuro perguntador, agora mesmo.

Nesta oficina vamos aprender e aplicar algumas formas de geração de perguntas. Haverá momentos de exercício do pensamento crítico e do pensamento criativo.

 

TÓPICOS:

  1. Clareza e distinção nas perguntas
  2. Tipos de perguntas
  3. Geração de perguntas
  4. A procura de respostas.

 

oficina online | datas + valor de inscrição disponíveis neste link [Bertrand Livreiros]

“Can you say more about that?”

“Traditionally, we have often characterized the discourse of the classroom as originating from the questions teachers ask. However, Jim takes students’ comments and ideas as the starting point for dialogue. In the reflective toss, the teacher’s first goal is to try “catch” students’ meaning and try to understand their comments. If meaning can be grasped immediately, then a follow-up question, such as “Can you say more about that?” or “I’m not quite following you, can you say what you were thinking in a different way?” is asked. Onde the meaning is grasped by the teacher, then the teacher “tosses” back a question that will push the student to further elaborate and justify their thinking, both to the teacher and to themselves.”

Ritchhart, Church, Morrison, Making thinking visible, p. 35

 

kelly-sikkema-r2hTBxEkgWQ-unsplash.jpgPhoto by Kelly Sikkema on Unsplash

perguntas frequentes sobre as oficinas de filosofia para / com crianças

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o que acontece numa oficina de filosofia para crianças?

nestas oficinas é feito um convite para a prática do parar para pensar.
partimos de um tema ou de uma pergunta. por vezes é uma situação vivida pelos participantes que vai criar o ambiente de curiosidade ou um jogo proposto por mim.
a partir daí trabalhamos e exercitamos os músculos do pensamento (crítico, criativo e colaborativo). 
pensamos com as nossas ideias e com as ideias dos outros, promovendo a escuta e a troca.

 

quanto tempo dura a oficina? 

as minhas oficinas de filosofia têm entre 45 minutos a 1hora. depende das idades dos participantes. com os mais novos (jardim de infância, entre os 3 e os 5 anos) costumo apostar em oficinas de 45 minutos. com os mais velhos crio oficinas de 1h. se estivermos a falar de adolescentes ou adultos podemos manter a oficina durante 1h30, por exemplo .

 

as oficinas de filosofia online funcionam? 

desde o verão 2020 que estou a dinamizar oficinas online. primeiro, estranhei. depois, entranhei. se pudesse escolher, manteria as oficinas de filosofia no formato presencial, pois há uma leitura inteira da presença de cada um: vemos o corpo todo, mexemos nos jogos, tocamos uns nos outros. 

em ambiente #covid19pt não tem sido possível estar em roda com as crianças - ou com os adultos, à volta da mesa para um café filosófico. 

o formato online tem sido uma surpresa: pela adaptação que exige em termos de preparação da oficina, pelo facto de permitir ter em sala crianças de Gaia, de Coimbra, do Porto, da Madeira, dos Açores e também do Brasil. 

desde que consigamos garantir que os participantes estão à vontade com a plataforma, é possível fazer acontecer o diálogo e a escuta no formato online. 

 

o meu filho nunca participou numa oficina de filosofia. como lhe explico o que é? 

quando inicio uma oficina de filosofia com crianças que estão pela primeira vez, tenho por hábito perguntar o que pensam que vai acontecer e/ou o que é que os pais ou as mães contaram sobre a oficina. há pais que dizem só "vais ter uma oficina de filosofia" e não acrescentam mais. outras pessoas nem usam a palavra filosofia.

uma das formas de explicar o que se passa é dizer algo como "vais participar numa oficina onde poderás conversar com outras pessoas a partir de jogos ou de uma pergunta. também pode acontecer que haja um livro ou uma história."

as oficinas são um espaço de diálogo e de escuta - e procuro que haja um lado lúdico de forma a  envolver os participantes. criar jogos para praticar o pensamento crítico e criativo, bem como o colaborativo, é um desafio para mim enquanto dinamizadora / facilitadora destas oficinas. 

 

as crianças gostam? 

nem todas as crianças gostam. quando isso acontece, há pais que insistem para ver se a criança se envolve com o processo de diálogo. há outras crianças que não voltam - e note que aqui o contexto a que me refiro são oficinas como aquelas que dinamizo em bibliotecas ou em espaços online, nas quais as pessoas se inscrevem.

quando trabalho em jardim de infância ou nas escolas, em trabalhos de continuidade, tenho a oportunidade de trabalhar com crianças que não gostam do diálogo e de procurar envolver essas crianças no diálogo. 

 

as oficinas #filocri acontecem só para crianças? 

as oficinas #filocri acontecem para miúdos e graúdos.

neste momento estou a dinamizar as seguintes oficinas online:

- oficinas de perguntas para famílias com crianças dos 4 aos 6 anos; 

- oficina do Platão, para crianças dos 7 aos 12 anos;

- oficina #philoTEEN, para jovens dos 13 aos 17 anos;

- Cafés Filosóficos para jovens e adultos (parceria com a Bertrand Livreiros);

- oficinas de pensamento crítico e de criatividade para jovens e adultos (parceria com a Bertrand Livreiros);

- #ClubeDePerguntas, para jovens e adultos;

- filopenpal, para crianças, jovens, adultos - e para famílias.

recentemente criei horários para acompanhar famílias em ensino doméstico e que procurem actividades na área da filosofia, em horários de segunda a sexta.  

 

*

 

partilhe as suas perguntas acerca das oficinas de filosofia nos comentários!

 

 

colecção de perguntas

- continuamos a adicionar perguntas à lista

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neste artigo estou a construir uma colecção de perguntas.

da primeira vez reuni 136 perguntas, espalhadas em cadernos e apontamentos de oficinas de filosofia e cafés filosóficos. agora com o #ClubeDePerguntas e outras oficinas, a colecção vai crescendo, graças aos contributos dos participantes.

 

quer deixar a sua pergunta para a colecção? partilhe nos comentários! 

 

 

 

 

“Ah, trabalhas nisso da filosofia para crianças?”

 

 

Desde 2008 que trabalho na área da filosofia para crianças (FpC). Fiz formação - ainda faço – trabalho em jardins de infâncias, em escolas. Tive um projecto num ginásio. Levo as oficinas de filosofia a vários pontos do país – e não só. Dou formação a professores e educadores. Tenho recebido muitos e-mails a solicitar apoio, esclarecimento de dúvidas – sobretudo a quem desenvolve investigação nesta área.

Nem sempre é fácil explicar o que faço, pois há muitas ideias pré-concebidas e tudo o que é estranho provoca... estranheza.

Tenho coleccionado muitas perguntas sobre o meu trabalho e sobre a filosofia para crianças. Fiz uma lista das dez mais recorrentes – e partilho convosco algumas respostas curtas.

 

 

  1. «Joana, dás aulas de filosofia? »

Não. No sentido convencional e tradicional do termo « aula » = alguém que tem o saber (conteúdos) e os transmite a quem não sabe. Nesse sentido, não dou aulas – ainda que possa falar do espaço e tempo durante o qual a filosofia acontece como aula.

 

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  1. “Joana, então tu és professora?”

Não – no sentido clássico do termo, não sou professora.

Sou facilitadora – ou dificultadora como gosto de lhe chamar. O meu papel é o de “obrigar” a parar para pensar, a aprofundar. Mergulhar no mundo dos pensamentos.

 

 

  1. “Joana, o que tu fazes é pôr as crianças a conversar umas com as outras?”

Não, isso elas já fazem. O meu objectivo é que haja diálogo. Isso implica que se pratique a escuta e o parar para pensar. Além disso, pretendo aprofundar as questões de forma filosófica.

 

 

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  1. “Joana, nessas aulas podemos dizer o que quisermos?”

Sim e não. Podes dizer o que quiseres, mas isso tem que ser submetido ao grupo para avaliar se é pertinente para a discussão em curso.

Além disso, também avaliamos a sua qualidade filosófica – e é aí que eu intervenho mais e dificulto as coisas.

 

  1. “Joana, isso que fazes é um modelo pedagógico?”

Na verdade, a FpC é uma estrutura que facilita processos de aprendizagem. E é algo mais do que isso. Crio um espaço e um tempo em que é fundamental realizar exercícios de cariz filosófico. Sim, a filosofia para crianças transpira intencionalidade filosófica.

 

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  1. “Joana, então basta preparar e ter um plano ou uma planificação, para chegar ao objectivo filosófico?”

Não. A preparação, em jeito de planificação é útil. O mais importante é atender àquilo que as pessoas estão a dizer e captar as suas implicações filosóficas e a riqueza para o diálogo. É fundamental a disponibilidade para o improviso.

 

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  1. “Joana, basicamente o que fazes é treinar pensamento crítico?”

Também. O pensamento crítico é fundamental neste processo. Há outras dimensões: a criatividade, o caring thinking (Lipman) e a dimensão colaborativa (afinal, somos um grupo que se junta para pensar… em conjunto!).

 

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  1. “Joana, não achas que isso é muito difícil para as crianças? É muito abstracto.”

As crianças têm uma linguagem própria e uma experiência que é sua. A FpC abre espaço para que se possam manifestar, à medida da sua linguagem e da sua experiência. A partir daí, extraímos o sumo filosófico.

 

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  1. “Joana, então e tu jogas às cartas com as crianças, é isso?”

Faço jogos, sim. Utilizo muitos recursos que facilmente se associam ao jogo (quantos-queres, jogos de cartas, jogo do galo…). A ideia é partir de um recurso simples e lúdico para o trabalho filosófico. O jogo – tendo elementos físicos, nos quais as crianças podem mexer e até levar para casa – ajuda-me a tornar a filosofia palpável.

 

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  1. “Joana, e as crianças gostam?”

Nem todas. É como a sopa: nem todas gostam, mas nem por isso deixamos de lhes dar sopa. É importante para elas, certo?

Assim é a filosofia: difícil, pois obriga a parar . Divertida, por nos permitir brincar com o pensar. Gosto da imagem da FpC como um ginásio para os músculos do pensamento. E todos nós sabemos como treinar provoca dores, num momento inicial. Depois há que manter a disciplina de treino.

o que sente a Ângela ao dançar uma música que só ela ouve?

- parar para ouvir (?) e pensar

a música portuguesa a gostar dela própria

o Tiago Pereira é responsável por um trabalho incansável de registo da música portuguesa, por esse país fora.

tive a oportunidade de conversar com o Tiago em vários momentos, todos eles com carimbo GERADOR e fiquei rendida ao seu projecto.

há dias encontrei este vídeo no mural de facebook do Miguel Bica. confesso que viajei para lá do projecto do Tiago, pois reconheci neste vídeo um potencial de diálogo filosófico. passo a explicar. 

 

entre o "estás a ouvir bem?" e o "estás a ver-me bem?"

nos últimos meses as frases mais repetidas foram "estão a ouvir?" ou o "não sei se estão a ver o meu écran". conduzidos para o zoom, google meet ou outras plataformas semelhantes, a visão e a audição tornaram-se o nosso foco de acesso aos outros, aos conteúdos partilhados e por aí fora. 

foi também durante estes meses que fui confrontada com algo novo para mim: ter uma pessoa cega em sala virtual, a participar numa formação. dei por mim a pensar duas vezes no vocabulário partilhado, a ter muito cuidado em ler aquilo que escrevia ou que partilhava, para que todos pudessem ter acesso. 

este tweet também me chamou a atenção para a necessidade de ir além da nossa bolha e da nossa forma de aceder ao mundo: 

tweet de um professor em resposta a outro. se clicar na imagem irá aceder ao tweet e poderá ser lido pelo seu programa.

 

voltemos ao vídeo da "Ângela dança com auscultadores" 

a minha proposta é fazer uma experiência de pensamento, em ambiente de oficina de filosofia, para pensar na importância dos sentidos no acesso ao mundo.

a clássica pergunta: como é que conhecemos o mundo?

e outras perguntas:

que papel tem a experiência no acesso ao mundo?

que papel têm os sentidos no acesso ao mundo?

podemos dançar sem sequer estar a ouvir música?

como dança alguém que não tem capacidade para ouvir?

a música é algo exclusivo do ouvir? 

porque é que a música é tão importante para nós?

seria possível viver sem música? 

como seria o mundo se não existisse música? 

o que sente a Ângela ao dançar uma música que só ela ouve?

 

- estas são algumas perguntas que este vídeo me provoca. se tiver outras sugestões de perguntas, pf partilhe nos comentários. 

 

 

colecção de perguntas

- perguntas filosóficas / perguntas que provocam o filosofar

"olá! eu sou a joana e colecciono perguntas!"

 

partilho consigo perguntas trabalhadas e/ou sugeridas em

- oficinas de filosofia (para crianças e jovens);

- cafés filosóficos;

- no #ClubeDePerguntas.

algumas  perguntas surgiram-me durante o meu trabalho de preparação de oficinas e diálogos filosóficos. 

tem sido um trabalho de "mineiro", este de procurar e compilar as perguntas. estão "espalhadas" em cadernos e folhas, por aqui e por ali, no home office onde trabalho. 

este será um artigo que vou actualizar com frequência. 

 

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1 - Para que serve a filosofia?

2 - O que não é filosofia?

3 - O que é a filosofia?

4 - É bom mudar de ideias?

5 - O óbvio é aquilo que é verdadeiro?

6 - O que nos diz a arte?

7 - A arte é útil?

8 - O que é a liberdade?

9 - Podemos viver sem ideias?

10 -  Como sabemos que existimos?

11 - O que é a justiça?

12 - Temos o direito de ofender os outros?

13 - Há um limite para os elogios que podemos fazer?

14 - É importante desobedecer? 

15 - O que significa ser obediente? 

16 - O que significa a palavra cidadania?

17 - O que é a felicidade?

18 - Porque é que os números nunca acabam?

19 - Podemos parar o tempo?

20 - O que aconteceria se amanhã acordasses do outro lado do mundo?

21 - O que é uma pessoa? 

22 - Quantas formas há para pensar o tempo?

23 - O bem e o mal existem?

34 - A filosofia tem respostas?

35 - O que é uma pergunta?

36 - O que é uma pergunta filosófica?

37 - Qual o papel das emoções na tomada de decisões?

38 - Qual é a diferença entre ser estranho e ser normal?

39 - Como sabemos se estamos acordados?

40 - Como seria o mundo se os animais falassem a nossa língua?

41 - Como é que sabemos se amamos alguém?

42 - Podemos viajar sem sair do mesmo sítio?

43 - O que cabe dentro de um bolso?

44 - Por que é que há dias que nunca acabam? 

45 - Podes escolher quem és?

46 - És igual aos outros?

47 - Como vai ser quando eu for crescido/a?

48 - O que pode uma pergunta? 

49 - Será que um ateu é mais feliz do que um crente?

50 - A confusão é uma coisa boa?

51 - Há clareza sem confusão? 

52 - O que diz o silêncio?

53 - Um ateu é mais livre do que um religioso? 

54 - O que é necessário para manter a mente activa?

55 - O que é a inteligência?

56 - O que é a inteligência humana?

57 - O que é a inteligência artificial?

58 - Como é que a emoção se relaciona com a inteligência? 

59 - A actividade do corpo é necessária para a actividade da mente?

60 - A liberdade aumenta a curiosidade?

61 - Estar activo é um hábito ou uma necessidade?

62 - Ser feliz é ser livre? 

63 - Os hábitos têm uma dimensão moral? 

64 - Como é que vive uma pessoa sem hábitos?

65 - O que dizem os nossos hábitos?

66 - Porque é que precisamos de hábitos? 

67 - O que é um bom hábito?

68 - O que é um mau hábito?

69 - Há perguntas que não se devem fazer?

70 - Há perguntas que não se podem fazer? 

71 - O que pergunta uma pergunta?

72 - Quando podemos dizer "não"?

73 - Dizer não é sempre negativo?

74 - O que significa errar? 

75 - Errar é humano?

76 - Ter hábitos é humano?

77 - O que significa saber muitas coisas? 

78 - O que é um imprevisto?

79 - O tempo facilita-nos a vida?

80 - O que acontece com o tempo?

81 - Como é que sabemos que o tempo está a passar?

82 - Porque é que há coisas que se gastam com o tempo?

83 - Haverá alguma coisa que não mude com o tempo?

84 - Para mudarmos temos de deixar passar tempo?

85 - Podemos voltar atrás?

86 - Podemos mudar num instante?

87 - O tempo amolece-nos?

88 - Os dias perdem ou ganham cor com o passar do tempo?

89 - As ideias apodrecem com o tempo?

90 - O tempo torna-nos mais fortes?

91 - Podemos crescer com o tempo? 

92 - Como é que algo feio passa a ser bonito?

93 - Para onde vão os elásticos do cabelo?

94 - O tempo fica mais rápido com o passar do tempo? 

95 - Uma pergunta precisa de ponto de interrogação?

96 - O relógio é dono do tempo?

97 - Se o relógio parar, o mundo pára?

98 - Se todos os relógios do mundo pararem, o tempo pára?

99 - Quantas formas há para passar o tempo?

100 - O que é que passa: o tempo ou nós?

101 - Como é que sabemos que mudámos?

102 - Precisamos dos outros para saber que mudámos?

103 - Quem muda: eu ou a percepção que tenho de mim?

104 - Mudar é algo que nos acontece?

105 - Posso escolher mudar?

106 - Perder tempo é uma forma de ganhar?

107 - O que significa perder tempo?

108 - Como é que se ganha tempo? 

109 - Qual é o ritmo dos bons momentos? E dos maus?

110 - O lento implica ganhar tempo?

111 - O rápido pode ser sinal de perda de tempo?

112 - Quem define a velocidade do tempo? 

113 - O que é uma pergunta má? 

114 - O que significa melhorar uma pergunta? 

115 - Até onde se pode melhorar uma pergunta? 

116 - As respostas ajudam a melhorar as perguntas? 

117 - Há perguntas que não podem ser melhoradas? 

118 - O que fazer com uma pergunta que já é mesmo boa? 

119 - Como é que sei que aquela pergunta é boa? 

120 - O contexto é importante para fazer uma pergunta boa ou má? 

121 - Se treinar muito consigo melhorar as minhas perguntas? 

122 - Posso ajudar outras pessoas a melhorar as perguntas? 

123 - É arrogante pensar que umas perguntas são melhores do que outras? 

124 - Como identificar uma pergunta boa? 

125 - Como saber se uma pergunta é melhor do que outra? 

126 - Quem diz o que é uma pergunta melhor? 

127 - O que fazer com uma pergunta que já é mesmo boa?

128 - Até que ponto o contexto é importante para fazer uma pergunta boa ou má?

129 - Podemos perguntar sem pensar na resposta? 

130 -  Há pessoas que são mais verdadeiras do que outras?

131 - Só mente quem sabe a verdade?

132 - Há boas razões para mentir?

133 - Há boas razões para não dizer a verdade?

134 - Posso ser verdadeiro e dizer mentiras?

135 - Para ser verdadeiro tenho de dizer a verdade a toda a hora?

136 - Mentir pode salvar uma vida?

137 - Posso dialogar comigo mesmo? 

138 - Preciso dos outros para haver diálogo? 

139 - O que esconde a máscara?

140 - Como seria se não tivessemos casa?

141 - Como é possível estar próximo e manter a distância?

142 - Como lidar com o medo de algo que não se vê?

143 - Quando é que a nossa casa passa a ser uma prisão?

144 - Uma prisão pode ser a casa de alguém?

145 - Como é que um prisioneiro vive a liberdade? 

146 - O que torna uma flor numa flor bonita?

147 - A felicidade torna as coisas bonitas?

148 - A tristeza torna as coisa feias?

149 - Será que o nada existe? 

150 - A morte é o fim de tudo? 

151 - Como seria se houvesse uma cura para tudo?

152 - E se o mundo fosse uma grande simulação?

153 - Por que é que o simples é tão difícil?

154 - É divertido ser invulgar? 

155 -  A normalidade existe?

156 - O que é o novo normal?

157 - O que significa ser amigo de alguém?

158 - As pessoas podem mudar? 

159 - O que é a amizade?

160 - O que aconteceria se cada um de nós pensasse de forma autónima?

161 - O que é a autonomia de pensamento?

162 - Será que o meu corpo existe?

163 - Será que o vento cresce?

164 - Será que o silêncio enfraquece?

165 - Será que a liberdade existe?

166 - Será que o futuro muda?

167 - Será que o silêncio cresce?

168 - Será que as palavras existem?

169 - Será que a sabedoria enfraquece?

170 - Será que o universo tem uma razão? 

171 - Será que a verdade muda?

172 - Será que a educação enfraquece?

173 - Será que a inteligência cresce? 

174 - Será que o tempo enfraquece vida?

175 - Será que a beleza tem uma razão?

176 - Será que existe a verdade? 

177 - Será que a escravatura continua?

178 - Será que existe um conhecimento universal?

179 - Será que posso mudar a realidade?

180 - Será que tenho uma razão para acreditar em deus? 

181 - Será que o futuro é infinito?

182 - Será que os humanos são uma ilusão?

183 - Será que o tempo é infinito? 

184 - Será que o mundo é real?

185 - Será que a realidade é útil?

186 - Será que a arte é bela?

187 - Será que a escravatura é invisível?

188 - Será que a liberdade é uma ilusão?

189 -  Será que o tempo é uma ilusão?

190 - Será que a morte é uma ilusão?

191 - Será que a liberdade é infinita?

192 - Será que o prazer é belo?

193 - Será que o silêncio é útil?

194 - Será que o universo é infinito? 

195 - Será que a liberdade é real?

196 - Será que o caos é bom?

197 - Será que a verdade é ilusão?

198 - Será que a dor é útil?

199 - Será que a inteligência é invisível?

200 - Podemos congelar parte do corpo?

201 - Podemos sentir a escuridão?

202 - Podemos escapar à morte? 

203 - Podemos sentir deus?

204 - Podemos possuir o tempo? 

205 - Podemos encolher o tempo?

206 - Podemos ver deus?

207 - Podemos escapar da educação? 

208 - Podemos escapar à gravidade?

209 - Podemos congelar o tempo? 

210 - Podemos tocar no amor?

211 - Podemos encolher a realidade? 

212 - Podemos controlar a dor?

213 - Podemos congelar a beleza?

214 - Podemos controlar o tempo?

215 -  Podemos aniquilar a dor?

216 -  Podemos sentir o silêncio?

217 - Podemos escapar à morte?

218 - Podemos sentir o tempo?

219 -  Podemos criar o passado?

220 - Podemos perder os amigos?

221 - Podemos escapar à natureza? 

222 - Podemos ver a verdade?

223 -  Podemos controlar o conhecimento?

224 - Podemos escapar à verdade?

225 - Podemos criar o tempo?

226 - Podemos tocar o silêncio?

227 - Podemos aniquilar palavras? 

228 - Será que o tempo é real?

229 - Será que o meu corpo é real?

230 - Será que o amor é infinito?

231 - Será que a autoridade é útil?

232 - Será que há palavras que são invisíveis?

233 -  Será que a felicidade é uma ilusão?

224 - Será que o caos é belo?

225 -  Podemos criar o passado?

226 - Podemos perder os amigos?

227 - Podemos escapar à natureza?

228 - Podemos ver a verdade? 

229 - Será que a dor é útil? 

230 - Será que há vicíos bons? 

 

 

 

o Tomás Magalhães Carneiro disponibiliza uma colecção de perguntas bem generosa. pode consultar AQUI

 

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