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filocriatividade | filosofia e criatividade

>> oficinas de filosofia, para crianças, jovens e adultos >> formação para professores e educadores (CCPFC) >> nas redes sociais: #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

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formações de curta duração - filosofia para crianças e jovens

Screenshot 2022-01-19 at 19.27.09.png

durante o 1.º semestre de 2022 é possível frequentar acções de formação na área do diálogo filosófico, pensamento crítico e criativo, filosofia para/com crianças e jovens [parceria Bertrand Livreiros]:

 

Oficina (online) | A perguntar é que a gente se entende. A “arte” de fazer perguntas 

Oficina (online) | Pensar DENTRO da caixa – criatividade no dia-a-dia

Oficina (online) | Dialogar na sala de aula: transformar a sala de aula numa sala de pensar

Oficina online | O papel do diálogo criativo na formação de crianças perguntadoras

Oficina online | Ferramentas de pensamento crítico para o diálogo

 

*

 

se procura acções de formação "à medida" dos seus interesses ou da instituição de ensino onde trabalha, contacte-me através deste formulário

vamos falar sobre bondade

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Home Talk (Diálogos em Casa) consiste num conjunto de actividades para parar e dialogar, em família ou na escola.
apresentamos propostas para pensar a partir de um tema, para as seguintes faixas etárias:
📌 3 / 5 anos,
📌 6 / 9 anos
📌 e dos 10 anos em diante
 
em inglês, espanhol e português
 
para aceder aos recursos, clique aqui

uma recomendação para quem desenvolve oficinas de filosofia, para crianças e jovens

leia filosofia. estude filosofia. participe de um grupo de diálogo filosófico.

afinal, trata-se de filosofia para crianças e jovens e não de inteligência emocional para crianças ou mindfulness para crianças. é importante que a pessoa facilitadora seja treinada no pensamento filosófico, a identificar problemas, a conceptualizar, a procurar clareza no discurso, a testar possibilidades, a identificar e construir argumentos. 

aprendemos a fazer isso lendo livros de filosofia e praticando exercícios de pensamento crítico e criativo. 

 

a filosofia para crianças e jovens não é um simples procedimento de diálogo e não basta sentar as pessoas em círculo, ler um texto, pedir perguntas, votar perguntas e conversar. há algo mais para lá destas características que habitualmente associamos à filosofia para crianças. esse "algo mais" é a filosofia a acontecer e por vezes é tão súbtil que só alguém com ouvido filosófico consegue detectar.

 

por onde começar? 

 

- isto não é filosofia

o Vitor Lima disponibiliza dois cursos gratuitos no canal de youtube Isto Não É Filosofia. pode fazer uma aula por semana, uma aula por mês: pode definir o seu ritmo. o Vitor disponibiliza bibliografia na descrição dos vídeos, o que também é muito útil. 

 

- leia um texto filosófico

Apologia de Sócrates, de Platão, Meditações de Marco Aurélio ou Para que serve a filosofia?, de Mary Midgley - cada um destes textos pode ser uma boa porta de entrada para começar a ler um texto filosófico. 

 

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- estude e treine pensamento crítico 

Steven Pinker, Warren Berger, Tom Chatfield e Rolf Dobelli são autores que recomendo para quem quer treinar pensamento crítico - e sim, isso inclui "aquelas coisas da lógica".  

 

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- estude com quem trabalha e investiga na área da filosofia para crianças e jovens

Oscar Brenifier, Peter Worley, Dina Mendonça e Maria João Lourenço são algumas das pessoas que publicaram livros onde podemos aprender teoria e prática.

 

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- estude e treine pensamento criativo

Robert Fisher, Edward de Bono, Tony Buzan, Isabel Minhós Martins e Madalena Matoso são óptimas referências na área do pensamento criativo. 

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e ainda... 

se pretende fazer parte de uma comunidade de prática do diálogo filosófico, considere fazer parte do Clube INÉF, da Academia do Diálogo ou do #ClubeDePerguntas.

se já tem formação na àrea da filosofia para crianças e jovens, considere juntar-se à comunidade de Diálogos Filosóficos ou ao grupo de estudos e de leitura - filosofia para / com crianças e jovens

algumas destas opções são gratuitas, outras envolvem o pagamento de subscrições - TODAS exigem compromisso da sua parte. vamos a isso? 

 

agenda #filocri - janeiro 2022

Green Pink Playful Memo (1080 x 1350 px).png

 

[de 3 a 7 de janeiro há oficinas de filosofia para crianças dos 7 aos 12 anos - vagas completas]

 

☕️ 10 de janeiro, 18h30-20h30
[online] café filosófico em parceria com a Bertrand Livreiros
- para jovens e adultos 


👉 oficina ser um pensador independente - parceria com o Coworking Torres Vedras
 15 de janeiro (total de 3h)
- informações através do Coworking Torres Vedras


👉 como provocar o diálogo criativo com crianças e jovens?
[online] 18 e 20 de janeiro (total de 3h)
- informações via e-mail 

👻 oficinas de filosofia para crianças (dos 7 aos 12 anos) e jovens (dos 13 aos 17 anos)
[online], sábado dia 22 de janeiro 
- informações: oficina do Platão e oficina philoTEEN 


☕️ 24 de janeiro, 18h30-20h30
[online] café filosófico em parceria com a Bertrand Livreiros
- para jovens e adultos 


👉oficina pensar antes de gostar 
[online] início a 26 de janeiro
- informações junto da Bertrand Livreiros



💬 oficina de filosofia para famílias e café filosófico para jovens e adultos - parceria com a Malaposta (Odivelas)  [presencial] 29 e 30 de janeiro 
- informações AQUI

da racionalidade

Assim, como entender esta coisa chamada racionalidade que parece ser o nosso direito inato, mas que é ignorada de forma tão frequente e flagrante? O ponto de partida é perceber que a racionalidade não é um poder que um agente tenha ou não tenha, como a visão de raios x do Super-Homem. É um conjunto de ferramentas cognitivas que pode alcançar objetivos particulares em mundos particulares. Para compreender o que é a racionalidade, porque parece rara e porque importa, temos de começar com as verdades básicas da própria racionalidade: as formas como um agente inteligente deve racionar, tendo em conta os seus objetivos no mundo onde vive. Estes modelos “normativos” decorrem da lógica, da filosofia, da matemática e da inteligência artificial, e constituem a nossa melhor compreensão da solução “correta” para um problema e de como encontrá-la. Servem de inspiração para quem quer ser racional, o que deveria significar toda a gente.
 
Steven Pinker (racionalidade, o que é, porque parece rara e porque importa, p. 21)
 

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perguntar e arriscar respostas - a partir do natal

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#pararparapensar o natal a partir de uma peça de b0rdalo ii

 

🎄 o natal proporciona boas oportunidades para perguntar e arriscar respostas.

🎄 a partir desta provocadora peça de Bordalo II (partilhada pelo próprio na sua página de facebook, no dia 24 de dezembro de 2016), vamos perguntar.

🎄 prepare uma folha e uma caneta ou em alternativa abra um document word no seu computador.

🎄 atente à imagem. olhe para os seus pormenores. sem pressa.

🎄 na folha ou document word escreva no mínimo 10 perguntas a partir da observação que fez da imagem.

🎄 escolha uma das perguntas que registou e arrisque uma resposta.

🎄 poderá ter necessidade de investigar alguma coisa para responder. poderá responder "não sei".

🎄 o exercício pode ser feito individualmente ou em grupo, com os seus filhos ou com os seus alunos. parece-me uma excelente provocação para pensar o natal, a sustentabilidade e a responsabilidade individual e social.

 

🎄 esta imagem fez parte das oficinas "a cidade e a arte" que dinamizei no #festivaldefilosofiadeabrantes (nov. 2021) e o exercício proposto fez parte do #clubedeperguntas, bem como de um dos #cafefilosoficofilocri sobre a arte.

 

o papel da filosofia na Recomendação n. º2, de julho de 2021

sobre A voz das crianças e dos jovens na educação escolar

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eu e a Júlia Martins (da equipa PNL2027) encontrámo-nos num Google doc para pensar colaborativamente a partir da Recomendação n. º2, de julho de 2021 sobre A voz das crianças e dos jovens na educação escolar. a reflexão pode ser lida AQUI.

 

[Joana] O documento é muito assertivo na defesa da voz das crianças e dos jovens. Podemos ler: “Efetivamente, exige-se um novo papel à escola atual: mais do que a transmissão de saberes, que hoje estão à distância de um clique, espera-se que possa promover a partilha, a problematização e a estruturação dos conhecimentos.” Afirmações destas fazem-me pensar no papel do professor e até no desaparecimento desta figura. O que seria da escola se em vez de professores tivéssemos figuras como tutores ou até curadores?

[Júlia] Seria uma escola diferente. De certeza! Gosto da ideia de uma escola com curadores. A curadoria não é uma tarefa fácil, pelo contrário, exige dedicação, carinho e muita paixão. O curador cuida da aprendizagem, isto é: suscita experiências, cria cenários de aprendizagem, proporciona a problematização, a argumentação e a conceptualização. Induz “a participação dialógica", a partilha e uma comunicação efectiva, mas também cuida da escuta e dos afetos. Sabemos que estas não são práticas habituais na vida da escola. No documento, em análise, lê-se: “[...] parece existir uma dificuldade de os/as professores/as repartirem com as crianças e os jovens o seu poder de decisão no trabalho de gestão e de desenvolvimento do currículo [...] “a questão que se coloca é: como superamos esta dificuldade? Pela implementação de novas metodologias? Poderá a filosofia dar algum contributo?

 

"o óbvio, a certeza e o palpite entraram numa sala de aula"

- filosofia para crianças no 2.º ciclo

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perguntar, comentar e responder

"se isso é simples, então é seca" - anunciou o petiz logo no início, quando eu estava a descrever o triângulo de P. Worley: pensar, escutar e falar.

o convite para a filosofia é simples, porém exige esforço: pensar, escutar e falar. são três peças essenciais para que possamos criar tempo e espaço para o pensamento colaborativo, para o diálogo.

nesta oficina com o 5.º ano trabalhamos o perguntar e comentar a partir de uma imagem. a páginas tantas surgiu uma resposta para uma pergunta. será que responder é comentar? ou é outra coisa? 

e quem pergunta - por que é que pergunta? para saber? para verificar? para tirar dúvidas? e a quem se pergunta? 

 

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o óbvio, a certeza e o palpite

o óbvio parece algo muito... óbvio! muito evidente. nem é preciso dizer, pois não? ou será que temos de dizer o óbvio? pois bem, no grupo do 6.º ano demos conta que há coisas que se entrelaçam muito e nem sempre o óbvio é óbvio para todas as pessoas. nem sequer era óbvio se estávamos a ter uma aula "normal".

ficou uma pergunta "no ar": todas as opiniões valem o mesmo? 

*

fica a recomendação para quem acha que a filosofia é simples - e por isso uma seca: é ler uma página, um parágrafo que seja da fundamentação da metafísica dos costumes de kant.

 

os recursos destas oficinas são imagens da caixa "I, person" de Wonder Ponder.

 

se pretende que as oficinas #filocri viajem até à sua escola ou biblioteca escolar,

contacte-me através deste formulário

(no canto superior esquerdo do blog encontra as minhas redes sociais e e-mail)

"foi errado abrir o livro?"

- investigações no jardim de infância

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abrir ou não abrir o livro?

na oficina passada virámos todas as páginas do livro "Não abras este livro". houve todo um entusiasmo para descobrir cada uma das páginas.

hoje pensámos um pouco sobre o que fizemos. afinal, o livro diz lá "NÃO". e nós não respeitámos o não!  por que é que abrimos o livro?

💬 "foi errado abrir o livro", disse uma das crianças. porquê? 💬 "porque dizia lá que NÃO" e💬 "o monstrinho azul ficou num sapo". 

o virar das páginas mudou a vida do nosso amigo o monstrinho azul. não podemos voltar atrás. então e se a história continuar? 

"Não abras este livro outra vez" - e agora?  abrimos o livro amarelo? 

entre SINS e NÃOS, pedi às crianças para levantar o braço e escolher. as mesmas pessoas levantaram o braço no SIM e no NÃO. eu fiquei muito confusa e sem saber o que fazer.

💬 "nós queremos saber o que vai acontecer mas diz para não abrir"

💬 "mas nós queremos saber o que vai acontecer!"

💬 "abre, abre."

bom, e abrimos o livro. e a vida do nosso amigo monstrinho azul mudou de novo. e agora? 

 

 

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investigação: será que este livro fala de amizade? 

 

na sala de amizade o grupo tem estado a trabalhar o tema dos animais. assim, resolvi levar o livro "Os animais estavam zangados" para falar de amizade. bom, na verdade precisava da ajuda do grupo para compreender se tinha escolhido bem o livro para falar de amizade.

depois da partilha da história - que trouxe recordações da visita que as crianças fizeram recentemente ao jardim zoológico - partimos para a investigação: este livro fala da amizade? 

💬 "o livro não diz que é da amizade"

💬 "os animais também são amigos?"

💬 "o que é ser amigo de alguém?" 

ser amigo de alguém é 💬 "brincar" e 💬 "partilha coisas". também pode ser 💬 "conversar sobre aquilo que aconteceu". será que os animais têm conversas dessas?

💬 "sim, os flamingos do jardim zoológico estavam a conversar".

porém, o nome da história deixou-nos a pensar se seria mesmo uma história de amizade. afinal, estar zangado não "bate certo" com a ideia da amizade. 

💬 "os animais estavam zangados porque partiu-se a amizade"

 

*

pensar, escutar e falar (peter worley) 

regresso a Peter Worley e ao seu mais recente livro Corrupting Youth para lembrar que o triângulo pensar, escutar e falar constitui o movimento básico e essencial para que a filosofia e o diálogo filosófico possam acontecer. 

não é fácil praticar o pensar e escutar e falar, um de cada vez. por vezes entusiasmamo-nos muito e falamos por cima uns dos outros e não conseguimos escutar-nos. outras vezes pensamos, mas não conseguimos muito bem falar do que pensamos. escutar é quase uma arte, nos dias que correm, com tantos estímulos a captar a nossa atenção.

estas dificuldades não são exclusivas das crianças do jardim de infância, são até bastante comuns entre os adultos 

temos todo um ano lectivo pela frente para praticar o pensar, escutar e falar! 

 

*

se pretende que as oficinas #filocri viajem até à sua escola,

jardim de infância ou biblioteca escolar, contacte-me através deste formulário

 

 

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