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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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barafunda ou das maneiras de arrumar o mundo

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a barafunda 

o livro tem uma capa apelativa e acho que foi isso que me chamou a atenção para esta "barafunda", assinada por afonso cruz e marta bernardes. ao abrir o livro descobri os diálogos e as provocações ao pensar, página após página. 

este livro tem estado na prateleira à espera do momento para o poder abordar no sentido de criar uma agenda de discussão. acontece que há várias agendas de discussão que se podem criar a partir de um livro. uma delas acontece mesmo sem abrir o livro, sem ler o seu texto, sem ver as suas ilustrações.

 

uma experiência de pensamento a partir do objecto livro 

em tempos numa formação de filosofia para crianças cujo público eram educadores e professores lancei o desafio de pensarmos à volta de objectos. levei livros diferentes: um livro clássico de filosofia antiga, um livro em braille, um livro só com ilustrações (sem texto) e os jogos wonder ponder.

 

esta proposta pode levar-nos a colocar as seguintes questões acerca do livro em si:

afinal, o que é um livro?

pode o livro assumir várias formas?

uma caixa pode constituir-se como um livro?

todos os livros contam histórias?

quem conta a história: o autor ou o leitor?

quem cria a história?

há limites para recriar a história do livro?  

 

e a barafunda? 

uma das agendas de discussão que criei a partir do livro "barafunda" foi à volta desta palavra. usei mind maps para me ajudar a pensar e "barafundei" o meu pensamento. partilhei esse mapa mental nas IG stories, onde vou partilhando convosco a minha agenda de trabalho (oficinas de filosofia, cafés filosóficos) e onde deixo algumas provocações para pararmos para pensar.

já agora pergunto: segue-me pelo instagram ou pelo facebook? 

 

 

se pretende explorar possibilidades de trabalho nesta área e/ ou se procura formação one-to-one na área da filosofia para crianças e jovens poderá contactar-me via e-mail: info@joanarita.eu 

 

famílias destrambelhadas & perguntas sem trambelho

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famílias destrambelhadas: um livro que me conquistou pelo título

 

este livro "tropeçou" em mim numa das visitas à bertrand. achei-o provocador e com boas linhas para investigação nas oficinas de filosofia. tem estado na prateleira à espera do seu momento para leitura e criação de agenda de discussão. 

 

destrambelhar? 

 

ao começar o meu mind map dei por mim a trabalhar o significado de destrambelhar: o que é uma família destrambelhada, mesmo ainda sem ler o livro? que características tem essa família? conhecemos alguma? e conhecemos famílias com trambelho? como são? o que fazem? - e só o colocar destas questões pode resultar numa oficina (ou duas) de filosofia. poderá ser um excelente início de diálogo para depois introduzir o livro.

 

jogo: investigação do destrambelho em cada uma das famílias 

 

como o livro aborda várias famílias, desenhei um esquema de trabalho que prevê dividir o grupo em pequenos grupos, ficando cada grupo com uma das famílias para investigar. poderíamos aproveitar para 

a) procurar o que há de destrambelhado naquela família;

b) indicar o que há de positivo no "destrambelho" da família (chapéu amarelo, seis chapéus, de bono);

c) indicar o que há de negativo no "destrambelho" da família (chapéu preto, seis chapéus, de bono);

 

a partilha seria feita para o grupo no seu todo e a partir daí aproveitaríamos para criar momentos de diálogo.

 

problematizar

 

uma vez que o livro é provocador em termos de afirmações que descrevem as famílias, poderá ser interessante promover a problematização de frases escolhidas pelos membros do grupo: 

Suministrar objeciones o preguntas que permitan mostrar los límites, los defectos o las imperfecciones de las proposiciones iniciales, a fin de eliminarlas, modificarlas o enriquecerlas. Esto se llama también pensamiento crítico. El postulado de esta competencia es que todo enunciado, cualquiera que sea, plantea de algún modo uno o más problemas. Se trata pues de considerar todo enunciado como una simple hipótesis, posible o probable, pero nunca necesaria o absoluta. « ¿Tienes una objeción o pregunta ? » « ¿Ves un problema en esta frase ? »

 

*

este exercício, tal qual o desenhei, parece-me adequado para grupos de crianças a partir dos 7/8 anos. julgo que os mais crescidos também irão gostar. o que lhe parece? 

 

se pretende explorar possibilidades de trabalho nesta área e/ ou se procura formação one-to-one na área da filosofia para crianças e jovens poderá contactar-me via e-mail: info@joanarita.eu 

grande coisa: livros infantis, perguntas e mind maps

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grande coisa, de william bee (planeta tangerina)

 

desta vez o desafio é criar a vossa agenda de discussão usando mind maps. há muitos anos que uso esta técnica, de Tony Buzan, para estudar, para preparar uma apresentação, para preparar entrevistas e também para preparar as oficinas de filosofia. e nestas caso tenha possibilidade de usar o quadro para registo das ideias é comum haver mind maps no quadro. e o curioso é que as crianças começam a "imitar" esta forma de registo.

 

mind maps para tudo

 

perante o pequeno e amarelo livro "grande coisa" optei por registar as perguntas em forma de mind map - é mais fácil quando se tem folhas A3, na horizontal,  lisas,  e lápis ou canetas coloridos. mas podem fazê-lo em qualquer suporte de papel. há também programas para usar em computador: o senhor google certamente irá ajudar.

 

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screaming words

 

depois de fazer um mapa com um número considerável de perguntas comecei a olhar para as perguntas e a procurar relação entre elas. procurei as screaming words, as palavras mais "gritantes", que se repetem, que têm mais força (esta expressão, screamign words, ouvi-a há uns anos no exercício do Nuno Paulos Tavares). assinalei algumas no canto superior esquerdo após ter rodeado ou sublinhado as tais palavras com lápis de cor.

 

e agora? 

 

agora, a partir daqui, temos uma boa fonte de trabalho sobre este livro. podemos partir para a problematização a partir das screaming words, fazendo uma nova ronda de perguntas: desta vez já não sobre o livro, mas sobre as screaming words em si. desta forma, começamos a "levantar voo" a partir do livro para chegar a terreno desconhecido. 

 

o mapa não é o território

 

recordo que estes últimos artigos que tenho publicado por aqui têm como objectivo principal fornecer ferramentas de trabalho para que o facilitador se sinta preparado para as oficinas de filosofia. estas agendas de discussão são mapas, não são o território: não as imponha ao seu grupo se o caminho que é escolhido pelos membros for outro. pense neste trabalho preparatório como um ginásio para o seu próprio pensamento. 

 

 

se pretende explorar possibilidades de trabalho nesta área e/ou se procura formação one-to-one na área da filosofia para crianças e jovens poderá contactar-me via e-mail: info@joanarita.eu 

 

 

quando a tristeza chama - agenda de discussão

de acordo com o prometido, aqui segue a agenda de discussão em torno do livro "quando a tristeza chama", de eva land, publicado na editora Livros Horizonte. 

 

o que nos deixa tristes é o mesmo que nos deixa alegres?

como é uma pessoa triste?

como sabes que estás triste?

o que significa "ir passear com a tristeza"?

gostas de estar sempre em casa?

onde mora a tristeza?

podemos visitar a tristeza quando queremos?

podemos decidir estar tristes?

podemos decidir deixar de estar tristes?

gostas de estar em silêncio?

quem chega sem avisar?

só os amigos chegam sem avisar?

qual é a diferença entre seguir e perseguir?

seguir alguém pode querer dizer que somos amigos dessa pessoa?

perseguimos os amigos?

por que é que a tristeza não se vai embora?

o que é a tristeza?

o que te deixa triste?

se encontrasses a tristeza na rua, ias atrás dela? 

podemos ficar tristes só por pensar na tristeza? 

 

 

pode ser interessante, por uma questão de organização, registar as suas perguntas (enquanto facilitador) numa espécie de ficha de leitura.

depois, se levar este livro para a sua sala, registe também as perguntas dos alunos: irá ficar com uma "colecção de perguntas" bem catita à volta de um único livro. e registe sempre que abordar este livro com grupos diferentes: certamente irá encontrar interrogações que se repetem e outras completamente novas. boas perguntas e bons diálogos!

o jogo dos pensamentos

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há duas semanas, o encontro com as meninas e os meninos do jardim de infância aconteceu em torno do jogo dos pensamentos. estamos a tentar descobrir que coisas fazemos e que exigem pensar e que coisas fazemos e que não exigem pensar.

visitámos as histórias presentes no livro "Em que pensas tu?" e eu aprendi que, se quiser brincar às escondidas, vou precisar pensar muito. perguntei porquê. a resposta foi: "joana, como és maior do que nós tens de procurar um sítio melhor para te esconderes, tens mais corpo para tapar. nós somos pequenos e conseguimos encontrar mais fácil." 

 

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vamos continuar a brincar ao jogo dos pensamentos. 

 

para acompanhar o trabalho no jardim de infância 2018/2019:

oficina #1

oficina #2

oficina #3

oficina #4

oficina #5

oficina #6 

oficina #7

oficina #8

oficina #9

oficina #10 

oficina #11

 

 

"Pensamento Crítico em Sala de Aula: os 26 movimentos de pensamento"

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Roger Sutcliffe passou os últimos 10 anos a desenvolver formas de ensinar a pensar de forma mais simples e eficaz.. O resultado foi um esquema com “26 Movimentos de Pensamento de A a Z”.  

 
 
 
 
 
 
O que são os Movimentos de Pensamento?
 
Os 26 Movimentos de Pensamento são um conjunto de actos mentais que nos ajudam a estruturar as muitas formas possíveis de pensamento. 
 
Organizados por ordem alfabética e com várias ligações intuitivas entre si (pensar À frente/ lemBrar; Conectar/Dividir, etc.) estes movimentos quando utilizados de forma competente em sala de aula são uma excelente estratégia pedagógica para levar os nossos alunos a desenvolver um pensamento crítico mais focado, rigoroso e consciente. 
 
Os 26 “Movimentos de Pensamento” foram traduzidos e adaptados para português por Tomás Magalhães Carneiro (Clube Filosófico do Porto) e serão disponibilizados aos participantes deste workshop.
 
 
 
Em que consistirá este workshop com Roger Sutcliffe?
 
O objectivo deste workshop será explicar cada um dos "26 movimentos", levar os participantes a compreender a forma como se estruturam e relacionam e, sobretudo, mostrar como cada um destes "movimentos de pensamento" podem ser aplicados em sala de aula com os alunos de qualquer idade e de qualquer disciplina. Roger Sutcliffe também procurará mostrar como estes princípios podem ser usados fora da sala de aula por forma a ajudar-nos a pensar melhor no nosso quotidiano. 
 
Quem é Roger Sutcliffe?
 
Licenciou-se em Filosofia e Línguas Modernas (Philosophy and Modern Languages ) em Oxford em 1975.
 
Fez voluntariado na Índia antes de começar a trabalhar como professor no Reino Unido. Depois de 5 anos a trabalhar como professor primário juntou-se ao departamento de matemática numa escola secundária e licenciou-se em matemática e gestão educacional numa “Open University”.
 
No início dos anos 90 deixou o ensino a tempo inteiro e dedicou-se à Filosofia para Crianças (P4C) com Matthew Lipman em New Jersey e ao Pensamento Criativo com Edward de Bono em Malta. 
 
Roger foi um dos membros fundadores da fundação SAPERE (www.sapere.org.uk) e em 1993 foi eleito presidente em 2003. Nesse mesmo ano foi eleito presidente da ICPIC (www.icpic.org) , organização internacional dedicada à FpC em que mais de 60 países estão representados. Exerceu esse cargo por dois anos.
 
Desde 2010 é consultor para a www.thinkingmatters.com e entre 2013 e 2016 foi professor da disciplina de Ensino da Filosofia no Heythrop College em Londres. É co-director da empresa DialogueWorks (www.dialogueworks.co.uk) e também co-director do site www.p4c.com, um dos mais importantes sites de recursos em Filosofia para Crianças. Foi co-autor dos livros  ”The Philosophy Club’, ‘Newswise’ e ‘The Pocketbook P4C’. O seu último livro “Thinking Moves A – Z” será publicado em Abril de 2019.
 
*
 
 
Organização do Clube Filosófico do Porto e da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira
 
Local e Data
Biblioteca de Santa Maria da Feira
18 de Maio (sábado) | 15h00 – 17h00
 
Valor: 30€
 
Inscrições até 1 de maio para clubefilosoficodoporto@gmail.com 
 
 
Podem aderir ao evento no Facebook aqui: https://www.facebook.com/events/353621728589861/

Oscar Brenifier: "Do not answer the questions of children, unless they first propose themselves an initial hypothesis, or different ones. Teach them to be autonomous, instead of mere consumers."

Oscar Brenifier, holds a Bachelor of biology degree (University of Ottawa) and a PhD in Philosophy (Paris IV – Sorbonne). For many years, in France as well as in the rest of the world, he has been working on the concept of ‘philosophical practice’, both from a theoretical and practical viewpoint. He is one of the main promoters of the project of philosophy in the city, organizing philosophy workshops for children and adults and philosophy cafés, working as a philosophy consultant, etc. He has published about fifty books in this domain, including the ‘Philozenfants’ series (Editions Nathan), which has been translated into over thirty-five languages. He founded the Institut de Pratiques Philosophiques (Institute of philosophical practice), to train practical philosophers and organize philosophy workshops in various places: schools, old people’s homes, prisons, social centers,organizations, etc. He is one of the authors of the UNESCO report: “Philosophy, a school of freedom”. 

 

At the Institut de Pratiques Philosophiques' website there are free books that you can download.

 

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Can you recall the first time you heard about philosophy for children (p4c)?

I vaguely remember: I was still young at the  time. It  was when I proposed to an  elementary school to hold a philosophy workshop with the children . Until then I was primarily doing workshop with adults. But when later on I heard the coined expression “P4C”, I noticed it often had little to do with philosophy.

  

How did you started working with p4c?

In a regular way, it was when my eldest daughter entered kindergarten. I proposed to the director of the school to hold regular workshops with different classes of children, aged between 3 and 5. I then made different experiments, invented diverse exercises, to make the children think. 

 

Do you think p4c is necessary to children? Why?

No, it is not necessary. No more than art or gymnastics is necessary. Most people live without exercising their body or their mind, and manage quite well to survive. But of course, one might criticize the fact that they are missing on something important.

  

Nowadays children ( @ Portugal) have a lot of activities at school and after school. Why should we take philosophy to schools?

I don’t think we should. There is no foundation for such an obligation. But the good thing about philosophy is precisely that it is a non-activity, in the middle of all these activities.

  

What makes a question a philosophical question – from a p4c point of view?

Strange presupposition. It implies that there is a specific “p4c point of view”. I did not know. In a more general way, I don’t think there is such a thing as “philosophical questions”, but there are philosophical ways to deal with a question. For example, multiplicity of answers, guidance of reason, argumentation, problematization, etc. In this sense, all questions can be  philosophical.

  

What’s the biggest challenge p4c faces, nowadays?

To do philosophy, instead of holding cute discussions, going beyond a mere exchange of feelings and opinions. Learning to listen attentively, to analyse, to question rigorously, etc.

 

Can you give the teachers and the parents some kid of advice to help them deal with the children’s questions?

Do not answer the questions of children, unless they first propose themselves an initial hypothesis, or different ones. Teach them to be autonomous, instead of mere consumers.

  

Did the children ever surprised you with a question? Can you share that question with us?

Yes. “Can I go out to the toilet?”. I was surprised, because I naively forgot how much human beings connect to their body more than to their mind.

 

"a prática filosófica é sofrer tranquilamente" - oscar brenifier

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pensar exige um esforço deliberado, obriga-nos a olhar para coisas que não são agradáveis e que nos deixam inseguros. o trabalho do pensamento crítico passa por parar para pensar e observar cada passo que damos.

o treino que os seminários do Oscar Brenifier proporcionam é, para mim, essencial para o desenvolvimento do meu trabalho enquanto facilitadora (ou dificultadora) de oficinas de filosofia (para crianças e jovens e até para adultos). 

descubro sempre coisas novas. redescubro coisas que vou esquecendo pois a espuma dos dias é espumosa demais e é fácil praticar o "go with the flow". é difícil tomar conta da nossa vida. contrariar isso exige consciência, exige prestar atenção, tratar de uma coisa de cada vez. 

 

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o hipópotamo, um ser autêntico. e praticante da simplicidade: tenho fome, como. tenho sede, bebo água. sem "mas", sem "depende", sem "agora não". sem "neste caso, não". para o hipópotamo há o aqui e agora.

parar para pensar no próprio pensamento é um trabalho de autenticidade, de pessoas se permitem ser hipópotamos. 

 

(sobre)vivi a mais dois dias de seminário de pensamento crítico: dois dias intensos, turbulentos e divertidos. o facto de os ter partilhado com pessoas que estimo e com quem tenho a possibilidade de partilhar as "dores" (e as alegrias) do pensar mais profundamente - isso foi a cereja no topo do bolo.

 

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(fotografia da Elsa Cerqueira, partilhada no facebook. da esquerda para a direita: eu, Alice Santos e Oscar Brenifier)

 

até já, Oscar!

 

 

um aniversário filosofante

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de vez em quando sou convidada para levar a filosofia a uma festa de aniversário. sim , é verdade. há pais que procuram uma actividade diferente para este dia tão especial do seu filho e escolhem a filosofia. feito o convite e acertada a data, lá vou eu, de mochila às costas, para filosofar com a turma do aniversariante.

hoje estive na sala do T. onde fui muito bem recebida. mais uma vez, o jogo wonder ponder serviu de base para pensar em conjunto. 

"quem seria melhor professor: uma pessoa ou um robot?" - o diálogo seguiu animado durante cerca de  1h15, com dedicação e afinco. 

 

obrigada à mãe L. pelo convite para filosofar com o T. e os seus amigos. foi uma tarde muito "perguntadeira", tal como gosto.

parabéns, T.!

 

 

 

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