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filocriatividade | filosofia e criatividade

>> oficinas de filosofia, para crianças, jovens e adultos >> formação para professores e educadores (CCPFC) >> nas redes sociais: #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

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altruísmo eficaz, pandemia e isto não é filosofia

- sugestões para quem pretende filosofar durante o verão

[um curso online sobre ética e pobreza]

o Steven Gouveia está a preparar um curso online sobre altruísmo eficaz: "ÉTICA E POBREZA: UMA SOLUÇÃO?". o curso acontece durante o mês de agosto e conta com a participação do filósofo Peter Singer. 

para conhecer um pouco deste conceito de altruísmo eficaz, oiça a conversa do Steven com o Bis, um jornalista muito especial, no podcast Carne Esperta. 

 

[pandemia  e o apocalipse]

pode ler AQUI a reflexão de António de Castro Caeiro:

'Pandémie et apocalypse' é o título do capítulo do Prof. António Castro Caeiro no livro "Crise pandémique: qui suis-je dans ce nouveau monde?", coordenado por Soraya Nour Sckell e publicado pelo CEDIS.

 

[curso de introdução geral à filosofia]

disponível no youtube: um curso gratuito sobre introdução geral à filosofia, cortesia do colectivo INÉF. 

 

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o meu regresso à Malaposta

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no último fim-de-semana de Junho tive a oportunidade de voltar ao Centro Cultural Malaposta para uma oficina para famílias e um café filosófico.

foi muito bom voltar a filosofar com pessoas sem a mediação do écran. as máscaras protegem-nos e aproximam-nos, as distâncias físicas são cumpridas e há vontade em parar para pensar, ouvir e falar - tal como está presente ali na fotografia.

este triângulo está presente nos últimos livros de Peter Worley (Corrupting Youth) e é uma forma simples de explicar o que acontece num diálogo filosófico.

 

obrigada, Malaposta, pelo acolhimento.

obrigada aos participantes pela presença e pela disponibilidade em dialogar!

Clube de Leitura em Voz Alta #filocri - V encontro [online]

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o Clube de Leitura em Voz Alta #filocri reuniu hoje no zoom para ler e escutar a leitura. 

eis os livros / excertos de livros que lemos e escutámos: 

- Luzes na Floresta, de David Litchfield, trad. de Luísa Costa Gomes [editora fábula] - recomendação #pnl2027;

- um excerto de Felicidade, de João Tordo [editora Companhia das Letras];

- um excerto d'A Bicicleta que Tinha Bigodes, de Ondjaki [editorial Caminho];

- A Sereia e os Gigantes, de Catarina Sobral [Orfeu Negro];

- Não abras este livro outra vez, de Andy Lee e Heath McKenzie [Jacarandá Editora]; 

- O Jaime é uma Sereia, de Jessica Love [editora fábula] - recomendação #pnl2027.

- um excerto do prefácio assinado por Gonçalo M. Tavares no livro de Carlos Neto, Libertem as Crianças [Contraponto Editores].

 

foi um pedaço de manhã bem passado, entre miúdos e graúdos, na "esquina do zoom". obrigada a todas as pessoas que têm passado pelo Clube de Leitura em Voz Alta #filocri e que tornam o clube possível.

vamos fazer uma pausa nos meses de Julho e Agosto para podermos dedicar-nos à leitura, à brincadeira, ao sol e a outras coisas que "cheiram a verão". façamos o nosso melhor para que seja possível ter um verão em segurança e com distanciamento face à #covid19.

 

obrigada ao PNL2027 pelo apoio dado ao Clube de Leitura em Voz Alta #filocri. 

boas leituras! 

formação com Walter Kohan [online]

 

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"O que marca o fim de um caminho de pensamento e criação? O que encontramos ao final do caminhar junto com outras e outras caminhantes? E se o fim fosse um novo início? E se a filosofia fosse a arte de buscar um começo para o pensar mesmo ou, sobretudo, quando há que se terminar um percurso comum, compartilhado? Filosofia, uma arte infantil? Filosofia, uma arte de se começar a pensar escutando as vozes da infância?"

28 e 29 de junho - formação com Walter Kohan 

[online] das 17h às 19h (hora de Lisboa, PT)

info via fábrica das artes - CCB

ilustração (c)Beatriz Bagulho a partir de ilustração original de Sir John Tenniel

a Newmanity School organiza a festa da família

 

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"As famílias são o núcleo central da civilização e a unidade social base da sociedade.Famílias empoderadas fazem comunidades fortes.Há um século atrás Abel Pereira da Fonseca tornava-se num dos mais importantes empresários do seu tempo não só pela produção e comercialização de vinhos mas muito pela forma como ajudou a desenvolver a região Oeste e de Lisboa. Desde então que esse legado tem sido seguido pela sua família.

A Newmanity School nasce em Lisboa com o propósito de promover a educação de competências socio-emocionais catalisadoras do bem-estar e progresso sustentável, em escolas, empresas e famílias. Em Fevereiro de 2021 a família Newmanity mudou-se para o Oeste para alargar a sua missão.

A 3 de Julho, entre as 10h e as 19h, a Newmanity School e a Companhia Agrícola do Sanguinhal juntam-se para promover a Festa da Família, pela ocasião do 4º Open Day da Quinta do Sanguinhal.

O evento pretende ser uma escola comunitária por um dia, rodeada de beleza Natural e contará com diversas iniciativas como actividades e workshops ao ar livre para famílias (Yoga, Exercício Físico, Storytelling, Música, Teatro), mercado de talentos locais, música e exposições de arte, conferências com especialista das áreas da educação e bem-estar como José Pacheco, Tim Vieira e Tâmara Castelo e momentos de degustação. Haverá ainda recolha de bens a favor do "Cesto dos Afectos", um projecto de acção social a favor de famílias carenciadas.Ambas as organizações pretendem assim contribuir para a criação de comunidades mais felizes, capazes, saudáveis e sustentáveis.

As inscrições no evento e nas actividades são limitadas (ordem de chegada)."

 

mais informações no instagram da Newmanity School e neste link.

o que distingue as pessoas perguntadoras das outras pessoas?

[uma reflexão a partir do livro A Arte de Fazer Perguntas, de W. Berger, publicado pela editora Vogais]

 

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o papel fundamental da ignorância 

 

perguntamos pois percebemos que não sabemos. temos consciência da nossa ignorância:

“é uma forma de consciência mais elevada que não só nos separa do macaco, como também separa a pessoa inteligente e curiosa do idiota que não sabe nem quer saber.” (p. 27)

a pessoa perguntadora está disponível para sentir confiança quanto toma consciência da sua ignorância. a pergunta é uma ferramenta que nos permite aprofundar essa ignorância, mergulhar nela para podermos voltar à superfície com mais clareza, com algo que entretanto descobrimos e sobre o qual já não somos assim tão ignorantes.

 

pensamento divergente e perguntas 

 

Berger refere o neurologista Ken Heilman e estudos neurológicos sobre o pensamento divergente, “o processo mental que tenta levar às ideias alternativas.” de acordo com o neurologista existe uma ligação entre o pensamento divergente e o “e se eu pensar em X de outra forma”. por esta razão, Berger defende que o pensamento divergente é uma forma de fazer perguntas.

o que pode uma pergunta? segundo Berger, as perguntas abrem ou ampliam o pensamento e também têm o papel de nos focar ou orientar.

como?

considere vários passos no acto de perguntar. um “e se...?” tem esse efeito de me fazer procurar por outras formas de fazer o mesmo, alternativas, hipóteses. mas uma pessoa perguntadora tem um problema para resolver e por isso utiliza as perguntas, no momento posterior, para focar e direccionar o pensamento.

a pergunta permite aprofundar o problema, tomar consciência da sua complexidade e, a partir daí, começar a trabalhar na solução, dividindo o problema em partes simples, o que nos ajuda a gerir a complexidade.
trata-se de um processo semelhante ao que Edward de Bono advoga com o uso do chapéu verde (criatividade): este tem um tempo específico e depois precisamos de outras linhas de pensamento (outros chapéus) para orientar o passo seguinte do pensamento.

em suma:

- perguntar exige humildade, para reconhecer que sou ignorante, que me falta saber algo.
- perguntar exige confiança para expor essa ignorância perante os outros.

fazer uma pergunta é, simultaneamente, um acto humilde e corajoso.

 

a fórmula de Berger


“Estar disposto a fazer perguntas é uma coisa; perguntar bem e com eficácia é outra.”, diz Berger na p. 30.


é preciso ter em conta a fórmula do perguntar – um “porquê?” pede explicação e aprofundamento; o “e se...?” leva-me a explorar hipóteses; o “como...?” exige que partilhe um caminho, uma forma de fazer algo. são perguntas abertas, porém exigem que se lhes dedique tempo e consideração na resposta. são perguntas que accionam o pensamento divergente.

depois há ainda o tom da pergunta. Berger dá um exemplo: entre um “Ó meu deus, o que é que vamos fazer?!” ou um “e se esta mudança representa uma oportunidade para nós?” – a última pergunta tem um tom mais positivo e, segundo o autor, pode conduzir a melhores respostas.

a pessoa perguntadora tem menos receio da mudança e da incerteza: “(...) se nos sentirmos confortáveis a fazer perguntas, a experimentar e a interligar as coisas, a mudança já se tornará uma aventura. E se a pudermos ver como aventura, já estaremos lançados.” (John Seely Brown citado por Berger, p. 44).

além da ignorância, da humildade, da confiança, do conforto perante a mudança, a pessoa perguntadora está mais disponível para inovar. porquê? a razão prende-se com o facto da pessoa perguntadora perguntar porquê, procurando perceber o que falta, identificando e descobrindo problemas.


“(...) se procurarmos problemas existentes nas nossas vidas antes de eles se tornarem óbvios, antes de atingirem uma fase de crise, podemos detecá-los a tempo e tratar deles enquanto ainda oferecem as melhores oportunidades para a melhoria e a reinvenção.” (p. 47)

 

eis a fórmula de Berger, baseada na sua observação de como as pessoas perguntadoras lidam com problemas:


Perguntar + Acção = Inovação


“A pessoa encontra uma situação que é menos do que ideal, pergunta Porquê?
A pessoa começa a ter ideias para possíveis melhorias / soluções, com ideias que normalmente progridem sob a forma de possibilidades E se?
A pessoa opta por uma dessas possibilidades e tenta aplicá-la; na maior parte dos casos, isto envolve a tentativa de calcular Como?” (p. 48).

”O que separa os pensadores inovadores dos restantes é a sua capacidade – na maior parte dos casos nascida da persistência e da determinação – de dar forma às suas ideias e torná-las reais.” (p. 55)

”Cada “resposta” a que chegam [as pessoas perguntadoras] traz-lhes uma nova vaga de perguntas. Continuar a perguntar é, para eles, tão natural como respirar. Mas como é que ficaram assim? E porque é que não há mais gente como eles?” (p. 57)

 

e por aí? considera-se uma pessoa perguntadora? partilhe nos comentários!

podemos pensar a partir de uma régua?

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Pensar sobre o pensamento

Nas oficinas de filosofia que dinamizo , de forma presencial ou online, guardo os minutos finais para pensarmos sobre o trabalho de pensamento que fizemos. Uma das formas de fazer este trabalho de olhar para trás e pensar sobre o que estivemos a pensar passa por apresentar ao grupo um conjunto de objectos que vão ajudar-nos a explicar o que aconteceu na oficina. Há crianças que associam o objecto a um momento da oficina, outras a um conceito que surgiu, outras a uma pergunta.

 

(artigo completo na revista O Nosso Filho

Virtual Event: Why Kids Are Good for Philosophy

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"We often talk about why philosophy is good for kids, but why are kids good for philosophy? 

PLATO is proud to host a virtual panel discussion followed by a community conversation featuring:

Jana Mohr Lone, Director of the University of Washington Center for Philosophy for Children and author of Seen and Not Heard: Why Children’s Voices Matter

Megan Laverty, Associate Professor of Philosophy and Education at the Teachers College, Columbia University and co-editor of Gareth B. Matthews, The Child’s Philosopher

Maughn Gregory, Professor of Educational Foundations at Montclair State University, Director of the Institute for the Advancement of Philosophy for Children, and co-editor of Gareth B. Matthews, The Child’s Philosopher"

 

15 Junho às 19h Canadá / USA - 24h de Lisboa, Portugal 

more info at PLATO's website

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