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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

IMAGINA SÓ! - oficinas de filosofia, para crianças [presenciais]

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(clique na imagem para ter acesso à programação Inestética e ao programa do IMAGINA)

 

a convite da Inestética volto a participar no IMAGINA com duas oficinas de filosofia, para crianças.

“Todas as coisas fantásticas que aconteceram neste mundo existiram primeiro na imaginação de alguém.” (Astrid Lindgren)

nesta oficina de filosofia vamos explorar a imaginação, sem sair fora da caixa. Sim, pensar fora da caixa também nos leva a imaginar. Imagina só!

as minhas oficinas acontecem na manhã de 30 de maio, domingo - mas há mais actividades a decorrer no sábado e domingo! o programa está disponível AQUI).


👉 maioria dos eventos no exterior
👉 lotação reduzida, de acordo com normas da DGS


oficinas de pensamento crítico - e não só!

- agenda #filocri para os mais crescidos

 

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para quem se interroga se as minhas oficinas só se destinam a crianças e jovens... eis a resposta: na filocriatividade há oficinas para todas as idades.

assim, reuno aqui as próximas oficinas / acções de formação destinadas a adultos (pais, mães, avós, educadores, professores...) interessados nas áreas do pensamento crítico ou filosofia para crianças.

neste momento, o formato é online, o que permite o encontro de diversas geografias numa "esquina do zoom". 

tome nota na sua agenda!

e inscreva-se, pois os lugares são limitados! 

 

 

[em Maio] 

>> Café Filosófico - Bertrand Livreiros - 10 de Maio: O que significa saber muitas coisas?

 

>> oficina: a perguntar é que a gente se entende - Bertrand Livreiros - 10h, início a 18 de Maio

 

>> worskshop: treinar o pensamento crítico - Gerador - 19 de Maio 

 

>> Café Filosófico - Bertrand Livreiros - 24 de Maio: O que é a felicidade? 

 

[em Junho] 

>> Filosofia para Crianças | ferramentas de pensamento crítico para o diálogo - Bertrand Livreiros  - 8h, início a 3 de Junho

 

>> oficina: Baralhar e voltar a perguntar - Bertrand Livreiros - 10h, início a 8 de Junho 

 

>> Café Filosófico - Bertrand Livreiros - 14 de Junho: O que aconteceria se cada um de nós pensasse por si próprio? 

 

>> oficina: como gerir uma reunião eficazmente - 10h, início a 16 de Junho 

 

>> Café Filosófico - Bertrand Livreiros - 28 de Junho: Podemos escolher quem somos? 

 

 

 

filosofia para crianças e jovens - formação

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Filosofia para Crianças | Transformar a sala de aula numa sala de pensar

- de 8 a 30 de Abril  (online, 8h)

 

Filosofia para crianças | O papel do diálogo criativo na formação de crianças perguntadoras

- de 6 a 27 de Maio (online, 8h)

 

Filosofia para Crianças | Ferramentas de pensamento crítico para o diálogo

- de 3 a 29 de Junho  (online, 8h)

 

- oficinas de formação para pais, professores, educadores, professores bibliotecários e outros agentes educativos 

- as 8h de formação acontecem de forma síncrona

- parceria Bertrand Livreiros | formadora: Joana Rita Sousa

 

informações disponíveis AQUI 

 

AZUL - o desafio colorido da Rita, do Kit Literário

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A Rita (Kit Literário - Books for Kids) tem estado a partilhar um desafio no instagram, a #cromoterapialiteraria. Aos domingos a Rita apresenta uma cor e desafia-nos a desarrumar prateleiras para agrupar livros com essa cor.

 
As minhas escolhas em tons de AZUL são:
 
🔷 Vou ali e já venho - sobre migrações e comichões
(um livro para o qual tive o gosto de colaborar)
 
🔷 Why must I go to school?
(aí por casa alguém conhece os vídeos A Grande Descoberta?)
 
🔷 O pai da mamãe
(um livro que me chegou através do Kit Literário)
 
🔷 A máquina dos Ses
(um livro que me inspira muito nas oficinas de filosofia)
 
🔷Pimpa
(um clássico lipmaniano da filosofia para crianças)
 
🔷 Fim? isto não acaba assim
(um livro sobre começos... ou fins?)
 
🔷 Cá dentro
(um livro para miúdos e graúdos!)
 
🔷 Museu do Pensamento
(um livro que me acompanhou numa das últimas oficinas de filosofia, online)
 
🟦 Há mais livros de capa azul, cá em casa. Há outros que só têm lombada azul. Há azuis que não parecem azuis. E começam as perguntas na minha cabeça!
 
E por aí? Já desarrumou os livros e as cores?

 

a palavra NÃO

- a propósito de uma conversa com a Rita, do Kit Literário

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no dia 19 de outubro estive no instagram a conversar com a Rita, do Kit Literário. o tópico da conversa era a palavra NÃO e sentei-me para pensar um pouco sobre o papel que o NÃO tem nas nossas vidas. 

este foi o texto que o Kit Literário publicou, em Novembro de 2020. 

 

*

 

A propósito de um convite da Rita para um live no instagram dei por mim a reflectir sobre a palavra NÃO. Esse era o tema do mês de Outubro do Kit Literário.

Sentei-me para pensar na importância do NÃO no âmbito do meu trabalho, nas oficinas de filosofia que dinamizo, para crianças, jovens e adultos. Dei por mim a pensar nos NÃO da minha vida, confesso.

Criei um mind map em torno do NÃO e desenhei algumas ideias que nortearam a minha conversa com a Rita, que poderá rever aqui e que resolvi resumir neste texto.

 

O NÃO, só porque sim

Para apreciar a importância do NÃO e o seu papel num diálogo ou numa conversa, há que atender ao contexto. Portanto, quando me perguntam “O NÃO é importante?” é natural que eu vá responder “depende” e daí comece a derivar situações em que é importante e outras em que não é assim tão importante.

Um NÃO repetido automaticamente, sem reflexão e sem uma razão para existir é um NÃO que não acrescenta valor ao que está a ser dito. Isto vale também para uma das minhas palavras preferidas, o PORQUÊ, que de nada vale se for repetido sem uma justificação. Que sentido tem o meu NÃO ou o NÃO do outro? Estou a dizer NÃO ao quê? E que razões apresento para o meu NÃO?

 

Com o NÃO também se aprende

O NÃO tem um papel importante na aprendizagem. Por vezes é mais didáctico começar por explicar a alguém o que X não é, do que começar com aquilo que X é.

Do ponto de vista da criança, o adulto tem mais experiência e consegue ver claramente algumas coisas que pode transmitir à criança.

 

Sou muito fã de que a criança experimente coisas e possa depois avaliar por si se gosta ou se NÃO gosta, se quer ou se NÃO gosta. Mas não se aplica a tudo: perante um forno quente eu vou dizer à Rafaela, de 3 anos, que não pode colocar lá a mão. Perante uma oficina de filosofia ou um livro recomendo que a criança experimente para depois decidir se quer lá voltar ou NÃO.

 

O NÃO sei

Dizer NÃO SEI é um momento fundamental para podermos construir conhecimento. No contexto de uma oficina de filosofia é um momento que inaugura o “Queres saber? Pergunta.” Ou “Não sabes. Olha eu também não sei.  E se fossemos investigar em conjunto?”

A escola não oferece muito espaço para uma resposta “não sei”, pois é encarado como uma falta de inteligência ou de aplicação por parte do aluno. Por outro lado, não se espera que o professor diga “não sei”, pois é suposto que saiba tudo para poder transmitir aos alunos.

Há uns anos conversei com um pai sobre o seu sentimento ambíguo perante o facto do filho se ter revelado uma criança mais perguntadeira. O filho estava a frequentar as oficinas de filosofia há 3 meses e tinha começado a praticar o perguntar em casa: “Sabe, Joana, eu gosto que ele faça perguntas. É importante ter curiosidade. Mas por outro lado tenho receio que o meu filho me faça perguntas às quais não sei responder. E eu sou o pai, eu deveria saber.”

NÃO, o pai (ou a mãe) NÃO sabe tudo. Não tem sequer esse dever. Pode é aproveitar esse NÃO SEI partilhado para partir para uma investigação em conjunto. Pegar num livro, pesquisar na internet, fazer perguntas, ir a um museu – há muitas formas de perseguir esse NÃO SEI e ver se podemos transformar para um “AGORA JÁ SEI”.

 

O ainda NÃO

Este NÃO que é o AINDA NÃO é uma boa forma de treinar a espera. “Posso fazer X?” – AINDA NÃO. Esperar é algo que se pode treinar e este NÃO ajuda a experimentar a paciência.

Recomendo olhar para os AINDA NÃO quando estamos a traçar objectivos na nossa vida. A criança quer muito aprender a andar a cavalo. Pode não ser possível para a família levá-la às aulas, organizar-se logisticamente ou até ter fundos para suportar as aulas. Neste último caso o AINDA NÃO pode acontecer fisicamente, sob a forma de um mealheiro onde se vai colocando dinheiro para poder depois marcar a aula.

Sou praticante desde AINDA NÃO no âmbito da literacia financeira e faço mealheiros para fins específicos, como comprar livros. E o “NÃO tenho aquele livro” passa a um “AINDA NÃO tenho aquele livro. Faltam-me X euros para o comprar.”

 

O NÃO enquanto compromisso

A par do SIM, o NÃO é um compromisso. É uma afirmação que rejeita X ou Y. É importante dizer NÃO. Há alguns livros que falam até do poder do NÃO e sublinho a sua importância quando temos de estabelecer limites ou fazer escolhas. Isto é válido para miúdos e para graúdos.

 

*

 

E por aí? O que pensa sobre o NÃO?

Qual foi o NÃO mais importante que teve de dizer a alguém?

Qual foi o NÃO mais importante que já ouviu?

Boas reflexões!

 

 

 

filosofar em tempos de confinamento e de pandemia

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as regras do jogo pandémico mudaram para se ajustar à realidade que vivemos e voltámos a confinar. assim, as oficinas presenciais que tinha agendadas para o final de janeiro foram canceladas. 

continuo com actividades online, sabendo que andamos todos um pouco cansados do écran. espero conseguir encontrar quem desse lado está disponível para praticar o filosofar, ainda que de forma online, com todas as saudades que já temos das acções presenciais, de não ter de medir os metros que nos separam. 

em tempos de confinamento, o écran permite-nos trabalhar, aprender, ensinar, celebrar aniversários e até jantar com amigos. e filosofar!

 

nos próximos tempos há actividades para todas as idades, em formato online:

- as oficinas de filosofia para crianças dos 7 aos 12 anos (oficina do Platão) - 23 de Janeiro, 6 e 20 de Fevereiro, 

- as oficinas para jovens dos 13 aos 17 anos (philoTEEN) - 23 de Janeiro e 13 de Fevereiro,

- os cafés filosóficos,  em parceria com a Bertrand Livreiros (o próximo é já no dia 25 de janeiro),

- a #FilosofiaAoVivo (no instagram) - Leibniz é o convidado do dia 29 de Janeiro,

- o #ClubeDePerguntas, que aceita novos membros no início de cada mês,

- a oficina de perguntas para famílias com crianças dos 4 aos 6 anos (a próxima é no dia 14 de Fevereiro).

 

nunca é demais agradecer aos parceiros, aos amigos, aos seguidores, aos subscritores e a todos vós que partilham os contéudos #filocri, que subscrevem a newsletter e assim dão um apoio essencial ao projecto filocriatividade. muito obrigada! 

oficinas de filosofia, para famílias

- no Centro Cultural Malaposta

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no último fim-de-semana de Janeiro regresso ao Centro Cultural Malaposta para uma oficina de perguntas, para famílias e um café filosófico.

são eventos presenciais, com número limitado de vagas para que possamos filosofar em segurança.

mais informações AQUI, onde pode consultar toda a programação da Malaposta. 

Era uma vez a Filosofia... - como reconhecer um livro filosoficamente provocador?

Convido os leitores deste espaço a reflectir comigo: o que nos chama a atenção num livro? O que nos faz abrir o livro e não o querer abandonar?

Faça a mesma reflexão imaginando que é uma criança: o que é que leva uma criança a reparar num livro? A querer agarrá-lo? A querer viajar pelo livro fora?

 

Que livro escolher?

Na minha prática de oficinas de filosofia, para crianças e jovens, o livro é um recurso que faz parte do meu leque de escolhas para provocar o pensamento. É comum ter professores e educadores a pedir-me recomendações de livros, pois pretendem escolher um “bom livro”.

O que acabo por fazer é indicar o livro X ou Y, por já conhecer e ter alguma experiência de trabalho com ele. Dei por mim a pensar e a perguntar: que características têm os livros (ou álbuns) permitem a prática da leitura [activa], do olhar [percepcionar] e do pensar [sentir]?

Assim surgiu a reflexão que hoje partilho convosco, aqui no espaço do PNL2027.

 

A curiosidade

Seja pela palavra ou pela ilustração, há livros que nos aguçam a curiosidade e que nos motivam a querer virar as páginas por querermos saber o que vem a seguir, o que aconteceu depois ou que desafio enfrentou o personagem (ou personagens).

 

A ampliação (do pensamento)

Por ampliação do pensamento entendo aquilo que nos permite ver além do nosso ponto de vista inicial.

Por vezes esta ampliação exige um olhar de cima (como se fossemos um helicóptero ou um drone), ou o movimento de recuar no pensamento, para ver a big picture. Pensar é movimento!

 

A tensão (ou conflito)

As histórias com textura são aquelas que apresentam uma tensão ou um conflito.

Cumprem com os passos básicos do storytelling (que agora está tão na moda):

- era uma vez...

- todos os dias...

- até que um dia...

- então...

- e viveram felizes (será?) para sempre (hummm...). 

 

O que nos atrai na história é a tensão, o conflito, o problema. E isso pode motivar-nos a pensar o "como resolveria essa situação no lugar de..." e a colocar hipóteses "e se...?".

Seja nos livros, seja na nossa vida, os obstáculos e os problemas são algo que dão que pensar. 

Os filósofos são os fãs #1 de problemas, tal como os cientistas.

 

A incerteza

Quando começamos a ler o livro há uma incerteza primeira que é a de não sabermos como acaba a história.

E quando o livro não nos diz como é que a história acaba?

E se não estivermos sequer a falar de um livro, mas de uma proposta como a Wonder Ponder

 

A actividade (do leitor)

Um livro filosoficamente provocador convoca um leitor activo, que coloca hipóteses, que quer saber mais, que tem interesse e algo a dizer sobre o que está a ver, a ler ou a sentir.

Um livro filosoficamente provocador também é aquele que podemos sentir

 

As possibilidades

Entendo por possibilidades o facto do livro não se fechar numa única forma de ver o mundo ou até mesmo por apresentar diversidade de abordagens, de pontos de vista.

Outro ponto interessante é o facto do livro se prestar a diferentes leituras em momentos diferentes. Praticar a leitura do mesmo, de forma diferente: eis uma riqueza. 

 

A provocação

“Carefully selected picturebooks are particulary suited as provocations for philosophical work with abstract concepts (…)(Karin Murris, The posthuman child, pp. 204-206)

 

A investigadora Karin Murris sublinha a desorientação, a incerteza, a dissonância e o desacordo acerca do significado, elementos que permitem e incentivam professores e alunos a construir significados e conhecimento, em colaboração.

 

*

Espero que esta reflexão tenha ajudado os leitores a pensar sobre os livros que os rodeiam: serão filosoficamente provocadores?

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