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filocriatividade | filosofia e criatividade

>> oficinas de filosofia, para crianças, jovens e adultos >> formação para professores e educadores (CCPFC) >> nas redes sociais: #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

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david erlich, o mais jovem professor de filosofia da escola pública portuguesa

 

david erlich, a pessoa que se define como uma pessoa à procura, esteve à conversa com a jornalista diana duarte, no programa a minha geração.

uma conversa para escutar e aproveitar para "parar e pensar". 

👉 já agora, o livro que o david menciona sobre as mulheres na filosofia é The Philosopher Queens, de L. Whiting e R. Buxton. 

5 episódios de podcasts #filocriRECOMENDA

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a beleza das pequenas coisas, com António Damásio

muito rica a conversa entre Bernardo Mendonça e António Damásio, fala-se da pandemia, de emoções, do cérebro, de filosofia e de literatura. disponível no spotify.

 

um livro aos bocadinhos 

o LUCA - Teatro Luís de Camões publicou a leitura d'O Principezinho no spotify. que delícia! para ouvir em família ou na escola. 

 

um tema difícil: a morte

o joão do podcast "o ar é de todos" entrevistou a Ana Catarina Infante, uma doula do fim da vida. um tema difícil, porém necessário. acompanha bem com o livro "o que você vai ser quando morrer?".

 

sobre o fim da ciência

a Joana Marques e o Vitor Cardoso reflectem sobre o fim da ciência. mais um episódio pertinente do podcast [IN]pertinente. 

 

o lugar da mulher é na filosofia

um episódio perdidos na paralaxe que fala sobre o papel das mulheres na filosofia. depois deste episódio pode ouvir alguns episódios desta playlist.

 

 

concurso de relatos: um dia no ano 2984

 

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a fantástica equipa Wonder Ponder desafia-nos a pensar como será um dia no ano 2984.

este concurso (sim, um concurso!) destina-se a pessoas de várias idades.

 

há três categorias de participação: 

A- categoría infantil: até aos 12 anos (inclusivé);

B- categoría juvenil: dos 13 aos 18 anos (inclusivé);

C- categoria adulto: maiores de 18 anos.

cada participante pode apresentar no máximo três relatos. 

 

o tema das obras apresentadas a concurso erá "um dia no ano 2984". não é necessário que este seja o título da obra, mas poderá ser. as obras devem ser originais e inéditas (em qualquer formato, incluindo o digital). podem ser escritas em espanhol ou em inglês. no caso de pretender participar com relatos escritos noutros idiomas deverá apresentar-se uma tradução do relato em espanhol ou em inglês.

a extensão das obras terá como máximo as 4 páginas A4. os originais devem ser dactilografados apenas numa das faces da folha A4, com margens de 2,5cm, 1,5 de espaço, o tipo de letra será aria, tamanho 12.  estas normas não se aplicam aos relatos infantis, nos quais se aceitaram os originais manuscritos, com letra legível, a caneta e que neste caso podem ter até 6 páginas (A4). 

 

os relatos podem ser enviados pelos correios para Wonder Ponder C/ San Pedro 20 (Librería La Sombra) C.P. 28014 Madrid - ESPANHA - ou através de e-mail para info@ wonderponderonline.com (no assunto deve escrever CONCURSO WONDER PONDER DE RELATOS “UN DÍA DE 2984”. o arquivo deverá seguir em anexo, preferencialmente em pdf. é importante indicar a categoria à qual concorre. no final do documento. com o relato ou num documento à parte deverá indicar o nome do autor ou da autora, a idade, a morada e o telefone da pessoa responsável. 

os relatos vencedores em cada categoria serão incluídos numa publicação digital editada pela Wonder Ponder que os vencedores e as vencedoras irão receber em formato impresso.  

a data limite para participação é o dia 31 de janeiro de 2022. 

para saber mais sobre este provocador concurso que convida a pensar o futuro, visite o website Wonder Ponder e inspire-se neste caderno de actividades que está disponível gratuitamente. 

 

a divulgação do concurso bem como as suas regras estão disponíveis no site Wonder Ponder, em espanhol. se precisar de ajuda com a tradução, pf contacte-me. 

da racionalidade

Assim, como entender esta coisa chamada racionalidade que parece ser o nosso direito inato, mas que é ignorada de forma tão frequente e flagrante? O ponto de partida é perceber que a racionalidade não é um poder que um agente tenha ou não tenha, como a visão de raios x do Super-Homem. É um conjunto de ferramentas cognitivas que pode alcançar objetivos particulares em mundos particulares. Para compreender o que é a racionalidade, porque parece rara e porque importa, temos de começar com as verdades básicas da própria racionalidade: as formas como um agente inteligente deve racionar, tendo em conta os seus objetivos no mundo onde vive. Estes modelos “normativos” decorrem da lógica, da filosofia, da matemática e da inteligência artificial, e constituem a nossa melhor compreensão da solução “correta” para um problema e de como encontrá-la. Servem de inspiração para quem quer ser racional, o que deveria significar toda a gente.
 
Steven Pinker (racionalidade, o que é, porque parece rara e porque importa, p. 21)
 

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"fizemos errado" - e agora?

oficinas #filocri no jardim de infância

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[visita ao jardim de infância]

a sala do balão 🎈 mágico continua a querer "fazer errado" e pronto... lá abrimos mais um daqueles livros do monstrinho azul que está sempre a pedir para não abrir o livro ou para não virar a página. 

na sala da 😍 amizade estivemos a experimentar um jogo sobre... a amizade. confesso, inventei o melhor jogo que consegui, porém as crianças querem ajudar a fazer um jogo melhor. assim, já temos tarefa para o próximo encontro. 

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se pretende que as oficinas #filocri viajem até à sua escola ou biblioteca escolar,

contacte-me através deste formulário

 

 

perguntar e arriscar respostas - a partir do natal

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#pararparapensar o natal a partir de uma peça de b0rdalo ii

 

🎄 o natal proporciona boas oportunidades para perguntar e arriscar respostas.

🎄 a partir desta provocadora peça de Bordalo II (partilhada pelo próprio na sua página de facebook, no dia 24 de dezembro de 2016), vamos perguntar.

🎄 prepare uma folha e uma caneta ou em alternativa abra um document word no seu computador.

🎄 atente à imagem. olhe para os seus pormenores. sem pressa.

🎄 na folha ou document word escreva no mínimo 10 perguntas a partir da observação que fez da imagem.

🎄 escolha uma das perguntas que registou e arrisque uma resposta.

🎄 poderá ter necessidade de investigar alguma coisa para responder. poderá responder "não sei".

🎄 o exercício pode ser feito individualmente ou em grupo, com os seus filhos ou com os seus alunos. parece-me uma excelente provocação para pensar o natal, a sustentabilidade e a responsabilidade individual e social.

 

🎄 esta imagem fez parte das oficinas "a cidade e a arte" que dinamizei no #festivaldefilosofiadeabrantes (nov. 2021) e o exercício proposto fez parte do #clubedeperguntas, bem como de um dos #cafefilosoficofilocri sobre a arte.

 

sobre a atitude filosófica

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Diferente do bom senso e do senso comum, a atitude filosófica não se contenta em agir sem se questionar. Assim, pergunta-se pelos pressupostos sobre os quais ninguém mais se pergunta, a realidade abrangente que listamos: “O que é o Tempo?”, “O que é a Realidade?”, “O que é a Beleza?” etc.
Nesse sentido, a primeira característica da atitude filosófica é um distanciamento da vida cotidiana – vale dizer, a do bom senso e do senso comum. Agir filosoficamente implica não se limitar ao contexto particular em que uma situação acontece, nem ao fluxo normal dos acontecimentos. Para utilizar uma situação cotidiana, filosofar é, diante da pessoa amada, perguntar “O que é o amor?” e não apenas se entregar ao arrebatamento do sentimento.

Além disso, a atitude filosófica pode ser caracterizada como positiva e como negativa. Trata-se, de um lado, de uma atitude negativa, porque é uma postura de desconfiar , de não aceitar como óbvio aquilo que é corriqueiro só porque é corriqueiro. Para a pessoa filósofa, ao menos no início, não existe óbvio.

A atitude filosófica positiva, por outro lado, significa que, após ter desconfiado do óbvio e ter se recusado a seguir o caminho que usualmente as pessoas seguiriam, a pessoa filósofa investiga a questão que se colocou em busca de justificações e explicações. Se a atitude negativa era a de interromper o fluxo normal, a atitude positiva é de iniciar novamente o fluxo, mas dessa vez com uma estratégia diferente – a de se perguntar “O que é?”, “Por que é?” e “Como é?”.


Cultive a atitude filosófica.

 

Vitor Lima, professor de Filosofia e co-fundador do Isto Não É Filosofia

o papel da filosofia na Recomendação n. º2, de julho de 2021

sobre A voz das crianças e dos jovens na educação escolar

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eu e a Júlia Martins (da equipa PNL2027) encontrámo-nos num Google doc para pensar colaborativamente a partir da Recomendação n. º2, de julho de 2021 sobre A voz das crianças e dos jovens na educação escolar. a reflexão pode ser lida AQUI.

 

[Joana] O documento é muito assertivo na defesa da voz das crianças e dos jovens. Podemos ler: “Efetivamente, exige-se um novo papel à escola atual: mais do que a transmissão de saberes, que hoje estão à distância de um clique, espera-se que possa promover a partilha, a problematização e a estruturação dos conhecimentos.” Afirmações destas fazem-me pensar no papel do professor e até no desaparecimento desta figura. O que seria da escola se em vez de professores tivéssemos figuras como tutores ou até curadores?

[Júlia] Seria uma escola diferente. De certeza! Gosto da ideia de uma escola com curadores. A curadoria não é uma tarefa fácil, pelo contrário, exige dedicação, carinho e muita paixão. O curador cuida da aprendizagem, isto é: suscita experiências, cria cenários de aprendizagem, proporciona a problematização, a argumentação e a conceptualização. Induz “a participação dialógica", a partilha e uma comunicação efectiva, mas também cuida da escuta e dos afetos. Sabemos que estas não são práticas habituais na vida da escola. No documento, em análise, lê-se: “[...] parece existir uma dificuldade de os/as professores/as repartirem com as crianças e os jovens o seu poder de decisão no trabalho de gestão e de desenvolvimento do currículo [...] “a questão que se coloca é: como superamos esta dificuldade? Pela implementação de novas metodologias? Poderá a filosofia dar algum contributo?

 

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