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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

continuamos a pensar DENTRO da caixa e a desafiar a criatividade

Copy of Copy of 3.ª edição 14 e 16 de Julho 1inscrições abertas para a 3.ª edição das oficinas de criatividade:

pensar DENTRO da caixa - 14 e 16 de Julho 18h30-21h30 [online]

iniciativa: Bertrand Livreiros

 

(UPS! ESGOTADO!)

 

4.ª edição: 28 e 30 de Julho 18h30-21h30  [online]

inscrições abertas junto da Bertrand Livreiros 

Laboratorio Filosófico sobre la Pandemia y el Antropoceno

- Red Española de Filosofía (REF)

La Red Española de Filosofía (REF) ha decidido crear un Laboratorio Filosófico sobre la Pandemia y el Antropoceno, al que abreviadamente llamaremos el laboratorio, con un triple propósito:

  • Reunir en un archivo o repositorio digital las reflexiones filosóficas escritas y audiovisuales que se vayan publicando en torno a estas cuestiones.
  • Abrir un foro de debate, un espacio de discusión en el que puedan participar todas las personas interesadas de la comunidad filosófica iberoamericana.
  • Informar de noticias sobre la pandemia y el antropoceno que tengan relevancia filosófica o bien se refieran a actividades filosóficas relacionadas con estos asuntos.

 

Para saber como contribuir ou acompanhar este trabalho, visite o website do Laboratório

 

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What Is Freedom? Teaching Kids Philosophy in a Pandemic

Thinking about big questions empowers children to feel more confident about the value of their own i

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“We don’t really need going to school,” Ella Wagar, a 10-year-old from Seattle, told her online peers during a recent Zoom session. “What we really do need are friends. If you don’t have friends, it sucks; you play alone, you eat alone.”

 

leia o artigo completo no The New York Times 

 

 

álbuns e livros que dão que pensar

- sugestões de Ellen Duthie (WonderPonder)

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vale a pena passar pelo facebook para ouvir a Ellen Duthie a falar sobre o seu trabalho em torno da filosofia visual.

e depois, visitar este post no seu blog onde generosamente a Ellen partilha um conjunto de livros que "dão que pensar". 

 

vou seguir a sugestão da Ellen e preparar um artigo nesse sentido - parece-lhe útil? tem algum livro que lhe pareça pertinente para este artigo? aguardo as sugestões nos comentários. 

pensar DENTRO da caixa

- criatividade no dia-a-dia

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Parar para pensar – e para criar, DENTRO da caixa. Eis o desafio desta oficina, durante a qual os participantes terão oportunidade de dar largas à criatividade. Esta entende-se como algo que pode ser aplicado no quotidiano. O curso pretende dar ferramentas para que a prática da criatividade faça parte dos seus dias. Vamos a isso?

Autores de referência: Tony Buzan, Robert Fisher, Immanuel Kant e Edward de Bono.

TÓPICOS
a) Caixa? Mas qual caixa?
b) Mapear o pensamento
c) Técnicas de criatividade para o dia-a-dia
d) O diálogo como ferramenta de criatividade

Destinatários: adultos motivados para aprender e colocar a criatividade em prática

ONLINE | dias 19 maio e 21 maio, das 18:30h às 21:30h | 25,00€ 

Com Joana Rita Sousa, formadora na área da criatividade, consultora na área da estratégia digital, filósofa e colecionadora de perguntas.

Inscrições: bit.ly/oficina-criatividade-

 

"(...) o mundo nunca é o mesmo, é sempre outro."

- uma reflexão do Alves Jana

A compressão provocada pela Covid-19 começa a aliviar. Deixo aqui um pequeno contributo com "pistas" para pensar o Pós-Covid. Cada uma delas merecia um tratado. Não é este o lugar para isso. Nem tarefa para uma só pessoa.


O Pós Covid-19
É fácil garantir que o mundo não será o mesmo no Pós Covid-19, porque o mundo nunca é o mesmo, é sempre outro. Mais ainda quando é sujeito a um terramoto como o actual. Por isso mesmo, é previsível que, após o Covid-19, o novo normal não será a repetição do normal anterior. São generalidades que pouco ou nada dizem. Não nos dizem, por exemplo, se o novo normal será perto ou distante do velho normal. Por tudo isso, mesmo sabendo nós pouco e reconhecendo que se trata apenas de uma exploração através do pensamento, fica aqui um pequeno contributo com pistas para o exercício de tentar responder à questão…


Que efeitos terá a Convid-19 no mundo?


A reorganização dos sistemas de produção, comércio e consumo e resultado das novas dinâmicas empresariais (falências, endividamentos, novos agentes, novos produtos…)
Os impactos no sistema financeiro global e nos agentes sectoriais, incluindo os bancos
Complexidade do mundo e a interligação das nossas relações
A evidência da nossa dependência individual: física, emocional…
A importância visível da ciência
A importância da política e dos políticos
A fragilidade da política populista – depende dos resultados
A fragilidade da democracia – depende dos descontentes e da sua susceptibilidade à mobilização populista
A importância da “participação” dos cidadãos
A fragilidade do nosso modelo ou estilo de vida
A fragilidade ou dependência do sistema económico (ele não é tudo)
O valor da prevenção, do controlo dos processos sociais
A importância do SNS
A relevância social dos comportamentos individuais
A redescoberta (?) do social no bem-estar individual
A importância da prospectiva e da gestão do futuro
A reavaliação pessoal e colectiva do essencial e do acessório
Os efeitos – no trabalho, nas compras, na informação, no entretenimento – das novas competências digitais e dos hábitos adquiridos no mundo digital
A revelação da importância da matemática como ferramenta decisiva no conhecimento, decisão, acção e avaliação dos processos
O novo papel da China e dos EUA, bem como da Europa
Os efeitos políticos na liderança dos EUA e do Brasil, por exemplo, que não serão indiferentes à evolução da pandemia nos respectivos países
A percepção da fragilidade do nosso estilo ou modo de vida
A fragilidade das cidades e as possibilidades do mundo rural como alternativa
A experiência vivida da responsabilidade individual no bem-estar colectivo
A classificação (até à disseminação da vacina) dos mais velhos como grupo de risco
O novo golpe na Providência, no Destino, e o reforço do poder da acção eficaz
A experiência vivida da importância dos afectos, do toque físico, do contacto presencial e do seu inverso, a solidão
A revelação de que somos presas fáceis do medo e de que só estamos disponíveis para mudar sob a força do medo
A reafirmação do poder da Natureza sobre o curso dos acontecimentos
A evidência experimentada entre o desejo e a realidade e a importância de ter em conta a realidade para conseguir conquistar o desejado
A experiência do tempo longo, distendido, mas também do valor do movimento e da agitação
A redescoberta da importância de fazer parte, estar incluído, ser tido em conta
A revalorização do papel objectivo e da importância da comunidade
A evidência de que Wuhan é aqui ao lado e a reorganização da percepção do espaço global
O alerta agora talvez percebido para outros contágios: esta pandemia não é a última nem a mais perigosa; há outras epidemias que merecem atenção (da vinha, do pinheiro, da oliveira…)
A revalorização do gesto simbólico (o papa sozinho na Praça de S. Pedro ou as palmas no hospital à saída de um recuperado…)
A forma como os líderes e as organizações vão reagir às avaliações das medidas adoptadas, que nunca são perfeitas nem indiscutíveis
A nova normalidade não existe como um dado prévio, mas existirá como resultado da acção das várias forças intervenientes. E já sabemos quais são as principais forças capazes de dar forma ao futuro: o conhecimento, a organização e o dinheiro.

 

- o Alves Jana partilhou esta reflexão no facebook. pedi-lhe para publicar aqui, pois considero que pode ser um bom ponto de partida para muitos de nós reflectirmos sobre esse mundo novo que aí vem (que já está no meio de nós?).

uma filósofa por mês - um podcast

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Neste episódio a Professora Doutora em Filosofia Ilze Zirblel e a também Professora Doutora em Filosofia Janyne Sattler conversam sobre as Pitagóricas, sobre a dificuldade em encontrarmos obras de referência sobre essas filósofas, sobre sua atuação e importância dentro da Escola Pitagórica, além de refletir sobre processo de silenciamento que sofreram, não só as Pitagóricas como todas as mulheres que se aventuraram pelos caminhos do pensamento. Música de abertura: Sinnerman, Nina Simone.

 

para ouvir, AQUI!

A vida pode mudar-nos?

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No dia 22 de Fevereiro aconteceu mais um Café Filosófico, na Casa da Avenida, em Setúbal. A pergunta que serviu de mote a um belo final de tarde foi: A vida pode mudar-nos?
 
Fizemos um exercício de pensamento crítico que podes praticar em grupo e que passo a descrever:
- encontra um texto provocador ou ambíguo que vá ao encontro da pergunta inicial (neste caso usei uma das histórias de Nasrudin, no livro A Sabedoria dos Idiotas);
- faz perguntas sobre o texto, escrevendo-as em post it (escrever em post it obriga-nos a ser mais sintéticos);
- pega nas perguntas e tenta criar grupos temáticos para as perguntas; justificando as opções;
- escolhe um tema para trabalhar;
- dentro desse tema, escolhe uma pergunta para trabalhar e avança com respostas a essa pergunta;
- depois de um bom diálogo em torno dessa pergunta, regressa à pergunta inicial e procura respostas, verificando se manténs a mesma relação inicial com a pergunta.
 
Por exemplo, neste Café Filosófico uma das pessoas presentes admitiu, no final, que a pergunta “ A vida pode mudar-nos? “ parecia, numa fase incial, tão óbvia e desinteressante e que o trabalho desenvolvido fez com que se revelasse numa pergunta rica em perspectivas e pontos de vista que essa pessoa não tinha contemplado.

a realidade (ir)real: pensamento criativo para o dia-a-dia

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Um curso de dois dias que proporcionará ferramentas de criatividade com vista à análise e à resolução de problemas.

Seja na vida pessoal ou na vida profissional, as oportunidades para treinar o pensamento criativo surgem a toda a hora. Na teoria queremos fazer diferente, mas na prática faltam-nos ferramentas e algumas respostas a perguntas que começam por “como?”. Este curso pretende dar-te as ferramentas para que a prática da criatividade faça parte dos teus dias.  Vamos a isso?

 

> 7 e 14 de março (sábados) - total de 12h 

> 10h-17h30 

> Coworking de Torres Vedras

mais informações na agenda do Coworking Torres Vedras

filosofar em Faro

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nos passados dias 24 e 25 de janeiro estive em Faro, a convite da Biblioteca Municipal , para realizar oficinas no 1.º ciclo e oficinas para as famílias. pelo meio houve ainda uma formação introdutória à filosofia para crianças, destinada a professores, educadores, pais e agentes educativos.

 

o que é uma pergunta? 

na oficina do 3.º ano estivemos a investigar "o que é uma pergunta?", procurando os critérios que fazem com que uma frase seja uma pergunta.

no final, uma das alunas disse: "quando vi o jogo pensei que ia ser fácil: é só ler uma frase e dizer. mas depois às vezes acaba por ser difícil."

neste jogo apressento uma série de cartas com frases escritas. temos de dizer se o que lá está escrito é ou não uma pergunta.

o que faz com que uma frase seja uma pergunta? para este grupo, isso acontece quando queremos saber uma coisa, quando queremos ter a certeza de uma coisa que já sabemos, quando há um ponto de interrogação, quando queremos saber da vida. 

 

"eu concordo com a G., mas também não concordo"

já no 4.º ano estivemos a filosofar a partir de uma das propostas WonderPonder. a imagem passou por todas as pessoas presentes na sala e depois fizemos perguntas sobre o que vimos. o passo seguinte foi o de tentar juntar perguntas, de verificar se havia temas onde podíamos arrumar as perguntas. 

houve momentos muito interessantes, nomeadamente quando a M. afirmou que concordava com a G., mas também não concordava. ao mesmo tempo! - o que trouxe uma oportunidade para analisarmos as razões que suportavam o concordar e o não concordar e verificar se podiam seguir juntas ou se eram incompatíves.

outro momento interessante aconteceu quando o R. disse: "eu não concordo com a G., e desculpa G., pois não é nada contra ti, é mesmo só com a tua proposta." - este momento serviu para sublinhar que nestas oficinas estamos a trabalhar com as ideias uns dos outros e por isso dizer "não concordo" não deve ser entendido como um ataque pessoal, mas sim à ideia. 

 

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FILHOsofia: filosofia para as famílias 

com as famílias e as crianças (entre os 4 e os 7 anos) estivemos a trabalhar em torno de um dos meus jogos preferidos: "o que é uma pessoa?". uma vez que este jogo tem como base imagens/fotografias torna-se apelativo para esta franja etária. o objectivo é arrumarmos aquilo que vemos nas folhas numa de duas gavetas imaginárias: a gaveta da pessoa e a gaveta de não é uma pessoa. 

 

no final da oficina para as famílias, falámos sobre o jogo que estivemos a fazer:

"foi giro nas coisas que tentámos descobrir"
"foi divertido e muito difícil"
"não gostei porque foi muito difícil"
"ajuda a reflectir em muitas coisas"
"foi muito divertido ver o que as coisas eram"
"foi muito curioso ver a resposta deles [das crianças]"

 

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os porquês da palavra porquê

houve ainda uma oficina de introdução à filosofia para crianças e jovens, onde foram partilhados recursos de trabalho, exemplos de oficinas que permitem ilustrar que o diálogo que se pretende neste contexto é algo mais do que uma simples conversa. exige compromisso com o que dizemos, exige não ter pressa e não saltar passos no processo do pensamento, exige tomar consciência do que é dito, exige escutar os outros. sim, é muito exigente e, ao mesmo tempo, muito divertido.

 

obrigada pelo convite e pelo acolhimento por parte da Biblioteca Municipal de Faro.

até breve!

 

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