Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de filosofia e de criatividade, para crianças, jovens e adultos / formação para professores e educadores (CCPFC) / cafés filosóficos / educação / filosofia da educação / #filocri

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de filosofia e de criatividade, para crianças, jovens e adultos / formação para professores e educadores (CCPFC) / cafés filosóficos / educação / filosofia da educação / #filocri

#LERePENSARcom

A Segunda Vida de Olive Kitteridge de Elizabeth Strout

joana rita sousa, 21.06.22

lerepensarcom (2).png

sugestão da Lídia Tavares Dias, copy e content writer (Odivelas, Portugal)

 

o livro:

A Segunda Vida de Olive Kitteridge de Elizabeth Strout

(Alfaguara - recomendado pelo Plano Nacional da Leitura)

 

a citação:

“- Tem medo de morrer, mesmo com a sua idade? Olive assentiu. - Credo, houve dias em que preferia ter morrido. Mas continuo com medo de morrer. - Depois, disse - Sabes uma coisa, Cindy? Se estiveres mesmo a morrer, se morreres… a verdade é que nós estamos todos só uns passos atrás de ti. Uns vinte minutos atrás de ti e a verdade é essa.”

 

a reflexão:

A segunda vida de Olive Kitteridge é a continuação da história de Olive Kitteridge, que Elizabeth Strout nos apresentou num livro homónimo. Escolhi este excerto, parte de um diálogo entre Olive (77 anos) e Cindy (doente com cancro). Fala-se sobre fragilidades, sobre a doença, sobre envelhecer, sobre as expectativas e a realidade. Todo o livro é uma brilhante ode à vida (e à morte), mas arrisco dizer que estas poucas linhas traduzem aquilo que é a mais elementar condição do ser humano: o medo da morte. (Lídia Tavares Dias)

 

a pergunta: 

o que significa envelhecer?

 

*

#LERePENSARcom é uma rubrica #filocri que pretende divulgar leituras, leitores, reflexões e perguntas. pretende-se também ampliar o entendimento de leitura: podemos ler e pensar com livros (literatura,  filosofia, ciência, álbuns ilustrados...), com documentários, com imagens ou com jogos e até com séries. procura-se aquilo que nos faz pensar, pratica-se o voltar a pensar e termina-se (se bem que o fim é um começo) com uma pergunta. 

gostaria de participar nesta rubrica? basta preencher este formulário

filosofia e teatro

joana rita sousa, 06.06.22

TB_logo_2 (1).jpg

em 2021 tive a oportunidade de colaborar com o Teatro Bravo  numa das suas fases de criação da peça que vai estrear em breve, Magdalena. 

sou fã de teatro e também dos cruzamentos entre a filosofia e as artes. não foi a primeira vez que participei como consultora na construção de uma peça artística e espero que haja outras oportunidades no futuro.

fica o convite para assistir à estreia da Magdalena e do Teatro Bravo.  mais informações AQUI

 

 

o que é um problema filosófico?

joana rita sousa, 18.04.22

o professor Vitor Lima disponibiliza no seu canal youtube Isto Não É Filosofia vários cursos para quem pretende iniciar-se ou voltar a fazer cursos na área da filosofia (que é o meu caso). na aula 11 do curso Problemas da Filosofia, Vitor Lima recorre a outro filósofo contemporâneo que é uma referência para mim: Desidério Murcho. 

um dos pontos importantes desta aula é a afirmação que a filosofia e a pergunta têm uma relação íntima, porém não podemos desprezar a resposta. esta é sempre uma forma de arriscar e de colocar o nosso pensamento em jogo; é a expressão da busca da razoabilidade. 

é muito importante treinarmos a arte de fazer perguntas? é.

é muito importante arriscarmos respostas? é.

é muito importante estar disposta a rever as respostas? é - e o mesmo vale para as perguntas. 

 

os cursos do professor Vitor Lima são altamente recomendados para quem quer dar primeiros passos na filosofia e cultivar a sensibilidade filosófica.

 

*

se pretende iniciar-se no estudo da filosofia e do pensamento filosófico, se pretende apoio individual nesta área, contacte-me para saber mais sobre os meus serviços de mentoria. basta preencher este formulário.

 

 

uma reflexão sobre abordar (ou não) o tema da guerra

joana rita sousa, 28.02.22

priscilla-du-preez-xy0JBTQlRuY-unsplash.jpg📷 Photo by Priscilla Du Preez on Unsplash

 

o mundo despertou para guerra no dia 24 de fevereiro, com as notícias dos ataques da Rússia à Ucrânia. é o assunto do momento e tem tomado conta das nossas preocupações e é natural que as crianças já nos tenham ouvido falar sobre o assunto ou que tenham visto algo na comunicação social. assim sendo, o que fazer? devemos esconder o assunto ou trazê-lo para a conversa? 

na semana passada o Jason Buckley abordou o assunto num grupo relacionado com a filosofia para crianças e acabou por partilhar algumas ideias bastante pertinentes na sua newsletter. gostaria de chamar a atenção do/a leitor/a para alguns pontos, inspirada pela reflexão de Buckley. 

 

depois da pandemia covid19, uma guerra

o mundo ainda está a lidar com a pandemia e cada um de nós está a adaptar-se às regras, às novas formas de conduta. não podemos pensar que estamos todos no mesmo ponto de entendimento do que é a vida pandémica. alguns de nós perderam familiares, outros passaram por sucessivos isolamentos profilácticos, alguns adoeceram e vivemos confinamentos com emoções diversas. 

neste contexto é natural que haja crianças que queiram falar sobre a guerra, deixando de lado a pandemia; outras, nem por isso. é fundamental que sejamos sensíveis a estas diferenças. é fundamental escutar as crianças, as suas perguntas e os seus comentários: 

The best approach is to listen carefully to children's spontaneous questions and comments, and then respond to them in an appropriate, supportive way. Let children's concerns, in their own words, guide the direction and depth of the discussion. (Sheldon Berman, Sam Diener, Larry Dieringer, and Linda Lantieri)

no que diz respeito às oficinas de filosofia para/com crianças, não creio que se deva forçar o tema ao grupo, mas sim encontrar um espaço e um tempo para que aqueles que querem conversar sobre o tema possam fazê-lo. poderá ser um tempo no intervalo, antes ou depois da oficina de filosofia. tudo dependerá do contexto em que trabalha com as crianças. 

é natural que as crianças tenham perguntas muito concretas sobre a guerra; para responder temos de estar bem informados ou então responder "não sei" quando de facto não sabemos. tratar a guerra pelo nome, dizer quais são os países envolvidos, é importante para não criar a ideia de que as guerras são todas iguais ou que são todas a mesma. infelizmente, há outras guerras em curso no mundo, umas que duram há vários anos, outras menos mediáticas. 

The answers to some questions that children ask are not always clear and straightforward. Some are much deeper. When children ask such questions as, "How come we have war?" or, "What will happen when the war is over?" we can explain that some people think one way about it and others think another. We might ask, "What do you think?" It is important for children to hear that there are differences of opinion and different ways of seeing the conflict. (Sheldon Berman, Sam Diener, Larry Dieringer, and Linda Lantieri)

 

uma estratégia mental para lidar com a angústia

nos últimos dias tenho sentido bastante ansiedade e angústia com as notícias que chegam da Ucrânia. há inúmeros relatos que nos desassossegam e  que nos revoltam. o que fazer?

nestes momentos os estóicos são os meus melhores amigos. diariamente tenho lido a proposta estóico todos os dias, para poder reflectir sobre aquilo que posso e não posso mudar.

 

no livro a arte da boa vida, Rolf Dobelli partilha uma ferramenta mental para que seja possível lidar com as notícias catastróficas do mundo, procurando manter o equilíbrio. eis as suas sugestões: 

👉 compreender que não posso fazer muito perante problemas como as guerras, os conflitos e o terrorismo, que encerram complexidade e cujo desfecho é imprevisível;

👉 para a maioria das pessoas que está a ler este artigo, a melhor forma de ajudar passa por fazer um donativo para uma associação ou organização que esteja a desenvolver trabalho no terreno. informe-se bem sobre as organizações, verifique a sua credibilidade e contribua com o que for possível;

👉 consumir notícias em doses moderadas. não adianta querer ver tudo e querer saber de tudo. por exemplo, a guerra que tomou conta da Europa na última semana é demasiado complexa e a par de informação, há muita desinformação na comunicação social e nas redes sociais online. escolha bem as fontes e actualize-se de vez em quando. 

👉 assumir uma postura estóica perante o sofrimento,  focando naquilo que podemos fazer, como escolher uma associação de apoio humanitário e comprometer-se com uma ajuda. nem eu nem o/a leitor/a vamos poder terminar com o mal que existe no mundo. 

⚠️ (o último ponto da estratégia de Dobelli pode ser um pouco duro. cá vai.)

👉 interiorizar a ideia de que não somos responsáveis pelo mundo em que nos encontramos. Dobelli explica: "O prémio Nobel Richard Feynman evoca este pensamento de John von Neumann, o genial matemático e pai da informática. "John von Neumann ofereceu-me esta interessante ideia: que não temos de ser responsáveis pelo mundo em que nos encontramos. Desenvolvi, por isso, um sentido muito poderoso de irresponsabilidade social (...)". o que quer isto dizer? "não se sinta mal por se concentrar no seu trabalho, em vez de estar em África a construir hospitais. Não há motivo algum para se sentir culpado por estar, por acaso, numa situação melhor do que a de uma vítima de uma bomba em Alepo - podia ser perfeitamente ao contrário. Viva uma vida decente e produtiva, e não seja um monstro." 

*

seja qual for a sua estratégia pessoal, tenha uma. na medida do possível, inclua as crianças na sua estratégia de forma a procurar equilibrar as emoções e os pensamentos acerca dos acontecimentos terríveis que assolam o mundo. 

 

termino com as palavras do Jason Buckley:

Another sort of failing to think is to only think about one side of things. The pandemic was awful, but millions of people gave up freedoms and worked incredibly hard for the health of others; during this war, many nations and thousands of people who are not directly affected will help those who are, and very brave individuals within Russia itself are already protesting the war. Of course, it would be much better if there weren’t pandemics and wars, and the good they bring out of people doesn’t make up for the suffering they cause. But there is good in the world as well as bad, and if we forget that we are lapsing into lazy thinking, which is the opposite of good philosophy.

 

(e ainda)

- para ler: Talking With Children About War and Violence In the World How to talk to pupils about the news;

- a Rita do Kit Literário fez uma selecção de livros que abordam o tema da guerra, que pode consultar na sua  página de instagram. caso haja um pedido por parte das crianças para falar sobre o tema, um livro pode ser uma boa forma de criar o espaço para essa conversa;

- para voltar a ler: 8 dicas para topar desinformação online.

 

oficinas de perguntas na malaposta

joana rita sousa, 30.01.22

272934807_10224596831720551_167017872373965990_n.j

 

fui chamar as pessoas participantes da oficina e vejo uma cara conhecida:
(eu) espera lá, de onde é que eu te conheço?
(pessoa de 8 anos) do computador!
(eu) e tu conheces-me de onde?
(pessoa de 8 anos) do computador!
(eu) uau, tu existes mesmo! e tens assim pernas e um corpo todo 😁
 
 
🤖 na oficina filosofámos a partir de uma das propostas wonder ponder, da caixa "I, person". 
 
 
✌ muito bom ver que as famílias ficam cativadas com as oficinas online, continuam a fazer parte e também aparecem nas presenciais. a vida é todo um ONLIFE 💥
 
 
regresso à Malaposta no último fim-de-semana de fevereiro e já há inscrições abertas AQUI para as oficinas de perguntas para famílias. 

conversas nem sempre fáceis

- mas há livros que dão uma ajuda!

joana rita sousa, 28.01.22

 

9am_mZJg.jpg

nota: esta conversa aconteceu entre mãe (m)  e filha (f). a mãe tem 30 e poucos anos, a filha tem dez anos e frequenta o 4.º ano do 1.º ciclo. os nomes são fictícios. 

 

f -"sabes, mãe, a julieta da minha turma diz que quando for mais crescida quer fazer uma operação e mudar de sexo. vai chamar-se joaquim."

m -"ah sim, filha? e como é que tu sabes disso?"

f -"foi ela que nos contou."

m - "que bom que ela se sente à vontade para falar convosco lá na escola sobre isso, não é? olha e tu? tu sentes-te bem a ser rapariga ou queres mudar?"

f - "mãe, eu gosto de ser rapariga, mas gosto mesmo de brincar mais com os rapazes. não quero mudar. mas olha aqui uma coisa, mãe. a julieta tem um namorado rapaz. se ela mudar de sexo, então passa a ser homossexual."

 

nem sempre estas conversas são fáceis, seja na escola ou em casa.

nem sempre sabemos bem como reagir, o que responder ou até o que perguntar.

para ajudar, procurei nas estantes cá de casa alguns livros que podem ser trampolins para conversas sobre o tema da sexualidade e da identidade de género.

aceito sugestões de outros livros ou recursos na caixa de comentários. 

 

o Jaime é uma sereia e o Jaime no casamento 

Jessica Love é a autora destes dois livros sobre o Jaime que tem uma avó super especial.  

a ilustração é deliciosa e ternurenta e nas páginas onde não há textos as pessoas leitoras (crianças ou adultas) podem aproveitar para conversar sobre os meninos que querem ser sereias [o Jaime é uma sereia] ou sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo [o Jaime no casamento]. a edição destes livros está a cargo da fábula. 

 

os vestidos do Tiago

No armário alentejano ao fundo do corredor, estão guardados, dobrados, pendurados, os vestidos do Tiago.

a autora Joana Estrela presenteia-nos com um livro pequenino em tamanho e gigante em ternura e colorido. o livro os vestidos do Tiago  está à venda na livraria aberta (que fica na rua do paraíso, não é incrível?).

 

o livro do Pedro 

Estes são os meus pais: o Pedro e o Paulo. Fui viver para casa deles quando era muito pequenina. Não me lembro, mas contaram-me. Eu tinha 7 anos quando o Pedro ficou sem emprego durante um ano e durante esse ano fez muitos desenhos. 

Manuela Bacelar escreveu e ilustrou este livro editado pelas edições afrontamento em 2008. foi a Júlia Martins (da equipa PNL2027) que me apresentou a história da Maria dos 7 aos 8 anos. ficou curioso/a? toca a visitar a biblioteca da sua zona para conhecer este livro.

 

heartstopper (vols. 1, 2 e 3)

conheci estes livros de Alice Oseman na apresentação do mais recente catálogo PNL2027. heartstopper está publicado em Portugal pela Cultura Editora e fala de amor, de paixão, de dúvidas, de brigas, de estudo (e da falta de vontade para estudar) e também de homossexualidade. 

 

quem disse? 

Caroline Arcari escreveu e Guilherme Lira ilustrou o livro Quem disse? que me chegou às mãos através de uma partilha feita pela sexóloga Vânia Beliz. é um excelente livro para perguntar e responder aos "quem disse que é assim ou assado":

Quem disse, Andreza, que menina só se fantasia de princesa? Quem disse, Lelê, que menino não brinca de ser pai de um bebê? Nesse livro, a rima de Carol e as ilustrações de Gui conseguiram se encontrar, trazendo novas possibilidades de brincar, ser e sonhar. 

 

por quem me apaixonarei?

comprei este título há muitos anos num arraial pride em lisboa. o livro é assinado por Wieland Pena e Roberto Maján e a edição é da responsabilidade da eraseunavez e ILGA Portugal

Não podes escolher a pessoa por quem te vais apaixonar. Pode ser um menino ou uma menina, pode ter cabelo louro ou moreno, pode gostar de ler ou jogar. 

 

um dia na vida de Marlon Bundo

o coelho Marlon, a quem a família chama de CEU conhece um coelho muito especial, o Xavier. saltitaram muito juntos e apaixonaram-se. porém, o Percevejo Fedorento não aprovava aquela relação tão especial. na minha opinião, as pessoas que não se opõem a que dois coelhos como o Marlon e o Xavier se casem e saltitem juntos para sempre podem mesmo ser chamadas de qualquer coisa Fedorentas. 

a edição do livro está a cargo da Cultura Editora

 

0FWwGkjs.jpg

 

o que é um homem sexual? 

a editora eterogémeas é uma caixinha de boas surpresas. este livro, o que é um homem sexual?,  assinado por  Ilda Taborda e o Gémeo Luís, com contributos de várias pessoas como Ana Tato, Júlio Machado Vaz, Teresa Lapa. 

Este livro, editado com o Colégio Primeiros Passos no Porto, é para ler nas entrelinhas, para oferecer as primeiras palavras a uma conversa, para descongelar o medo de falar disto e daquilo, para ser lido em família, à lareira, no jardim, ao adormecer, pelos maiores e pelos mais pequenos, para brincar e aprender a ler outros livros, é uma pequena quantidade de matéria-prima para uma primeira conversa e para todas as que se seguirem. Não é um manual mas pode estar sempre à mão, é para oferecer tempo, se ele for escasso para conversar.

além de ser um livro bonito por dentro, é um livro bonito por fora. a boniteza está nas cores da capa, das guardas, das ilustrações, bem como nas perguntas e respostas que por lá encontramos, página após página.  

 

*

 

outros livros que a Luísa me recomendou, mas que não tenho nas minhas estantes: Oliver Button é uma menina, Menino Menina, A história da Júlia, Matias Mondragão e o Vestido Tangerina e el niño perfecto

 

 

 

"agora ficas aí a pensar na vida"

joana rita sousa, 21.01.22

Copy of Copy of Copy of Copy of 4.º congresso.png

 

eis uma repreensão comum: a criança porta-se mal e não vai ao recreio, ficando na sala "a pensar no que fez" ou "a pensar na vida". 

hoje convido-o/a para pensar nesta frase - e note que não se trata de um castigo ou de uma repreensão, mas de um convite honesto para pensar sobre estas palavras. 

tenho dúvidas que quando a criança se porta bem haja a mesma atitude: "agora ficas aí a pensar na vida".

só temos de pensar na vida quando erramos ou fazemos algo que vai de encontro ao que esperam de nós?

pode o pensamento ser associado ao reconhecimento de uma atitude que valorizamos e que promovemos? 

podemos adoptar palavras como "agora vamos pensar sobre o jogo" ou "agora vamos pensar sobre o que lemos?" 

será que a associação do pensar a uma repreensão cria resistências por parte das crianças sempre que ouvem que vão fazer uma oficina de pensar (como as oficinas de filosofia)? 

 

e o/a leitor/a que está aí desse lado do écran: associa o pensar a um castigo ou a uma recompensa? partilhe o que pensa nos comentários ⤵️

 

 

 

 

david erlich, o mais jovem professor de filosofia da escola pública portuguesa

joana rita sousa, 03.01.22

 

david erlich, a pessoa que se define como uma pessoa à procura, esteve à conversa com a jornalista diana duarte, no programa a minha geração.

uma conversa para escutar e aproveitar para "parar e pensar". 

👉 já agora, o livro que o david menciona sobre as mulheres na filosofia é The Philosopher Queens, de L. Whiting e R. Buxton. 

5 episódios de podcasts #filocriRECOMENDA

joana rita sousa, 26.12.21

c-d-x-PDX_a_82obo-unsplash.jpg

 

a beleza das pequenas coisas, com António Damásio

muito rica a conversa entre Bernardo Mendonça e António Damásio, fala-se da pandemia, de emoções, do cérebro, de filosofia e de literatura. disponível no spotify.

 

um livro aos bocadinhos 

o LUCA - Teatro Luís de Camões publicou a leitura d'O Principezinho no spotify. que delícia! para ouvir em família ou na escola. 

 

um tema difícil: a morte

o joão do podcast "o ar é de todos" entrevistou a Ana Catarina Infante, uma doula do fim da vida. um tema difícil, porém necessário. acompanha bem com o livro "o que você vai ser quando morrer?".

 

sobre o fim da ciência

a Joana Marques e o Vitor Cardoso reflectem sobre o fim da ciência. mais um episódio pertinente do podcast [IN]pertinente. 

 

o lugar da mulher é na filosofia

um episódio perdidos na paralaxe que fala sobre o papel das mulheres na filosofia. depois deste episódio pode ouvir alguns episódios desta playlist.