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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

"porquês" e "se eu fosse..."

Na sala dos 3/4 anos (Era uma vez) os nossos "trabalhos do pensar" levam-nos a investigar o que é "perguntar", o que é "responder" e o que é "dizer uma coisa". Descobrimos perguntas parecidas e algumas para as quais imaginámos uma resposta. E até houve quem mudasse de ideias: coisas de pequenos-grandes-filósofos! 
​N​a sala dos 4/5 anos (Castelo Encantado) o "Se eu fosse" transformou-se, agora, numa investigação pelas diferenças e semelhanças. É verdade, estamos à procura das razões para o "se eu fosse ..." e descobrimos que é possível querer muito ser um tubarão ou um morcego e apresentar a mesma razão para tal. Foi muito divertido e vamos continuar com este jogo, na próxima oficina de filosofia!

 

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é sempre um gosto trabalhar com a rapaziada do jardim de infância. há espontaneidade, há aquele olhar genuíno de quem está a pensar numa coisa pela primeira vez.

tenho vindo a colaborar com a ACIJR, com oficinas mensais na sala dos 3/4 anos e dos 4/5 anos. com este trabalho de continuidade tem sido possível ver o pensamento destes pequenos-grandes-filósofos a "crescer", a amadurecer, a afinar questões lógicas e também a desafiar a lógica, com o recurso à imaginação.

 

 

na sala dos 3/4 anos os nossos "trabalhos do pensar" levam-nos a investigar o que é "perguntar", o que é "responder" e o que é "dizer uma coisa".

descobrimos perguntas parecidas e algumas para as quais imaginámos uma resposta.

e até houve quem mudasse de ideias: coisas de pequenos-grandes-filósofos!

 


​Nna sala dos 4/5 anos o livro "Se eu fosse" transformou-se, agora, numa investigação pelas diferenças e semelhanças.

é verdade, estamos à procura das razões para o "se eu fosse ..." e descobrimos que é possível querer muito ser um tubarão ou um morcego e apresentar a mesma razão para tal.

foi muito divertido e vamos continuar com este jogo, na próxima oficina de filosofia!

filosofia (para crianças), design thinking e muitos post-its

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 o desafio? pensar a alice no país das maravilhas e o tema da identidade. 

a proposta? partir do mapa de empatia, uma ferramenta de service design que me foi facultada durante uma formação na flag, com o gabriel augusto

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 viajamos pela história, para tentar ajudar a Alice a responder à pergunta "quem és tu?"

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 e depois? depois partimos em busca da nossa própria resposta. quem és tu, joana? quem és tu, vasco? quem és tu, ricardo? quem és tu, manel? 

 

 

na oficina do platão continuamos a filosofar sobre os grandes temas da humanidade

12  e 26 de Abril - às 18h, em Telheiras
 
Oficina do Platão 
 
> quinzenalmente, os pequenos-grandes filósofos sentam-se para perguntar e investigar o mundo que os rodeia. 
Centro Ser Mais, em Telheiras 
 
Facilitadora: Joana Rita Sousa | filocriatiVIDAde 
a partir dos 8 anos 
- inscrições e informações: geral@centrosermais.com  
 
 

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vamos filosofar à volta da mentira? vamos!

7 de Abril - Porto - às 11h 
Livraria Bertrand Shopping Cidade do Porto 
 
 
21 de Abril - Lisboa  - às 11h
Livraria Bertrand Chiado 
 
Devemos dizer sempre a verdade?
 
 
> No mês em que se brinca ao dia das mentiras, vamos falar a sério sobre isso de não dizer a verdade. Ou será dizer a verdade de outra maneira? Uma forma de não magoar os outros? Todos dizemos que não se deve mentir, mas a verdade é que já dissemos... mentiras! 
 
para crianças entre os 6 e os 10 anos
informações: leitor@bertrand.pt 
 
 

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"porquê?"

 

o livro "Porquê?" é um dos meus preferidos para "treinar" o jogo dos porquês. serve, também, para exercitarmos algo tão simples como a diferença entre perguntar e dizer uma coisa.

estabelecemos a regra de que só podemos pedir a palavra se tivermos uma pergunta para "dar" aos amigos, ao grupo.

parece simples. é simples e difícil, pois muitas vezes confundimos as coisas que queremos dizer com as perguntas que em nós habitam. e isto não acontece só aos miúdos... também acontece aos graúdos!

 

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filosofia para pais e filhos? chama-se FILHOsofia

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A propósito do Dia do Pai, comemorado a 19 de março, vamos desafiar os pais e os filhos a pensar nas razões para gostarmos uns dos outros.

Gostar do pai é diferente de gostar da mãe ou de um amigo? Porquê?

E será que conseguimos mesmo dar razões para aquilo que sentimos?

 

> oficinas para pais e filhos (crianças entre os 6 e os 10 anos)

 

 

3 de março, 11h, na livraria bertrand do shopping cidade do porto

24 de março, 11h, na livraria bertrand do chiado

 

informações: leitor@bertrand.pt

da teoria à prática: filosofia (para crianças e jovens)

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na semana passada participei numa acção de formação destinada a agentes educativos; pessoas que, dia após dia, estão com as nossas crianças e precisam de ferramentas e estratégias para as cativar e para não permitir que a sua curiosidade se extinga.

partilhei algumas das bases da filosofia para crianças, falei um pouco daquilo que motivou lipman a criar este programa. contei histórias que aconteceram comigo, nos ambientes mais diversos: em jardim de infância, com o projecto PhiloTKD, com as AEC, entre outros. são 10 anos de trabalho no terreno e há muitas histórias para ilustrar o trabalho.

 

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as coisas giras que os miúdos dizem 

numa actividade que é abstracta e que lida, sobretudo, com o pensamento, é importante ter recursos e instrumentos que nos permitam tornar palpável aquilo que se faz na aula (ou oficina). também por isso é comum divulgarmos o nosso trabalho partilhando algumas das perguntas e/ou observações "TCHARAN" que os miúdos fazem. chamo "TCHARAN" pois são, por norma, frases ou perguntas que nos fazem pensar duas vezes e/ou que têm relação directa com as nossas próprias ideias de filosofia. 

todavia, as frases "TCHARAN" não são, nunca, um objectivo no trabalho do facilitador de filosofia para crianças. podem fazer parte do processo, sim. não são o objectivo, o resultado que se pretende atingir. o resultado que se pretende atingir está no processo: praticar as competências do pensamento criativo, crítico, cuidativo e colaborativo. tornar o nosso pensamento forte, flexível, resistente, criativo, capaz de olhar as coisas de forma curiosa e de se interrogar com o mundo à sua volta.

sim, os miúdos dizem coisas giras. às vezes penso que tenho um mini descartes na sala. ou um pequeno platão. mas mais importanto do que isso é o caminho que percorremos, enquanto grupo que se junta para investigar, filosofar, questionar e pensar, brincando. 

 

 

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ser facilitador não é fácil 

o trabalho do pensar é algo que fazemos, muitas vezes, sem consciência, no âmbito de uma oficina de filosofia para crianças, o facilitador tem que ter consciência do seu trabalho de pensar e tornar o dos outros consciente, aos próprios. somos uma espécie de maestros. estamos ali, perante uma orquestra de instrumentos diferentes a garantir que o diálogo ocorre de forma harmoniosa. e que acontece diálogo - e não uma simples conversa de café, em que dizemos o que achamos disto ou daquilo, ficamos felizes e pronto.

deve ser por isso que me cansa tanto, este trabalho. mas é um daqueles cansaços em bom, sabem? 

 

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por vezes (quase sempre!) penso que me divirto mais do que a criançada 

é verdade: apesar do cansaço, do tempo que invisto a criar novos desafios, da investigação necessária para poder estar no terreno - apesar de tudo, isto é muito divertido, para mim. tenho a oportunidade de trabalhar com crianças e jovens, educadores, professores e agentes educativos que partilham a sua experiência comigo. é gratificante.

e tão divertido. às vezes são pequenas coisas que nos fazem sentir que estamos no caminho certo e que a filosofia foi uma boa aposta na minha vida (pessoal e profissional).

divirto-me tanto. 

 

 

em março vou estar nas livrarias bertrand (chiado e shopping cidade do porto) com oficinas de FILHOsofia. apareçam por lá e venham filosofar com os vossos miúdos!

mais informações: leitor@bertrand.pt 

 

 

filosofia para crianças e jovens :: bibliografia e "linkografia"

partilho alguma bibliografia e links com recursos para quem quer investigar um pouco mais sobre filosofia (para crianças e jovens)

 

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bibliografia

Barrientros Rastrojo J. (2016) La experiencialidad como respuesta a la tendencia analítica de la filosofía para niños. Childhood & Philosophy, vol. 12, nº 25, acedido em 21 de Novembro de 2016, em http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/childhood/article/view/23032/18830  

 

Brenifier O. (2010). How to avoid children’s questions.

Brenifier O. (2010). Knowing what we are saying. 

 

Brenifier O. (2002). Enseigner par le débat. – França: CRDP de Bretagne.

 

Brenifier O.  (2007). La pratique de la philosophie à l’école primaire - Toulouse: Sedrap.

 

CARNEIRO T. M. Os alunos são os professores – o desafio da auto-gestão, acedido em fevereiro 5, 2016, em http://aartedodialogo.blogspot.pt/2014/11/os-alunos-sao-os-professores-o-desafio.html

 

Burroughs M.D., Lone J. M. (2016) Philosophy in Education  - Questioning and Dialogue in Schools – Estados Unidos da América: Rowman & Littlefield

 

Chandley N.; Lewis L (2012). Philosophy for Children Through the Secondary Curriculum – Londres: Continuum

 

Church M., Morrison K., Ritchart R. (2011). Making Thinking Visible – Estados Unidos da América: Wiley

 

Daniel M-F. (2000) A Filosofia e as Crianças – São Paulo: Nova Alexandria

 

Fisher R. (2013). Teachink Thinking – Philosophical Enquiry in the Classroom – Londres, Nova Iorque: Bloomsburry

 

Gagnon M., Sasseville M. (2015) Penser Ensemble à l’École – Canadá: PUL

 

Gregory M. R., Haynes J., Murris K. (2017) The Routledge International Handbook of Philosophy for Children – Nova Iorque: Routledge

 

Kennedy D (2004).  The philosopher as Teacher – The role of a facilitator in a community of philosophical inquiry. Metaphilosophy, vol. 35, nº 5, Outubro 2004, pp. 744-765

 

Kennedy D., Vansieleghem N. (2012) Philosophy for Children in Transition – Problems and Prospects – Reino Unido: Wilwy-Blackwell

 

Kohan W. (2004). Lugares da Infância - Rio de Janeiro: CIP Brasil

 

Kohan  W. (2007) Infância, estrangeiridade e ignorância – São Paulo: Autêntica

 

Kohan W. (2008) Filosofia O paradoxo de aprender e ensinar – São Paulo: Autêntica

 

Lipman M. (1998). A Filosofia vai à Escola. – São Paulo: Summus Editorial

 

Lipman M., Oscanyan F. S., Sharp A. M. (2006)  Filosofia na sala de aula – São Paulo: Nova Alexandria

 

LOMBROZO Tania, Sometimes confusion is a good thing, acedido em dezembro 30, 2015, em http://www.npr.org/sections/13.7/2015/12/14/459651340/sometimes-confusion-is-a-good-thing

 

MACHADO Celeste Educar (para) o pensar : desenvolvimento de competências reflexíveis em professores e alunos do 1º CEB : contributos da "Filosofia para Crianças,  acedido em janeiro 29, 2016, https://ria.ua.pt/handle/10773/11515

 

McCALL Catherine C. (2009) Transforming Thinking – Londres: Routledge

 

Mendonça D., Lourenço M. J. (2011) Brincar a Pensar: Manual de Filosofia para Crianças – Lisboa: Plátano Editora

 

McCarty M. (2006) Little Big Minds – Nova Iorque: Penguin

 

Murris K. (2016) The Posthuman Child – Londres: Routledge

 

Rastrojo, J. B. (2013). Filosofia para Niños y Capacitacion Democrática Freiriana - Madrid: Liber Factory.

 

Splitter L., Sharp A. M. Uma Nova Educação: A Comunidade de Investigação na Sala de Aula – São Paulo: Nova Alexandria 

 

Stanley S. (2012). Why Think? Philosophical Play from 3-11 – Londres: Bloomsburry

 

UNESCO (2007). La Philosophie Une École de la Liberté. Enseignement de la philosophie et apprentissage du philosopher: État des lieux et regards pour l’avenir. Paris: Éditions UNESCO.

 

Wallenstein M. (2014) Se não havia nada, como é que surgiu alguma coisa? – Lisboa: Fundação Centro Cultural de Belém

 

Worley P. (2011). The If Machine -  Londres: Bloomsbury

 

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livros que recomendo / já utilizei em oficinas de filosofia

 

a contradição humana

em que pensas tu?

porquê? 

colecção dinalivro - oscar brenifier 

porque é que vou à escola? / porque é que gostas de mim? / porque é que não posso fazer o que quero?

o livro negro das cores 

 

 

links 

platão :: TedED

vídeos "a grande descoberta" (oscar brenifier) 

 

 

[post em constante actualização: aceitam-se sugestões de bibliografia na caixa de comentários]

 

 

 

 

 

 

 

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