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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

livros que nos provocam o pensar

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estes foram os últimos reforços "contratados" para a equipa da biblioteca cá de casa. livros que já andava "a namorar" há algum tempo, confesso. o Museu do Pensamento e o Cá Dentro são livros que nos permitem praticar o pensar sobre o pensamento. já a Barafunda é um daqueles livros que certamente me vai permitir criar jogos para levar para as oficinas com a criançada.

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e por aí? quais vão ser as vossas leituras de verão?

Se eu fizer perguntas a um livro – será que o livro responde?

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5 de maio, às 11h, na Livraria Bertrand (Chiado - Lisboa)

 

Habituamo-nos a procurar respostas em livros: o desafio desta oficina é o de fazer perguntas aos livros. Brincar com o livro, com o que o livro nos diz – e brincar com o nosso pensamento. No mês em que se comemora o Dia Internacional do Brincar vamos descobrir:  há lá coisa mais séria do que o brincar?

 

"Costumo dizer que estas oficinas equivalem a um treino de ginásio: em vez dos músculos do corpo, trabalhamos os músculos do pensamento"

Joana Rita Sousa, Filósofa, facilitadora e formadora na área de filosofia para crianças e criatividade, desde 2008.



Duração: 45 a 60 minutos |  Para crianças dos 6 aos 10 anos

Máximo: 8 inscritos | Valor inscrição: 10 €

Inscrições na livraria até 2 dias antes do evento



O que é que acontece numa oficina de filosofia? 

"Aqui nós aprendemos o que as coisas são, o que são as palavras. andamos a ver o que existe, o que é real, explicamos as palavras e as perguntas!" - dizia o Marco, ao avaliar uma das oficinas de filosofia. Estas pretendem ser um espaço e um tempo para parar para pensar, "treinar" o olhar crítico, explorar possibilidades e investigar - em conjunto.



O que é que se aprende?

Costumo dizer que estas oficinas equivalem a um treino de ginásio: em vez dos músculos do corpo, trabalhamos os músculos do pensamento. Fazemos exercícios de resistência – verificamos se a nossa ideia é forte, se há boas razões para a aceitar e se resistem aos argumentos contra – treinamos a flexibilidade – será que eu sou capaz de defender o ponto de vista do outro? E se eu mudar de ideias? – e, sobretudo, trabalhamos com as ideias uns dos outros. Podemos “adoptar” perguntas e ideias dos amigos, oferecer perguntas, explorar hipóteses de respostas, descobrir outros pontos de vista e, sobretudo, construir um espaço de liberdade onde posso dizer aquilo que penso, sem que seja julgada por isso. Podemos testar ideias, avançar, voltar atrás – tudo isso faz parte do processo que nos encaminhará para o aprofundamento filosófico. (Joana Rita Sousa)



Curso Internacional de Filosofía, Literatura, Arte e Infancia (FLAI)

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6 7 y 8 de julio en Albarracín (Teruel, España).
La pregunta del año: ¿Qué quiere y qué puede la literatura infantil y juvenil? 
Ponentes: Clémentine Beauvais, Adolfo Córdova, Ellen Duthie y Javier Sáez Castán. 
Organiza: Fundación Santa María de Albarracín
Patrocina: Diputación Provincial de Teruel
Codirigen: Ellen Duthie, Daniela Martagón y Raquel Martínez Uña
Más información: www.flaialbarracin.com
Twitter: @albarracin_flai

 

filosofia para crianças e jovens :: bibliografia e "linkografia"

partilho alguma bibliografia e links com recursos para quem quer investigar um pouco mais sobre filosofia (para crianças e jovens)

 

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bibliografia

Barrientros Rastrojo J. (2016) La experiencialidad como respuesta a la tendencia analítica de la filosofía para niños. Childhood & Philosophy, vol. 12, nº 25, acedido em 21 de Novembro de 2016, em http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/childhood/article/view/23032/18830  

 

Brenifier O. (2010). How to avoid children’s questions.

Brenifier O. (2010). Knowing what we are saying. 

 

Brenifier O. (2002). Enseigner par le débat. – França: CRDP de Bretagne.

 

Brenifier O.  (2007). La pratique de la philosophie à l’école primaire - Toulouse: Sedrap.

 

CARNEIRO T. M. Os alunos são os professores – o desafio da auto-gestão, acedido em fevereiro 5, 2016, em http://aartedodialogo.blogspot.pt/2014/11/os-alunos-sao-os-professores-o-desafio.html

 

Burroughs M.D., Lone J. M. (2016) Philosophy in Education  - Questioning and Dialogue in Schools – Estados Unidos da América: Rowman & Littlefield

 

Chandley N.; Lewis L (2012). Philosophy for Children Through the Secondary Curriculum – Londres: Continuum

 

Church M., Morrison K., Ritchart R. (2011). Making Thinking Visible – Estados Unidos da América: Wiley

 

Daniel M-F. (2000) A Filosofia e as Crianças – São Paulo: Nova Alexandria

 

Fisher R. (2013). Teachink Thinking – Philosophical Enquiry in the Classroom – Londres, Nova Iorque: Bloomsburry

 

Gagnon M., Sasseville M. (2015) Penser Ensemble à l’École – Canadá: PUL

 

Gregory M. R., Haynes J., Murris K. (2017) The Routledge International Handbook of Philosophy for Children – Nova Iorque: Routledge

 

Kennedy D (2004).  The philosopher as Teacher – The role of a facilitator in a community of philosophical inquiry. Metaphilosophy, vol. 35, nº 5, Outubro 2004, pp. 744-765

 

Kennedy D., Vansieleghem N. (2012) Philosophy for Children in Transition – Problems and Prospects – Reino Unido: Wilwy-Blackwell

 

Kohan W. (2004). Lugares da Infância - Rio de Janeiro: CIP Brasil

 

Kohan  W. (2007) Infância, estrangeiridade e ignorância – São Paulo: Autêntica

 

Kohan W. (2008) Filosofia O paradoxo de aprender e ensinar – São Paulo: Autêntica

 

Lipman M. (1998). A Filosofia vai à Escola. – São Paulo: Summus Editorial

 

Lipman M., Oscanyan F. S., Sharp A. M. (2006)  Filosofia na sala de aula – São Paulo: Nova Alexandria

 

LOMBROZO Tania, Sometimes confusion is a good thing, acedido em dezembro 30, 2015, em http://www.npr.org/sections/13.7/2015/12/14/459651340/sometimes-confusion-is-a-good-thing

 

MACHADO Celeste Educar (para) o pensar : desenvolvimento de competências reflexíveis em professores e alunos do 1º CEB : contributos da "Filosofia para Crianças,  acedido em janeiro 29, 2016, https://ria.ua.pt/handle/10773/11515

 

McCALL Catherine C. (2009) Transforming Thinking – Londres: Routledge

 

Mendonça D., Lourenço M. J. (2011) Brincar a Pensar: Manual de Filosofia para Crianças – Lisboa: Plátano Editora

 

McCarty M. (2006) Little Big Minds – Nova Iorque: Penguin

 

Murris K. (2016) The Posthuman Child – Londres: Routledge

 

Rastrojo, J. B. (2013). Filosofia para Niños y Capacitacion Democrática Freiriana - Madrid: Liber Factory.

 

Splitter L., Sharp A. M. Uma Nova Educação: A Comunidade de Investigação na Sala de Aula – São Paulo: Nova Alexandria 

 

Stanley S. (2012). Why Think? Philosophical Play from 3-11 – Londres: Bloomsburry

 

UNESCO (2007). La Philosophie Une École de la Liberté. Enseignement de la philosophie et apprentissage du philosopher: État des lieux et regards pour l’avenir. Paris: Éditions UNESCO.

 

Wallenstein M. (2014) Se não havia nada, como é que surgiu alguma coisa? – Lisboa: Fundação Centro Cultural de Belém

 

Worley P. (2011). The If Machine -  Londres: Bloomsbury

 

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livros que recomendo / já utilizei em oficinas de filosofia

 

a contradição humana

em que pensas tu?

porquê? 

colecção dinalivro - oscar brenifier 

porque é que vou à escola? / porque é que gostas de mim? / porque é que não posso fazer o que quero?

o livro negro das cores 

 

 

links 

platão :: TedED

vídeos "a grande descoberta" (oscar brenifier) 

 

 

[post em constante actualização: aceitam-se sugestões de bibliografia na caixa de comentários]

 

 

 

 

 

 

 

era uma vez [um] castelo encantado

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 voltei ao jardim de infância, na ACIJR. é verdade, o trabalho da filosofia está de volta às salas dos 3/4 anos (era uma vez) e dos 4/5 anos (castelo encantado).

foi muito bom rever alguns "pimpolhos" com quem trabalhei no ano lectivo passado e conhecer caras novas. 

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o pensamento foi provocado com um livro muito especial: "em que estás a pensar?". as ilustrações são maravilhosas! saltámos para as cadeiras e colocámos mãos à obra: vamos desenhar os nossos pensamentos? vamos!

 

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 na próxima oficina vamos voltar a olhar para os nossos desenhos e pensar sobre e com eles. o que vai acontecer? curiosos?

 

digam lá: em que estão a pensar? 

"e para mim é a melhor pergunta que eu já vi"

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o desafio foi o de pensar a partir do livro A Contradição Humana, de Afonso Cruz. ouvimos o texto, vimos as ilustrações. e depois? depois fizemos perguntas.

e no momento a seguir, tivemos que escolher perguntas para trabalhar. e justificar a escolha.

nesse caminho, descobrimos que as perguntas importantes para alguns dos meninos justificavam-se com "é uma pergunta muito interessante", "quero saber o que os meus colegas pensam sobre isto" ou "eu quero mesmo saber por que é que aquilo acontece".

 

e ainda: "e para mim é a melhor pergunta que eu já vi" 

 

a investigação continua, na próxima aula. 

 

#filocri - 1º ciclo - 4º ano 

 

como é a #filosofia a acontecer numa sala do 1º ciclo?

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é mais ou menos isto que aqui esta, na fotografia. acresce o ruído de fundo, as dinâmicas próprias de uns  que querem sempre participar e de  outros que timidamente colocam o dedo no ar. 

há perguntas, há investigações, há "pedir a palavra", há o desenho que se faz no caderno da filosofia. há trabalhos para pensar.

 

e ainda há tempo para a T., vir ter comigo e dizer: joana, o teu cabelo cresceu muito!

 

no intervalo encontrei a professora bibliotecária que me disse: "bom, os meninos não páram de ir à biblioteca pedir os livros da filosofia... já perguntaram pelo Hospital das Bonecas e agora pel'A Contradição Humana, do Afonso Cruz. este nós temos e eles ficaram todos contentes. bom trabalho, joana!"

 

 

na Companhia dos Brinquedos

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há jogos e brinquedos como eu nunca imaginei, num só espaço. sim, eu já estive naqueles corredores de brinquedos dos hipermercados; todavia, ali, é diferente. cada brinquedo ou jogo tem um carácter pedagógico, para além de serem visualmente interessantes e atraentes aos olhos das crianças e das pessoas crescidas

e depois, os livros. a minha paixão pelos livros é assim qualquer coisa que me leva quase sempre à falência. em cada visita que faço à CdB, a propósito das minhas oficinas de filosofia, vou trocando ideias com a Raquel sobre livros e fico sempre muito feliz quando encontro prateleiras como aquela que aparece nesta fotografia

 

visitem a loja no Entoncamento ou aqui mesmo: www.companhiadosbrinquedos.pt

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