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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

leituras de verão

 

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exercícios de leitura

 

um dos exercícios que propunho a outros e que procuro levar a cabo consiste na leitura de obras filosóficas intercaladas com obras de outra índole. li várias obras de vários filósofos durante a licenciatura, ainda que tenha consciência que nem todas li na íntegra. é por isso hora de dar "uso" aos livros aqui da biblioteca pessoal e ler, de fio a pavio, sem desistir. mesmo que sejam textos difíceis. persistir! 

 

ética e wittgenstein

 

a conferência sobre ética, de wittgenstein, é um livro "curto" e que se lê em duas horas. a introdução, feita pelo tradutor, é mais longa do que o texto do ludwig. vale a pena ler, pois tinha imensa curiosidade em saber o que um filósofo que conheço da lógica, da filosofia analítica, teria a dizer sobre a ética. 

 

depois da leitura

 

depois da leitura realizada há que alinhavar algumas notas e escrever um breve texto ou organizar um mind map. a lógica é a de ser pouco palavrosa, tal como defendo no artigo "economia das palavras"

 

e por aí, o que estão a ler? 

 

quando a tristeza chama - perguntas para pensar a partir de livros infantis

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investigação partilhada

 

as oficinas de filosofia são espaços de investigação partilhada, onde se promove a liberdade e a responsabilidade, onde há regras assumidas e espaço para criarmos outras.

cabe ao facilitador moderar esse trabalho de investigação, proporcionando que se pratique e que se tenha consciência do "forward movement". por esse motivo é tão importante que o facilitador se prepare bem para estar disponível para avançar ao ritmo do grupo, dando ferramentas aos seus membros para tomar consciência desse ritmo, para compreender onde chegámos, de onde partimos e se temos um horizonte de chegada.

 

 

prática de agendas de discussão

 

um dos trabalhos que faço para me preparar, enquanto facilitadora, é treinar o acto de perguntar. parto de livros (confesso que sou fã de livros infantis) ou de excertos de livros e proponho-me a fazer agendas de discussão em torno desses recursos. nesse exercício surgem muitas vezes ideias para criar um jogo ou um exercício que possa aplicar com as crianças e jovens, em contexto de oficina.

 

como preparar esta agenda de discussão?

 

- ler o livro.

- começar a fazer perguntas a partir do que lemos ou do que vemos (ilustrações).

- desafio: começar com 10 perguntas (mínimo). avançar para a 11ª - quanto mais nos obrigamos a perguntar, depois de começar a ser mais díficil, mais possibilidades temos de aprofundar temáticas e perspectivas.

- as perguntas devem ser registadas nalgum tipo de suporte: eu gosto de usar papel e lápis ou caneta e de usar os mind maps.

- depois de ter as perguntas registadas, pode começar a perceber se há várias temáticas em jogo e procurar agrupar as perguntas (será que há perguntas que cabem em 2 ou mais temáticas?).  também poderá ser uma altura interessante para começar a criar jogos em torno dessas perguntas: peça ajuda à sua criatividade!

 

*

 

este é um exercício que faço para me preparar para as oficinas e que me ajuda a ver possibilidades de trabalho e de interrogações que possam surgir a partir de um dado livro. por exemplo, pode ser útil para introduzir pontos de vista diferentes numa oficina. quanto mais o perguntar se encontra afinado por parte do facilitador, maior é a possibilidade de eu ser capaz de provocar o perguntar durante uma oficina - ou, diria, de manter níveis elevados de inquietação junto do grupo de trabalho.

 

nos próximos dias partilho aqui a agenda de discussão em torno do livro "quando a tristeza chama", de eva land, publicado na editora Livros Horizonte. subscrevendo este blog receberá um e-mail com esse e outros artigos que vou publicando.

 

se pretende explorar possibilidades de trabalho nesta área, se procura formação one-to-one na área da filosofia para crianças e jovens poderá contactar-me via e-mail: info@joanarita.eu 

 

assim, mas sem ser assim | Afonso Cruz

 
 
Afonso Cruz é um escritor que descobri quando "tropecei" no título Jesus Cristo bebia cerveja. Ou terá sido através de uma música dos The Soaked Lamb? confesso que não sei precisar o momento ou o motivo, mas sei que o encontro tem sido muito feliz. o Afonso fala-me ao coração quando dedica linhas aos meus amigos da "aldeia Filosofia", o Heraclito ou o Platão - isso é meio caminho andado para me "conquistar" sobretudo quando se faz de uma forma interrogativa. li no Jornal de Letras sobre o seu fascínio sobre o perguntar. delicio-me com as estórias que descubro na enciclopédia da história universal. amei O Livro do Ano.
há dias assisti ao lançamento do livro assim, mas sem ser assim. um livro para crianças (Será?). um livro onde a comunicação é a base para os (des)encontros de um menino com as pessoas que moram num dado prédio. a apresentação foi feita no Largo do Intendente e contou com a presença da Fernanda Freitas e do Pedro Barbeitos, que fez a leitura integral do livro. e mais uma vez rendi-me às suas palavras, pela sabedoria interrogativa que as percorre, pelo olhar simples e simultaneamente complexo com que o Afonso escreve e nos convoca para o que está à nossa volta.
às vezes acho que o Afonso me entra pelo pensamento adentro e me rouba fragmentos de coisas que penso e sinto. eu tenho um baú de aforismos guardado algures e o Afonso tem essa capacidade de os descobrir primeiro do que eu.
lembro-me de uma oficina de filosofia para crianças em que um menino acusou o professor de ser um "ladrão de pensamentos".
é isso que sinto em relação a ti, Afonso, sem que me sinta ofendida ou sequer incomodada por isso. é maravilhoso ver aquele pensamento que habita num baú a ganhar realidade numa folha, num livro, que se pode cheirar e tocar, sublinhar e abraçar.
 
«Há quem diga que, quando voltamos a ler um livro, anos depois, não é o mesmo livro. É um fenómeno caro a Heraclito. A teoria diz que nós mudamos, aprendemos mais e quando relemos, fazemo-lo com outros olhos, mais experientas, mais sábios. Mas há a possibilidade, é só uma teoria, de, quando se fecha um livro numa prateleira, ele, febrilmente, trocar as suas próprias letras, tal como nós renovamos o sangue e vamos crescendo.»
 
(O cavaleiro ainda persegue/a mesma donzela, Afonso Cruz)

Resolución de conflictos desde la Filosofía Aplicada y desde la Mediación. Manual formativo | José Barrientos Rastrojo


El conflicto es consustancial al sujeto actual. La interculturalidad, la ruptura intergeneracional, la confusión emocional, la necesidad de disponer de respuestas rápidas y eficaces o el simple proceso de madurar nos ponen a prueba y nos exigen que dispongamos de recursos para gestionar cada uno de estos fenómenos. Intentar evitar los problemas constituye un modo ineficaz de enfrentarse a ellos, mientras que mirar de frente su rostro y tramitarlo con estrategias específicas puede rendir beneficios muy provechosos.


Durante la última década, España ha sido testigo del nacimiento de dos disciplinas la Mediación y la Filosofía Aplicada. Ambas comparten una historia común, a través del diseño de formaciones de posgrados, congresos, libros y artículos de diversa índole. Sin embargo, el vínculo más destacado es su acentuada vocación de resolver o disolver conflictos. Este libro pretende explicar esta conexión de un modo eminentemente práctico:

«El autor, especialista en ambas disciplina, ha impulsado desde hace más de una década el desarrollo de las dos profesiones. Así, José Barrientos ofrece al lector la teoría básica de la disciplina que sitúa respecto a sus contenidos y finalidades y las herramientas y guías maestras que operativizan la teoría para el afrontamiento de conflictos personales o para adquirir las competencias en la resolución de conflictos de otros sujetos. El libro se completa con ejercicios resueltos que permitirán evidenciar si la formación es adecuada y con casos reales y recursos que permiten reflexionar sobre la implementación real de las disciplinas en circunstancias del día a día. Esta estructura facilita que la obra sea utilizada para crear cursos de Mediación y de Filosofía Aplicada entre diversos tipos de colectivos o, incluso para el uso personal para la resolución de un conflicto complejo.»

fonte: Vision Libros




o questionamento é uma forma de comunicação?

«Why to deny the questioning as a form of communication? However, Socratic dialogue is the communication between two beings: once you start a dialogue, you begin to communicate. Questions simply seek knowledge, understanding of words and links between them. Questions force us to find our knowledge somewhere in our mind, in a collective thinking.»

BRENIFIER Óscar. - Philosophy and Communication

«gosto de vir trabalhar»

«Don Petersen, antigo presidente da Ford Motor Company, conta uma história interessante. Uma vez, quando estava a visitar uma metalúrgica em Buffalo, Nova Iorque, um homem enorme aproximou-se dele e disse: “Sabe, quero dizer-lhe uma coisa. Eu detestava vir trabalhar para aqui. No entanto, ultimamente perguntaram-me o que penso e isso faz-me sentir que sou alguém. Nunca pensei que a empresa me visse como um ser humano. Agora, gosto de vir trabalhar.»


MORRIS Tom. - Se Aristóteles fosse administrador da General Motors
p. 51

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