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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

oficina de filosofia para crianças, na livraria Bertrand do Chiado

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A filosofia gira à volta das perguntas e do perguntar: por que é que fazemos perguntas? O que queremos saber quando perguntamos? E por que fazemos perguntas para as quais já sabemos a resposta? 


Nesta oficina vamos perguntar coisas às perguntas, procurando encontrar qual é a pergunta mais importante para cada um de nós. Será que a vamos conseguir descobrir?

 

com Joana Rita Sousa

informações: leitor@bertrand.pt

de que cor são os pensamentos? - oficina de filosofia, para pais e filhos

DE QUE COR SÃO OS PENSAMENTOS?
Vamos iniciar a aventura do parar para pensar. Partimos de uma pergunta pela cor. Esta existe no mundo à nossa volta, na natureza. E de que cor são os meus pensamentos? De que cor é o verde que penso, na minha cabeça? De que cor é o verde da natureza?
A dinamização da atividade está a cargo de Joana Rita Sousa.

 

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QUANDO
27 de abril de 2019, sábado.
10:30-11:30 (pais e crianças dos 4 aos 6 anos).
11:40-12:40 (pais e crianças dos 7 aos 10 anos).
Máximo de 10 participantes em cada sessão.

PREÇO
5€ por participante.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES
movimentoroda@gmail.com 
91 4471070

ONDE
Biblioteca Municipal dos Olivais
Palácio do Contador-Mor, Rua Cidade de Lobito, Lisboa

filosofia é coisa para miúdos! - filosofia na Rádio Miúdos

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a Rádio Miúdos é um projecto com o qual colaborei desde o primeiro momento. tenho muito orgulho nisso, devo confessar. é uma rádio feita para e por miúdos; é um projecto que influencia e muda a vida de quem passa por ele. 

o empenho das "mini-'ssoas" é evidente na qualidade dos conteúdos que constroem, que partilham e também pelas emissões em directo que podemos acompanhar no site da Rádio

e a filosofia também marca presença na programação. YEAH! 

 

Oscar Brenifier: "Do not answer the questions of children, unless they first propose themselves an initial hypothesis, or different ones. Teach them to be autonomous, instead of mere consumers."

Oscar Brenifier, holds a Bachelor of biology degree (University of Ottawa) and a PhD in Philosophy (Paris IV – Sorbonne). For many years, in France as well as in the rest of the world, he has been working on the concept of ‘philosophical practice’, both from a theoretical and practical viewpoint. He is one of the main promoters of the project of philosophy in the city, organizing philosophy workshops for children and adults and philosophy cafés, working as a philosophy consultant, etc. He has published about fifty books in this domain, including the ‘Philozenfants’ series (Editions Nathan), which has been translated into over thirty-five languages. He founded the Institut de Pratiques Philosophiques (Institute of philosophical practice), to train practical philosophers and organize philosophy workshops in various places: schools, old people’s homes, prisons, social centers,organizations, etc. He is one of the authors of the UNESCO report: “Philosophy, a school of freedom”. 

 

At the Institut de Pratiques Philosophiques' website there are free books that you can download.

 

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Can you recall the first time you heard about philosophy for children (p4c)?

I vaguely remember: I was still young at the  time. It  was when I proposed to an  elementary school to hold a philosophy workshop with the children . Until then I was primarily doing workshop with adults. But when later on I heard the coined expression “P4C”, I noticed it often had little to do with philosophy.

  

How did you started working with p4c?

In a regular way, it was when my eldest daughter entered kindergarten. I proposed to the director of the school to hold regular workshops with different classes of children, aged between 3 and 5. I then made different experiments, invented diverse exercises, to make the children think. 

 

Do you think p4c is necessary to children? Why?

No, it is not necessary. No more than art or gymnastics is necessary. Most people live without exercising their body or their mind, and manage quite well to survive. But of course, one might criticize the fact that they are missing on something important.

  

Nowadays children ( @ Portugal) have a lot of activities at school and after school. Why should we take philosophy to schools?

I don’t think we should. There is no foundation for such an obligation. But the good thing about philosophy is precisely that it is a non-activity, in the middle of all these activities.

  

What makes a question a philosophical question – from a p4c point of view?

Strange presupposition. It implies that there is a specific “p4c point of view”. I did not know. In a more general way, I don’t think there is such a thing as “philosophical questions”, but there are philosophical ways to deal with a question. For example, multiplicity of answers, guidance of reason, argumentation, problematization, etc. In this sense, all questions can be  philosophical.

  

What’s the biggest challenge p4c faces, nowadays?

To do philosophy, instead of holding cute discussions, going beyond a mere exchange of feelings and opinions. Learning to listen attentively, to analyse, to question rigorously, etc.

 

Can you give the teachers and the parents some kid of advice to help them deal with the children’s questions?

Do not answer the questions of children, unless they first propose themselves an initial hypothesis, or different ones. Teach them to be autonomous, instead of mere consumers.

  

Did the children ever surprised you with a question? Can you share that question with us?

Yes. “Can I go out to the toilet?”. I was surprised, because I naively forgot how much human beings connect to their body more than to their mind.

 

"nós fazemos perguntas para saber coisas"

na sala dos 3/4 anos, os caçadores de sonhos foram desafiados a desenhar "verdades" e "não verdades". houve quem pegasse no lápis e não perdesse tempo, outras pessoas precisaram de um bocadinho de tempo para pensar. já vimos isto várias vezes, na nossa hora da filosofia: temos ritmos diferentes e temos de ir aprendendo a respeitar o tempo dos outros.

 

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no reino do fantasia o jogo "o que é uma pessoa?" continua a desafiar-nos o pensamento.

(sobre o Zarco, o cão menos peludo ali da fotografia)

"por que é que as orelhas dele não estão para cima?"
- "porque ele estava com medo da luz e pôs as orelhas para trás."

"por isso é que chamamos os cães de cães, porque é diferente do nome pessoa.

"os braços dos cães estão no chão, chamam-se patas."

 

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e quando chegou a hora de investigar estes robots... o grupo dividiu-se e ficámos na dúvida se aquela senhora era um robot ou uma pessoa. 

"se calhar já inventaram pessoas-robots e nós ainda não vimos!"

 

durante a nossa oficina, a O. mudou de ideias e nós estivemos a investigar como é que isso aconteceu: foi com a ideia de um dos amigos na sala. quando pensamentos em conjunto estas coisas podem acontecer: alguém vê e diz algo que nós não vimos e isso pode ajudar-nos a mudar a perspectiva sobre as coisas. 

 

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para acompanhar o trabalho no jardim de infância 2018/2019:

oficina #1

oficina #2

oficina #3

oficina #4

oficina #5

oficina #6 

oficina #7

sábados de sol e de filosofia

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voltar "a casa"

 

teve início em outubro de 2018 a primeira edição da pós-graduação em filosofia para crianças e jovens, na faculdade de ciências humanas da universidade católica portuguesa (em lisboa).

 

foi com grande prazer que voltei à universidade onde estudei filosofia para, agora, partilhar aquilo que aprendo, investigo e pratico diariamente no âmbito da filosofia para crianças e jovens. 

 

pensar colaborativamente

 

no último sábado o diálogo aconteceu em torno da criatividade e do pensamento criativo. dialogar, de forma orientada e focada, tem como resultado a riqueza de perspectivas, a ampliação do nosso olhar sobre as coisas. essa tem sido a grande riqueza desta pós-graduação: a riqueza de pontos de vista, o trabalho colaborativo que acontece entre docentes e alunos, enquanto se dá mais um passo importante na formação de educadores,  professores e agentes educativos no âmbito da filosofia para crianças e jovens. 

quando saí da sala de aula, na companhia dos meus alunos, dei-me conta de como estava um dia bonito, cheio de sol. e de filosofia.

 

> para saber mais sobre a pós-graduação de filosofia para crianças e jovens:

e-mail: epgfa@ucp.pt
telefone: (+351) 217 214 060

 

a próxima edição tem início a 13 de Outubro de 2019. 

oficina do platão

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a oficina do Platão está de volta a Telheiras. uma vez por mês, os pequenos-grandes-filósofos irão reunir-se para dialogar sobre as grandes questões da humanidade. e sobre as pequenas, também, pois as questões não se medem aos palmos.

na oficina de dezembro retomámos o tema abordado em novembro e começámos a usar as ferramentas de diálogo que nos permitem anunciar previamente o que vamos fazer: 

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"Antes de falares, anuncia o que vais fazer: vou acrescentar uma ideia, vou contradizer, vou fazer uma pergunta, vou contar uma anedota, vou reforçar o que disseste, entre outros.

Isto exige que pensemos no que vamos dizer e na sua relação com o diálogo em curso. Além disso, tem como efeito a clarificação do discurso. Permite aos outros que analisem as tuas palavras com base no teu anúncio prévio."

 

voltamos a filosofar, na oficina do Platão, em janeiro. até lá!

 

 

 

 

 

 

de volta à escola

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estudar, aprender, investigar: estes são alguns dos verbos que pratico constantemente, de modo mais ou menos formal. de tal forma que, uma vez, a minha afilhada (agora com 15 anos, na altura com uns 6 ou 7) me perguntou se eu algum dia ia deixar de ir à escola. disse-lhe prontamente que tinha dúvidas que isso acontecesse, pois gosto mesmo de estudar e de aprender.

também gosto de partilhar o que aprendo e o que investigo; ao partilhar isso com os outros, crio uma oportunidade de diálogo, de crítica, de olhar para outras perspectivas que até então não tinha considerado.

2018 é o ano em que comemoro 10 anos de filocriatiVIDAde no mundo e o ano em que regresso à casa onde materializei o meu amor pela filosofia, ingressando na licenciatura que mudou a minha vida. na altura desconhecia que, um dia, ia estar ligada à filosofia aplicada e, sobretudo, à filosofia para crianças e jovens.

este regresso à Universidade Católica, como docente na Pós Graduação em Filosofia para Crianças e Jovens tem um sabor especial, pois traz memórias e também a confiança no futuro da filosofia para crianças e jovens em Portugal. há muito para fazer, nesta área e este é um contributo sólido e estruturado, a par de outros como o mestrado em Filosofia para Crianças na Universidade dos Açores. e por falar nisso, já vos contei que a tese foi submetida? e que em 2019 haverá lugar a provas públicas? 

 

a-filosofia

e já que estamos a falar de filosofia, recordo-vos que novembro é o mês em que se assinala o dia mundial da filosofia. este ano volto a marcar presença no festival de filosofia de Abrantes, onde vou orientar oficinas de filosofia com a pequenada. o programa é muito rico e inclui café filosófico e vários momentos de diálogo que acontecem pela cidade, junto das pessoas. 

 

 

 

 

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