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filocriatividade | filosofia e criatividade

>> oficinas de filosofia, para crianças, jovens e adultos >> formação para professores e educadores (CCPFC) >> nas redes sociais: #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

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filosofia africana para crianças

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recentemente dei os primeiros passos no sentido de conhecer um pouco sobre filosofia africana. para o efeito comprei na Livraria Travessa (Lisboa) o livro de Nei Lopes e Luiz António Simas intitulado "Filosofias Africanas: Uma Introdução". o livro é prefaciado pela querida Lara Sayão.

 

há dias o algoritmo do instagram fez-me encontrar este perfil do Higor Camargo e este curso "filosofia africana para crianças". fiquei muito curiosa e com vontade participar... porém, não me será possível pois não tenho idade para tal! 

o curso destina-se a crianças alfabetizadas, dos 9 aos 12 anos. a informação está disponível AQUI.

se algum dos leitores inscrever o seu filho ou a sua filha, pf conte-me como foi!

 

 

agenda #filocri em junho

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junho marca o início do verão e traz consigo o final do ano lectivo 

 

o que reserva a agenda #filocri, no mês de junho? 

- no dia 5 há oficinas online para crianças e jovens (oficina do Platão e philoTEEN)

- no dia 8 inicia a oficina (para adultos) "baralhar e voltar a perguntar" - Uma oficina para praticar a arte de pensar de forma clara e distinta [online - Bertrand Livreiros]

- nos dias 14 e 28 de junho há cafés filosóficos, às 18h30  [online - Bertrand Livreiros]

- no dia 16 de junho tem início a oficina "como gerir uma reunião eficazmente" [online - Bertrand Livreiros]

- no dia 26 de junho há oficina [presencial] de perguntas para famílias no Centro Cultural Malaposta

- no dia 27 de junho há Clube de Leitura em Voz Alta #filocri [online, às 11h15]

 

👉 continuam as oficinas "a perguntar é que a gente se entende" e "filosofia para crianças - pensamento crítico" (em parceria com a Bertrand Livreiros). 

👉 continuo a treinar a filosofia e o pensamento,  participando em diálogos filosóficos e no Clube das Juremas (iniciativa INÉF) 

👉 estou a preparar o VI sentir pensamentos | pensar sentidos, na companhia da Celeste Machado 

 

*

 

⚠️ as oficinas de filosofia (para crianças e jovens) regressam em julho. para ficar a par das novidades e da agenda convido-o/a a subscrever a newsletter (envio ao domingo de manhã). 

 

 

como encorajar a curiosidade dos seus filhos?

- a partir de Robert Fisher, Teaching Children to Think e Unlocking Creativity

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eis algumas frases que promovem o ambiente criativo junto dos seus filhos - ou dos seus alunos!

tome nota: 

 

que ideia tão interessante! podes falar-me mais disso? 

como é que chegaste a essa conclusão?

já pensaste noutras maneiras de fazer isso?

achas que é possível fazer isso de outra maneira?

ok, experimenta. se precisares de ajuda, chama-me.

olha que boa pergunta!

 

também o ambiente pode ser um provocador de criatividade. escrevi sobre isso no artigo motivos para ter um unicórnio em cima da mesa de trabalho. aproveito para partilhar outras sugestões de Fisher - além do unicórnio em cima da mesa. a saber: 

- deixar algo fora de sítio de propósito, num dado espaço da casa ou da sala de aula;

- deixar mensagens dentro das mochilas, dentro da gaveta das meias, que provoquem a curiosidade;

- fazer ou vestir algo que fuja ao padrão da educadora ou do pai de forma a inspirar as crianças a perguntar "porquê"?.

 

no livro Unlocking Creativity, Robert Fisher refere-se ao capital criativo, que o autor descreve como a soma dos recursos necessários para realizar uma tarefa.

no que respeita ao pensamento criativo é necessário o eu criativo, o ambiente criativo e a parceria criativa. acrescento eu: o tempo e o espaço para o diálogo.

 

tem outras sugestões de perguntas que promovem o ambiente criativo? partilhe nos comentários!

5 artigos que respondem à pergunta: o que acontece numa oficina de filosofia para crianças?

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"joana, o que acontece numa oficina de filosofia para crianças?"

 

- esta é uma pergunta comum que me chega. tenho partilhado por aqui alguns momentos de oficinas, algumas sugestões de trabalho e por isso resolvi compilar alguns artigos aqui do blog.

 

o que dizem as crianças sobre as oficinas de filosofia?

nos trabalhos de continuidade é dada a palavra às crianças para explicar a quem chega pela 1.ª vez à filosofia o que acontece numa destas oficinas:

às vezes a professora faz perguntas sobre o "porquê"

 

colocamos em prática o pensamento crítico 

neste artigo partilho relatos em duas salas de jardim de infância: num dos grupos trabalhámos a justificação e o dar razões, no outro trabalhámos critérios para nos ajudar a compreender semelhanças e diferenças. 

 

cultivamos a curiosidade

neste 1.º ano do 1.º ciclo iniciámos a filosofia com o ?. 

é comum, com as crianças mais novas, que o ? seja apontado como o mistério. pelo que indaguei junto deles, há uns desenhos animados nos quais o ? é apresentado como mistério. e hoje, assim aconteceu. estava a abrir a minha capa e eis que a I. viu a folha com o ? e exclamou: tens aí o mistério!

partimos do mistério e da curiosidade em torno dele para pensar em conjunto, de forma colaborativa. 

 

registamos o nosso ponto de vista sobre o que está a acontecer

sou muito fã do caderno ou diário da filosofia como recurso para o registo do que acontece na oficina de filosofia. a única regra de uso deste recurso é abrir uma folha com a data do dia e depois a criança pode escrever, desenhar, rabiscar ou não fazer nada naquela folha. é um espaço de liberdade

 

investigamos problemas filosóficos

que problemas filosóficos abordamos? apresento dois exemplos: o problema do conhecimento: o que é conhecer uma coisa?  e o problema da liberdade e da responsabilidade. 

*

se chegou a este blog pela 1.ª vez e não sabe bem o que é a filosofia para crianças e o que se faz nesta área, convido-o/a a ler “Ah, trabalhas nisso da filosofia para crianças?”

uma história da filosofia por escrever: aquela que junta todo o mundo na roda

 

O thaumatsen grego (o maravilhar-se, o encantar-se) é o motor que fez Tales de Mileto querer entender a arché, o princípio substancial, e, dialogando com o que percebia e sentia, propor suas ideias para a comunidade. O thaumatsen é encantamento, movimento, experiência, relação do ser que pensa o mundo, no mundo e com o mundo. Essa relação não é propriedade de ninguém, está a saltitar pelo universo, provocando a todos os atentos. Não tem nacionalidade nem paradeiro, é peregrina.

Não se trata de reivindicar aos africanos pensamentos gregos ou alemães, similitudes ou parentesco, trata-se de trazer todo mundo para roda e para dançar juntos. O bonito da Filosofia em sua historicidade é a sensação de um grande diálogo com muitos que nos antecederam e que foram questionados pelo viver e a ele responderam como puderam.

Lara Sayão no prefácio à obra de Nei Lopes e Luiz António Simas,

Filosofias Africanas, pp. 12 e 13.

 

para que haja este grande diálogo do qual falam os autores do livro Filosofia Africanas, cada um de nós tem de fazer a sua parte. como? começo por ler e por me informar melhor sobre quem são as mulheres que fizeram filosofia e não estão presentes nas cronologias habituais. acompanho o projecto Uma Filósofa por Mês ou a obra editada por Juliana Pacheco

depois, aceito o convite da Lara Sayão para conhecer a filosofia africana e compro um livro. deixo-me espantar pelas descobertas.

na história de filosofia do A. C. Grayling não abundam nomes femininos, porém há referência à filosofia chinesa, indiana, persa, árabe e africana. 

procuro o equilíbrio nos diálogos da obra An Unconventional History of Western Philosophy. 

sigo caminho. não pretendo saber tudo sobre todos, em pormenor. pretendo que a roda cresça e sem excluir os nomes clássicos, integrar outros que possam tornar-se clássicos daqui a uns tempos. 

cabe a cada um de nós trazer estes pensadores e estas pensadoras para os currículos, para as rodas de conversa, para os blogs, para os instagrams da vida. e também para a rubrica #FilosofiaAoVivo que tem estado ausente do instagram e que em breve irá regressar.

 

 

uma oficina de filosofia sobre felicidade

- oficina do Platão para crianças dos 7 aos 12 anos

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a felicidade

pretendia trabalhar o tema da felicidade, inspirada pelo livro Enciclopédia dos Verbos Felizes, de Marco Taylor. este livro fez-me ir à estante buscar um outro que também aborda a felicidade e a simplicidade: Selma, de Jutta Bauer. pensei em ler um ou outro no início da oficina, mas dei por mim a fazer uma agenda de discussão com exemplos de coisas que nos deixam felizes.

a leitura do capítulo Hapiness, no livro de Marietta McCarty, Big Little Minds, reforçou a ideia do trabalho em torno da simplicidade e das coisas que nos deixam (ou não felizes). este livro de McCarty é uma boa fonte de ideias para oficinas de filosofia, encontrando-se organizado por temas. a autora faz várias referências a filósofos. no tema da felicidade as referências são Epicuro e Charlotte Joko Beck; desta forma a autora procura dar suporte filosófico ao tema e também apresenta sugestões de trabalho com crianças e jovens. 

 

mais uma vez, o quantos queres

listei oito exemplos de coisas que nos deixam felizes (ou não) e escrevi esses exemplos no interior de um quantos queres. estava desenhada a oficina:

- apresentar o livro Enciclopédia dos Verbos Felizes como inspiração para pensarmos sobre a felicidade e para a criação do jogo;

- apresentar o jogo do quantos queres: uma pessoa diz um número para brincar com o quantos queres, outra pessoa escolhe  cor, eu leio o que está lá dentro e depois temos um tempo para pensar se aquilo que li é uma coisa que nos deixa felizes  ou não e porquê.

 

o que é uma enciclopédia? 

assim que li o título do livro do Marco Taylor eis que surgiu a questão. o que é uma enciclopédia?

pois é... não é claro para todos o que é uma enciclopédia. é parecido com um dicionário? é diferente? o que se procura lá? que aspecto tem? e foi nesse contexto que um dos volumes da LOGOS apareceu nesta oficina.

uma vez esclarecido este ponto começámos a jogar ao quantos queres.

 

não ter telemóvel - é uma coisa que te deixa feliz? 

"depende" - foi uma das respostas ouvidas. depende do quê, exactamente? esta resposta foi bastante útil para explorarmos um pouco o que é que o "depende" quer dizer, já que é uma resposta comum. será uma forma de fugir à resposta? será que significa indecisão? será que é uma forma de pedir contexto para poder definir um posicionamento? 

toda a oficina girou em torno do "não ter telemóvel". além de termos falado do modo como "usamos" o depende no diálogo, abordámos a questão do tempo que dedicamos à tecnologia, das coisas que o telemóvel nos dá, das coisas que o telemóvel nos tira - e da felicidade que isso nos dá (ou não).

 

a lista de coisas 

uma vez que dedicámos uma hora inteira a pensar naquela ideia, no final partilhei as outras coisas que estavam no quantos queres: 
-  arrumar o quarto
- fazer os trabalhos da escola
- o cheiro de um bolo acabado de fazer
- a felicidade de um amigo
- não ter telemóvel
- crescer e tornar-me adulto/a
- apanhar chuva no passeio com o meu cão
- ter uma boa nota na escola

 

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voltei à Enciclopédia dos Verbos Felizes para partilhar o livro com o grupo. abri página a página e partilhei as ilustrações do Marco. do outro lado houve sorrisos e também acenos com a cabeça, como que a dizer "não, não, isso não é algo que me deixa feliz".  já não houve tempo para explorar concordo / não concordo nem as razões.

ficou a sugestão de cada um dos participantes fazer um quantos queres em casa para pensar sobre estas coisas (ou outras) .

 

“Ah, trabalhas nisso da filosofia para crianças?”

 

 

Desde 2008 que trabalho na área da filosofia para crianças (FpC). Fiz formação - ainda faço – trabalho em jardins de infâncias, em escolas. Tive um projecto num ginásio. Levo as oficinas de filosofia a vários pontos do país – e não só. Dou formação a professores e educadores. Tenho recebido muitos e-mails a solicitar apoio, esclarecimento de dúvidas – sobretudo a quem desenvolve investigação nesta área.

Nem sempre é fácil explicar o que faço, pois há muitas ideias pré-concebidas e tudo o que é estranho provoca... estranheza.

Tenho coleccionado muitas perguntas sobre o meu trabalho e sobre a filosofia para crianças. Fiz uma lista das dez mais recorrentes – e partilho convosco algumas respostas curtas.

 

 

  1. «Joana, dás aulas de filosofia? »

Não. No sentido convencional e tradicional do termo « aula » = alguém que tem o saber (conteúdos) e os transmite a quem não sabe. Nesse sentido, não dou aulas – ainda que possa falar do espaço e tempo durante o qual a filosofia acontece como aula.

 

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  1. “Joana, então tu és professora?”

Não – no sentido clássico do termo, não sou professora.

Sou facilitadora – ou dificultadora como gosto de lhe chamar. O meu papel é o de “obrigar” a parar para pensar, a aprofundar. Mergulhar no mundo dos pensamentos.

 

 

  1. “Joana, o que tu fazes é pôr as crianças a conversar umas com as outras?”

Não, isso elas já fazem. O meu objectivo é que haja diálogo. Isso implica que se pratique a escuta e o parar para pensar. Além disso, pretendo aprofundar as questões de forma filosófica.

 

 

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  1. “Joana, nessas aulas podemos dizer o que quisermos?”

Sim e não. Podes dizer o que quiseres, mas isso tem que ser submetido ao grupo para avaliar se é pertinente para a discussão em curso.

Além disso, também avaliamos a sua qualidade filosófica – e é aí que eu intervenho mais e dificulto as coisas.

 

  1. “Joana, isso que fazes é um modelo pedagógico?”

Na verdade, a FpC é uma estrutura que facilita processos de aprendizagem. E é algo mais do que isso. Crio um espaço e um tempo em que é fundamental realizar exercícios de cariz filosófico. Sim, a filosofia para crianças transpira intencionalidade filosófica.

 

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  1. “Joana, então basta preparar e ter um plano ou uma planificação, para chegar ao objectivo filosófico?”

Não. A preparação, em jeito de planificação é útil. O mais importante é atender àquilo que as pessoas estão a dizer e captar as suas implicações filosóficas e a riqueza para o diálogo. É fundamental a disponibilidade para o improviso.

 

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  1. “Joana, basicamente o que fazes é treinar pensamento crítico?”

Também. O pensamento crítico é fundamental neste processo. Há outras dimensões: a criatividade, o caring thinking (Lipman) e a dimensão colaborativa (afinal, somos um grupo que se junta para pensar… em conjunto!).

 

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  1. “Joana, não achas que isso é muito difícil para as crianças? É muito abstracto.”

As crianças têm uma linguagem própria e uma experiência que é sua. A FpC abre espaço para que se possam manifestar, à medida da sua linguagem e da sua experiência. A partir daí, extraímos o sumo filosófico.

 

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  1. “Joana, então e tu jogas às cartas com as crianças, é isso?”

Faço jogos, sim. Utilizo muitos recursos que facilmente se associam ao jogo (quantos-queres, jogos de cartas, jogo do galo…). A ideia é partir de um recurso simples e lúdico para o trabalho filosófico. O jogo – tendo elementos físicos, nos quais as crianças podem mexer e até levar para casa – ajuda-me a tornar a filosofia palpável.

 

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  1. “Joana, e as crianças gostam?”

Nem todas. É como a sopa: nem todas gostam, mas nem por isso deixamos de lhes dar sopa. É importante para elas, certo?

Assim é a filosofia: difícil, pois obriga a parar . Divertida, por nos permitir brincar com o pensar. Gosto da imagem da FpC como um ginásio para os músculos do pensamento. E todos nós sabemos como treinar provoca dores, num momento inicial. Depois há que manter a disciplina de treino.

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