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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

vamos lá pensar?

- oficinas de filosofia na livraria culsete, em setúbal

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"Vamos lá pensar!" é um ciclo de 5 oficinas de pensamento crítico e criativo com a duração de 2h por sessão e dinamizadas pela formadora Joana Rita Sousa.

Oficina I
Fazer perguntas às perguntas

Oficina II
Pensar (dentro e) fora da caixa

Oficina III
O poder da síntese: dizer mais, com menos palavras

Oficina IV
Problematizar: razões para adorar problemas

Oficina V
- Pensamento invertido (e divertido?): da resposta à pergunta

Público-alvo:
Jovens a partir dos 14 anos e adultos

Datas:
Oficina I - 31 de Janeiro 
Oficina II - 28 de Fevereiro
Oficina III - 20 de Março 
Oficina IV - 24 de Abril 
Oficina V - 29 de Maio 

Às sextas, das 19h às 21h 

As oficinas são autónomas podendo ser frequentadas de forma independente ou na sua totalidade perfazendo, neste caso, um ciclo completo dedicado ao tema do pensamento critico e criativo. Cada oficina terá um tema e um exercício como base de trabalho. 


Para inscrições e esclarecimentos contactar info@culsete.pt ou consultar o evento criado no facebook

 

 

ginásio do pensamento

- uma conversa em torno do pensamento crítico, da vida onlife e da filosofia (para crianças e jovens

no dia 7 de janeiro estive à conversa com o Tito de Morais, do projecto Miúdos Seguros na Net.

a conversa foi transmitida em directo, no facebook e no youtube, e abordámos os seguintes pontos: 

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os mapas mentais (mind maps de tony buzan) foram um dos tópicos abordados na conversa e nada melhor do que partilhar o mind map da conversa para justificar o seu uso, bem como as possibilidades de conexões que se colocam à nossa frente quando organizamos o pensamento desta forma. 

tive a oportunidade de partilhar esta ferramenta que uso para nos ajudar no diálogo, seja com crianças, com jovens ou com adultos:

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20200106_214922.jpg

 

houve ainda lugar para partilhar algumas obras que me acompanham na prática e na preparação das minhas oficinas de filosofia para crianças e jovens. como prometido, aqui ficam as referências: 

 

Buzan, Tony. (2007). A Criança Inteligente. Cruz Quebrada: Oficina do Livro.

de Bono, E. (2005). Os Seis Chapéus do Pensamento.Cascais: Editora Pergaminho.

de Bono, E. (2003a). Pensamento Lateral.Cascais: Editora Pergaminho.

de Bono, E. (2003b). Ensine os seus filhos a pensar.Cascais: Editora Pergaminho.

Lipman, M. (1998). A Filosofia vai à Escola.São Paulo: Summus Editorial.

Fisher, R. (2013). Teaching Thinking.Londres / Nova Iorque: Bloomsburry.

Fisher, R. (2009). Creative Dialogue.Londres / Nova Iorque: Routledge.

 

alguns livros que referi como recurso para a prática dos pensamentos criativo e crítico:

colecção Filosofia para Crianças, de Oscar Brenifier (Dinalivro)

colecção Pequenos Filósofos, de Oscar Brenifier (Edicare) 

Wonder Ponder: filosofia visual 

 

tal como prometido partilho o meu e-mail para que possamos continuar a conversa iniciada no live que pode agora ser visto em diferido no facebook e no youtube

 

 

 

 

filosofia para crianças, pensamento crítico e pensamento criativo

- uma conversa com o Tito de Morais, em directo no facebook

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Ginásio do Pensamento: Filosofia Para Crianças e Jovens

Nesta sessão vamos conversar um pouco sobre o que é a Filosofia para Crianças e Jovens e como podemos trabalhar os pensamentos crítico e criativo a partir do quotidiano.

 

o convite foi lançado pelo Tito de Morais, fundador do Projecto MiudosSegurosNa.Net. conheci o Tito há alguns anos, através do Twitter e foi assim que conheci também o  Projecto MiudosSegurosNa.Net. 

juntem-se à conversa através da página de facebook do projecto, às 21h30 (hora de Lisboa), no dia 7 de janeiro (terça).

 

em que pensas tu?

- e o que podemos encontrar dentro da TUA cabeça?

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este livro, em que pensas tu?, é um dos meus preferidos dos últimos tempos. pela forma e pelo contéudo: página após página vamos descobrindo o que se passa na cabeça das diferentes personagens. faz parte da minha mochila quando trabalho no jardim de infância, pois há um encanto visível no rosto dos mais pequenos ao descobrir as "portinhas" que nos levam para dentro da cabeça da Ana ou do Luciano (personagens do livro). 

hoje o livro foi apresentado na sala dos mais novos (3 e 4 anos): estivemos a ler o livro e a descobrir o que acontecia dentro da cabeça das pessoas que estão no livro. 

já na sala dos 4 e 5 anos o trabalho foi outro: um dos meninos não tinha estado presente quando lemos a história, numa das oficinas anteriores, e pediu que falássemos do livro. assim foi: os amigos foram dizendo aquilo do qual se lembravam e acabámos por abrir algumas das páginas para nos ajudar a lembrar melhor.

no final, surgiu a pergunta, que foi feita a cada uma das pessoas que estava na sala:

se houvesse uma portinha para espreitar a cabeça da/o [nome da criança], o que é que eu ia ver lá dentro? 

algumas das respostas:

- nada

- não sei

- um leão

- um tigre

- um elefante 

- comidas

- playstation 4

- fantasma **

 

na próxima oficina vamos continuar o desafio de pensar o que está dentro da nossa cabeça. 

 

ainda hoje dizia a pequena D. que este é um livro sobre sentimentos (e esta observação fez-me pensar:  sentimentos que pensamos ou pensamentos que sentimos?).

 

** o fantasma criou alguns problemas, pois há meninos que dizem que não existe. é algo que vamos recuperar numa das próximas oficinas. 

 

 

Dia Mundial da Filosofia

- 21 de Novembro de 2019

o dia mundial da Filosofia comemora-se anualmente, na terceira quinta-feira do mês de Novembro. pode ler-se a seguinte mensagem, no site da UNESCO:

 

"Philosophy thrives on the human need to understand the world around us and identify principles by which to guide our actions. This ancient need is no less compelling today. Nearly 3,000 years after philosophy first emerged in China, the Middle East and ancient Greece, the questions raised in the pursuit of wisdom throughout the ages have lost none of their relevance or universality; in fact, quite the opposite is true.

In an increasingly complex world – one in which uncertainty prevails, societal changes and technological revolutions scramble traditional reference points, and we face huge social and political challenges – philosophy remains a vital resource. It allows us to step back and slow down and it lights the way ahead."

— Audrey Azoulay, Director General, Message on the occasion of World Philosophy Day

 

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para assinalar esta data, eu e os miúdos da Rádio Miúdos preparámos um programa especial que pode ser ouvido durante o dia 21 de Novembro, às 10h e às 20h.

 

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se souberem de actividades alusivas à comemoração deste dia, comentem ou enviem um e-mail para info@joanarita.eu - terei todo o  gosto em divulgar!

 

 

"quem és tu?"

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perguntas!

Outubro marcou o regresso às salas do Jardim de Infância, com a filosofia "às costas". na mochila levei dois livros que acabaram por não ser abordados no primeiro dia. porquê? bom, as crianças receberam-me com... perguntas!

 

bolinhas de sabão

na sala dos 3 / 4 anos a curiosidade à minha volta era muita: "quem és tu?" e "o que é que estás aqui a fazer?" - foram as perguntas que mais ouvi e ainda nem me tinha sentado na manta. depois de ocuparmos o nosso lugar no círculo, fizemos as apresentações e trabalhámos o que é isso de fazer uma pergunta. um tema que serve muito bem ao primeiro contacto das crianças com a filosofia, pois isto de perguntar e  de dizer confunde-se, por vezes. 

 

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tenda mágica

na sala dos 4 / 5 anos conheci caras novas e revi caras conhecidas. as crianças estão muito crescidas e foi surpreendente ver como se lembram de tantas coisas do ano lectivo passado. 

sabem o que investigámos? a magia. pois é, esta é a sala da tenda mágica e estamos todos muito intrigados com a magia que pode existir naquela tenda. vamos investigar o assunto e na próxima oficina trocamos ideias.

 

 

10 perguntas comuns em torno da filosofia para crianças e jovens

[texto originalmente publicado no site Mulheres à Obra, 5 Setembro 2018]

 

Desde 2008 que trabalho na área da filosofia para crianças (FpC). Fiz formação – ainda faço – trabalho em jardins de infâncias, em escolas. Tive um projecto num ginásio. Levo as oficinas de filosofia a vários pontos do país – e não só. Dou formação a professores e educadores. Tenho recebido muitos e-mails a solicitar apoio, esclarecimento de dúvidas – sobretudo a quem desenvolve investigação nesta área.

Nem sempre é fácil explicar o que faço, pois há muitas ideias pré-concebidas e tudo o que é estranho provoca… estranheza.

Tenho coleccionado muitas perguntas sobre o meu trabalho e sobre a filosofia para crianças. Fiz uma lista das dez mais recorrentes – e partilho convosco algumas respostas curtas.

 

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  1. «Joana, dás aulas de filosofia? »

Não. No sentido convencional e tradicional do termo « aula » = alguém que tem o saber (conteúdos) e os transmite a quem não sabe. Nesse sentido, não dou aulas – ainda que possa falar do espaço e tempo durante o qual a filosofia acontece como aula.

  1. “Então tu és professora?”

Não – no sentido clássico do termo, não sou professora.

Sou facilitadora – ou dificultadora como gosto de lhe chamar. O meu papel é o de “obrigar” a parar para pensar, a aprofundar. Mergulhar no mundo dos pensamentos.

  1. “O que tu fazes é pôr as crianças a conversar umas com as outras?”

Não, isso elas já fazem. O meu objectivo é que haja diálogo. Isso implica que se pratique a escuta e o parar para pensar. Além disso, pretendo aprofundar as questões de forma filosófica.

  1. “Nessas aulas podemos dizer o que quisermos?”

Sim e não. Podes dizer o que quiseres, mas isso tem que ser submetido ao grupo para avaliar se é pertinente para a discussão em curso.

Além disso, também avaliamos a sua qualidade filosófica – e é aí que eu intervenho mais e dificulto as coisas.

  1. “Isso que fazes é um modelo pedagógico?”

Na verdade, a FpC é uma estrutura que facilita processos de aprendizagem. E é algo mais do que isso. Crio um espaço e um tempo em que é fundamental realizar exercícios de cariz filosófico. Sim, a filosofia para crianças transpira intencionalidade filosófica.

 

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  1. “Então basta preparar e ter um plano ou uma planificação, para chegar ao objectivo filosófico?”

Não. A preparação, em jeito de planificação é útil. O mais importante é atender àquilo que as pessoas estão a dizer e captar as suas implicações filosóficas e a riqueza para o diálogo. É fundamental a disponibilidade para o improviso.

  1. “Basicamente o que fazes é treinar pensamento crítico?”

Também. O pensamento crítico é fundamental neste processo. Há outras dimensões: a criatividade, o caring thinking (Lipman) e a dimensão colaborativa (afinal, somos um grupo que se junta para pensar… em conjunto!).

  1. “Não achas que isso é muito difícil para as crianças? É muito abstracto.”

As crianças têm uma linguagem própria e uma experiência que é sua. A FpC abre espaço para que se possam manifestar, à medida da sua linguagem e da sua experiência. A partir daí, extraímos o sumo filosófico.

  1. “Então e tu jogas às cartas com as crianças, é isso?”

Faço jogos, sim. Utilizo muitos recursos que facilmente se associam ao jogo (quantos-queres, jogos de cartas, jogo do galo…). A ideia é partir de um recurso simples e lúdico para o trabalho filosófico. O jogo – tendo elementos físicos, nos quais as crianças podem mexer e até levar para casa – ajuda-me a tornar a filosofia palpável.

  1. “E as crianças gostam?”

Nem todas. É como a sopa: nem todas gostam, mas nem por isso deixamos de lhes dar sopa. É importante para elas, certo?

 

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Assim é a filosofia: difícil, pois obriga a parar. Divertida, por nos permitir brincar com o pensar. Gosto da imagem da FpC como um ginásio para os músculos do pensamento. E todos nós sabemos como treinar provoca dores, num momento inicial. Depois há que manter a disciplina de treino.

 

agenda #filocri - em agosto

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durante o mês de agosto continuamos a filosofar

 

podem ouvir o programa "filosofia é coisa para miúdos",  na rádio miúdos, onde também estão disponíveis outros programas.

 

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café filosófico na livraria bertrand

 

no dia 26 de agosto voltamos à livraria mais antiga do mundo, a bertrand do chiado, para mais um café filosófico. começa às 18h30 e termina às 20h e a pergunta que vai orientar o nosso diálogo é: podemos amar a Sophia? 

para participar no café filosófico terá de fazer uma inscrição via e-mail ou no local, uns minutos antes de começarmos. encontra toda a informação no site da bertrand

 

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cartas com filosofia

 

se preferir pode filosofar em casa, no trabalho ou na praia: o filopenpal anda por aí, na mala dos carteiros, para chegar a quem quer filosofar e parar para pensar, através de jogos e desafios filosóficos. a quem se destina? a miúdos e a graúdos: não há limite de idade. envie um e-mail para info@joanarita.eu para saber mais sobre o filopenpal.

 

também andamos pelo facebook e pelo instagram - já nos segue por lá? 

famílias destrambelhadas & perguntas sem trambelho

familias_destrambelhadas.jpeg

 

famílias destrambelhadas: um livro que me conquistou pelo título

 

este livro "tropeçou" em mim numa das visitas à bertrand. achei-o provocador e com boas linhas para investigação nas oficinas de filosofia. tem estado na prateleira à espera do seu momento para leitura e criação de agenda de discussão. 

 

destrambelhar? 

 

ao começar o meu mind map dei por mim a trabalhar o significado de destrambelhar: o que é uma família destrambelhada, mesmo ainda sem ler o livro? que características tem essa família? conhecemos alguma? e conhecemos famílias com trambelho? como são? o que fazem? - e só o colocar destas questões pode resultar numa oficina (ou duas) de filosofia. poderá ser um excelente início de diálogo para depois introduzir o livro.

 

jogo: investigação do destrambelho em cada uma das famílias 

 

como o livro aborda várias famílias, desenhei um esquema de trabalho que prevê dividir o grupo em pequenos grupos, ficando cada grupo com uma das famílias para investigar. poderíamos aproveitar para 

a) procurar o que há de destrambelhado naquela família;

b) indicar o que há de positivo no "destrambelho" da família (chapéu amarelo, seis chapéus, de bono);

c) indicar o que há de negativo no "destrambelho" da família (chapéu preto, seis chapéus, de bono);

 

a partilha seria feita para o grupo no seu todo e a partir daí aproveitaríamos para criar momentos de diálogo.

 

problematizar

 

uma vez que o livro é provocador em termos de afirmações que descrevem as famílias, poderá ser interessante promover a problematização de frases escolhidas pelos membros do grupo: 

Suministrar objeciones o preguntas que permitan mostrar los límites, los defectos o las imperfecciones de las proposiciones iniciales, a fin de eliminarlas, modificarlas o enriquecerlas. Esto se llama también pensamiento crítico. El postulado de esta competencia es que todo enunciado, cualquiera que sea, plantea de algún modo uno o más problemas. Se trata pues de considerar todo enunciado como una simple hipótesis, posible o probable, pero nunca necesaria o absoluta. « ¿Tienes una objeción o pregunta ? » « ¿Ves un problema en esta frase ? »

 

*

este exercício, tal qual o desenhei, parece-me adequado para grupos de crianças a partir dos 7/8 anos. julgo que os mais crescidos também irão gostar. o que lhe parece? 

 

se pretende explorar possibilidades de trabalho nesta área e/ ou se procura formação one-to-one na área da filosofia para crianças e jovens poderá contactar-me via e-mail: info@joanarita.eu 

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