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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

5 artigos que respondem à pergunta: o que acontece numa oficina de filosofia para crianças?

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"joana, o que acontece numa oficina de filosofia para crianças?"

 

- esta é uma pergunta comum que me chega. tenho partilhado por aqui alguns momentos de oficinas, algumas sugestões de trabalho e por isso resolvi compilar alguns artigos aqui do blog.

 

o que dizem as crianças sobre as oficinas de filosofia?

nos trabalhos de continuidade é dada a palavra às crianças para explicar a quem chega pela 1.ª vez à filosofia o que acontece numa destas oficinas:

às vezes a professora faz perguntas sobre o "porquê"

 

colocamos em prática o pensamento crítico 

neste artigo partilho relatos em duas salas de jardim de infância: num dos grupos trabalhámos a justificação e o dar razões, no outro trabalhámos critérios para nos ajudar a compreender semelhanças e diferenças. 

 

cultivamos a curiosidade

neste 1.º ano do 1.º ciclo iniciámos a filosofia com o ?. 

é comum, com as crianças mais novas, que o ? seja apontado como o mistério. pelo que indaguei junto deles, há uns desenhos animados nos quais o ? é apresentado como mistério. e hoje, assim aconteceu. estava a abrir a minha capa e eis que a I. viu a folha com o ? e exclamou: tens aí o mistério!

partimos do mistério e da curiosidade em torno dele para pensar em conjunto, de forma colaborativa. 

 

registamos o nosso ponto de vista sobre o que está a acontecer

sou muito fã do caderno ou diário da filosofia como recurso para o registo do que acontece na oficina de filosofia. a única regra de uso deste recurso é abrir uma folha com a data do dia e depois a criança pode escrever, desenhar, rabiscar ou não fazer nada naquela folha. é um espaço de liberdade

 

investigamos problemas filosóficos

que problemas filosóficos abordamos? apresento dois exemplos: o problema do conhecimento: o que é conhecer uma coisa?  e o problema da liberdade e da responsabilidade. 

*

se chegou a este blog pela 1.ª vez e não sabe bem o que é a filosofia para crianças e o que se faz nesta área, convido-o/a a ler “Ah, trabalhas nisso da filosofia para crianças?”

8 estratégias de pensamento crítico

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Scientific argumentation and critical thought are difficult to argue against.

However, as qualities and mindsets, they are often the hardest to teach to students. Einstein himself said, “Education is not the learning of facts, but the training of the mind to think.”

But how? What can science and critical thinking do for students? And further, what can teachers learn from these approaches and take to their classrooms?

Outside of science, people are quick to label those who question currently accepted theories as contrarians, trolls, and quacks. This is, in part, because people are sometimes not aware of how science moves forward.

Interestingly, professional teaching journals point out that a common myth students bring to school is that science is already all discovered and carved in stone–a fixed collection of knowledge–rather than the simple approach to thinking and knowledge it actually represents. (Teach Thought)

 

quando se fala em pensamento crítico na educação parece-nos óbvia a sua importância. todavia, é difícil a sua prática. neste artigo assinado por Lee Carroll e Terry Heick são apresentadas 8 estratégias de pensamento crítico que podemos levar para o contexto da sala de aula - e que eu levo comigo nas minhas oficinas de filosofia e que derivam do trabalho científico.

a saber: 

1. questionar os pressupostos;

2. suspensão do juízo;

3. revisão de conclusões com base em novas evidências;

4. valorizar os dados em vez das crenças;

5. testar  ou fazer experiências com as ideias;

6. a ideia de que um erro também constitui um dado;

7. a consideração séria de possibilidades e de ideias sem as aceitar em todo o momento; 

8. procurar aquilo que escapou aos outros.

a importância do pensamento e da criatividade nas competências do futuro

Creativity will become one of the top three skills workers will need. With the avalanche of new products, new technologies and new ways of working, workers are going to have to become more creative in order to benefit from these changes.

Robots may help us get to where we want to be faster, but they can’t be as creative as humans (yet).

Whereas negotiation and flexibility are high on the list of skills for 2015, in 2020 they will begin to drop from the top 10 as machines, using masses of data, begin to make our decisions for us. (...)

Similarly, active listening, considered a core skill today, will disappear completely from the top 10. Emotional intelligence, which doesn’t feature in the top 10 today, will become one of the top skills needed by all. (World Economic Forum

 

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nas propostas #filocri o pensamento crítico e o pensamento criativo são trabalhadas a partir do jogo e de situações do interesse das crianças e dos jovens. 

muito provavelmente, as crianças e os jovens que hoje participam das oficinas filocriatividade irão assumir profissões que ainda não existem. é importante prepará-los para essa incerteza, para que reajam e ajam de forma flexível, criativa e crítica.

a escuta e a inteligência emocional são colocadas em prática nestas oficinas através de regras que partilhamos e pelas quais todos são responsáveis.

a filosofia para / com crianças e jovens e a proposta filocriatividade estão de mãos dadas com o futuro. 

convido os pais, as mães, os professores e as professoras, as educadoras e os educadores, qualquer um de vós que trabalha na área da educação a começar HOJE a preparar o futuro.

*

eis as propostas #filocri:

- oficina do Platão, para crianças dos 7 aos 12 anos;

- oficina philoTEEN, para jovens a partir dos 13 anos;

- cafés filosóficos online (parceria Bertrand Livreiros), para adultos;

- formação em filosofia para crianças para adultos - o diálogo e o pensamento criativo;

- formação em filosofia para crianças para adultos - pensamento crítico;

- formação para adultos: a perguntar é que a gente se entende.

SOPHIA online network meeting 2021

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DATE AND LOCATION

This year we are inviting you to enjoy the luxury of your own home as we bring SOPHIA to you. The dates will be similar to last year, taking place over a weekend, the 10th and 11th of July 2021.

 

THEME

UNLOCKED: POST-PANDEMIC PHILOSOPHY

Critical thinking about vaccination, community cohesion after months of isolation, processing the trauma of bereavement, catching up on “lost learning”, envisioning new ways to address racial justice and the environmental crisis… or back to business as usual? As we dare to imagine a world beyond the Covid-19 pandemic, what could be the role of philosophy in what happens next?

 

CONTENT AND TIMETABLE

The meeting will be hosted online over the weekend of July the 10th and 11th, 2021. There will be presentations in the morning, discussion groups throughout the day and hopefully further opportunities for networking during the weekend. The final timetable will be confirmed in June and sent to everyone who paid membership and the ticket.

 

CALL FOR PAPERS

The call for papers deadline is Monday 3rd May

All submissions will receive a response by Friday May the 14th.

All submissions must be sent to steve@philosophy-foundation.org

 

more info at SOPHIA's website

filocriatividade: reconhecimento Chaire UNESCO

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é com muito gosto que partilho que o projecto #filocriatividade recebeu o reconhecimento por parte da Chaire UNESCO "Pratiques de la philosophie avec les enfants: une base éducative pour le dialogue interculturel et la transformation sociale".

desde 2008 que me dedico às oficinas de filosofia, para crianças e jovens, actuando nos mais diversos contextos (escolas, bibliotecas, centros de estudo).

este projecto tem-me levado a viajar pelo país, em Portugal Continental, e também na Madeira e nos Açores. em 2011 estive em Moçambique e mais recentemente em São Tomé e Princípe e no Brasil.

 

muito obrigada a todas as pessoas que se têm cruzado neste caminho e que me têm permitido crescer, perguntar, duvidar, avançar, voltar atrás e estar aqui hoje a partilhar esta notícia consigo. 

 

 

oficina do platão [online] - em março

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no passado dia 27 de Fevereiro estive à conversa com a Mariana no programa filhos & cadilhos, no Porto Canal. falámos um pouco sobre as oficinas de filosofia para crianças e sobretudo sobre a oficina do Platão, para crianças dos 7 aos 12 anos. 

as próximas oficinas já estão agendadas:

* 6 de março, às 11h

* 20 de março, às 11h

* 3 de Abril, às 15h

* 17 de Abril, às 15h

 

a oficina do Platão tem a duração de 1h e acontece aos sábados e de forma online. 

inscrições disponíveis neste formulário.

uma oficina de filosofia sobre felicidade

- oficina do Platão para crianças dos 7 aos 12 anos

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a felicidade

pretendia trabalhar o tema da felicidade, inspirada pelo livro Enciclopédia dos Verbos Felizes, de Marco Taylor. este livro fez-me ir à estante buscar um outro que também aborda a felicidade e a simplicidade: Selma, de Jutta Bauer. pensei em ler um ou outro no início da oficina, mas dei por mim a fazer uma agenda de discussão com exemplos de coisas que nos deixam felizes.

a leitura do capítulo Hapiness, no livro de Marietta McCarty, Big Little Minds, reforçou a ideia do trabalho em torno da simplicidade e das coisas que nos deixam (ou não felizes). este livro de McCarty é uma boa fonte de ideias para oficinas de filosofia, encontrando-se organizado por temas. a autora faz várias referências a filósofos. no tema da felicidade as referências são Epicuro e Charlotte Joko Beck; desta forma a autora procura dar suporte filosófico ao tema e também apresenta sugestões de trabalho com crianças e jovens. 

 

mais uma vez, o quantos queres

listei oito exemplos de coisas que nos deixam felizes (ou não) e escrevi esses exemplos no interior de um quantos queres. estava desenhada a oficina:

- apresentar o livro Enciclopédia dos Verbos Felizes como inspiração para pensarmos sobre a felicidade e para a criação do jogo;

- apresentar o jogo do quantos queres: uma pessoa diz um número para brincar com o quantos queres, outra pessoa escolhe  cor, eu leio o que está lá dentro e depois temos um tempo para pensar se aquilo que li é uma coisa que nos deixa felizes  ou não e porquê.

 

o que é uma enciclopédia? 

assim que li o título do livro do Marco Taylor eis que surgiu a questão. o que é uma enciclopédia?

pois é... não é claro para todos o que é uma enciclopédia. é parecido com um dicionário? é diferente? o que se procura lá? que aspecto tem? e foi nesse contexto que um dos volumes da LOGOS apareceu nesta oficina.

uma vez esclarecido este ponto começámos a jogar ao quantos queres.

 

não ter telemóvel - é uma coisa que te deixa feliz? 

"depende" - foi uma das respostas ouvidas. depende do quê, exactamente? esta resposta foi bastante útil para explorarmos um pouco o que é que o "depende" quer dizer, já que é uma resposta comum. será uma forma de fugir à resposta? será que significa indecisão? será que é uma forma de pedir contexto para poder definir um posicionamento? 

toda a oficina girou em torno do "não ter telemóvel". além de termos falado do modo como "usamos" o depende no diálogo, abordámos a questão do tempo que dedicamos à tecnologia, das coisas que o telemóvel nos dá, das coisas que o telemóvel nos tira - e da felicidade que isso nos dá (ou não).

 

a lista de coisas 

uma vez que dedicámos uma hora inteira a pensar naquela ideia, no final partilhei as outras coisas que estavam no quantos queres: 
-  arrumar o quarto
- fazer os trabalhos da escola
- o cheiro de um bolo acabado de fazer
- a felicidade de um amigo
- não ter telemóvel
- crescer e tornar-me adulto/a
- apanhar chuva no passeio com o meu cão
- ter uma boa nota na escola

 

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voltei à Enciclopédia dos Verbos Felizes para partilhar o livro com o grupo. abri página a página e partilhei as ilustrações do Marco. do outro lado houve sorrisos e também acenos com a cabeça, como que a dizer "não, não, isso não é algo que me deixa feliz".  já não houve tempo para explorar concordo / não concordo nem as razões.

ficou a sugestão de cada um dos participantes fazer um quantos queres em casa para pensar sobre estas coisas (ou outras) .

 

como dinamizar oficinas de filosofia em formato online?

- sugestões para pensar e estruturar uma oficina online, de filosofia

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a pandemia e o confinamento a ela associado "empurrou" as oficinas de filosofia para o mundo online. desde o verão de 2020 que tenho estado a moderar oficinas de filosofia em plataformas online, tendo recuperado a oficina do Platão (para crianças dos 7 aos 12 anos) para esse formato. 

 

escolher a plataforma e as ferramentas

há várias plataformas que podem acolher as oficinas online. o zoom, o google meet, o teams são algumas hipóteses. o importante é que o facilitador que acolhe as oficinas esteja confortável com a plataforma e seja capaz de ajudar os participantes a lidar com os "botões" que nela constam. 

ferramentas não nos faltam: neste documento encontra uma lista com ferramentas para uso nas mais diversas situações.  

a formação online exige preparação adequada, por parte do formador. escrevi sobre esse tema no journal da ActiveMedia e convidei a Helena Dias para falar sobre a sua experiência como formadora numa das edições do #twitterchatpt

 

definir e partilhar as regras 

é importante definirmos as regras de funcionamento do diálogo, tal como acontece nas sessões presenciais.

na grande maioria das vezes peço que os participantes estejam com os microfones desligados e só liguem quando lhes for passada a vez. para dar a conhecer a intenção de falar, basta levantar a mão ou colocar o dedo no ar. há plataformas que também têm essa funcionalidade: se a quisermos usar, temos de garantir que todos sabem onde está o "botão" para pedir a vez.

peço aos participantes que liguem a webcam, pois é simpático vermos os rostos uns dos outros; mas lembre-se que nem todos podem ter uma webcam ou esta pode não estar a funcionar.

outro pormenor: o acesso em mobile (tablet ou telemóvel) faz com que as pessoas vejam a plataforma de um modo diferente em relação ao acesso que fazemos através de um computador. portanto, teste a plataforma em mobile para poder ajudar quem acede desta forma a encontrar este ou aquele botão!

 

ligar o online ao offline

sempre que possível, crie ligações entre a sala virtual e o espaço físico onde a criança se encontra. por exemplo, a criança pode ser convidada a ir buscar um objecto para se apresentar

outra forma de pôr as pessoas a mexer é sugerir a criação de um quantos queres, partilhando o momento de construção do mesmo com o grupo. as crianças podem ajudar-nos a explicar como se constrói o quantos queres e assim conseguimos um momento de entreajuda entre todos.

a Katia Souza  partilhou no grupo Filosofia e Ensino uma forma de sinalizar as respostas SIM e NÃO, usando objectos comuns em casa: uma colher e um garfo: 

 

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a utilização de objectos envolve os participantes no diálogo, mesmo que não possa ser manipulado por todos os participantes. 

dou o exemplo da Kátia Souza, que usa este dado: 

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"Apresento um cubo e pergunto se quer que eu lance o cubo muito alto, médio, ou fraquinho. Assim que escolhem, lanço o cubo e a face que cair para cima é o "comando" para dizer algo sobre o tema, como por exemplo: "Dizer algo que considera certo"; "Dizer algo que considera errado", "Dizer o que apetece"; "dizer o que não gosta"; "fazer uma pergunta"; "passar a vez"... Tudo em relação ao tema escolhido."

 

partilhar a gestão da oficina com os participantes

os participantes da oficina podem partilhar connosco a gestão da oficina; por exemplo, ficando mais atentos à gestão do tempo.

o Guardião do Tempo foi uma figura que apareceu numa das oficinas de filosofia online, precisamente por estarmos a dialogar sobre o tempo e a importância que os relógios têm no nosso dia. 

é uma óptima ideia convidar os participantes a escolher uma dinâmica ou uma pergunta para a oficina. quanto mais os envolvermos, melhor. 

outra opção passa por convidar um dos participantes a fazer resumos ou pontos de situação em momentos diferentes da oficina. 

 

a importância do silêncio 

no formato presencial ou no formato online, o silêncio deve ser algo que não devemos temer. o silêncio é importante para termos tempo para pensar.

no formato online o silêncio também é uma forma de dar tempo para que o som chegue a todos. nem sempre a conexão da internet é favorável e temos de contar com essas dificuldades na gestão da oficina. 

 

que tipo de estímulos / provocações filosóficas usar em ambiente online? 

a grande limitação do online é que não podemos partilhar objectos ou trocar uma carta com uma ideia com o amigo que está sentado ao nosso lado.

na verdade, com as questões #covid19pt a partilha de objectos quanto estamos em formato presencial também conhece algumas limitações.

assim, é bom prepararmos uma provocação que possa ser partilhada e visualizada / escutada por todos os participantes. eis algumas ideias:

-  usar imagens alojadas num power point que será partilhado na plataforma;

- ler um pedaço de uma história e partilhar as ilustrações no écran, com o grupo;

- partilhar um vídeo directamente do youtube;

- plataformas como o zoom permitem opções de quadro branco, onde todos podem construir algo de forma colaborativa;

- partilhar uma pergunta num documento colaborativo, google drive, e fazer o registo das ideias nesse documento.

 

a leitura partilhada de um texto nem sempre funciona bem, pelo atraso que por vezes há na chegada do som a todos os participantes. poderá sempre experimentar e talvez este recurso da Topsy Page, um círculo online,  seja útil para visualizarmos a ordem de leitura ou de vez numa dada tarefa. 

 

há dias dinamizei uma oficina de filosofia a partir de duas histórias do livro "A Contradição Humana", de Afonso Cruz e do "Museu do Pensamento", de Joana Bértholo.

também estive a filosofar com crianças dos 7 aos 12 anos a partir destes limões que o meu vizinho me trouxe: 

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sobre a oficina dos limões irei escrever um artigo mais detalhado, sobre o processo de criação da oficina e também do processo de pensamento que os limões provocaram no diálogo. 

 

o que pensam as crianças das oficinas online?

perguntei a um grupo de crianças o que mais gostavam nas aulas presenciais e nas aulas online. das aulas presenciais sente-se a falta da "conversa com o vizinho", dos intervalos e dos convívios.

nas aulas online podemos estar mais confortáveis (por exemplo, estar de pantufos) e há menos ruído, pois podemos escolher ter o microfone desligado. 

outra vantagem apontada é a possibilidade de participar numa oficina com pessoas de sítios muito diferentes. por exemplo, a D. não precisa vir do alentejo a lisboa (onde eu vivo) para fazer uma oficina de filosofia. além disso, ainda pode encontrar os amigos nesta oficina, amigos que moram longe dela. 

*

é muito importante assegurar que os participantes (crianças, jovens ou adultos) numa oficina online estejam confortáveis com a plataforma. por isso, se a oficina começa às 15h, abra a sala às 14h50 para testar imagem, som e começar a envolver o grupo no processo. 

não tenho pressa em partir para a provocação filosófica: o foco número 1 está no grupo, em perceber se precisam de algum apoio. desta forma poderemos todos usufruir da oficina e do diálogo com  tranquilidade. 

tenho por hábito enviar um e-mail aos participantes com algumas instruções de uso da plataforma. alguns já têm experiência e não vão considerar a informação útil; outros poderão estar naquele ambiente pela primeira vez e é importante ajudar os participantes a manobrar a plataforma e a conhecer as regras de funcionamento. 

 

*

se tiver outras sugestões para oficinas online, por favor partilhe nos comentários! 

> este artigo foi actualizado a 22 de Fevereiro, com os contributos da Kátia Souza.

oficina do kant [online]

a pedido de uma mãe cuja filha tem vindo a participar nas oficinas de filosofia, aos sábados, abri datas para a oficina do Platão nestas duas semanas de confinamento e de fecho de escolas.
 
a adesão das famílias tem sido incrível e neste momento estou sem vagas para as datas que agendei inicialmente.
 
assim, criei novas datas na próxima semana e dei um novo nome à oficina só para ser mais fácil gerir as inscrições e os grupos. 
 
o Kant era um filósofo que defendia muito aquilo que as oficinas de filosofia proporcionam: a prática do filosofar e por isso é uma homenagem justa!
 

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informações detalhadas AQUI 

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