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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

já conhece a academia GERADOR?

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olá, Academia Gerador!

é muito bom voltar a colaborar com o Gerador, um projecto que me permitiu tomar café com pessoas que fazem parte da cena cultural portuguesa. durante algum tempo entrevistei (ou melhor, conversei com) pessoas na rubrica Café Central, para a revista Gerador.

recentemente fui convidada para fazer parte da Academia Gerador, onde a filosofia e a criatividade marcam presença com uma oficina para famílias.

 

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Filosofia e criatividade na gestão do tempo

oficina online sobre filosofia e criatividade, para arrumar as ideias – e os dias.

 

nos dias de hoje a fronteira entre o trabalho, a escola e a família revela-se uma linha muito ténue. precisamos de nos organizar para fazer a gestão quase simultânea de todas estas dimensões.

e se o pudermos fazer de forma criativa e divertida? há muitas técnicas de criatividade que nos podem ajudar no dia-a-dia, seja no contexto profissional ou pessoal.

neste workshop recomendado para ser feito em família, todos vão ficar a conhecer algumas ferramentas que ajudam na gestão de tempo.

de forma prática e simples, por aqui aprende-se a arrumar ideias e os nossos dias.

 

quando acontece a oficina?

no domingo, dia 5 de julho às 11 horas. 

 

mais informações no website GERADOR 

 

Jardim da Filosofia

- oficinas de filosofia para famílias com crianças entre os 4 e os 6 anos

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- Jardim da Filosofia - filosofia para famílias com crianças entre os 4 e os 6 anos
04 de julho, sábado, 14h30 às 15h30
[para professores, educadores, bibliotecários e agentes educativos - 6,5€ por família]

 

inscrições limitadas | solicite informações preenchendo este formulário

desafios filosóficos na caixa de correio electrónico de crianças, de jovens e de uma família

- e assim acontece o #filopenpal

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um desafio para as famílias 

quando pensei nestes desafios, idealizei uma situação de "one-to-one": eu e outra pessoa. até que surgiu uma família de seis pessoas interessada em participar no #filopenpal, de forma colectiva. ora, pareceu-me uma excelente ideia. 

desta forma, o #filopenpal revela-se um espaço de diálogo e de partilha, entre pais e filhos, que devem depois chegar a um consenso para me dar resposta (ou dar perguntas!) ao desafio que eu envio (através de e-mail e google drive).

hoje seguiram os desafios: para a semana há troca de respostas e de perguntas. darei conta destas aventuras aqui pelo blog!

 

se pretender subscrever este serviço 100% online, pf envie-me um e-mail: joana@filosofiaparacriancas.pt 

 

 

 

 

filosofar com miúdos e graúdos

- no jardim de infância

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na semana passada houve filosofia no jardim de infância: para miúdos e graúdos. estive nas salas Bolinhas de Sabão e Tenda Mágica, para dar continuidade ao trabalho que temos vindo a fazer e, além disso, estive a filosofar com os mais crescidos, numa oficina que se chamava mesmo: "filosofia para gente crescida". 

 

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muito obrigada pelo convite e até breve! 

 

 

Dizer ou perguntar

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“Se calhar devíamos ter começado logo por dizer o que é uma pessoa, escusávamos de ter andado aqui às voltas”, dizia-me o pai no final da oficina de filosofia, para crianças. A pergunta que ali nos levou era “o que é uma pessoa?” e o exercício proposto passou por olhar à volta e identificar se haveria pessoas na sala e depois “arrumar” uma série de imagens de “coisas” que podiam ou não ser pessoas. Exemplos: um robot, um bebé, o super-homem, o desenho de uma pessoa (feito por uma crianças de 5 anos) e um cão chamado Félix.

À medida que as imagens iam sendo olhadas e pensadas pelo grupo, começou a sentir-se alguma dificuldade em opinar de forma definitiva sobre o cão, que por acaso é o meu. Várias foram as características apontadas pelas crianças – com idades entre os 7 e os 10 anos – que apontavam que o Félix não é uma pessoa. Mas um dos meninos não abandonou a sua ideia, de que o Félix é uma pessoa e quisemos ouvir os seus argumentos. Estes foram fortes, de tal forma que fizeram duas pessoas mudar de ideias. Os pais presentes na oficina assistiam ao diálogo, evitando falar sobre o assunto. Parecia-lhes tão óbvio “isso” de ser uma pessoa que a discussão em torno do tema começava a incomodar.

“Nunca tinha pensado nisso”, dizia-me uma mãe. Nisso?, perguntei. “Sim, nisso do que é ser uma pessoa. Não costumo pensar nessas coisas, dessa maneira. Achei muito interessante.” E, se me permitem dizer, é mesmo muito interessante, isso de propor perguntas a um grupo de crianças e de perceber que sentido têm as coisas para elas. Sem preconceitos, sem ideias feitas. Escutar e dialogar sobre isso, pelo prazer de parar para pensar.

Quando o tal pai me disse que tinha sido melhor começar por dizer o que é uma pessoa, respondi-lhe que isso seria matar o processo de pensamento , de descoberta e de investigação. O senhor estava nitidamente incomodado com o facto de ali se dizer que o Félix, um cão, podia ser uma pessoa. De tal forma que isso o terá impedido de usufruir do momento de pensar.

Curioso é o facto de, em grupos mais novos, o Félix ser rapidamente “arrumado” na gaveta “não é uma pessoa”. E as crianças argumentam facilmente, pelas diferenças que encontram, por exemplo em relação a um ser humano. Já os mais velhos tendem sempre a considerar que é uma pessoa, pela humanidade que encontram no fiel amigo.

Entre o dizer e o perguntar – e no qual a filosofia para crianças diz respeito – eu opto por perguntar, sem saber muitas vezes as respostas que vou encontrar.

E se me perguntarem, fora da oficina de filosofia, se o Félix é uma pessoa, digo sem hesitar: SIM. É uma pessoa e muito humana.

 

artigo originalmente publicado no site Up To Kids

filosofar em Faro

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nos passados dias 24 e 25 de janeiro estive em Faro, a convite da Biblioteca Municipal , para realizar oficinas no 1.º ciclo e oficinas para as famílias. pelo meio houve ainda uma formação introdutória à filosofia para crianças, destinada a professores, educadores, pais e agentes educativos.

 

o que é uma pergunta? 

na oficina do 3.º ano estivemos a investigar "o que é uma pergunta?", procurando os critérios que fazem com que uma frase seja uma pergunta.

no final, uma das alunas disse: "quando vi o jogo pensei que ia ser fácil: é só ler uma frase e dizer. mas depois às vezes acaba por ser difícil."

neste jogo apressento uma série de cartas com frases escritas. temos de dizer se o que lá está escrito é ou não uma pergunta.

o que faz com que uma frase seja uma pergunta? para este grupo, isso acontece quando queremos saber uma coisa, quando queremos ter a certeza de uma coisa que já sabemos, quando há um ponto de interrogação, quando queremos saber da vida. 

 

"eu concordo com a G., mas também não concordo"

já no 4.º ano estivemos a filosofar a partir de uma das propostas WonderPonder. a imagem passou por todas as pessoas presentes na sala e depois fizemos perguntas sobre o que vimos. o passo seguinte foi o de tentar juntar perguntas, de verificar se havia temas onde podíamos arrumar as perguntas. 

houve momentos muito interessantes, nomeadamente quando a M. afirmou que concordava com a G., mas também não concordava. ao mesmo tempo! - o que trouxe uma oportunidade para analisarmos as razões que suportavam o concordar e o não concordar e verificar se podiam seguir juntas ou se eram incompatíves.

outro momento interessante aconteceu quando o R. disse: "eu não concordo com a G., e desculpa G., pois não é nada contra ti, é mesmo só com a tua proposta." - este momento serviu para sublinhar que nestas oficinas estamos a trabalhar com as ideias uns dos outros e por isso dizer "não concordo" não deve ser entendido como um ataque pessoal, mas sim à ideia. 

 

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FILHOsofia: filosofia para as famílias 

com as famílias e as crianças (entre os 4 e os 7 anos) estivemos a trabalhar em torno de um dos meus jogos preferidos: "o que é uma pessoa?". uma vez que este jogo tem como base imagens/fotografias torna-se apelativo para esta franja etária. o objectivo é arrumarmos aquilo que vemos nas folhas numa de duas gavetas imaginárias: a gaveta da pessoa e a gaveta de não é uma pessoa. 

 

no final da oficina para as famílias, falámos sobre o jogo que estivemos a fazer:

"foi giro nas coisas que tentámos descobrir"
"foi divertido e muito difícil"
"não gostei porque foi muito difícil"
"ajuda a reflectir em muitas coisas"
"foi muito divertido ver o que as coisas eram"
"foi muito curioso ver a resposta deles [das crianças]"

 

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os porquês da palavra porquê

houve ainda uma oficina de introdução à filosofia para crianças e jovens, onde foram partilhados recursos de trabalho, exemplos de oficinas que permitem ilustrar que o diálogo que se pretende neste contexto é algo mais do que uma simples conversa. exige compromisso com o que dizemos, exige não ter pressa e não saltar passos no processo do pensamento, exige tomar consciência do que é dito, exige escutar os outros. sim, é muito exigente e, ao mesmo tempo, muito divertido.

 

obrigada pelo convite e pelo acolhimento por parte da Biblioteca Municipal de Faro.

até breve!

 

de que cor são os pensamentos? - oficina de filosofia, para pais e filhos

DE QUE COR SÃO OS PENSAMENTOS?
Vamos iniciar a aventura do parar para pensar. Partimos de uma pergunta pela cor. Esta existe no mundo à nossa volta, na natureza. E de que cor são os meus pensamentos? De que cor é o verde que penso, na minha cabeça? De que cor é o verde da natureza?
A dinamização da atividade está a cargo de Joana Rita Sousa.

 

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QUANDO
27 de abril de 2019, sábado.
10:30-11:30 (pais e crianças dos 4 aos 6 anos).
11:40-12:40 (pais e crianças dos 7 aos 10 anos).
Máximo de 10 participantes em cada sessão.

PREÇO
5€ por participante.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES
movimentoroda@gmail.com 
91 4471070

ONDE
Biblioteca Municipal dos Olivais
Palácio do Contador-Mor, Rua Cidade de Lobito, Lisboa

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