Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

"essa imagem é um bocado estranha!"

 

os jogos wonder ponder são uma excelente provocação para o pensar. tendo em conta o tema do festival de filosofia de abrantes (a inteligência artificial, o trabalho e o humano), o jogo "I, person" tem sido uma das provocações nas oficinas de filosofia (1º e 2º ciclos).

 

hoje o desafio teve vários momentos:

- fazer perguntas sobre a imagem;

- dizer coisas (ou afirmar) sobre a imagem;

- responder a perguntas;

e ainda: fazer perguntas às perguntas. esta parte do desafio suscitou muita curiosidade por parte dos alunos. a ideia de fazer perguntas a uma pergunta pareceu-lhes, ao início, estranha (tão estranha quanto a imagem!). 

o grupo aceitou o desafio e, com calma e paciência, conseguimos fazer 5 perguntas a uma das perguntas iniciais. este trabalho de perguntar à pergunta é um dos meus preferidos e que aconselho a qualquer pessoa que queira treinar os músculos do pensamento. obriga-nos a aprofundar e a explorar um conceito ou uma expressão na pergunta. quantas mais perguntas fazemos, mais dificuldade sentimos. a prática deste exercício vai afinando a nossa capacidade de perguntar e, às tantas, a dificuldade dá lugar ao gosto pelo perguntar.

 

esse é um dos objectivos destas oficinas: proporcionar uma experiência da filosofia, do perguntar, do investigar. deixamo-nos contaminar pela curiosidade e perseguimos as ideias que nos fazem "comichão" no pensamento.

(ah! e eu divirto-me muito!)

 

tumblr_pi6wqtB9lS1qhzqx6o1_500.jpg

 

a investigação filosófica em Abrantes

tumblr_pi6o1cQEai1qhzqx6o1_500.jpg

a oficina desta manhã seguiu os passos metodológicos do café ☕ filosófico do Tomás Magalhães Carneiro e foi muito positiva a forma como os alunos saltaram do "pensar o conteúdo" para o "pensar a forma" do trabalho da filosofia:

🗣️ "quando chegámos não sabíamos o que era a filosofia e conseguimos fazer a filosofia, sem saber mesmo o que é. fizemos um bom trabalho!" (aluna do 6º ano)

o que fizemos?

fizemos perguntas, perguntámos perguntas às perguntas e arriscámos definições de coisas para poder pensar melhor. 

tumblr_pi77664LCp1qhzqx6o1_500.jpg

da parte da tarde encontrámos um grupo cheio de pressa: muitos braços no ar e muita falta de paciência para esperar pela sua vez. durante esta oficina acabámos por fazer um exercício que permite contrariar a pressa e a vontade de dizer algo, mesmo sem ouvir o que o outro está a dizer.

 

começámos por fazer perguntas sobre uma imagem. depois, foi pedido que dissessem coisas sobre a imagem: é importante treinar o perguntar e o dizer coisas (afirmar). depois deste "aquecimento" foi-lhes proposta uma pergunta, que suscitou problemas junto do grupo. ora e o que fazem pequenos e grandes filósofos quando estão perante problemas? dedicam o seu tempo a resolvê-los.

 

no final foi pedido ao grupo que dissesse algo sobre o trabalho que tínhamos feito: "foi bom, eu gostei, mas estivemos muito apressados e agitados e não ouvimos bem as coisas". 

houve até quem confessasse que gostaria de repetir este jogo da filosofia.

 

 

 

e por Abrantes continuamos a filosofar com os mais novos

tumblr_pi4u6oTBV81qhzqx6o1_500.jpg

a pressa é inimiga da prática da filosofia. e isso é uma das coisas que se tenta transmitir aos mais novos, quando estamos numa oficina de filosofia. não há que ter pressa em pôr o braço no ar ou em falar, sem que tenha sido dada a palavra. há que ouvir as perguntas até ao fim, as ideias até ao fim. não devemos ter o braço levantado quando estamos a ouvir um colega. porquê? porque enquanto fazemos isso não estamos verdadeiramente a ouvir, mas sim focados no que temos a dizer. ora, na filosofia (repito) não temos pressa. há que desfrutar do diálogo, com calma, com os braços poisados na mesa ou em cima dos joelhos, para que nos concentremos no que está a ser dito pelos outros. 

tumblr_pi4uk3DEmv1qhzqx6o1_500.jpg

numa das turmas do Sardoal e ao enunciar o tema do festival de filosofia de Abrantes lembrei-me de fazer uma pergunta à turma do 4º ano: "o que teria passado pela cabeça dos senhores que fizeram o festival ao propor um tema destes, para ser trabalhado por crianças de 9 anos?" - de uma forma mais simples: "que interesse tem este tema para as crianças da vossa idade?"

e lá partimos na investigação, orientados por esta pergunta e por outras que fomos registando no quadro: no final de uma hora o quadro estava cheio de ideias!

tumblr_pi5327J6Fe1qhzqx6o1_500.jpg

na Chainça o desafio foi diferente: pensar a partir de uma imagem do jogo Wonder Ponder e tentar responder à pergunta: quem gostarias de ter como professor: uma pessoa ou um robot?  porquê? (sempre os porquês, não é?)

o carácter de imperfeição de ser pessoa foi assinalado por um dos meninos: "temos falhas, todos temos falhas e servem para aprender para a próxima vez não falharmos." a professora da sala, que é uma pessoa, às vezes até parece uma máquina pois faz imensas coisas ao mesmo tempo, para chegar aos 24 alunos que trabalham consigo diariamente. como podem ver pela imagem, houve mais pessoas a escolher o robot do que a pessoa. infelizmente não tivemos tempo para continuar a reflexão e tivemos de terminar com uma boa espreguiçadela: é que isto de pensar, cansa!

tumblr_pi4unoIih41qhzqx6o1_500.jpg

e quais foram as razões apontadas pela turma do 4º ano para dizer que o tema "IA, o trabalho e humano" é um bom tema para trabalhar com crianças de 9 anos? eis as razões:

- aprendemos mais coisas e ficámos a saber melhor o que era I.A.;

- tirámos muitas dúvidas;

- pudémos evoluir de nível na inteligência;

- fizemos muitas perguntas e com isso aprendemos mais;

- aprendemos um pouco de filosofia;

- divertimo-nos ao mesmo tempo que aprendemos.

conforme prometi aos alunos, vou passar a informação aos "donos do Festival" que assim podem ficar muito mais descansados pela escolha do tema: é um bom tema e as crianças de 9 anos interessam-se por ele. e até deixam perguntas como:

"quando nós somos bebés, a I.A. interfere connosco?"

 

 

 

"é um robot e ao mesmo tempo uma menina"

46118439_2346601538743858_2956141250132049920_n.jp

o tema do festival de filosofia de abrantes é "inteligência artificial, trabalho e o humano". por esse motivo, as oficinas de filosofia que iremos proporcionar às crianças das escolas do concelho giram à volta deste tema. tendo em conta que a Sophia the Robot é uma figura conhecida de muitos, uma vez que aparece na publicidade da televisão (e não só), a provocação de hoje foi responder à pergunta:

"o que é isto?" - acompanhada da imagem da Sophia.

a ideia que motivou o diálogo foi "é um robot e ao mesmo tempo uma menina". como é possível algo ser um robot e uma menina (humana) ao mesmo tempo? 

partimos em busca daquilo que a Sophia tem de humano e daquilo que a Sophia tem de robot.

houve muitas ideias sobre o assunto; para alguns a Sophia tem uma pele de humana, mas só na parte de cima.  tem fios e é feita de metal - e daí que o J. tenha defendido que ela não pode ser meio humana, pois a pele sua (transpira) e depois isso ia estragar os circuitos e avariar a Sophia. a Sophia não pode morrer, como os humanos, só pode ficar estragada. ela não tem órgãos como nós, mas pode ser arranjada, se avariar. 

depois de algum tempo a investigar se a Sophia era parecida com os humanos, chegou o momento de inverter o diálogo: e nós, humanos, somos parecidos com a Sophia?

e tu? o que é que TU pensas sobre isto?

 

ontem, na Biblioteca Municipal António Botto

 

"ia ficar baralhado com quatro cérebros, pois cada cérebro ia ter uma ideia diferente"
"dar uma resposta errada dá para tentar de novo até conseguirmos"
"é importante ter a resposta certa para os pais verem a nossa maturidade e para decidirem se passamos de ano" 
“há pessoas que têm cérebro mas até parece que não têm”

oficinas de filosofia com pais e filhos (7-10 anos)

 

filoabrantes

 

"o nome é importante para dizer que é uma pessoa"
"a senhora robot chama-se Sophia. tem nome. tem alguma coisa de pessoa?"
"uma pessoa anda e o robot é comandado."
"as pessoas não podem ser robots, não têm chip."
"e um cão que tem chip passa a ser robot?"

oficinas de filosofia com pais e filhos (3-6 anos)

 

filo_abrantes

 

*

 

estes são alguns relatos dos diálogos de ontem, na Biblioteca Municipal António Botto. estas oficinas estão integradas na programação do Festival de Filosofia de Abrantes, que começou no dia 9 e terminará no dia 18 de novembro.

 

é a segunda edição deste Festival que acontece no mês em que se comemora o dia mundial da filosofia, que este ano calha no dia 15 de novembro.

 

participar neste festival é um privilégio e uma honra: por um lado, permite-me estar com quem, como eu, gosta de pensar e de observar pontos de vista diferentes, sobre um mesmo assunto; por outro lado, tenho oportunidade para contribuir para que o trabalho da filosofia para/com crianças seja divulgado, junto das escolas. 

 

 

 

revi a Lara Sayão, que veio partilhar connosco a experiência das Olímpiadas da Filosofia e que trouxe alguns livros que passam a fazer parte da minha Biblioteca pessoal. um deles é da Vanise de Cássia de Araúho Dutra Gomes, que tive o prazer de conhecer no ano passado, no ICPIC, em Madrid. 

a vida é muito isto: diálogo, partilha e (re)encontros. o Festival de Filosofia de Abrantes permite isso (e muito mais).

 

 

Humanos, demasiado humanos, “assim assim” ou nem por isso?

wonder-ponder.jpg

 

O desafio? Realizar oficinas de filosofia, para crianças entre os 3 os 12 anos, a propósito do Festival de Filosofia de Abrantes, cujo tema é A inteligência artificial, o trabalho e o humano. Nesse sentido, procurei inspiração no jogo "I, Person", da dupla Duthie & Martagón. Levo na mochila provocações para pensar a relação entre as pessoas e os robots, procurando o que temos em comum e o que nos diferencia. 

 

Depois de ter passado três dias na Web Summit e depois de ter moderado uma conversa, na Fundação Portuguesa das Comunicações, na companhia do João Romão e da Ana Teresa Freitas, sobre Inteligência Artificial e Ética - acreditem, tenho muitas perguntas a incomodar-me, sobre estes temas. Por exemplo: por que razão queremos tanto que os robots se pareçam com os humanos? 

 

45826250_10156964986523969_5258008107472125952_n.j

 

Até 18 de Novembro, Abrantes é o local onde a Filosofia vai sair à rua, questionando, incomodando, procurando perguntas e respostas que nos aproximem da humanidade. 

 

 

 

 

 

 

de volta à escola

back_to_school

estudar, aprender, investigar: estes são alguns dos verbos que pratico constantemente, de modo mais ou menos formal. de tal forma que, uma vez, a minha afilhada (agora com 15 anos, na altura com uns 6 ou 7) me perguntou se eu algum dia ia deixar de ir à escola. disse-lhe prontamente que tinha dúvidas que isso acontecesse, pois gosto mesmo de estudar e de aprender.

também gosto de partilhar o que aprendo e o que investigo; ao partilhar isso com os outros, crio uma oportunidade de diálogo, de crítica, de olhar para outras perspectivas que até então não tinha considerado.

2018 é o ano em que comemoro 10 anos de filocriatiVIDAde no mundo e o ano em que regresso à casa onde materializei o meu amor pela filosofia, ingressando na licenciatura que mudou a minha vida. na altura desconhecia que, um dia, ia estar ligada à filosofia aplicada e, sobretudo, à filosofia para crianças e jovens.

este regresso à Universidade Católica, como docente na Pós Graduação em Filosofia para Crianças e Jovens tem um sabor especial, pois traz memórias e também a confiança no futuro da filosofia para crianças e jovens em Portugal. há muito para fazer, nesta área e este é um contributo sólido e estruturado, a par de outros como o mestrado em Filosofia para Crianças na Universidade dos Açores. e por falar nisso, já vos contei que a tese foi submetida? e que em 2019 haverá lugar a provas públicas? 

 

a-filosofia

e já que estamos a falar de filosofia, recordo-vos que novembro é o mês em que se assinala o dia mundial da filosofia. este ano volto a marcar presença no festival de filosofia de Abrantes, onde vou orientar oficinas de filosofia com a pequenada. o programa é muito rico e inclui café filosófico e vários momentos de diálogo que acontecem pela cidade, junto das pessoas. 

 

 

 

 

da aldeia para o mundo: comunicação apresentada no III CICA

joana_rita_sousa.jpg

 

nos dias 25, 26 e 27 de Outubro realizou-se em Ponta Delgada, na Universidade dos Açores (UAc), o III CICA (Congresso Internacional Interdisciplinar da Criança e do Adolescente). 

a minha relação com os Açores sempre foi muito filosófica: foi no Faial que comecei a dar formação de filosofia para crianças e criatividade, em 2008, já estive em Angra do Heroísmo para comunicar num Encontro organizado pela UAc, fui (e ainda sou!) aluna do mestrado de filosofia para crianças. 

em 2016 participei no I CICA e, tendo falhado no ano passado, este ano apresentei proposta de comunicação sobre a minha experiência na Rádio Miúdos, com o programa Filosofia é Coisa para Miúdos. não podendo estar fisicamente em Ponta Delgada, fiz a minha apresentação via zoom.

 

2018-10-27 12.36.05.jpg

 

esta semana que passou foi intensa: entreguei (FINALMENTE!) a tese de mestrado e preparei-me para esta comunicação que, olhando para a tese, foi ligeira e até serviu para descontrair um pouco.

o mês de Novembro traz consigo o Festival de Filosofia de Abrantes para o qual fui convidada para dinamizar as oficinas de filosofia, para crianças (junto das escolas do concelho) e também para famílias.

vai ser um mês em cheio, com muita filosofia! 

 

 

 

filosofar no festival de filosofia de abrantes

a biblioteca antónio botto acolheu as turmas do 1º ciclo, de abrantes e do sardoal, que se juntaram ao festival da filosofia de abrantes. eu e a renata sequeira também tivemos a oportunidade de ir às escolas para filosofa com os cachopos. 

foram vários os temas e as perguntas que serviram de provocação ao pensar, a saber:

 

o que é uma pessoa?

"coisas" que existem / "coisas" que não existem

o que é uma pergunta?

o lobo mau é mau?

perguntas com sentido / perguntas sem sentido  

 

 

tumblr_ozd112RxSa1qhzqx6o1_500.jpg

o trabalho pontual 

 

neste casos em que o trabalho é pontual e a oportunidade para trabalhar com estas crianças é única, a minha opção é a de levar meia dúzia de jogos que funcionem como provocação filosófica para as crianças. aconteceu, numa das oficinas, que o tema trabalhado surgiu a partir de uma partilha espontânea da história do capuchinho vermelho e do lobo mau. afinal, o lobo mau é mau ou faz coisas más? - foi esta a grande questão que serviu de orientação ao nosso diálogo. 

 

a minha postura enquanto facilitadora também passa por acelerar algumas coisas no sentido de haver uma experiência efectiva do diálogo filosófico. sim, há momentos de conversa - os primeiros minutos servem para dizermos os nossos nomes e enquadrarmos a actividade. brincamos com a palavra filosofia, por exemplo. o que é? já ouviram falar? e o jogo ou a pergunta aparecem no centro, para que haja lugar ao diálogo.

 

nestes momentos é visível quando o grupo já tem uma prática de diálogo, de cumprimento das regras (dedo no ar, esperar pela vez, parar para pensar). quando essa prática não existe, há algum caos que o facilitador tem que gerir. se não nos ouvirmos, não conseguimos pensar e conjunto. se colocamos o braço no ar quando a pergunta vai a meio: será que sabemos mesmo responder? 

 

tumblr_ozf8moJqb01qhzqx6o1_500.jpg

 o que é uma pessoa: o félix, sempre o félix

 

no jogo "o que é uma pessoa?" há uma personagem que desempenha um papel fundamental. é o félix, o meu cão rafeiro, adoptado na uppa e cuja fotografia faz parte dos elementos deste jogo. perante a indicação de alguns critérios perante os quais o félix "passou" como pessoa e perante o conhecimento de que ele é um cão e que apresenta diferenças face às pessoas; após este percurso, surgiu a pergunta:

"e se criarmos um círculo no meio para arrumar os mais ou menos (=os que são pessoa e não são pessoa ao mesmo tempo)?"

e eis que o sr. venn (os dos diagramas) foi convidado para uma oficina de filosofia, com alunos do 1º e do 2º ano

 

tumblr_ozf8tuWFGB1qhzqx6o1_500.jpg

porquês!

 

"o porquê é importante porque às vezes temos ideias e não sabemos explicar."
"com o porquê não dizemos as coisas ao calhas, temos mesmo que pensar."

 

*

 

foi uma semana intensa, com muitos desafios para pensar. não me canso de dizer que, para mim, este trabalho é divertido e um óptimo ginásio para os músculos do meu pensamento. 

 

nesta primeira edição do festival de filosofia de abrantes (e digo primeira pois espero que se sigam outras) houve lugar a filosofia espalhada pelas montras da cidade, instalações artísticas, performances de teatro, debates, leituras. o programa foi recheado de bons momentos e só posso dar os parabéns à organização, pelo convite, pelo acolhimento e pela boa energia com que "contaminaram" os abrantinos e todos aqueles que passaram pela cidade, de 10 a 19 de novembro.

 

até breve, abrantes!

 

a filosofia, esse mar de porquês e de perguntas. e sabe tão bem navegar em boa companhia!

oficinas de filosofia, para crianças, em abrantes

tumblr_ozcuu00r4L1qhzqx6o1_500.jpg

 

tumblr_ozd112RxSa1qhzqx6o1_500.jpg

 

a filosofia está espalhada um pouco por toda a cidade de abrantes: nas montras, na praça, na biblioteca, nas escolas.

hoje tive a oportunidade de trabalhar com duas turmas do 1º ciclo, sobre os temas "o que é uma pergunta?" e "de onde vêm as coisas?" 

 

mais importanto do que aquilo que dizemos, em jeito de "conclusão" ou de "resposta" é mesmo o processo que nos leva até lá. esse só é possível reproduzir na sua inteireza quando a oficina é gravada e depois transcrita. sem ter condições para tal, limito-me a registar, em folhas, alguns dos pontos que nos fizeram avançar ou não, no diálogo. e sim, também "arquivo" ideias e perguntas. eis algumas: 

 

"o tempo existe porque os humanos tiveram a ideia de construir relógios."

 

 

"o tempo vem da invenção humana."

 

 

"quando a primeira pessoa do mundo nasceu, o tempo começou a existir."

 

 

"o relógio pode estar a funcionar e não haver tempo"

 

como é que sabemos que o tempo existe?

"vemos pelo dia e pela noite, e depois o dia e a noite"

(ao que o G. diz)

"o tempo que se decida, está sempre a mudar!"

 

 

 

 

no instagram ou no twitter, acompanhem a hashtag 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

@ creative mornings lx

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2006
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D