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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de filosofia e de criatividade, para crianças, jovens e adultos / formação para professores e educadores (CCPFC) / mediação da leitura e do diálogo / cafés filosóficos / #filocri

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de filosofia e de criatividade, para crianças, jovens e adultos / formação para professores e educadores (CCPFC) / mediação da leitura e do diálogo / cafés filosóficos / #filocri

formação 25h - filosofia para crianças - acreditação CCPFC

joana rita sousa, 27.09.22

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Este curso oferece momentos de reflexão e atividade sobre a temática Filosofia para/com Crianças e Jovens. Permitirá aos educadores e professores criar momentos que permitam às crianças e aos jovens desenvolver competências de diálogo, fazendo uso de ferramentas filosóficas para exercitar os pensamentos crítico e criativo.

📍 curso online, 25h (síncronas e assíncronas)

📍 formadora: Joana Rita Sousa / acreditação CCPFC

📍 informações junto da Casa do Professor

 

"Estamos a preparar estas crianças para que futuro?" - Carlos Neto

joana rita sousa, 12.09.22

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"Qualquer disciplina pode ser feita de forma activa; pode ser feita com instrumentos que eu coloco na mão dos alunos e eles vão investigar e explorar, vão pensar, fazer projectos, trabalhar em conjunto e descobrir o conhecimento. O conhecimento não se impõe, descobre-se da mesma maneira que o ensino não se faz por pontos finais, mas por vírgulas. Faz-se por perguntas e não por respostas.

As escolas têm de ter uma atitude de descoberta e reflexão para que todos aprendam que a complexidade e a incerteza são elementos fundamentais para pensar no futuro. As escolas não são prisões, têm de abrir os muros, abrir as salas, sair lá para fora. Repare, pintar uma árvore dentro da sala é completamente diferente de ir lá para fora e pintar a árvore real. A sociedade está a mudar, temos à porta o 5G. Dentro de poucos anos teremos uma robotização da sociedade, provavelmente o número de horas de trabalho irá diminuir."

 

para ler no Público: entrevista de Carlos Neto, especialista em Motricidade Humana. 

regresso às aulas, regresso às rotinas

joana rita sousa, 08.09.22

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estamos de regresso às rotinas da escola: há material para comprar, horários para consultar, rotinas novas para criar. 

__

para as pessoas educadoras e professoras, Setembro marca o início de uma nova aventura, por vezes com caras novas, por vezes com caras conhecidas.

seja qual for o caso, recomendo que os primeiros dias de encontro na sala de aula sejam vividos com calma e com tempo para que todos se possam conhecer.

algumas perguntas que podem ajudar: 

- como te chamas? como gostarias de ser tratado/a?

- o que gostas de fazer? o que não gostas de fazer? 

- podes partilhar uma coisa que te tenha acontecido durante as férias?

consoante as idades e os grupos, estas perguntas podem ser feitas oralmente, por escrito ou até com o recurso a um desenho ou outra actividade de expressão artística. também poderá pedir às crianças / aos jovens que se apresentem através de um objecto, por exemplo, um objecto que está na sala ou algum objecto que possam trazer de casa.

as educadoras e os educadores, as professoras e os professores também deverão responder a estas perguntas. 

o início do ano também pode marcar o diálogo e a tomada de decisão sobre as regras que queremos ter na nossa sala, convidando as crianças e os jovens a participar nesta tomada de decisão. podemos avaliar as regras mais importantes, aquelas que são secundárias e também deixar algumas "de lado" para ver se são verdadeiramente importantes ou úteis para podermos trabalhar colaborativamente durante o tempo de aulas. 

__ 

a minha recomendação para as famílias passa também pela paciência e por evitar a pressa em adquirir as rotinas (sejam os horários ou os materiais). procurar respeitar o ritmo de cada um é desafiante, bem sei - mas é possível. 

o diálogo poderá ajudar, por exemplo, no momento de regresso a casa após um dia no jardim de infância ou na escola. eis algumas perguntas que podem ajudar a evitar o "como correu o dia?" e nos permitem ter mais informação e pensar mais demoradamente sobre o que aconteceu:

- aprendeste alguma coisa nova? 

- fizeste algum/a amigo/a?

- houve alguma situação que te deixou mesmo contente? 

- houve alguma situação que te deixou preocupado/a?

- fizeste alguma pergunta hoje?

- alguma coisa te deixou confuso/a?

- daquilo que aprendeste, há alguma coisa que gostasses de investigar ainda mais?

- podes ensinar-me uma coisa que tenhas aprendido?

 

escolha uma destas perguntas para cada dia da semana e pode até ir registando as ideias num diário que pode partilhar com o/a seu/sua filho/a. 

 

*

no site edutopia encontra alguns artigos que podem ajudar a lidar com estes momentos que podem trazer alguma ansiedade, além de alegria e de desafio.

eis as minhas sugestões de leitura: 

- 15 Questions to Replace ‘How Was School Today?’ (Elena Aguilar

- The First 5 Days: The Key to Success (Cheryl Abla

- When Young Children Return to the Classroom (Alissa Alteri Shea)

- Back-to-School Resources for Parents (Matt Davis)

 

*

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ideias loucas (?) para mudar a educação

joana rita sousa, 08.07.22

 

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tropecei num artigo de Terry Heick intitulado 50 crazy ideas to change education e dei por mim a pensar: WOW. aqui estão algumas ideias bastante provocadoras, que abalam as nossas ideias de sala de aula, de relação entre professores e alunos, de escola. 

 

(...) most of these are about education as a system rather than learning itself, but that’s okay. It’s often the infrastructure of learning that obscures anyway. Few of them may work; even fewer would work together, and that’s okay too. As long as we’re dreaming anyway, let’s get a little crazy.

o que aconteceria à educação (e à instituição escola) se algumas destas ideias fossem implementadas?

vejamos algumas das ideias loucas (?) que o autor sugere: 

📌 pedir aos alunos que estabeleçam os seus próprios critérios de qualidade;

📌 permitir que os alunos usem os smartphones em sala;

📌 a presença dos alunos deixaria de ser obrigatória e teríamos de fazer das salas de aula os lugares onde os alunos querem estar; 

📌  praticar a  honestidade e admitir quando as coisas não funcionam, são aborrecidas ou são uma perda de tempo;

📌 promover a literacia, a criatividade e a brincadeira no ensino básico;

📌 permitir que os professores desenhem o seu próprio desenvolvimento profissional;

📌 optar por canais do YouTube ou listas de reprodução digitais/vídeos actualizadas e seleccionadas, em vez de livros didáticos;

📌  abandonar a avaliação de 1 a 20  ou de 1 a 5; no máximo, mude para 0, 1, 2 – não concluiu o trabalho, concluído sem atender aos critérios de qualidade, concluído atendendo aos critérios de qualidade.

📌 permitir que os alunos decidam o que querem e o que não querem aprender; insistir apenas para que aprendam alguma coisa.

 

eis as minhas sugestões loucas (?):

📌 eliminar as mesas e cadeiras das salas de aula e adoptar cadeiras com rodinhas e mesa para permitir o movimento em sala;

📌  eliminar o ruído nos corredores e nas salas de aula, investindo em soluções de melhoria da acústica (o Manuel Faria fez uma ted talk sobre o tema);

📌 abandonar os manuais escolares, permitindo que cada turma crie o seu próprio manual (ou diário gráfico) colectivo e individual, ao longo do ano;

📌 eliminar os testes e introduzir outras formas de avaliação, de autoavaliação e de heteroavaliação;

📌 envolver as famílias sempre que possível;

📌 abandonar as festas de finalistas e de final de ano lectivo que servem de montra e não de encontro entre famílias e escola;

*

será que conseguimos transformar estas ideias loucas em realidade? será que podemos adaptar alguma destas ideias loucas e aplicar? 

que ideias escolheria?

que outras sugestões teria?

partilhe nos comentários! 

 

 

“Praticar a boa filosofia é a melhor ligação à cidadania. É a arma mais eficaz e pacífica contra a desinformação."

- Augusto Santos Silva, na sessão de abertura do Parlamento dos Jovens

joana rita sousa, 31.05.22

FUGcDU2WQAAqVnt.jpgfonte: Twitter

 

O impacto da desinformação na Democracia - o tema do Parlamento dos Jovens, 31 de Maio de 2022 

Como contrariar o impacto da desinformação na Democracia? Sermos nós a pensar pela nossa cabeça, a pensarmos em conjunto e de forma organizada. Essa é a melhor arma contra os factos alternativos e a pós-verdade. (Augusto Santos Silva) 

 

o Pedro Figueiredo alertou-me para esta sessão com o seguinte tweet:

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o discurso completo pode ser ouvido aqui. logo no início Augusto Santos Silva, Presidente da Assembleia da República elogia o lado prático da filosofia, fazendo referência a Kant, Descartes e Sócrates (entre outros). Santos Silva sublinhou ainda a importância do diálogo e do pensamento colaborativo no exercício da cidadania. 

gostaria de um dia conversar com Augusto Santos Silva para partilhar o que tem vindo a ser feito em Portugal no âmbito da filosofia aplicada: cafés filosóficos, filosofia no jardim de infância, 1.º, 2.º e 3.º ciclos. pelo seu discurso de hoje talvez até já conheça bem o que se faz - eu é que assumo sempre que a filosofia aplicada é algo novo para a grande maioria das coisas. 

 

Não se aprende filosofia, mas a filosofar, já disse Kant. A filosofia não é um conjunto de ideias e de sistemas que possamos aprender automaticamente, não é um passeio turístico pelas paisagens intelectuais, mas uma decisão ou deliberação orientada por um valor: a verdade. É o desejo do verdadeiro que move a filosofia e suscita filosofias. (Marilena Chaui, Convite à Filosofia, p. 112)

 

durante o ano lectivo 2021/2022 tive oportunidade de passar por algumas escolas e trabalhar a questão da desinformação com alunos do ensino secundário, através do diálogo filosófico. 

 

"agora, não"

- reflexão sobre a infância e a adultês [dia mundial da criança]

joana rita sousa, 31.05.22

 

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O Dia Mundial da Criança

Celebra-se amanhã o Dia Mundial da Criança e a data tem particular significado para a filocriatividade: afinal, este projecto move-se com e pelas crianças.

O movimento iniciado por M. Lipman e Ann Sharp entre 1960 e 1970 provocou um olhar diferente face à criança. A filosofia para/com crianças parte da ideia de que a criança é capaz de pensar, que tem algo a dizer sobre o mundo, seja em forma de pergunta ou em forma de resposta.

 

A filosofia para/com crianças no mundo

São inúmeros os projectos, as associações, as escolas, as instituições que acolhem a filosofia para/com crianças, um pouco por todo o mundo. Em 2016 conversei com algumas pessoas de vários pontos do globo para saber como pensam e como trabalham a filosofia para crianças. Faço parte de um grupo de diálogos filosóficos internacional que acolhe pessoas de 16 países.

 

A voz da infância num mundo adulto

Inspirada pelas experiências internacionais, criei duas iniciativas que pretendem apoiar as pessoas que estão a trabalhar na área, em Portugal: Diálogos Filosóficos e Grupo de Estudos e Leitura #filocri. Faço-o, pois considero que é fundamental que num mundo onde a adultês impera, a criança nem sempre tem uma palavra, nem sempre é ouvida.

 

As pessoas adultas decidem muitas coisas pelas crianças – e com boas razões, entenda-se – mas nem sempre as escutam nesse processo de decisão. De tal forma que o CNE lançou uma recomendação nesse sentido. Escutar parece algo muito óbvio e corriqueiro – será que escutamos verdadeiramente?

Pode a filosofia dar algum contributo para afinar essa escuta?

 

Criar espaços de escuta e de diálogo

São várias as actividades promovidas pela filocriatividade no sentido de criar um tempo e espaço para a escuta da infância. Um exemplo disso são as oficinas de perguntas para famílias, onde pessoas adultas e crianças são convidadas a perguntar, a responder, a problematizar – de igual para igual. Outro exemplo: o #filopenpal ou os desafios filosóficos que são enviados via CTT ou partilhado num documento online para que as famílias possam pensar em conjunto. O Clube de Leitura em Voz Alta #filocri que funcionou em formato online em 2020/2021.

 

“Nunca pensei que a minha filha tivesse coisas destas para dizer. Foi uma descoberta para mim”, disse-me uma mãe à saída de uma oficina na qual dialogámos sobre “podes fazer tudo aquilo que queres?”.

 

O diálogo assume um carácter de encontro e de troca e para tal é fundamental a disponibilidade para pensar, escutar e falar (Peter Worley) com os outros, sejam crianças ou jovens ou adultos, de igual para igual.

 

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Provocações literárias para pensar: escutamos a infância?

 “Agora não, Tiago”

O livro de David Mackee é uma excelente ilustração da invisibilidade à qual a infância está sujeita. Agora não. Agora não. E de repente o Tiago já não está lá e ninguém dá conta. Agora não. Agora não.

Então... quando?

 

Whatever you want / Cruelty Bytes

Ellen Duthie e Daniela Martagón provocam-nos com cenas provocadoras entre a infância e a adultês. “Agora ficas aqui a pensar na tua vida” – é uma frase comum, enunciada por pessoas adultas, quando a criança se porta mal. E quando se porta bem? Não pensamos na vida nesses momentos? E o que é isso de portar bem ou mal?

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Sugestões para praticar escutar a infância

Crie um diário de perguntas para a família (ou para a sua turma). Diariamente registem uma pergunta: cada um regista a sua pergunta e deixa um espaço em branco por baixo dessa pergunta. No final do primeiro mês, voltam à primeira pergunta e iniciam um diálogo sobre a pergunta, procurando arriscar respostas e/ou investigando o tema, o problema que essa pergunta traz dentro de si.

Recomendação para as pessoas adultas: evitem a precipitação de querer responder ou de julgar se a pergunta é tonta ou não. Escutem a pergunta e deixem-se perguntar por ela.

 

Além do #filopenpal e das oficinas de perguntas para famílias, acompanhe o blog e as demais redes sociais da filocriatividade. Diariamente partilho conteúdos e faço uma curadoria de recursos e de ideias que podem ser úteis para esta prática. Convido-o/a a subscrever a newsletter para receber sugestões no seu e-mail.

 

Um exemplo desses recursos são as Home Talks (Diálogos em Casa) que estão disponíveis gratuitamente em inglês, espanhol e português.

 

Outras sugestões para as pessoas adultas

As #ComunidadesCriativasFILOCRI e o #ClubeDePerguntas são actividades regulares que permitem a prática do pensamento crítico e criativo. Por vezes participam famílias, porém a grande maioria das pessoas que subscrevem estas actividades são adultas e algumas delas trabalham com crianças e jovens.

Numa altura em que o pensamento crítico é uma espécie de bandeira no perfil do aluno, nos planos curriculares, aqui e ali, dentro e fora da escola, importa perguntar: e as pessoas educadoras e professoras sabem o que é pensamento crítico? Sabem como trabalhá-lo? Sabem como propô-lo aos seus grupos de crianças e de jovens?

Estas actividades procuram responder a estas perguntas e proporcionar um espaço e tempo para que a pessoa adulta possa treinar o seu pensamento crítico e assim promover momentos de prática com as crianças e os jovens.

 

Uma pergunta final

Quando foi a última vez que escutou a infância? O que escutou?

sugestões para alimentar a curiosidade das crianças - e a sua!

joana rita sousa, 28.05.22

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  • pergunte à criança o que pensa sobre o mundo à sua volta
  • inclua actividades culturais nas suas rotinas, como por exemplo visitas a museus ou a exposições
  • encare o erro como algo que faz parte da aprendizagem e também do processo criativo
  • promova experiências novas, como comer um alimento novo ou inventar uma receita
  • admita respostas que não correspondem às suas expectativas: "nunca tinha pensado nisso! podes explicar melhor?"
  • incentive a criança a colorir fora dos traços
  • faça perguntas à criança e aproveite para arriscar respostas
  • valorize as ideias das crianças ou as suas sugestões para resolver problemas

 

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pensamento crítico

- o olhar de David Erlich

joana rita sousa, 25.05.22

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hoje o David Erlich e o Ludwig Krippahl participam no 2.º Encontro Nacional Autonomia e Flexibilidade Curricular (AFC) – 2022 num painel dedicado ao tema: "desenvolver o pensamento crítico em linha com o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória".

o David partilhou no linkedin a síntese da sua intervenção: 

 

O termo crítico provém do grego kritikós e remete para a capacidade de julgar, discernir, escolher. Partindo desta origem etimológica e passando pelas competências descritas no Perfil dos Alunos, a apresentação focar-se-á na concretude pedagógica, procurando encorajar o abandono de práticas inibidoras do pensamento crítico e a adoção de práticas que o propiciem.

No contexto de aprendizagem em que o pensamento crítico é prioritário, aprende-se para algo e não porque tem de ser. O conhecimento é interiorizado mais pela descoberta e debate do que pela mera memorização. As atividades proporcionam hipóteses de escolha e personalização. A sala de aula torna-se mais parecida a uma assembleia, onde todos podem comunicar com todos, do que a uma fábrica, onde o professor-capataz é o único que a todos vê. A interação entre o estudante e os materiais deixa de ser solitária, passando a ser mediada pela colaboração em grupo, que aprende cooperativamente. O certo e o errado ascendem como evidência racional e não como ditame. E o professor é mais um orientador que convida à partilha organizada do que um instrutor que pede obediência. É, pois, no concretizar destas prementes mudanças que a intervenção incidirá.

o evento será transmitido em streaming. saiba mais aqui

do jardim de infância à escola secundária

joana rita sousa, 11.05.22

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as últimas duas semanas foram agitadas e sobretudo viajadas. tive a oportunidade de estar com crianças e jovens dos mais diversos contextos de ensino: jardim de infância, segundo ciclo e secundário. viajei até Torres Novas, Molelos, Venda do Pinheiro e Odivelas.

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estas viagens incluíram projectos de continuidade e também oficinas pontuais de filosofia. há algo comum nestes trabalhos e que tem a ver com a razão para eu viajar até Torres Novas ou até Molelos: as pessoas. a mãe que me recomendou por acompanhar o meu trabalho na internet ou a professora que frequentou uma das minhas formações e sugeriu o meu nome. numa palavra: recomendação. que precioso que é o passa palavra!

e que precioso que é ouvir a professora Ana a dizer que a minha newsletter é muito útil e que tem aproveitado várias das sugestões nas suas aulas.

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a filocriatividade foi um projecto itinerante desde o 1.º momento e essa característica tem-me permitido conhecer várias escolas, diferentes práticas, muitas pessoas (miúdas e graúdas) e também cidades, vilas e aldeias um pouco por todo o país (continente e ilhas). 

nos últimos anos tenho viajado muito através do zoom, o que é igualmente enriquecedor.

*

a quem recomenda o meu trabalho: muito obrigada!

 

[se pretende saber mais sobre uma eventual visita da filocriatividade à escola dos seus filhos, na biblioteca municipal ou noutros espaços, peço que preencha este formulário]

 

 

 

comemorar a criatividade!

- dia mundial da criatividade, 21 de abril

joana rita sousa, 21.04.22

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assinala-se hoje o dia mundial da criatividade. há inúmeras actividades a acontecer por esse mundo fora -e  algumas estão à distância de um click! 

aqui ficam algumas sugestões:

- actividades world creativity and innovation week

- actividades Torrance Center Portugal

- home talk / diálogos em casa sobre criatividade (e não só!) em inglês, português e espanhol

- um exercício de criatividade por dia

- 10 minutos de criatividade por dia

- artigo: 3 coisas que podemos aprender com os livros ilustrados

 

subscreva a newsletter #filocri para receber outras sugestões ao longo de todo o ano. 2x por mês envio uma curadoria de textos, de actividades, bem como recomendações de actividades dentro das áreas da filosofia e da criatividade.