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filocriatividade | filosofia e criatividade

>> oficinas de filosofia, para crianças, jovens e adultos >> formação para professores e educadores (CCPFC) >> nas redes sociais: #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

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ideias para fazer em casa

- nos dias de recolhimento

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Posso partilhar consigo algumas ideias para os próximos dias de recolhimento?

Cá vão: 


📌 o #ClubeDePerguntas procura membros para o mês de Dezembro... que tal subscrever e começar já a desafiar-se na "arte de fazer perguntas"?


📖 que tal fazer um concurso de teatro aí em casa, a partir de um livro? Sugiro as "Famílias Destrambelhadas, de Claudio Hochman e @joaovazdecarvalho (@livroshorizonte). Espreite as estantes aí de casa e inspire-se noutro livro!


🤓 se aí em casa há crianças com idades entre os 7 e os 12 anos... que tal participar na Oficina do Platão (online)? Peça informações via mensagem privada!


🕵️‍♂️ se tem curiosidade para saber mais sobre história da filosofia, visite o canal YouTube istonaoefilosofia e comece já hoje a estudar! O curso está disponível gratuitamente.


🧩 para quem pretende treinar a escrita, nada melhor do que visitar o projecto @rewordit_ onde encontra muitos desafios para pensar e escrever, sozinho ou em família!


Divirta-se, descanse e, acima de tudo, mantenha-se em segurança!

P4C in the Time of Corona

- filosofia para crianças e jovens em contexto #covid19pt

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um conjunto de facilitadores e investigadores na área da filosofia para crianças e jovens criou este documento que poderá ser muito útil em tempos "cóvidianos". 

o propósito do documento é bastante claro na primeira página; nunca é demais lembrar que é importante sabermos quais são as regras WHO/DGS nos espaços onde vamos trabalhar. 

a partir deste documento, podemos adaptar algumas das ideias à realidade que encontrarmos no regresso às aulas e/ou aos contextos onde habitualmente levamos a cabo as oficinas de filosofia. 

 

 

 

 

Laboratorio Filosófico sobre la Pandemia y el Antropoceno

- Red Española de Filosofía (REF)

La Red Española de Filosofía (REF) ha decidido crear un Laboratorio Filosófico sobre la Pandemia y el Antropoceno, al que abreviadamente llamaremos el laboratorio, con un triple propósito:

  • Reunir en un archivo o repositorio digital las reflexiones filosóficas escritas y audiovisuales que se vayan publicando en torno a estas cuestiones.
  • Abrir un foro de debate, un espacio de discusión en el que puedan participar todas las personas interesadas de la comunidad filosófica iberoamericana.
  • Informar de noticias sobre la pandemia y el antropoceno que tengan relevancia filosófica o bien se refieran a actividades filosóficas relacionadas con estos asuntos.

 

Para saber como contribuir ou acompanhar este trabalho, visite o website do Laboratório

 

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What Is Freedom? Teaching Kids Philosophy in a Pandemic

Thinking about big questions empowers children to feel more confident about the value of their own i

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“We don’t really need going to school,” Ella Wagar, a 10-year-old from Seattle, told her online peers during a recent Zoom session. “What we really do need are friends. If you don’t have friends, it sucks; you play alone, you eat alone.”

 

leia o artigo completo no The New York Times 

 

 

filosofia em tempos de confinamento e de pandemia

- philosophy in times of lockdown and pandemic

hoje partilho mais dois projectos relativos ao tema filosofia em tempos de confinamento. 

[EN] today I'm sharing two projectos related to philosophy in times of lockdown 

 

PhiloQuests

 

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Natalie M. Fletcher escreveu-me um e-mail para me falar do projecto PhiloQuests:

[EN] Natalie M. Fletcher wrote me an e-mail to tell me about this project:

 

"I just wanted to share our own project during lockdown: It’s called PhiloQuests and represents over a hundred free activities in creative reflection, or what we have to come call “philocreation,”, which is Brila’s approach to the P4C model!

It’s a collaboration between Brila and the Université de Montréal."

 

Como hacemos Filosofia para Niñas, Niños y Jóvenes desde casa? 

 

do México chega este vídeo com o testemunho de educadores dedicados à filosofia para crianças e jovens. 

[EN] arriving from Mexico you can listen to educators and P4C facilitators talking about philosophy and lockdown. 

*

o meu pequeno contributo para parar para pensar, em tempos de confinamento, chama-se #FilosofiaAoVivo, e acontece semanalmente no instagram e no twitter. podem saber mais sobre o projecto através deste artigo publicado no P3 (Público).

[EN]

my little contribution to stop an think in lockdown is called #FilosofiaAoVivo. it happens weekly on instagram and twitter. you can learn more about the project by reading this portuguese article published at the newspaper P3 (Público)

 

 

 

filosofia em tempos de confinamento e de pandemia

- philosophy in times of lockdown and pandemic

em março convidei alguns membros do ICPIC (e não só!) para pensarmos a pandemia e publiquei dois artigos com algumas respostas, que podem ler AQUI e AQUI.

desde então tenho assistido a alguns projectos, na área da filosofia aplicada, que têm levado a cabo este trabalho de pensar a partir do confinamento.

hoje vou destacar dois projectos e agradeço que se conhecerem outros projectos do género que me enviem um e-mail para joana@filosofiaparacriancas.pt 

[EN]

in late march I invited the members of ICPIC (and other P4C communities) to think about the pandemic. at the time i published two articles with some of the answers, that you can read HERE and HERE.

since then i've been watching some applied philosophy projects that have been working around the lockdown state of life.

today i will talk about two projects. if you know other projects about philosophy and questioning around lockdown and the pandemic, please write me an e-mail: joana@filosofiaparacriancas.pt

 

BOÉCIO Epistolar

conheço o Jose Barrientos-Rastrojo há muitos anos. se bem penso, foi das primeiras pessoas que conheci na área da filosofia aplicada. tenho acompanhado o seu trabalho de perto e, em vários momentos, tenho tido a oportunidade de participar nalgumas das suas iniciativas, dentro e fora da academia. tive também o privilégio de poder contar com a sua orientação na dissertação do meu 1.º mestrado (gestão de recursos humanos e filosofia aplicada).

José Barrientos Rastrojo, especialista en Filosofía Aplicada, profesor Titular de la Universidad de Sevilla y director del Proyecto I+D+i de Filosofía Aplicada en Prisiones financiado por la Unión Europea, coordina, desde el inicio de confinamiento en España, BOECIO epistolar. Por medio de este proyecto, presos de reclusorios latinoamericanos ofrecen consejos a occidentales confinados de países Europeos y de fuera del continente.

BOECIO epistolar é um projecto que leva a filosofia para dentro das prisões. em temos de confinamento, pensar liberta? fazer questões pode levar-nos para lá das quatro paredes?

em tempos de confinamento, qual é a diferença entre a minha vida e a vida de um prisioneiro?

 

“El encierro no es tan malo como pensamos. Nos ayuda reflexionar sobre lo que somos, [a ser conscientes de que cuando no estamos encerrados] estamos bien, [reflexionar sobre el hecho de] qué debemos cambiar. Asimismo, el aislamiento te debe de impulsar a valorar las cosas [olvidadas]”.

 

 

Auto-entrevistas em confinamento - I wonder - self interview during lockdown

 

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já acompanho o trabalho wonder ponder há uns anos e recomendo MUITO os seus recursos, provocadores e criativos. 

o que são estas auto-entrevistas? 

é um projecto que convida crianças e jovens, entre os 5 e os 18 anos, a fazer perguntas e pensar acerca da pandemia, do confinamento e do impacto que a #covid19pt teve na sua vida.

as entrevistas podem ser escritas, gravadas (audio) ou ilustradas. 

podem participar crianças e jovens de todo o mundo! 

 

In what ways do you think your situation is similar to being in prison?

I am in confinement and if the police catch you outside, they take you back to confinement.

 

*

o meu pequeno contributo para parar para pensar, em tempos de confinamento, chama-se #FilosofiaAoVivo, e acontece semanalmente no instagram e no twitter. podem saber mais sobre o projecto através deste artigo publicado no P3 (Público).

[EN]

my little contribution to stop an think in lockdown is called #FilosofiaAoVivo. it happens weekly on instagram and twitter. you can learn more about the project by reading this portuguese article published at the newspaper P3 (Público)

 

 

 

Ensino online: uma série com várias temporadas

- ode ao trabalhador do ano, por Tatiana Marques

É a segunda vez que a Tatiana Marques "invade" este blog. Sendo um blog dedicado à filosofia e à filosofia para crianças e jovens, é aberto aos tópicos da educação. 

Uma das coisas que a filosofia para crianças me ensinou foi a questão da sensibilidade ao contexto. É nesse sentido que este texto ganha aqui o seu lugar. 

 

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Como mãe tenho assistido a uma série maravilhosa, todos os dias da semana, das 8:25 às 15:50, não na Netflix mas na Real Life. Esta série chama-se ”Ensino online”.

O enredo no início foi assustador, imprevisível, no ano 2020, onde uma pandemia virou o mundo ao contrário. O clímax da série foi quando foi definido o término do ano letivo, o qual exigia uma solução. A meio da segunda temporada, o desenvolvimento da narrativa começa a ter contornos de uma luz ao fundo do túnel e começa-se a ir em direção a um bom porto.

Os coprotagonistas são as nossas crianças e jovens que já não têm a motivação de se levantarem, tomarem um pequeno-almoço saudável, lavarem-se, vestirem-se e irem para a escola se não for o professor a impeli-los mais do que nunca. Os pais já não os conduzem em direção à escola, no sentido físico, dentro de um carro. Mas no sentido moral, mesmo que com algum trânsito, quero acreditar que todos os Encarregados de Educação levam os seus filhos à escola dentro do seu coração. E estamos agradecidos mais do que nunca pela inspiração que os protagonistas desta história - os PROFESSORES têm sido ao conseguirem encaminhar as nossas crianças em direção da secretária, onde passam grande parte do seu dia sentados, virados para um ecrã pequeno e não têm os colegas para descomprimir com um olhar, uma piada ou o recreio para correr, brincar e respirar. Esta personagem principal costumava ser ator dentro de uma sala de aula, em que a sua plateia são mentes muitas vezes ainda inocentes, ávidas para aprender, que gostam de ter o seu mestre de carne e osso em cima do palco. Agora esse ator está numa tela, à distância, com o som muitas vezes destorcido e com uma assistência completamente esgotada (em todos os sentidos). Este novo público, que inclui figurantes, pode fazer todos os julgamentos possíveis porque não está na pele do herói que é o professor.

Quero acreditar que estes figurantes se irão tornar em personagens coadjuvantes, e juntos ajudar a fazer da escola em casa um modelo compatível de ensino.

Até os heróis têm de sair da sua zona de conforto e reinventarem-se perante as adversidades. Vestiram a capa e agarraram-se a novas plataformas para voarem. Aprenderam da noite para o dia novas formas de comunicação, que mais parecem canções para os nossos ouvidos. E descobriram estratégias mais apelativas, construindo asas para levarem os coprotagonistas a voarem consigo também.

Quando os atores saem de cena, tiram a máscara e aí choram. Choram de frustração, choram pelas dificuldades e exigências. Mas choram sobretudo por não ter a razão de ser de toda a sua vocação perto de si. Há uma linha que os separa, neste caso um ecrã.

Já para nem falar que o protagonista desta história ainda tem de lidar com o antagonista. Os professores embora seres excecionais são pessoas comuns que também têm medo do tão afamado Covid-19, têm receio de ficar doentes por si e pelos seus. Este herói que veste a capa todos os dias agora não pode ficar doente. Agora não tem de acordar tão cedo, percorrer uma longa distância, beber o café à pressa e picar o ponto. Mas tem de ter sempre bateria, Wi-Fi, boa luz, voz afinada e energia para se fazer ouvir e ver num quadradinho. Este herói também tem família que se encontra confinada no mesmo espaço onde é agora a escola. A sua família inclui bebés que choram, gatinham sobre os fios do único meio de ligação ou ficam sentados numa cadeirinha tempo demasiado também. A sua família pode incluir dois ou três filhos que precisam igualmente da sua atenção. Inclui jovens que decidem ter música aos altos berros a meio de um Live. Inclui membros familiares que têm lombrigas e a cada meia hora estão a pedir comida. Inclui cônjuges que não entendem porque é que os educadores têm de cantar tanto e falar de forma tão expressiva. Este protagonista também tem pais e sofre por não os poder abraçar. Já para nem falar da casa que não se arruma sozinha, a comida que se tem de fazer pois não podemos almoçar pão ou cereais todos os dias e a roupa pronta para o Take 2.

Faz-se história nesta série e o desfecho acredito que vá ser feliz.

Aplaudo de pé a interpretação destes protagonistas mais desvalorizados deste país.

E neste Dia do Trabalhador, estimados professores dos meus filhos, e de todos os filhos deste país, aproveitem bem este feriado mais do que merecido para se congratularem e acreditarem que se não fosse o vosso trabalho este país parava.

E não parou mesmo.

Obrigada.

 

filosofia para crianças e #covid19pt

- sugestões de enquadramento para pensar a pandemia

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ontem vi esta publicação no facebook, na página Philosophie pour enfants/Philosophy for Children e resolvi partilhar por aqui, com quem procura enquadramento para a #covid19pt, no âmbito da filosofia para crianças (e, permitam-me acrescentar, para jovens, para adultos e por aí fora). 

esta página pertence ao investigador e facilitador de filosofia para crianças, Michel Sasseville, cuja obra "Penser ensemble à l'école" recomendo.

 

 

"(...) o mundo nunca é o mesmo, é sempre outro."

- uma reflexão do Alves Jana

A compressão provocada pela Covid-19 começa a aliviar. Deixo aqui um pequeno contributo com "pistas" para pensar o Pós-Covid. Cada uma delas merecia um tratado. Não é este o lugar para isso. Nem tarefa para uma só pessoa.


O Pós Covid-19
É fácil garantir que o mundo não será o mesmo no Pós Covid-19, porque o mundo nunca é o mesmo, é sempre outro. Mais ainda quando é sujeito a um terramoto como o actual. Por isso mesmo, é previsível que, após o Covid-19, o novo normal não será a repetição do normal anterior. São generalidades que pouco ou nada dizem. Não nos dizem, por exemplo, se o novo normal será perto ou distante do velho normal. Por tudo isso, mesmo sabendo nós pouco e reconhecendo que se trata apenas de uma exploração através do pensamento, fica aqui um pequeno contributo com pistas para o exercício de tentar responder à questão…


Que efeitos terá a Covid-19 no mundo?


A reorganização dos sistemas de produção, comércio e consumo e resultado das novas dinâmicas empresariais (falências, endividamentos, novos agentes, novos produtos…)
Os impactos no sistema financeiro global e nos agentes sectoriais, incluindo os bancos
Complexidade do mundo e a interligação das nossas relações
A evidência da nossa dependência individual: física, emocional…
A importância visível da ciência
A importância da política e dos políticos
A fragilidade da política populista – depende dos resultados
A fragilidade da democracia – depende dos descontentes e da sua susceptibilidade à mobilização populista
A importância da “participação” dos cidadãos
A fragilidade do nosso modelo ou estilo de vida
A fragilidade ou dependência do sistema económico (ele não é tudo)
O valor da prevenção, do controlo dos processos sociais
A importância do SNS
A relevância social dos comportamentos individuais
A redescoberta (?) do social no bem-estar individual
A importância da prospectiva e da gestão do futuro
A reavaliação pessoal e colectiva do essencial e do acessório
Os efeitos – no trabalho, nas compras, na informação, no entretenimento – das novas competências digitais e dos hábitos adquiridos no mundo digital
A revelação da importância da matemática como ferramenta decisiva no conhecimento, decisão, acção e avaliação dos processos
O novo papel da China e dos EUA, bem como da Europa
Os efeitos políticos na liderança dos EUA e do Brasil, por exemplo, que não serão indiferentes à evolução da pandemia nos respectivos países
A percepção da fragilidade do nosso estilo ou modo de vida
A fragilidade das cidades e as possibilidades do mundo rural como alternativa
A experiência vivida da responsabilidade individual no bem-estar colectivo
A classificação (até à disseminação da vacina) dos mais velhos como grupo de risco
O novo golpe na Providência, no Destino, e o reforço do poder da acção eficaz
A experiência vivida da importância dos afectos, do toque físico, do contacto presencial e do seu inverso, a solidão
A revelação de que somos presas fáceis do medo e de que só estamos disponíveis para mudar sob a força do medo
A reafirmação do poder da Natureza sobre o curso dos acontecimentos
A evidência experimentada entre o desejo e a realidade e a importância de ter em conta a realidade para conseguir conquistar o desejado
A experiência do tempo longo, distendido, mas também do valor do movimento e da agitação
A redescoberta da importância de fazer parte, estar incluído, ser tido em conta
A revalorização do papel objectivo e da importância da comunidade
A evidência de que Wuhan é aqui ao lado e a reorganização da percepção do espaço global
O alerta agora talvez percebido para outros contágios: esta pandemia não é a última nem a mais perigosa; há outras epidemias que merecem atenção (da vinha, do pinheiro, da oliveira…)
A revalorização do gesto simbólico (o papa sozinho na Praça de S. Pedro ou as palmas no hospital à saída de um recuperado…)
A forma como os líderes e as organizações vão reagir às avaliações das medidas adoptadas, que nunca são perfeitas nem indiscutíveis
A nova normalidade não existe como um dado prévio, mas existirá como resultado da acção das várias forças intervenientes. E já sabemos quais são as principais forças capazes de dar forma ao futuro: o conhecimento, a organização e o dinheiro.

 

- o Alves Jana partilhou esta reflexão no facebook. pedi-lhe para publicar aqui, pois considero que pode ser um bom ponto de partida para muitos de nós reflectirmos sobre esse mundo novo que aí vem (que já está no meio de nós?).

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