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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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a investigação filosófica em Abrantes

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a oficina desta manhã seguiu os passos metodológicos do café ☕ filosófico do Tomás Magalhães Carneiro e foi muito positiva a forma como os alunos saltaram do "pensar o conteúdo" para o "pensar a forma" do trabalho da filosofia:

🗣️ "quando chegámos não sabíamos o que era a filosofia e conseguimos fazer a filosofia, sem saber mesmo o que é. fizemos um bom trabalho!" (aluna do 6º ano)

o que fizemos?

fizemos perguntas, perguntámos perguntas às perguntas e arriscámos definições de coisas para poder pensar melhor. 

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da parte da tarde encontrámos um grupo cheio de pressa: muitos braços no ar e muita falta de paciência para esperar pela sua vez. durante esta oficina acabámos por fazer um exercício que permite contrariar a pressa e a vontade de dizer algo, mesmo sem ouvir o que o outro está a dizer.

 

começámos por fazer perguntas sobre uma imagem. depois, foi pedido que dissessem coisas sobre a imagem: é importante treinar o perguntar e o dizer coisas (afirmar). depois deste "aquecimento" foi-lhes proposta uma pergunta, que suscitou problemas junto do grupo. ora e o que fazem pequenos e grandes filósofos quando estão perante problemas? dedicam o seu tempo a resolvê-los.

 

no final foi pedido ao grupo que dissesse algo sobre o trabalho que tínhamos feito: "foi bom, eu gostei, mas estivemos muito apressados e agitados e não ouvimos bem as coisas". 

houve até quem confessasse que gostaria de repetir este jogo da filosofia.

 

 

 

e por Abrantes continuamos a filosofar com os mais novos

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a pressa é inimiga da prática da filosofia. e isso é uma das coisas que se tenta transmitir aos mais novos, quando estamos numa oficina de filosofia. não há que ter pressa em pôr o braço no ar ou em falar, sem que tenha sido dada a palavra. há que ouvir as perguntas até ao fim, as ideias até ao fim. não devemos ter o braço levantado quando estamos a ouvir um colega. porquê? porque enquanto fazemos isso não estamos verdadeiramente a ouvir, mas sim focados no que temos a dizer. ora, na filosofia (repito) não temos pressa. há que desfrutar do diálogo, com calma, com os braços poisados na mesa ou em cima dos joelhos, para que nos concentremos no que está a ser dito pelos outros. 

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numa das turmas do Sardoal e ao enunciar o tema do festival de filosofia de Abrantes lembrei-me de fazer uma pergunta à turma do 4º ano: "o que teria passado pela cabeça dos senhores que fizeram o festival ao propor um tema destes, para ser trabalhado por crianças de 9 anos?" - de uma forma mais simples: "que interesse tem este tema para as crianças da vossa idade?"

e lá partimos na investigação, orientados por esta pergunta e por outras que fomos registando no quadro: no final de uma hora o quadro estava cheio de ideias!

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na Chainça o desafio foi diferente: pensar a partir de uma imagem do jogo Wonder Ponder e tentar responder à pergunta: quem gostarias de ter como professor: uma pessoa ou um robot?  porquê? (sempre os porquês, não é?)

o carácter de imperfeição de ser pessoa foi assinalado por um dos meninos: "temos falhas, todos temos falhas e servem para aprender para a próxima vez não falharmos." a professora da sala, que é uma pessoa, às vezes até parece uma máquina pois faz imensas coisas ao mesmo tempo, para chegar aos 24 alunos que trabalham consigo diariamente. como podem ver pela imagem, houve mais pessoas a escolher o robot do que a pessoa. infelizmente não tivemos tempo para continuar a reflexão e tivemos de terminar com uma boa espreguiçadela: é que isto de pensar, cansa!

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e quais foram as razões apontadas pela turma do 4º ano para dizer que o tema "IA, o trabalho e humano" é um bom tema para trabalhar com crianças de 9 anos? eis as razões:

- aprendemos mais coisas e ficámos a saber melhor o que era I.A.;

- tirámos muitas dúvidas;

- pudémos evoluir de nível na inteligência;

- fizemos muitas perguntas e com isso aprendemos mais;

- aprendemos um pouco de filosofia;

- divertimo-nos ao mesmo tempo que aprendemos.

conforme prometi aos alunos, vou passar a informação aos "donos do Festival" que assim podem ficar muito mais descansados pela escolha do tema: é um bom tema e as crianças de 9 anos interessam-se por ele. e até deixam perguntas como:

"quando nós somos bebés, a I.A. interfere connosco?"

 

 

 

"é um robot e ao mesmo tempo uma menina"

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o tema do festival de filosofia de abrantes é "inteligência artificial, trabalho e o humano". por esse motivo, as oficinas de filosofia que iremos proporcionar às crianças das escolas do concelho giram à volta deste tema. tendo em conta que a Sophia the Robot é uma figura conhecida de muitos, uma vez que aparece na publicidade da televisão (e não só), a provocação de hoje foi responder à pergunta:

"o que é isto?" - acompanhada da imagem da Sophia.

a ideia que motivou o diálogo foi "é um robot e ao mesmo tempo uma menina". como é possível algo ser um robot e uma menina (humana) ao mesmo tempo? 

partimos em busca daquilo que a Sophia tem de humano e daquilo que a Sophia tem de robot.

houve muitas ideias sobre o assunto; para alguns a Sophia tem uma pele de humana, mas só na parte de cima.  tem fios e é feita de metal - e daí que o J. tenha defendido que ela não pode ser meio humana, pois a pele sua (transpira) e depois isso ia estragar os circuitos e avariar a Sophia. a Sophia não pode morrer, como os humanos, só pode ficar estragada. ela não tem órgãos como nós, mas pode ser arranjada, se avariar. 

depois de algum tempo a investigar se a Sophia era parecida com os humanos, chegou o momento de inverter o diálogo: e nós, humanos, somos parecidos com a Sophia?

e tu? o que é que TU pensas sobre isto?

 

continua a investigação no jardim de infância

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na semana passada regressámos às salas do jardim de infância para filosofar.

quando temos a oportunidade de trabalhar em continuidade temos mais tempo para que as crianças se apropriem de algumas ferramentas importantes para que se reconheça o diálogo filosófico.

na última oficina de filosofia recuperámos os temas já tratados, como forma de "aquecimento", antes de começarmos a mergulhar no diálogo. depois disso, na sala dos 4/5 anos estivemos a desenhar ideias tontas e ideias normais. temos vindo a trabalhar esta questão e é difícil explicar o que são; ainda assim, parece que toda a gente sabe do que se trata. por isso mesmo, sentámo-nos para desenhar ideias tontas e ideias normais. foi uma oficina diferente, com lugar ao desenho e ao início do diálogo sobre os desenhos.

na sala dos 3/4 anos estivemos a investigar uma caixa misteriosa que, uma vez aberta, mostrava coisas diferentes a cada um dos investigadores. curiosos para saber do que se trata? em breve desvendamos o mistério!

 

acompanhe aqui o trabalho com as salas JI:

oficina #1

oficina #2

 

ontem, na Biblioteca Municipal António Botto

 

"ia ficar baralhado com quatro cérebros, pois cada cérebro ia ter uma ideia diferente"
"dar uma resposta errada dá para tentar de novo até conseguirmos"
"é importante ter a resposta certa para os pais verem a nossa maturidade e para decidirem se passamos de ano" 
“há pessoas que têm cérebro mas até parece que não têm”

oficinas de filosofia com pais e filhos (7-10 anos)

 

filoabrantes

 

"o nome é importante para dizer que é uma pessoa"
"a senhora robot chama-se Sophia. tem nome. tem alguma coisa de pessoa?"
"uma pessoa anda e o robot é comandado."
"as pessoas não podem ser robots, não têm chip."
"e um cão que tem chip passa a ser robot?"

oficinas de filosofia com pais e filhos (3-6 anos)

 

filo_abrantes

 

*

 

estes são alguns relatos dos diálogos de ontem, na Biblioteca Municipal António Botto. estas oficinas estão integradas na programação do Festival de Filosofia de Abrantes, que começou no dia 9 e terminará no dia 18 de novembro.

 

é a segunda edição deste Festival que acontece no mês em que se comemora o dia mundial da filosofia, que este ano calha no dia 15 de novembro.

 

participar neste festival é um privilégio e uma honra: por um lado, permite-me estar com quem, como eu, gosta de pensar e de observar pontos de vista diferentes, sobre um mesmo assunto; por outro lado, tenho oportunidade para contribuir para que o trabalho da filosofia para/com crianças seja divulgado, junto das escolas. 

 

 

 

revi a Lara Sayão, que veio partilhar connosco a experiência das Olímpiadas da Filosofia e que trouxe alguns livros que passam a fazer parte da minha Biblioteca pessoal. um deles é da Vanise de Cássia de Araúho Dutra Gomes, que tive o prazer de conhecer no ano passado, no ICPIC, em Madrid. 

a vida é muito isto: diálogo, partilha e (re)encontros. o Festival de Filosofia de Abrantes permite isso (e muito mais).

 

 

"imagina só" - filosofia, para crianças, no palácio do sobralinho

 

no sábado passado fomos até ao palácio do sobralinho, ali perto de alhandra, para filosofiar com crianças, entre os 4 e os 10 anos.

a inestética - companhia teatral convidou-nos para facilitar duas oficinas integradas no festival IMAGINA, onde era possível participar em várias actividades (para crianças e para pais e filhos), bem como assistir a peças de teatro. 

foi um dia bem passado, com algum calor. valeu-nos a sombra proporcionada pelas árvores do palácio do sobralinho. o espaço é muito bonito e acolhedor.

quanto aos diálogos em si: houve muitas ideias "imaginadas", coisas que existem dentro e fora da imaginação.

 

como seria a caixa da imaginação?

"uma caixa infinita"

 

 

(EN)

what would the imagination box look like?

"like an infinite box"

 

há muitas coisas a acontecer no palácio do sobralinho. acompanhem o trabalho da inestética

 

 

imagina só - oficinas de filosofia, para crianças

inestética-companhia

 

no dia 22 de setembro, em vila franca de xira

 

as oficinas "IMAGINA SÓ" fazem parte do IMAGINA FESTIVAL: 

 

IMAGINA é um festival de Artes especialmente dedicado ao público infanto-juvenil, a decorrer na Quinta Municipal do Sobralinho, Vila Franca de Xira, no fim-de-semana de 22 e 23 de Setembro de 2018.
Tendo como ponto de partida o tema “Arte e Pensamento”, esta edição apresenta uma programação diversificada, que aposta no cruzamento de arte, ciência e filosofia, e no contacto com a Natureza que o próprio espaço oferece.
O Festival decorre nos vários espaços interiores e exteriores da Quinta Municipal do Sobralinho, nomeadamente no salão nobre, claustro, torreão, jardins, relvado, mata e pomares de citrinos.
O IMAGINA pretende proporcionar um fim de semana de novas experiências e fruição artística para toda a família, através de uma programação que inclui espectáculos de teatro, marionetas e música, bem como uma série de oficinas dedicadas às artes visuais, astronomia, teatro e filosofia, destinadas a várias faixas etárias.

 

consultem a programação completa do festival IMAGINA 

e não é que o Platão "apareceu" na oficina do Platão?

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a oficina do Platão reune de quinze em quinze dias. há filosófos residentes, que já fazem parte do grupo desde o início (em outubro do ano passado) e, de vez em quando, aparece alguém novo.

na última oficina sentei-me com a C., a L., e o G.

"hoje somos só três?"

"sim", respondeu alguém.

perguntei: "então e eu? tornei-me invisível?"

e eis que a pergunta surge e salta "para cima da mesa": o que farias se fosses invisível?" 

 

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Platão (o próprio) conta-nos a história de Giges, rei da Lídia. Giges ascendeu ao poder depois de ter assassinado o monarca anterior. é Platão que narra esta história do anel, no livro II d' A República, para trabalhar o tema da justiça. na oficina do Platão foi colocada esta hipótese: haver um anel que, quando usado de uma certa forma, nos tornaria invisíveis. e o que faríamos, nesta condição de invisibilidade?

entre fazer partidas e assustar pessoas, surgiu a possibilidade de roubar sem ser visto. roubar é sempre mau, mas quando podemos ser vistos e apanhados é pior, pois vamos presos e vamos ter más condições de vida. 

foi uma oficina divertida pois surgiram ideias engraçadas sobre a invisibilidade. a I. (que se juntou a nós a meio do diálogo) acabou por partilhar que a maioria das coisas que fazemos quando somos invisíveis não teriam muita graça, pois ninguém nos ia ver. 

 

vamos voltar a esta questão, das coisas que podemos fazer quando somos invisíveis - e daquelas que devemos ou não fazer. 

 

 

 

 

Se eu fizer perguntas a um livro – será que o livro responde?

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5 de maio, às 11h, na Livraria Bertrand (Chiado - Lisboa)

 

Habituamo-nos a procurar respostas em livros: o desafio desta oficina é o de fazer perguntas aos livros. Brincar com o livro, com o que o livro nos diz – e brincar com o nosso pensamento. No mês em que se comemora o Dia Internacional do Brincar vamos descobrir:  há lá coisa mais séria do que o brincar?

 

"Costumo dizer que estas oficinas equivalem a um treino de ginásio: em vez dos músculos do corpo, trabalhamos os músculos do pensamento"

Joana Rita Sousa, Filósofa, facilitadora e formadora na área de filosofia para crianças e criatividade, desde 2008.



Duração: 45 a 60 minutos |  Para crianças dos 6 aos 10 anos

Máximo: 8 inscritos | Valor inscrição: 10 €

Inscrições na livraria até 2 dias antes do evento



O que é que acontece numa oficina de filosofia? 

"Aqui nós aprendemos o que as coisas são, o que são as palavras. andamos a ver o que existe, o que é real, explicamos as palavras e as perguntas!" - dizia o Marco, ao avaliar uma das oficinas de filosofia. Estas pretendem ser um espaço e um tempo para parar para pensar, "treinar" o olhar crítico, explorar possibilidades e investigar - em conjunto.



O que é que se aprende?

Costumo dizer que estas oficinas equivalem a um treino de ginásio: em vez dos músculos do corpo, trabalhamos os músculos do pensamento. Fazemos exercícios de resistência – verificamos se a nossa ideia é forte, se há boas razões para a aceitar e se resistem aos argumentos contra – treinamos a flexibilidade – será que eu sou capaz de defender o ponto de vista do outro? E se eu mudar de ideias? – e, sobretudo, trabalhamos com as ideias uns dos outros. Podemos “adoptar” perguntas e ideias dos amigos, oferecer perguntas, explorar hipóteses de respostas, descobrir outros pontos de vista e, sobretudo, construir um espaço de liberdade onde posso dizer aquilo que penso, sem que seja julgada por isso. Podemos testar ideias, avançar, voltar atrás – tudo isso faz parte do processo que nos encaminhará para o aprofundamento filosófico. (Joana Rita Sousa)



perguntas e respostas

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parece simples, mas é sempre um desafio, isto de me sentar no chão para filosofar com um grupo que não me conhece e que eu não conheço.

há regras para apresentar, há nomes para fixar, há palavras estranhas para "entranhar", como "filosofia". começamos com passos pequenos (e ao mesmo tempo de gigantes): exploramos o perguntar, a curiosidade, a resposta - e eis que, sem esperar, o diálogo acontece. o concordar, o não concordar. os "porquês". 

devagar, não temos pressa. 

 

[filosofia no jardim de infância]

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