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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de filosofia e de criatividade, para crianças, jovens e adultos / formação para professores e educadores (CCPFC) / mediação da leitura e do diálogo / cafés filosóficos / #filocri

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de filosofia e de criatividade, para crianças, jovens e adultos / formação para professores e educadores (CCPFC) / mediação da leitura e do diálogo / cafés filosóficos / #filocri

a alegoria da caverna

- um exercício em contexto de café filosófico online

joana rita sousa, 29.07.22

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um convidado especial: Platão

desta vez convidei o filósofo Platão para iniciar o café filosófico. assistimos ao vídeo de The School of Life antes de partir para o exercício de pensamento crítico (e criativo!).

 

o exercício de pensamento crítico 

foram dados alguns minutos ao grande grupo para dialogar sobre o vídeo, mas em grupos mais pequenos. depois deste momento de aquecimento para o diálogo passámos a trabalhar da seguinte forma: cada pessoa iria intervir com uma Pergunta (P) ou Comentário (C), alternadamente. a primeira pessoa a pedir a palavra avançava com P, a seguinte com C, depois o P, depois o C. 

o desafio passava por manter o diálogo alinhado, ou seja, as pessoas eram convidadas a fazer P ou C relevantes para o tópico em torno do qual estávamos a pensar. 

um dos temas que surgiu no diálogo foi a questão da verdade e da realidade. surgiu até uma expressão que nos inquietou bastante: a realidade verdadeira

a dado momento uma das pessoas participantes: o que é a verdade? o que é a realidade? e, já agora, o que é a realidade verdadeira

pouco mais avançámos no aprofundamento destes conceitos que merecem a nossa atenção e dedicação. o café filosófico acontece sem pressa, mas com um limite de tempo (1h30).

 

partilho algumas sugestões que permitem aprofundar o tema: 

📚 dicionário Crítica na Rede (online) - ver a entrada verdade e a entrada realidade

📚  dicionário de filosofia de Simon Blackburn (Gradiva) 

 🎧 em busca da verdade - Clóvis de Barros Filho

📹 o que é a verdade absoluta? - Luiz Filipe Pondé

 

o que dizem as pessoas participantes no café filosófico? 

"É divertido pensar, perguntar de uma forma lúdica."

"[o aspecto mais curioso é] A forma de interação entre as pessoas que não se conhecem."

"O modelo de hoje foi muito dinâmico e inspirador dando origem a ideias muito interessantes."

"O Café Filosófico é um formato muito cativante de discussão de temas relevantes que importa manter e promover noutros espaços: bibliotecas, livrarias, escolas e faculdades. É urgente resgatar a arte de pensar!"

 

o que ambiciona um café filosófico? 

- promover um espaço de diálogo e de prática do pensar - escutar - falar (Peter Worley);

- criar um ambiente seguro para a manifestação da ignorância;

- cultivar a honestidade intelectual;

- praticar a autonomia de pensamento;

- promover um espaço de acolhimento para o desacordo;

- reconciliar a pessoa humana com a sua falibilidade. 

 

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o que significa saber muitas coisas?

joana rita sousa, 27.07.22

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📷 alexandra guité (instagram) 

 

o que significa saber muitas coisas? 

iniciámos os trabalhos com propostas de respostas à pergunta. cada pessoa teve algum tempo para pensar e escrever (ou dizer) a sua proposta. o diálogo desenrolou-se a partir daí, da leitura das respostas, com momentos nos quais  pedimos exemplos, outros que pediam esclarecimentos.

o diálogo aconteceu de forma muito orgânica, com as pessoas participantes a estabelecer pontos de ligação entre as falas. enquanto facilitadora senti-me parte do grupo e fiquei particularmente contente quando uma das pessoas disse: "ah já sabia que ia fazer essa pergunta." não se tratava aqui de adivinhar, mas sim de estarmos sintonizados nos movimentos de pensamento que ajudam a esclarecer ou enriquecer o diálogo. 

 

[enquanto facilitadora] como saber qual é a pergunta que se segue?

em conversa com o meu amigo e mentor Vitor Lima (INÉF) falámos sobre a importância da técnica ou do domínio da técnica de diálogo no momento em que o diálogo se está a desenrolar. os diálogos são bastante imprevisíveis: no limite sabemos como começa e como acaba (isto se tivermos algo para fechar, como um momento de avaliação). 

o Vitor partilhou comigo este vídeo onde um atleta de jiu-jtsu partilha a sua posição sobre qual o movimento a fazer a seguir, perante o adversário.

e não é que há muitas relações com o que acontece num diálogo filosófico?  anos e anos de técnica, de formação  e no momento de executar o movimento de pensamento, tudo se resume à sensibilidade ao contexto e ao deixar-se ir  para ver onde aquele momento nos vai levar.

 

o que ambiciona um café filosófico?

- promover um espaço de diálogo e de prática do pensar - escutar - falar (Peter Worley);

- criar um ambiente seguro para a manifestação da ignorância;

- cultivar a honestidade intelectual;

- praticar a autonomia de pensamento;

- promover um espaço de acolhimento para o desacordo;

- reconciliar a pessoa humana com a sua falibilidade. 

 

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gostaria de participar num café filosófico? subscreva a newsletter filocriatividade para receber (entre outras coisas) a agenda de actividades.

no canto superior esquerdo do blog encontra um link directo para a agenda (em actualização).

 

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#LERePENSARcom

Staring at the Sun, de Irvin Yalom

joana rita sousa, 26.07.22

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sugestão da Ana Andrade, Docente UCP-Porto, Porto 

 

o livro:

Staring at the Sun, de Irvin Yalom (imagem via wook

 

a citação:

"O rippling refere-se ao facto de que cada um de nós cria -- frequentemente sem intenção de o ter feito -- círculos concêntricos de influência que poderão tocar os outros durante anos, ou até gerações. Ou seja, o efeito que exercemos em alguém é, por sua vez, passado a outras pessoas, à semelhança de pequenas ondas concêntricas que criamos quando atiramos uma pedra a um lago, que se vão alargando, alargando, até se perderem de vista, mas que na realidade continuam a um nível infinitesimal."

 

a reflexão:

A esperança de deixar um legado, de sobreviver à própria morte, será algo que caracteriza a maioria dos seres humanos: o senso comum fala em plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho, mas pensar nas três cumulativamente avassala -- nem todos temos terreno ou competência para plantar árvores, poucos temos coisas para publicar e, certamente, alguns não desejam procriar. Parece-me bonita esta ideia de tocarmos outros que tocam outros, até que a nossa existência deixe progressivamente de tocar quem quer que seja. Não tenho como preocupação premente deixar uma marca no mundo, mas gosto de tocar pessoas, e de ser tocada por elas -- sobretudo em vida.

 

a pergunta: 

Será assim tão determinante deixar um legado que nos sobreviva?

 

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#LERePENSARcom é uma rubrica #filocri que pretende divulgar leituras, leitores, reflexões e perguntas. pretende-se também ampliar o entendimento de leitura: podemos ler e pensar com livros (literatura,  filosofia, ciência, álbuns ilustrados...), com documentários, com imagens ou com jogos e até com séries. procura-se aquilo que nos faz pensar, pratica-se o voltar a pensar e termina-se (se bem que o fim é um começo) com uma pergunta. 

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amanhã: era uma vez um campeonato de crueldade

joana rita sousa, 25.07.22

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Era uma vez um campeonato de crueldade é a última das quatro oficinas de filosofia visual do mês de julho.

gostaria de poder contar CONSIGO (recordo que as oficinas são intergeracionais, para pessoas a partir dos 8 anos) e por isso vou oferecer a participação a quem se quiser juntar ao grupo. para o efeito só tem de me enviar o seu endereço de e-mail para receber o link zoom (escreva-me para joana @ filosofiaparacriancas ponto pt).

a oficina começa às 11h e termina pelas 12h30.

junta-se a nós? 

exploração lúdica

joana rita sousa, 20.07.22

 

A exploração lúdica está no ponto de encontro entre o brincar e o fazer. Da mesma forma que muitas pessoas não veem o valor das brincadeiras (é só uma brincadeira), várias não veem o valor das explorações (é só uma exploração sem metas definidas). As escolas tendem a focar no valor do planejamento em detrimento das explorações pois parece mais organizado, direto, eficiente. Os planejadores têm uma abordagem de cima para baixo: analisam uma situação, identificam necessidades, desenvolvem um plano claro e o executam. Fazem só de uma vez e fazem certo. O que poderia ser melhor que isso?

O processo de exploração lúdica é mais bagunçado. Os exploradores têm uma abordagem de baixo para cima: começam com algo pequeno, testam ideias simples, reagem ao que acontece, fazem ajustes e revisam os planos, normalmente seguindo um caminho sinuoso e indireto até a solução. Mas o que perdem em eficiência ganham em criatividade e agilidade. Quando coisas inesperadas acontecem e novas oportunidades surgem, os exploradores estão mais bem preparados e conseguem se beneficiar disso.


Mitchel Resnick, Jardim de Infância para a Vida Toda (Brasil, 2020)

o que é o lugar de fala?

joana rita sousa, 19.07.22

[a partir da leitura do livro Lugar de Fala, de Djamila Ribeiro e da reflexão de Evelyn Lima (INÉF)]

 

o que é o lugar de fala?

no capítulo "O que é lugar de fala?" Djamila Ribeiro do sentido dado pela Comunicação que "serviria para analisar que o lugar de fala da imprensa popular seria diferente do lugar de fala do que eles chamam de jornais de referência (...)" (p. 56) 

Ribeiro alerta para a necessidade de entendermos a palavra discurso de forma ampla: não se trata somente de a emissão de um posicionamento, usando palavras, mas sim de um "sistema que estrutura determinado imaginário social, pois estaremos falando de poder e de controle". (p. 55) o entendimento de discurso deriva da noção de Foucault: 

Suponho que em toda a sociedade a produção do discurso é ao mesmo tempo controlada, selecionada, organizada e redistribuída por certo número de procedimentos que tem por função conjurar seus poderes e perigos, dominar seu acontecimento aleatório, esquivar a sua pesada e temível materialidade. (A ordem do discurso, pp. 8-9

Lima sublinha ainda a ideia da autoridade de quem emite uma informação, remetendo para o texto de Ribeiro onde a pensadora parte precisamente da ideia de lugar de fala no meio da Comunicação. a filósofa co-fundadora da escola Isto Não É Filosofia apresenta o lugar de fala como" a visão de que cada discurso emitido parte de uma localização social". 

o que é que isso significa? 

partir de uma localização social implica ter em conta que "nenhuma visão ou afirmação é neutra, nenhuma visão ou afirmação é universal e que nenhuma visão ou afirmação é descolada de uma posição social, da classe, raça ou género". 

quando eu falo parto de um ponto de vista que ocupa um certo tempo na história, um certo tempo na sociedade. o reconhecimento de que certos grupos foram desumanizados e desconsiderados, compreendemos que os seus pontos de vista na história não colheram legitimidade. 

 

o que não é lugar de fala?

para este ponto recorro à partilha que a escola Isto Não É Filosofia fez na sua conta de instagram, assinada pela professora Evelyn Lima. 

Lima diz-nos que lugar de fala:

"não é um conceito sobre liberdade de expressão; não é um conceito que defende que apenas quem "viveu algo na pele" pode falar sobre o assunto; não é um conceito que restringe a autoridade sobre um assunto à experiência vivida (exemplo comum: só negros sabem e podem falar sobre racismo); não é um conceito que defende que quem não vive uma determinada realidade (exemplo: homens) não pode falar ou ir contra algum assunto dentro dessa realidade (exemplo: homens falarem sobre desigualdade de género). 

 

porque importa saber o que é lugar de fala? 

do meu ponto de vista, saber o que é luga de fala é fundamental para a prática da honestidade intelectual. tenho consciência de que não falo de modo neutro, a minha fala é parcial e parte de um local específico da sociedade, que não é universal. daí decorre, segundo Evelyn Lima, que "cada fala desconsidera outras posições sociais. Você pode falar sobre qualquer assunto desde que saiba que você fala dentro do escopo que está inserido". 

Ao promover uma multiplicidade de vozes o que se quer, acima de tudo, é quebrar com o discurso autorizado e único, que se pretende universal. Busca-se aqui, sobretudo, lutar para romper com o regime da autorização discursiva. (p. 69)

atender ao conceito de lugar de fala é uma postura simultaneamente epistemológica e ética: passa pelo reconhecimento de que não há neutralidade na minha fala sobre o mundo, por alargar a roda de pensamento para outros saberes que, tal como os meus, são localizados e por romper com o silêncio que um discurso dominante calou ao longo dos tempos. 

 

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📷 Jon Tyson / Unsplash

 

quem tem lugar de fala?

o último capítulo do livro é bastante claro: "Todo mundo tem lugar de fala". 

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(*) o livro Lugar de Fala está publicado na colecção Feminismos Plurais, coordenada por Djamila Ribeiro - editora Jandaíra (2020).

(**) a análise da Evelyn Lima está disponível num dos destaques do perfil instagram da escola Isto Não É Filosofia.  

#LERePENSARcom

Febre no Estádio, Nick Hornby

joana rita sousa, 19.07.22

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sugestão do Luís Cristóvão, comentador, de Torres Vedras

o livro:

Febre no Estádio, de Nick Hornby (editorial Teorema)

 

a citação:

"O meu pai e eu estávamos prestes a encontrar o equivalente inglês perfeito. As tarde de sábado no norte de Londres deram-nos um contexto em que podíamos estar juntos. Podíamos conversar quando queríamos, o futebol fornecia-nos assunto de conversa (em todo o caso, os silêncios não eram opressivos), e os dias tinham uma estrutura, uma rotina. O Estádio do Arsenal viria a ser o nosso relvado (e, sendo um relvado inglês, olhávamos geralmente para ele com ar pesaroso através de uma chuva vigorosa); o Gunner's Fish Bar em Blackstock Road era a nossa cozinha; e o West Stand a nossa casa. Era um cenário maravilhoso, e mudou as nossas vidas precisamente na altura em que elas precisavam mais de mudar".

 

a reflexão:

O futebol enquanto elo de ligação sempre foi algo que me fez imenso sentido. Na profunda ligação que criei com o meu pai através das experiências de ir ao futebol ou de estar em casa a ver futebol. De como isso acabou por se transformar numa estrutura à volta da qual organizei, quase sempre a minha vida. Numa linguagem que se transformou numa língua franca para falar com qualquer pessoa, em qualquer lugar (o meu avô materno não gostava de futebol e, de alguma forma, assustava-me chegar a velho e não ter uma coisa sobre a qual falar quando entrasse num café cheio de caras estranhas). No livro do Nick Hornby, ao qual regresso por estes tempos, está lá tudo isso e muito mais. Como uma coisa que não temos bem a certeza de ter escolhido, mas precisamente o contrário, uma coisa que nos escolheu a nós, para se oferecer como ponte para sairmos de um mundo pessoal que nos parece demasiado fechado para sobrevivermos.

 

a pergunta: 

Se não fosse através do futebol, como é que eu teria chegado a viver algo semelhante a isto?

 

👉 #LERePENSARcom é uma rubrica #filocri que pretende divulgar leituras, leitores, reflexões e perguntas. pretende-se também ampliar o entendimento de leitura: podemos ler e pensar com livros (literatura,  filosofia, ciência, álbuns ilustrados...), com documentários, com imagens ou com jogos e até com séries. procura-se aquilo que nos faz pensar, pratica-se o voltar a pensar e termina-se (se bem que o fim é um começo) com uma pergunta.  

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inteligência e pensamento

ecos de um café filosófico

joana rita sousa, 14.07.22

 

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o plano 

no passado dia 15 de junho aconteceu o café filosófico [online] com o tema inteligência e pensamento. 

este era o plano de trabalhos que tinha delineado para este café filosófico que tem a duração de 1h30 e que começou ao som da música THINK, da Aretha Franklin:

(I) gerar perguntas sobre inteligência e pensamento e/ou que coloquem inteligência e pensamento em relação;

(II) seleccionar uma pergunta para o diálogo;

(III) dialogar.

 

o momento (I) aconteceu  dividindo o grupo em duas salas de trabalho. quando regressámos à sala "grande", começámos por anotar as perguntas de cada grupo. seguia-se uma tarefa difícil: escolher a pergunta para o diálogo.

o café filosófico não passou deste momento (II) e foi muito enriquecedor por isso. passo a explicar porquê.

 

o diálogo sobre a maneira como vamos dialogar 

foram colocadas algumas hipóteses para resolver esta etapa da escolha: votar (por ser democrático e rápido), eliminar perguntas com certas características (perguntas que pediam definições), escolher a pergunta mais atractiva ou ainda a pergunta que escolhemos "sem pensar muito".

demorámos algum tempo a dialogar sobre como iria acontecer este processo de escolha e acabámos por realizar um excelente exercício de metacognição. como? pensando sobre o caminho que iríamos percorrer no diálogo se escolhessemos de uma ou outra forma:

"É interessante pensarmos qual a melhor forma de diálogo: do concreto para o abstrato ou vice-versa?"

acabámos por encontrar um procedimento que acolhia as várias sugestões sobre como escolher a pergunta para o diálogo.

ainda que não tenhamos aprofundado o tema do café com o trabalho sobre UMA pergunta, acabámos por dialogar sobre o tema ao esclarecer as perguntas, ao perguntar o que é que cada pergunta estava a perguntar. 

 

o que dizem as pessoas participantes? 

uma das pessoas participantes confessou que o aspecto mais positivo deste café filosófico foi precisamento o facto de termos ficado pelo momento (II). eis alguns olhares sobre o café filosófico: 

"o tema adorei e o facto de não termos começado o diálogo." 

 "nem todos participaram no diálogo o que não significa que não tenham escutado."

"a abordagem crítica e diferencial de cada participante adotou sobre o tema da inteligência e pensamento e como o desenvolver."

 

🧩 [para continuar a ler e aprender sobre]

seleccionei alguns links que podem ser úteis para quem quer pensar a inteligência e o pensamento:

- podcast Carne Esperta

- documentário Deus Cérebro

- inteligência artificial senciente? (artigo de Lemoine, artigo do Público e ponto de vista do professor Mário Sérgio Cortella)

 

o que ambiciona um café filosófico?

- promover um espaço de diálogo e de prática do pensar - escutar - falar (Peter Worley);

- criar um ambiente seguro para a manifestação da ignorância;

- cultivar a honestidade intelectual;

- praticar a autonomia de pensamento;

- promover um espaço de acolhimento para o desacordo;

- reconciliar a pessoa humana com a sua falibilidade. 

 

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poderá consultar a agenda de eventos da Bertrand Livreiros e considerar a participação num dos cafés filosóficos online.

a minha agenda completa está disponível AQUI e inclui outros eventos além dos cafés filosóficos - em julho e agosto a agenda estará a passo de caracol 🐌

subscrever a newsletter filocriatividade irá garantir que recebe as novidades de agenda no seu e-mail. 

 

 

cafés filosóficos online

- novas datas, de julho a dezembro 2022

joana rita sousa, 13.07.22

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