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filocriatividade | filosofia e criatividade

>> oficinas de filosofia, para crianças, jovens e adultos >> formação para professores e educadores (CCPFC) >> nas redes sociais: #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

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agenda #filocri em julho

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eis a agenda #filocri para Julho: 

👉 oficinas do Platão - filosofia para crianças dos 7 aos 12 anos [online] - inscrições AQUI
👉 oficinas #philoTEEN para jovens dos 13 aos 17 anos [online] - inscrições AQUI

👉 cafés filosóficos nos dias 5 e 19 de Julho, em parceria com a Bertrand Livreiros (18h30 às 20h, online) - inscrições AQUI

👉 escola de verão #filocri (para educadores, professores (do 1.º ao 3.º ciclo), professores bibliotecários e outros agentes educativos que já tenham tido uma formação inicial em filosofia para / com crianças)
📌 o diálogo filosófico a partir de livros - construção de planos de sessão - 27, 28 e 30 de Julho das 17h às 19h30 - INFO AQUI
📌 filosofia para/com crianças: perguntas e respostas [encontros de mentoria com Joana Rita Sousa] - INFO AQUI

 

e ainda... 

📎 no dia 3 de Julho acontece o VI Sentir Pensamentos | Pensar Sentidos

📎 nos dias 10 e 11 de Julho irei participar no encontro SOPHIA Network meeting


📝 o #ClubeDePerguntas está a "recrutar" membros para o mês de Julho até ao dia 5 de Julho - o encontro online (via zoom) acontece no dia 27 de Julho, às 21h.

📝  o #filopenpal acontece durante todo o ano e pode ser subscrito a qualquer momento, para crianças, jovens e adultos 

 

com ou sem filosofia, que as férias 2021 sejam vividas em segurança e com muita saúde!

 

o meu regresso à Malaposta

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no último fim-de-semana de Junho tive a oportunidade de voltar ao Centro Cultural Malaposta para uma oficina para famílias e um café filosófico.

foi muito bom voltar a filosofar com pessoas sem a mediação do écran. as máscaras protegem-nos e aproximam-nos, as distâncias físicas são cumpridas e há vontade em parar para pensar, ouvir e falar - tal como está presente ali na fotografia.

este triângulo está presente nos últimos livros de Peter Worley (Corrupting Youth) e é uma forma simples de explicar o que acontece num diálogo filosófico.

 

obrigada, Malaposta, pelo acolhimento.

obrigada aos participantes pela presença e pela disponibilidade em dialogar!

Clube de Leitura em Voz Alta #filocri - V encontro [online]

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o Clube de Leitura em Voz Alta #filocri reuniu hoje no zoom para ler e escutar a leitura. 

eis os livros / excertos de livros que lemos e escutámos: 

- Luzes na Floresta, de David Litchfield, trad. de Luísa Costa Gomes [editora fábula] - recomendação #pnl2027;

- um excerto de Felicidade, de João Tordo [editora Companhia das Letras];

- um excerto d'A Bicicleta que Tinha Bigodes, de Ondjaki [editorial Caminho];

- A Sereia e os Gigantes, de Catarina Sobral [Orfeu Negro];

- Não abras este livro outra vez, de Andy Lee e Heath McKenzie [Jacarandá Editora]; 

- O Jaime é uma Sereia, de Jessica Love [editora fábula] - recomendação #pnl2027.

- um excerto do prefácio assinado por Gonçalo M. Tavares no livro de Carlos Neto, Libertem as Crianças [Contraponto Editores].

 

foi um pedaço de manhã bem passado, entre miúdos e graúdos, na "esquina do zoom". obrigada a todas as pessoas que têm passado pelo Clube de Leitura em Voz Alta #filocri e que tornam o clube possível.

vamos fazer uma pausa nos meses de Julho e Agosto para podermos dedicar-nos à leitura, à brincadeira, ao sol e a outras coisas que "cheiram a verão". façamos o nosso melhor para que seja possível ter um verão em segurança e com distanciamento face à #covid19.

 

obrigada ao PNL2027 pelo apoio dado ao Clube de Leitura em Voz Alta #filocri. 

boas leituras! 

formação com Walter Kohan [online]

 

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"O que marca o fim de um caminho de pensamento e criação? O que encontramos ao final do caminhar junto com outras e outras caminhantes? E se o fim fosse um novo início? E se a filosofia fosse a arte de buscar um começo para o pensar mesmo ou, sobretudo, quando há que se terminar um percurso comum, compartilhado? Filosofia, uma arte infantil? Filosofia, uma arte de se começar a pensar escutando as vozes da infância?"

28 e 29 de junho - formação com Walter Kohan 

[online] das 17h às 19h (hora de Lisboa, PT)

info via fábrica das artes - CCB

ilustração (c)Beatriz Bagulho a partir de ilustração original de Sir John Tenniel

a Newmanity School organiza a festa da família

 

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"As famílias são o núcleo central da civilização e a unidade social base da sociedade.Famílias empoderadas fazem comunidades fortes.Há um século atrás Abel Pereira da Fonseca tornava-se num dos mais importantes empresários do seu tempo não só pela produção e comercialização de vinhos mas muito pela forma como ajudou a desenvolver a região Oeste e de Lisboa. Desde então que esse legado tem sido seguido pela sua família.

A Newmanity School nasce em Lisboa com o propósito de promover a educação de competências socio-emocionais catalisadoras do bem-estar e progresso sustentável, em escolas, empresas e famílias. Em Fevereiro de 2021 a família Newmanity mudou-se para o Oeste para alargar a sua missão.

A 3 de Julho, entre as 10h e as 19h, a Newmanity School e a Companhia Agrícola do Sanguinhal juntam-se para promover a Festa da Família, pela ocasião do 4º Open Day da Quinta do Sanguinhal.

O evento pretende ser uma escola comunitária por um dia, rodeada de beleza Natural e contará com diversas iniciativas como actividades e workshops ao ar livre para famílias (Yoga, Exercício Físico, Storytelling, Música, Teatro), mercado de talentos locais, música e exposições de arte, conferências com especialista das áreas da educação e bem-estar como José Pacheco, Tim Vieira e Tâmara Castelo e momentos de degustação. Haverá ainda recolha de bens a favor do "Cesto dos Afectos", um projecto de acção social a favor de famílias carenciadas.Ambas as organizações pretendem assim contribuir para a criação de comunidades mais felizes, capazes, saudáveis e sustentáveis.

As inscrições no evento e nas actividades são limitadas (ordem de chegada)."

 

mais informações no instagram da Newmanity School e neste link.

ups! fui apanhada!

[joana] preciso da vossa ajuda para me lembrar do que fizemos da última vez que estive aqui...
[a.] oh joana, tu dizes isso só para a gente aprender!
[joana] humm? podes explicar?
[a.] tu sabes o que fizemos da última vez, mas fazes essa pergunta do lembrar só para a gente aprender as coisas. tu lembras-te, eu vejo pela tua cara!

- jardim de infância, sala dos 3 / 4 anos (2019)

 

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o que distingue as pessoas perguntadoras das outras pessoas?

[uma reflexão a partir do livro A Arte de Fazer Perguntas, de W. Berger, publicado pela editora Vogais]

 

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o papel fundamental da ignorância 

 

perguntamos pois percebemos que não sabemos. temos consciência da nossa ignorância:

“é uma forma de consciência mais elevada que não só nos separa do macaco, como também separa a pessoa inteligente e curiosa do idiota que não sabe nem quer saber.” (p. 27)

a pessoa perguntadora está disponível para sentir confiança quanto toma consciência da sua ignorância. a pergunta é uma ferramenta que nos permite aprofundar essa ignorância, mergulhar nela para podermos voltar à superfície com mais clareza, com algo que entretanto descobrimos e sobre o qual já não somos assim tão ignorantes.

 

pensamento divergente e perguntas 

 

Berger refere o neurologista Ken Heilman e estudos neurológicos sobre o pensamento divergente, “o processo mental que tenta levar às ideias alternativas.” de acordo com o neurologista existe uma ligação entre o pensamento divergente e o “e se eu pensar em X de outra forma”. por esta razão, Berger defende que o pensamento divergente é uma forma de fazer perguntas.

o que pode uma pergunta? segundo Berger, as perguntas abrem ou ampliam o pensamento e também têm o papel de nos focar ou orientar.

como?

considere vários passos no acto de perguntar. um “e se...?” tem esse efeito de me fazer procurar por outras formas de fazer o mesmo, alternativas, hipóteses. mas uma pessoa perguntadora tem um problema para resolver e por isso utiliza as perguntas, no momento posterior, para focar e direccionar o pensamento.

a pergunta permite aprofundar o problema, tomar consciência da sua complexidade e, a partir daí, começar a trabalhar na solução, dividindo o problema em partes simples, o que nos ajuda a gerir a complexidade.
trata-se de um processo semelhante ao que Edward de Bono advoga com o uso do chapéu verde (criatividade): este tem um tempo específico e depois precisamos de outras linhas de pensamento (outros chapéus) para orientar o passo seguinte do pensamento.

em suma:

- perguntar exige humildade, para reconhecer que sou ignorante, que me falta saber algo.
- perguntar exige confiança para expor essa ignorância perante os outros.

fazer uma pergunta é, simultaneamente, um acto humilde e corajoso.

 

a fórmula de Berger


“Estar disposto a fazer perguntas é uma coisa; perguntar bem e com eficácia é outra.”, diz Berger na p. 30.


é preciso ter em conta a fórmula do perguntar – um “porquê?” pede explicação e aprofundamento; o “e se...?” leva-me a explorar hipóteses; o “como...?” exige que partilhe um caminho, uma forma de fazer algo. são perguntas abertas, porém exigem que se lhes dedique tempo e consideração na resposta. são perguntas que accionam o pensamento divergente.

depois há ainda o tom da pergunta. Berger dá um exemplo: entre um “Ó meu deus, o que é que vamos fazer?!” ou um “e se esta mudança representa uma oportunidade para nós?” – a última pergunta tem um tom mais positivo e, segundo o autor, pode conduzir a melhores respostas.

a pessoa perguntadora tem menos receio da mudança e da incerteza: “(...) se nos sentirmos confortáveis a fazer perguntas, a experimentar e a interligar as coisas, a mudança já se tornará uma aventura. E se a pudermos ver como aventura, já estaremos lançados.” (John Seely Brown citado por Berger, p. 44).

além da ignorância, da humildade, da confiança, do conforto perante a mudança, a pessoa perguntadora está mais disponível para inovar. porquê? a razão prende-se com o facto da pessoa perguntadora perguntar porquê, procurando perceber o que falta, identificando e descobrindo problemas.


“(...) se procurarmos problemas existentes nas nossas vidas antes de eles se tornarem óbvios, antes de atingirem uma fase de crise, podemos detecá-los a tempo e tratar deles enquanto ainda oferecem as melhores oportunidades para a melhoria e a reinvenção.” (p. 47)

 

eis a fórmula de Berger, baseada na sua observação de como as pessoas perguntadoras lidam com problemas:


Perguntar + Acção = Inovação


“A pessoa encontra uma situação que é menos do que ideal, pergunta Porquê?
A pessoa começa a ter ideias para possíveis melhorias / soluções, com ideias que normalmente progridem sob a forma de possibilidades E se?
A pessoa opta por uma dessas possibilidades e tenta aplicá-la; na maior parte dos casos, isto envolve a tentativa de calcular Como?” (p. 48).

”O que separa os pensadores inovadores dos restantes é a sua capacidade – na maior parte dos casos nascida da persistência e da determinação – de dar forma às suas ideias e torná-las reais.” (p. 55)

”Cada “resposta” a que chegam [as pessoas perguntadoras] traz-lhes uma nova vaga de perguntas. Continuar a perguntar é, para eles, tão natural como respirar. Mas como é que ficaram assim? E porque é que não há mais gente como eles?” (p. 57)

 

e por aí? considera-se uma pessoa perguntadora? partilhe nos comentários!

filosofia aplicada pela voz de José Barrientos Rastrojo

 

o Jorge entrevistou o Jose Barrientos Rastrojo a propósito do seu livro "filosofia aplicada experiencial".

um livro que eu ainda não li e que quero muito ler.

o motivo? partilhei parte do meu percurso académico com o Barrientos, no âmbito do meu 1.º mestrado (em gestão de recursos humanos) onde trabalhei a área da filosofia aplicada. tenho tido a oportunidade de dialogar e partilhar momentos de diálogo com o Barrientos e parece-me que este é um livro essencial para compreender a visão experiencial da filosofia (aplicada) que o Pepe defende.

já agora, recomendo os dois últimos livros do Pepe:

Hambre de Filosofia

Filosofia Aplicada Experiencial

 

já conhecia o termo "filosofia aplicada"? partilhe nos comentários! 

 

 

escola de verão #filocri

a escola de verão #filocri está de volta com acções de curta duração destinadas a educadores, professores (do 1.º ao 3.º ciclo), professores bibliotecários e outros agentes educativos que já tenham tido uma formação inicial em filosofia para / com crianças

 

o diálogo filosófico a partir de livros - construção de planos de sessão 
grupo I, horário da tarde: 27, 28 e 30 de Julho das 17h às 19h30
grupo II, horário da manhã: 3, 4 e 5 de Agosto, das 10h às 12h30

[inscrições limitadas] até 5 pessoas por grupo
total de 7,5h (três encontros síncronos - via zoom)

valor de inscrição:
até dia 30 de Junho, 61,50€
do dia 1 de Julho até 12 de Julho, 79.95€ 


filosofia para/com crianças: perguntas e respostas
[encontros de mentoria com Joana Rita Sousa]
opção 1: 12 de Julho das 18h às 20h
opção 2: 13 de Julho das 21h às 23h
opção 3: 16 de Julho das 14h às 16h
opção 4: 22 de Julho das 19h às 21h

[inscrições limitadas] até 5 pessoas por grupo
poderá inscrever-se em apenas uma das datas ou em todas; tendo em conta que são mentorias, os conteúdos serão desenhadas à medida dos interesses dos participantes

valor de inscrição:
12,30€ por encontro 

mais informações AQUI.

gigantes invisíveis, famílias de pessoas e famílias de perguntas

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ontem rumei até ao Parque Natural do Buçaquinho para participar na 6.ª edição dos Gigantes Invisíveis. confesso que não conhecia o festival até receber o convite do Pedro Saraiva. e fiquei rendida à história do festival e ao seu propósito: um encontro literário para os mais novos leitores. mais rendida fiquei com a participação das famílias nas actividades de domingo.

o encontro aconteceu ao ar livre e entre o "chove não chove" do fim-de-semana foi possível fazer acontecer a programação, com excepção para o espectáculo "como se encontram as perguntas".

a minha oficina de perguntas, para famílias, aconteceu ao ar livre, com a presença de famílias inesquecíveis: a família não sei, a família invisível, a família espera aí um bocadinho, a família oliveira, a família leões, a família alegria, a família música. cada um no seu quadrado (isto é, manta) a perguntar e a responder à provocação de pensar as perguntas e as diferentes famílias de perguntas. 

uma vez que o Marco Taylor esteve presente no festival, o "trampolim" para a minha oficina de filosofia foi um dos #livrosperguntadores: Rosinda. 

 

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ah! e já agora, fique atento/a ao espectáculo "como se encontram as perguntas". vai andar por aí!

 

 e nota 20 para o Gigantes Invisíveis que proporcionou uma intérprete de língua gestual portufuesa para fazer parte das actividades. obrigada, Vânia! 

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