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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

philosofalando

- o vai e vem entre a filosofia e a vida

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é sempre um gosto conversar com o Alves Jana e, de quando em vez, tenho essa oportunidade e privilégio. 

philosofalando é um programa de filosofia na rádio antena livre e que pode ser ouvido aqui. escolhi este episódio para partilhar convosco: o falso inteligente.

 

 

 

adeus, 2020!

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foto: Kelly Sikkema / Unsplash

 

"um ano atípico"

já perdi a conta aos textos sobre 2020 que iniciam com o "este foi um ano atípico" ou "este foi o ano mais terrível de sempre". sem dúvida: a pandemia mudou a nossa vida. e o que conseguimos fazer com essa mudança a acontecer nas nossas vidas? 

o projecto #filocri iniciou o ano com alguns projectos de continuidade e outros pontuais. em março, os verbos "cancelar" ou "suspender" marcaram o tom das conversas entre entidades e parceiros. o confinamento assim o obrigou. como consequência deste confinamento, surgiu a #FilosofiaAoVivo no instagram e foi também nesta rede social que conheci projectos incríveis como Isto Não É Filosofia ou a Elisa Oliveira

 

um ano com muita troca e diálogo 

além da #FilosofiaAoVivo, levei a cabo alguns directos com convidados. #filocriCONVIDA aproximou-me de Walter Kohan, Angélica Sátiro, Tomás Magalhães Carneiro, Vítor Lima, Ana Sofia Nunes, Júlia Martins (PNL 2027), entre outros. 

se quiser ouvir estas conversas, convido-a/o a visitar a IGTV no perfil instagram filocriatividade.

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fui convidada para participar em vários podcasts: nalguns falei de filosofia, noutros falei de comunicação e marketing (que é a minha outra área profissional).

ainda em Janeiro, conversei com o Tito de Morais sobre filosofia e criatividade. 

em fevereiro (se não me falha a memória) visitei a equipa TedXULisboa para uma conversa sem tento na língua. mais uma vez, a conversa abordou a filosofia e a comunicação (e claro, o twitter!).

em maio passei pelo "What Drives You" podcast para falar com o João Mateus sobre vários assuntos - claro que inclui filosofia! 

fui entrevistada pelo BIS, para o podcast Carne Esperta. e adorei a experiência! 

em novembro conversei com a Fernanda Campos sobre criatividade e filosofia, na semana em que comemorámos o Dia Mundial da Filosofia

a visita ao Maluco Beleza, a convite do Rui Unas e equipa, foi muito divertida e trouxe pessoas novas ao meu instagram pessoal e também aqui ao blog e ao projecto.

 

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"e ainda"

a convite do PIICIE Alijó gravei alguns vídeos sobre filosofia para crianças que pode consultar no canal YouTube. neste conjunto de vídeos há algumas oficinas pensadas para os mais novos. a saber:

- de onde vêm as coisas? 

- o que é o amor? 

o que é uma pergunta?

 

no dia 17 de dezembro participei na Olimpíada de Filosofia ENTRE OS RIOS, em Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, a convite da Lara Sayão, com a moderação de uma oficina de filosofia e pensamento criativo.

 

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nesse mesmo dia estive em Cluj e Bucareste, a convite do Centrul de Cercetare in Etica Aplicata, para apresentar o meu estudo "Queres saber? Pergunta". 

e agora que penso nisso... em janeiro viajei até à Universidade de Sevilha, sem sair de casa, a convite do Jose Barrientos-Rastrojo, para falar de criatividade. 

 

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pelo meio, tive a oportunidade de participar em vários eventos [online] relacionados com filosofia e com filosofia para crianças. afinal, a pandemia obrigou-nos a ficar em casa e a abrir outras portas para o mundo. 

aproveitei para investir em cursos online com a SAPERE, a Dialogue Works e a Wonder Ponder e também para participar numa iniciativa da Topsy Page que incluía diálogos filosóficos semanais com facilitadores de P4C. 

nos meses de verão abri as portas da Escola de Verão #filocri e migrei a oficina do Platão (que aconteceu de 2017 a 2019 no centro Ser Mais) para o online. na companhia da Elisa Oliveira, criei a #RodaDaFilosofia. 

com a parceria da Bertrand Livreiros, aconteceram os Cafés Filosóficos (online) e formações como "A perguntar é que a gente se entende" e "Pensar DENTRO da caixa". 

em Outubro, o Centro Cultural Malaposta acolheu uma oficina de filosofia para famílias, na minha primeira oficina presencial desde o início de março. 

 

o balanço é positivo e o cansaço também é muito. não pelo trabalho em si, mas pela energia que teve de ser utilizada para criar e adaptar conteúdos,  tudo isto em plena crise de saúde pública, sem fim à vista. 

 

2020 foi um ano intenso. venha 2021. com SAÚDE! 

 

 

 

 

Young Philosopher Awards [international]

 

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"Due to popular demand, we are launching an international awards forum where students from across the world can be brought together and their voices can be heard. This year we are delighted to announce the inaugural International Young Philosopher Award. For this year’s International Prize, we ask international students to reflect on the topic of solidarity.

In a Covid-19 message, the President of Ireland Michael D. Higgins highlighted the need to show “Solidarity, Care, Compassion and Kindness” in our collective response to the pandemic. But solidarity might be important for facing numerous challenges (e.g., the environmental crisis, racism, war, etc). We ask students from all around the world to wear their thinking hats and share with us their philosophical thoughts on the topic of solidarity."

 

More info at the website.

 

um diálogo em torno do Natal

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o contexto

este diálogo aconteceu há uns 4 anos, se não me falha a memória e o seu contexto é o de trabalho de continuidade numa escola onde a filosofia fazia parte da oferta das AEC. 

o grupo em causa era uma turma com crianças do 1.º e do 4.º ano, ou seja, tinha meninos que estavam a começar o 1.º ciclo do ensino básico e outros que estavam quase quase com um pé no 2.º ciclo. esta diferença de idades foi um desafio para mim, em termos de recursos, de planeamento de tarefas, até porque no início o grupo dos mais velhos torcia o nariz quando fazíamos coisas mais ajustadas ao grupo das crianças mais novas. com o tempo, esta situação reverteu-se e os mais velhos tornaram-se protectores dos mais novos, até no que à aprendizagem diz respeito. 

 

o diálogo 

perto da altura do Natal surgem conversas sobre... o Natal. é impossível fugir ao tema, pois a escola está enfeitada, as ruas estão enfeitadas e toda a nossa vida se organiza em direcção às férias do Natal e a tudo o que isso significa. 

como tínhamos pessoas cujas famílias tinham culturas bem diferentes em sala de aula, estivemos a investigar o que cada família fazia no Natal. "o Pai Natal aparece para nos dar os presentes", disse uma das crianças do 1.º ano. 

alguns dos alunos mais velhos torceram o nariz. "mas nós nunca vemos o Pai Natal. só vemos os presentes que ele deixa." 

fiquei a assistir àquele diálogo, onde eu não fazia muita falta, pois estava a ser tranquilo, as pessoas estavam a respeitar as ideias e o tempo de fala de cada um. efectivamente havia ali duas "teses": o pai natal existe e o pai natal não existe.

 

o pensamento cuidadoso

em dado momento, os alunos mais velhos pararam para conversar um bocadinho entre si. um deles pediu para vir falar comigo. 

- conta lá: o que estiveram a conversar? - perguntei eu.

- sabes, Joana, nós sabemos que o Pai Natal não existe. mas nós somos mais velhos e já vimos que ele não vai a casa das pessoas, são os pais e os avós que dão os presentes. mas nós vamos dizer que sim, que existe, porque eles [o grupo do 1.º ano] são mais novos e precisam de acreditar. nós quanto tínhamos a idade deles também gostávamos de acreditar na magia do Pai Natal.

 

boas festas a todos 

 

(foto:  Jonathan Borba / Unsplash)

 

 

 

Blind Date com Filósof@s | Ciclo de Leituras de Textos Filosóficos

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A proposta deste ciclo de leituras passa por fazer uma leitura partilhada e acompanhada de um texto de um filósofo ou de uma filósofa, tendo como premissa não saber quem é o autor. A filósofa de serviço, Joana Rita Sousa, irá selecionar alguns excertos de textos de filósofos ou de filósofas para que possamos ler, sem o contexto e sem o “ismo” associado ao filósofo. 

No primeiro encontro será partilhado o texto com os participantes, para leitura. Serão eliminadas as referências ao autor ou ao título da obra. Iremos começar a abordagem ao texto, a partir de uma proposta da formadora. 

No segundo encontro iremos partilhar as leituras de cada um dos participantes e seleccionar uma pergunta.

No terceiro encontro faremos um diálogo filosófico a partir da pergunta seleccionada pelo grupo no segundo encontro. 

Este ciclo está pensado para pessoas que pretendam aprender e praticar metodologias de leitura, compreensão e problematização do texto filosófico. Não serão exigidos conhecimentos prévios de filosofia. 

Os encontros acontecem através de sessões online, através da plataforma Zoom, e síncronas. Haverá acompanhamento assíncrono para o qual utilizaremos a plataforma Google Classroom. 

Não está prevista avaliação durante o curso. 

 

______________________________

 

Formadora: Joana Rita Sousa é formadora na área da criatividade; consultora na área da estratégia digital. É filósofa e colecionadora de perguntas.

 

DATAS:

1.ª sessão síncrona  – 19 de Janeiro, 18h30 - 20h30
2.ª sessão assíncrona – 2 horas 
3.ª sessão síncrona  – 2 de fevereiro, 18h30 - 20h30
4.ª sessão assíncrona – 2 horas
5.ª sessão síncrona  – 16 de fevereiro, 18h30 - 20h30

Inscrição: 30,00€
Formulário de Inscrição disponível AQUI. 

como fazer para não deixar de fora as crianças com mais dificuldades em participar?

- um artigo Wonder Ponder traduzido por Joana Rita Sousa

 

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Uma das perguntas que nos fazem muitos mediadores quando conhecem Wonder Ponder diz respeito à dinâmica do diálogo filosófico em aula ou em contextos educativos não formais e, mais concretamente, à participação.

Como fazer para não deixar de fora as crianças com mais dificuldades em participar? Como integrá-las na comunidade de investigação, se não lhe sagrada falar diante dos outros? 

É evidente que não há uma estratégia mágica para fazer com que todos participem por igual. Dependerá da criança em particular, do grupo, do contexto e da familiaridade do grupo com o diálogo filosófico e do adulto que facilita o diálogo. 

A Ellen Duthie partilha algumas ideias neste artigo.  

 

Não tenho estratégias mágicas mas tenho três casos que me fizeram reflectir no momento e que me parecem úteis para partilhar, e três aspectos, cada um deles relacionado com um desses casos e que me parecem úteis ter em conta quando se pensa em participação. 

1. Definição de participação.

Era uma vez um rapaz, agora com 10 anos, que vinha às oficinas que fiz em Madrid há 4 anos. Nunca tinha faltado a uma oficina. Insistia com os pais que queria inscrever-se. É um rapaz falador, quando estás sozinha com ele ou em contextos de jogo. Exprime-se muito bem, com um vocabulário amplo e com capacidade de expressar ideias complexas e de resolver conflitos com amigos enquanto joga. Contido, nos grupos de diálogo apenas fala. Creio que em todas as oficinas às quais tem assistido não terá dito mais do que uma ou duas frases durante os diálogos. 

Quando a sua mãe me pergunta se participou, respondo que sim, apesar de não ter falado durante o diálogo, está muito atento a tudo o que os outros diziam e acompanha o diálogo com interesse, sorrindo e reagindo perante aquilo que os companheiros vão dizendo. De imediato a mãe me diz que ele lhe conta tudo aquilo de que falámos e o que argumentou cada um e acabam por voltar a fazer acontecer o diálogo em casa. Aqui ele participa, exprime o seu acordo ou desacordo com os diferentes argumentos que escutou e constrói a sua própria resposta. 

Há crianças - e adultos - que têm um ritmo de pensamento rápido e outros que preferem um ritmo mais lento. Gostam de apreciar o que estão a ler, o que estão a ouvir, digerir e depois falar tranquilamente com confiança, com um amigo, com a mãe ou com o pai. Há pessoas às quais não custa ir construindo as suas respostas enquanto acontece o diálogo, corrigindo o caminho. Mas há outras que preferem e necessitam mesmo pensar um pouco mais, fazer esse diálogo de forma interna antes de se pronunciar. Este diálogo interno pode também ser uma parte do diálogo partilhado. Pode também ser uma forma - activa - de participar. 


2. Dar tempo.

Uma rapariga que esteve numa série de oficinas semanais, com uma timidez incrível, não disse absolutamente nada nos dois primeiros dias. De repente, na terceira oficina começou a falar, como se tivesse verificado que isso era diferente do que se esperava: que aqui se sentir com ânimo para participar, ao contrário do que aconteceia  noutros contextos. Isto acontece-me com frequência e creio que se relaciona com o ritmo de pensamento e dos argumentos que se desenvolvem durante os diálogos filosóficos. 

Noutros contextos, dentro e fora da aula, é normal que aquelas pessoas que sentem alguma ansiedade social ou têm dificuldades para comunicar possam sentir-se incomodadas e pressionadas quando lhes são feitas perguntas. A maioria das perguntas que nos fazem esperam respostas rápidas, bem como respostas certas, envolvidas numa opinião já formada. 

O que acontece nos diálogos filosóficos é que o ritmo é pausado. Não se trata de tirar a pergunta do meio do caminho, mas sim de nos demorarmos um pouco nela, o tempo que for necessário. Este ritmo pausado pode ser bastante reconfortante para aquelas pessoas que perante outro ritmo de perguntas e noutros contextos possam sentir-se bastante incomodadas e receosas em participar. 

3. Diferentes modos de participação.

Falo agora de outro rapaz que alguns denominariam de pouco participativo e que vem com frequência às minhas oficinas e que é bastante parecido, em termos de atitude, com o rapaz do caso número 1. É um pensador silencioso. O que é interessante é a forma como muda a sua atitude no trabalho artístico qur fazemos depois dos diálogos das oficinas Wonder Ponder. Aqui transforma-se e apresenta muita energia, criatividade e muita mais espontaneidade. Não quer dizer que não desfrute dos diálogos em silêncio. Todavia, tomo particular atenção às suas contribuições artísticas, pois são fantásticas (são mesmo) e também para que o próprio possa ver que um tipo de participação não é mais importante do que outro e que entendo perfeitamente e que vejo nos seus desenhos todo o trabalho que realizou em silêncio durante o diálogo. 

Procuro incorporar diferentes formas de participação durante o diálogo. Há perguntas introdutórias que estão mais relacionadas com o relato de uma experiência própria que pode trazer algo para o tema que estamos a explorar. Para alguns, participar em resposta a este tipo de perguntas intimida menos do que participar perante as perguntas mais filosóficas. E vice-versa. Alguns não querem contar nada pessoal e preferem-se centrar-se nas questões em si mesmas. Neste sentido presto atenção e procuro fazer perguntas a cada um dos participantes ajustando o tipo de pergunta que lhes custa menos responder ou que se torna mais divertido responder. 

Creio que o fundamental é criar um ambiente de partilha, agradável, estimulante e seguro para dialogar. Sem correr. Sem pressionar. Sem forçar. Dar tempo. E desfrutar desse tempo durante o qual paramos para pensarmos juntos. 
 

(artigo originalmente publicado no site Wonder Ponder, a 5 de Agosto de 2016)

#ChatP4C - um twitter chat sobre filosofia para/com crianças

no próximo dia 16 de Dezembro, quarta, às 20h (hora de Lisboa, Portufgal) acontece a segunda edição do twitter chat #ChatP4C, dedicado à filosofia para/com crianças.

a iniciativa parte da Jane Yates e da Gina Parker, que no Dia Mundial da Filosofia prepararam e brindaram a comunidade twitter com a primeira edição deste twitter chat. pode ler o resumo desta edição aqui neste resumo, em forma de twitter moment.

de forma a permitir que este momento de conversa chegue a uma comunidade mais vasta decidi participar  e juntar-me à equipa, levando a cabo a tradução portuguesa do twitter chat. 

 

chatp4c

 

oficinas de perguntas

- para famílias com crianças entre os 4 e os 6 anos [online]

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Nas oficinas #filocri o pensar é algo que fazemos em conjunto - e porque não fazê-lo em família?
 
Venham daí ginasticar os músculos do pensamento, apoiados nas ideias do pai, da mãe, do tio ou da madrinha.
 
Estas oficinas são pensadas para adultos e crianças (com idades compreendidas entre os 4 aos 6 anos) e o grande objectivo é brincar e jogar com o pensamento. 
 
 
Data:
13 de Dezembro, domingo, das 11h30 às 12h15 
A oficina acontece online, via zoom
 
Inscrição: 8,50€ por família 
Acresce IVA a 23% (emissão de Recibo Verde). 
 
Formulário de inscrição: https://bit.ly/oficinas_perguntas 
 
 

 

filosofia para adolescentes

- philoTEEN

 

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pois é: filosofia para crianças, cafés filosóficos para adultos... e para os adolescentes, não há nada? 

há sim. 

a partir de Janeiro 2021 (se sobreviver a 2020!) terei oficinas de filosofia para pessoas dos 13 aos 17 anos.

também estou a preprarar algumas partilhas de livros filosoficamente provocadores e que "cabem" dentro desta faixa etária. 

 

datas: 

9 de Janeiro
sábado, das 17h às 18h

23 de Janeiro
sábado, das 17h às 18h 

13 de Fevereiro
sábado das 17h às 18h 

informações sobre as oficinas AQUI

 

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