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filocriatividade | filosofia e criatividade

>> oficinas de filosofia, para crianças, jovens e adultos >> formação para professores e educadores (CCPFC) >> nas redes sociais: #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

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Resolución de conflictos desde la Filosofía Aplicada y desde la Mediación. Manual formativo | José Barrientos Rastrojo


El conflicto es consustancial al sujeto actual. La interculturalidad, la ruptura intergeneracional, la confusión emocional, la necesidad de disponer de respuestas rápidas y eficaces o el simple proceso de madurar nos ponen a prueba y nos exigen que dispongamos de recursos para gestionar cada uno de estos fenómenos. Intentar evitar los problemas constituye un modo ineficaz de enfrentarse a ellos, mientras que mirar de frente su rostro y tramitarlo con estrategias específicas puede rendir beneficios muy provechosos.


Durante la última década, España ha sido testigo del nacimiento de dos disciplinas la Mediación y la Filosofía Aplicada. Ambas comparten una historia común, a través del diseño de formaciones de posgrados, congresos, libros y artículos de diversa índole. Sin embargo, el vínculo más destacado es su acentuada vocación de resolver o disolver conflictos. Este libro pretende explicar esta conexión de un modo eminentemente práctico:

«El autor, especialista en ambas disciplina, ha impulsado desde hace más de una década el desarrollo de las dos profesiones. Así, José Barrientos ofrece al lector la teoría básica de la disciplina que sitúa respecto a sus contenidos y finalidades y las herramientas y guías maestras que operativizan la teoría para el afrontamiento de conflictos personales o para adquirir las competencias en la resolución de conflictos de otros sujetos. El libro se completa con ejercicios resueltos que permitirán evidenciar si la formación es adecuada y con casos reales y recursos que permiten reflexionar sobre la implementación real de las disciplinas en circunstancias del día a día. Esta estructura facilita que la obra sea utilizada para crear cursos de Mediación y de Filosofía Aplicada entre diversos tipos de colectivos o, incluso para el uso personal para la resolución de un conflicto complejo.»

fonte: Vision Libros




filocriatiVIDAde em Moçambique

A convite da Escola Portuguesa de Moçambique, o projecto filocriatiVIDAde organiza, a partir de 08 de Setembro, uma formação para professores denominada Filosofia para Crianças e Criatividade.

A acção de formação contemplará momentos de trabalho com as crianças e jovens da Escola, de forma a complementar a parte teórica da formação com a prática. Dos conteúdos da formação fazem parte as metodologias de Mattew Lipman, Óscar Brenifier e Catherine McCall, bem como de autores ligados à área da criatividade.

No entender de Joana Sousa, Licenciada em Filosofia, Formadora e Responsável pelo projecto filocriatiVIDAde “a Filosofia para Crianças (FpC) consiste numa prática de competências do pensar. Costumo usar a imagem do ginásio: nas sessões de FpC temos oportunidade de treinar os músculos do pensamento, questionando, reflectindo em grupo e assumindo posições”.

O projecto filocriatiVIDAde surge em 2008, tendo como responsável Joana Sousa. Dedica-se à formação na área da filosofia para crianças, filosofia aplicada e criatividade (para crianças e adultos). O projecto viaja um pouco por todo o país, tendo já marcado presença em Faial, Lousada, Lourinhã, Portalegre, Funchal, Odivelas, Rio de Mouro, Amor e Lisboa.

A Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa iniciou as suas actividades no ano lectivo 1999-2000. Desde há alguns anos que a filosofia para crianças faz parte do dia a dia dos seus alunos, como Actividade de Complemento Curicular, nos 3º e 4º anos do 1º ciclo do ensino básico.


“Mais importante do que os resultados dos ateliers (um desenho e uma frase, por exemplo) é observar o modo como as crianças descobrem que «trabalhar com a mente é divertido», afirma Joana Sousa.




Projecto filocriatiVIDAde: http://joanarssousa.blogspot.com/

Escola Portuguesa de Moçambique: http://www.epmcelp.edu.mz/

filosofia para crianças - Michael Pritchard | Western Michigan University

«Vejamos mais um exemplo de como uma discussão lógica depressa se transforma numa discussão de questões filosóficas profundas (Pritchard,1985). Um grupo de alunos do 5.º ano considera a afirmação "Todas as pessoas são animais." Esta afirmação foi proposta por um estudante como mais um exemplo de uma afirmação que se torna falsa quando invertida. Jeff objectou que "Todas as pessoas são animais" não é verdadeira. Chip passou a desenvolver uma taxonomia que situou as pessoas, de parceria com elefantes e tigres, debaixo da categoria dos mamíferos, mamíferos debaixo de animais e animais debaixo de seres vivos. Jeff manteve a objecção.


Chip: "Jeff, o que são pessoas? Diz-me, o que são pessoas? Podes responder, não podes?"

Jeff: "Sim, posso."

Chip: "O que és tu?"

Jeff: "Uma pessoa."

Chip: "O que é uma pessoa?"

Jeff: "Alguém que vive."

Chip: "Alguém que vive pode ser uma baleia."

Jeff: "Eu disse alguém, não um animal..."

Chip: "Podes consultar qualquer livro na biblioteca — bem, qualquer um que seja acerca de nós..."

Larry: "Gostaria de saber por que razão estão todos a ficar irritados com um assunto tão insignificante."

Rich: "Estamos a pensar! É para isso que estamos aqui.

Amy: "Alguém tem aqui uma enciclopédia para procurar animais, mamíferos ou pessoas?"

Jeff: "Somos todos humanos. Se um tipo de Marte nos visse, diria: 'Ei, olhem, estão ali alguns seres humanos.' Não diria: 'Ei, olhem alguns animais lá em baixo.'''

Mike:"Os Marcianos, se é que há algum, diriam: 'Ei, olhem para aquelas criaturas de aspecto estranho', ou qualquer coisa do género. Eles não saberiam o que nós somos. Eles não sabem nada acerca de nós. [ Regressando à distinção original de Jeff, Mike prossegue.] Se é uma pessoa, dizes 'alguém' (somebody). Se é um animal, já dizes 'uma coisa' (something). Alguém é um corpo humano".

Chip: "Existe vida, ok? A partir daí podes fazer ramificações. Tens animais, plantas e mais seja o que for — tu sabes, moléculas e coisas do género. Agora vais até animais e continuas a fazer ramificações — mamíferos, anfíbios, répteis e mais seja o que for. A seguir mais umas ramificações e tens estes humanos especiais. Até aqui está certo, Jeff?

Jeff: "Continua."

Chip: "Bem, quero saber se concordas até aqui."

Jeff: "Continua. Não vou mudar de ideias. E é tudo... Não sou um animal. Sou uma pessoa e vou continuar a pensar desta maneira."

Chip: "Tu és um tipo de animal."

Jeff: "Não me vou dirigir ao Dr. Jekyl e pedir-lhe: 'Ei, transforma-me num animal'..."

Amy: "As pessoas são um tipo de animal, como os pássaros. É diferente do que um elefante é. Um pássaro é diferente de um elefante. E nós somos diferentes do pássaro. O Mike disse que não tratamos o nosso cão como uma pessoa ou alguém. Mas pode haver alguém realmente próximo do seu animal de estimação e considerá-lo parte da família."

A discussão continuou por mais alguns minutos. Mal o grupo dispersou, um estudante comentou com outro: "Se quiséssemos podíamos argumentar durante horas!" "Durante dias," retorquiu o segundo. Como este grupo reunia semanalmente depois da escola na biblioteca pública local, na semana seguinte as crianças voltaram com uma enciclopédia para decidir a questão. Depois de alguns minutos de discussão, o professor perguntou aos estudantes se eles pensavam que tudo o que a enciclopédia dizia era verdadeiro.

Emily: "Não estamos certos de algumas coisas; e a enciclopédia podia dizer tudo o que há a dizer sobre como o sistema solar foi formado, e diria provavelmente que houve uma grande poeira que girava como um pião. Mas não temos a certeza de que tenha sido assim. Logo, pode estar errada.

O professor perguntou se nesses casos a enciclopédia diz "Não estamos certos."

Mike: "Dirá 'hipótese' — o que é uma suposição."

Kurt: "Dirá que ainda não estamos certos."

Deste modo, a discussão manteve a sua vitalidade filosófica. Este grupo encontrou-se ao longo de todo o ano lectivo e debateu uma grande variedade de tópicos filosóficos, incluindo a relação entre mente e cérebro, diferenças e semelhanças entre sonho e realidade, conhecimento de outras mentes, auto-conhecimento e a relação entre provas e conhecimento.»

FONTE: Crítica na rede

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