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filocriatividade | #filocri

filosofia para/com crianças e jovens | mediação cultural e filosófica | #ClubeDePerguntas | #LivrosPerguntadores | perguntologia | filosofia, literatura e infância

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21 de Novembro, 2010

Workshop | Filosofia para Crianças, Criatividade & Meia Dúzia de Chapéus às Cores

joana rita sousa / filocriatividade
Workshop para pais, professores,
educadores e agentes educativos:
dia 22 de Janeiro, no CCPE


Oficinas Colorir fora dos traços:
para pais e filhos
(dos 4 aos 12 anos):
dia 29 de Janeiro, no CCPE


solicite informações através do e-mail:
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<div style="text-align: center;"><span style="color: #38761d; font-size: large;"><strong>Workshop para pais, professores, </strong></span></div><div style="text-align: center;"><span style="color: #38761d; font-size: large;"><strong>educadores e agentes educativos: </strong></span></div><div style="text-align: center;"><span style="color: #38761d; font-size: large;"><strong>dia 22 de Janeiro, no CCPE</strong></span></div><br /><br /><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">Oficinas Colorir fora dos traços: </span></strong></div><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">para pais e filhos </span></strong></div><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">(dos 4 aos 12 anos): </span></strong></div><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">dia 29 de Janeiro, no CCPE</span></strong></div><br /><br />solicite informações através do e-mail: <a $included="null" href="mailto:contacto@ccpe.com.pt" rel="noopener"><span style="color: #6e7791;">contacto@ccpe.com.pt</span></a><br /><br /><div style="text-align: center;">Centro de Criatividade Pró-Ensino | Av. 5 de Outubro 23, 1º - 1050-047 - Lisboa</div>
21 de Novembro, 2010

Olhar a Palavra, Jr.

joana rita sousa / filocriatividade
Em conjunto com três amigos que tiram fotografias, criei um espaço que se chama Olhar a Palavra. Nele encontram olhares e palavras, cruzamentos entre frases e imagens.

No âmbito das minhas acções na área da filosofia e criatividade tenho utilizado algumas das fotografias que estão presentes n'Olhar a Palavra para servir de base às oficinas «Colorir fora dos traços».

Ainda que a #todolist esteja aqui a «gritar-me» aos ouvidos, não resisto a deixar-vos alguns dos trabalhos dos mais pequenos, inaugurando aqui uma espécie de Olhar a Palavra Jr.

Os textos aqui apresentados são fruto da imaginação das crianças e dos adultos que as acompanharam e que com elas coloriram fora dos traços!

Nota: as histórias são registadas pelos adultos e não são sujeitas a revisão; a ideia é escrever aquilo que a criança diz, sem perder pitada da sua imaginação!





«Era uma vez dois escaravelhos que se casaram. E a fêmea pôs mil ovos dentro de duas bolas de cocó de boi. E depois um perigo estava a espreitar, que era uma aranha. O escaravelho macho e a escaravelha fêmea estavam cá fora e a aranha era capaz de agarrá-los. Mas depois a aranha caiu de cabeça para baixo e teve de ir ao médico das aranhas. Mas depois viveram felizes para sempre, mas primeiro nasceram os escaravelhos bebés. »




a história é do Benjamim
a fotografia é do João Sousa
no blog Olhar a Palavra: não há amizade sem movimento




Os disparates da tinta



«Um pintor foi buscar uma paleta e começou a pintar e depois, distraído, pôs tinta no copo de água. Mas depois fez mais disparates. Ele mistutou cores com outras cores, umas nas outras. Depois teve uma ideia: foi buscar os pincéis e começou a pintar-se, para ser um palhaço!
Depois foi buscar um bilhete para ser artista do circo, um palhaço! Nesta história é preciso um bilhete para ser artista. E o que vende bilhetes disse que sim.
E depois ele foi para a sua equipa que era a dos palhaços. Eram do mesmo número, do mesmo espectáculo. O primeiro número foi o dos palhaços e o dos outros palhaços do circo.»

a história é do Benjamim
a fotografia é da Joana Sousa (moi même!)
no blog Olhar a Palavra: equilíbrio a cores



«Eu ia dizer «era uma vez» mas isso é muito infantil. Esta é uma história de um gato que se chama Tarantino, e que passa a vida a chatear as pessoas.

Uma das pessoas é um velhote que estava escondido atrás da porta para ver se apanhava o gato!... mas o gato era muito esperto e sabia quais eram as intenções do velhote. Além disso, pressentia a sua presença e estava alerta para fugir se fosse preciso.
Um certo dia o gato adormeceu e estava muito cansado... era a oportunidade do velhote para o apanhar.
Pé ante pé, o velhote foi até ao gato e… Surpresa das surpresas! O velhote, que se chamava Sr. Esperança, quando ia a apanhar o gato reconheceu-o! Era o seu gato Tarantino.»

a história é da Filipa, do Artur e do João
a fotografia é do João Paca
no blog Olhar a Palavra: verde deserto

 


«O Sr. Esperança morava numa casa de telhado laranja. A casa ficava do lado de uma linha de comboio onde só passava um comboio por dia. Todos os dias o Sr. Esperança ficava à espera que o comboio passasse!

Das suas janelas e porta ele só conseguia ver um campo muito verde e com o céu azul. Era uma paisagem muito tranquila e bonita. Por vezes passava um passarinho, uma gaivota ou andorinha.
O Sr. Esperança nem sempre viveu sozinho. Tinha um gato, que se chamava Tarantino, que fugiu para outra história. Tinha saltado da janela sem o Sr. Esperança se aperceber e correu 132 metros e desapareceu. O Sr. Esperança procurou-o por toda a parte mas não o encontrou.»

a história é da Filipa, do Artur e do João
a fotografia é do Marco A. Pires
21 de Novembro, 2010

Fausto «Tifoso dos Robots» Ferreira

joana rita sousa / filocriatividade

«(...) Começou tudo, garante ele, aos 4 ou 5 anos, quando uma tia lhe ofereceu um robot brinquedo. "Gostei muito e a partir daí comecei a pensar nisso." Mesmo se por volta dos sete anos enviou uma foto para um programa de TV que tinha a ver com o que as crianças queriam ser. "Nessa altura tinha a mania das lanchas, apareci na televisão a martelar uma." Ri. "Acabei por juntar as duas coisas: robots e barcos."

Natural de Cordinha, Cantanhede, pelo BI (é a terra do pai), nasceu em Coimbra em 1984 e viveu em Águeda entre os 4 e os 18 anos, quando entrou para o curso de Engenharia Electrotécnica e de Computadores do Instituto Superior Técnico. Acabou o curso em 2008, com média de 17, entre os melhores 30 dos 300 alunos. Mas, mesmo assim, não era óbvio que conseguisse fazer o que queria. "Logo na primeira aula o professor disse que 90% iriam ser consultores e quando terminei todas as propostas de trabalho que recebi eram para isso, menos uma. Andei activamente à procura na Net de possibilidades relacionadas com a robótica e encontrei três: uma na Holanda, outra em França, na Agência da Energia Atómica, e a terceira em Génova, que escolhi. Os projectos francês e italiano são parceiros, o trabalho é mais ou menos o mesmo, mas eu preferia Itália e estar junto ao mar." Conseguiu uma bolsa europeia (Marie Curie Early Stage Researcher) e partiu com um livro de conversação - italiano em 30 dias - oferecido pelo irmão, mas começou por comunicar em inglês. "Ao fim de três meses já falava bem italiano, é uma língua fácil para nós." (...)
A preparar o doutoramento, concorreu a uma bolsa da Fundação de Ciência e Tecnologia para ficar em Génova "mais uns três anos e meio". Depois? Ainda não há mapa: "Ainda não sei. Provavelmente não me será difícil encontrar um contrato para ficar em Itália. Mas gostava de voltar a Portugal, porque gosto muito do meu país, e há grupos de investigação muito bons cá. E em muitas coisas estamos muito melhor. Toda a gente pensa que lá fora é que é bom, mas chega-se lá e não é assim. Temos um complexo de inferioridade que também encontro nos italianos."»

leia o artigo, na íntegra, no DN