...aqui ficam as notícias sobre a influência da Filosofia para Crianças no QI.
«Em 2001, o Clackmannanshire Council foi a primeira escola no Reino Unido a incluir filosofia para crianças de 4 anos no seu curriculo pedagógico. A opção foi tomada depois de um estudo da Universidade de Dundee ter referido que a Filosofia para Crianças pode subir o QI até mais 6.5 pontos. Depois de 7 anos será realizado um encontro nesta escola para debater o tema e analisar a experiência nesta escola. A filosofia para crianças é também referida como potenciadora do desenvolvimento da inteligência emocional assim como estratégias de comunicação.»
«Baseado num livro de François Bégaudeau, A TURMA segue um ano de um professor e da sua turma numa escola num bairro problemático de Paris, microcosmos da multietnicidade da população francesa, espelho dos contrates multiculturais dos grandes centros urbanos de todo o mundo. François, professor, e os seus colegas, preparam-se para um novo ano escolar. Cheios de boas intenções, estão decididos a não deixarem que o desencorajamento os impeça de tentar dar a melhor educação aos seus alunos. Mas as culturas e as atitudes diferentes frequentemente colidem dentro da sala de aula. François insiste num atmosfera de respeito e empenho. Mas a ética da sua sala de aula é posta à prova quando os estudantes começam a desafiar os seus métodos. O filme é protagonizado pelo professor que escreveu o livro que deu origem ao filme e os actores não-profissionais que compõem a turma de alunos foram escolhidos entre alunos de um liceu francês.»
«A fim de proporcionar aos finalistas da Licenciatura em Filosofia uma maior aproximação ao mundo laboral e sua inserção profissional, a Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica abriu, no presente ano lectivo, um conjunto de Estágios, em parceria com o Instituto Português da Juventude, a Junta de Freguesia de S. Vítor e a Associação Portuguesa de Aconselhamento Ético e Filosófico.
Nestas instituições, os estagiários colaborarão nos sectores das actividades sócio-culturais, artísticas, da comunicação, da formação e dos recursos humanos. Pretende-se que estes alunos enriqueçam a sua formação no contacto vivo com as estruturas e os quadros destas organizações polivalentes e que, ao mesmo tempo, testem e apliquem as competências filosóficas nas diversas actividades em que participarão.
A amplitude da compreensão cultural, a capacidade analítica, a construção coerente e estruturada do pensamento, o poder de argumentar e comunicar, a capacidade de reflectir criticamente, de criar conceitos e de inovar – apoiadas numa visão humanista e personalista – são competências intelectuais e destrezas que certamente estes alunos aplicarão nos projectos, nas iniciativas e no programa de actividades das referidas entidades.»