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filocriatividade | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal | #FilosofiaAoVivo

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Escola de Criminologia, na Faculdade de Direito da Universidade do Porto

«O Curso de Licenciatura em Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto foi aprovado por deliberação do Senado da Universidade do Porto em 5 de Junho de 2002 (Deliberação nº. 1327/2002, D.R. II série nº 196 de 26 de Agosto de 2002), tendo sido registado com o nº R/220/2002. Face à impossibilidade de abertura de vagas foi adiada a sua entrada em funcionamento, prevendo-se que a mesma ocorra no ano lectivo de 2006/07, dado ter sido já obtido o registo de adequação deste ciclo de estudos segundo o processo de Bolonha.A Criminologia consiste no estudo pluridisciplinar do fenómeno criminal, constituindo-se no cruzamento dos saberes sobre o crime, a desviância e os sistemas de controlo social. Trata-se, pois, de articular os conhecimentos de diferentes áreas científicas, bem como os seus métodos, para conhecer o crime, o delinquente, a vítima, a criminalidade e a reacção social ao crime. Enquanto disciplina teórica, empírica e aplicada, a Criminologia baseia-se em grande medida nos conceitos, perspectivas e metodologias das ciências humanas e sociais, das ciências jurídicas e das ciências bio-médicas, repousando particularmente no Direito, na Sociologia e na Psicologia. Foi a partir destes elementos que estruturam o campo criminológico, definido enquanto campo de saber e de práticas, que se pensou a lógica que presidiu à organização e estrutura do plano de estudos, designadamente as áreas científicas nele contempladas (Criminologia, Direito, Ciências do Comportamento, Estatística, Métodos de Investigação Científica e Ciências Forenses), os seus princípios e objectivos, bem como a natureza e objectivos das unidades curriculares e respectivas metodologias de ensino.»

Eis um curso que gostaria de ver leccionado em Lisboa.

Mais informações aqui.

INDUCAR

Aqui está um projecto que conheci através da leitura do nº 54 da revista FORMAR, do IEFP. INDUCAR.

«A inducar é uma organização de direito privado sem fins lucrativos, que tem como objectivo central a promoção da educação não-formal e, através, desta, da integração social.
A inducar define-se, fundamentalmente, como uma organização profissional de prestação de serviços a todas as organizações e instituições que reconheçam na educação não-formal um contexto pedagógico alternativo e eficaz. »

A que se dedica este projecto?

«A actividade central da inducar assenta na conceptualização, implementação ou apoio a actividades educativas / de formação fora do contexto escolar:
- acções de formação temáticas - em vários formatos, para vários públicos, sobre temáticas específicas
- apoio a projectos educativos:
gestão integrada de projectos / processos de formação;
construção e gestão de plataformas de comunicação e aprendizagem virtuais - e-learning;
desenvolvimento de competências educativas, formação de formadores / educadores / professores, coaching, reforço de equipas de formadores;
avaliação de projectos / processo educativos.
- consultoria - no âmbito da educação não-formal em geral, especialmente orientada para o apoio à elaboração de projectos e actividades educativas, estudos e investigação, tanto a nível nacional como internacional.»

Um filósofo na administração

Há boas notícias, vindas do outro lado do Atlântico, para quem consagrou os seus anos universitários ao estudo e aprofundamento de disciplinas hoje consideradas como de "difícil saída profissional".
Trata-se, concretamente, do caso de algumas empresas norte-americanas, que decidiram recrutar, para os seus conselhos de administração, quadros com formação superior em Filosofia. E admitem também alargar o processo com o recurso a historiadores ou sociólogos.
A explicação tem a ver com o facto de, mergulhados em cash flow, EBITDA, tableau de bord, downsizing e outros indicadores ou acções similares, os gestores perderem, com frequência, o contacto com o mundo real, com as necessidades das pessoas, perderem mesmo, em algumas circunstâncias, a capacidade de arquitectarem uma visão e um pensamento global sobre o meio em que se movem.
A combinação de saberes diferenciados, a nível da decisão de topo, terá, segundo os precursores da iniciativa, vantagens em matéria de análise crítica, de conhecimento dos mercados e de programação a prazo.
Os cépticos do costume poderão reagir com um simples encolher de ombros e profetizar que tudo isto não passa de uma "americanada", a ser em breve esquecida e substituída por outra novidade, produto do delírio criativo de um qualquer "iluminado". E é verdade que haverá, no mínimo, que esperar para ver se os resultados da gestão empresarial retirarão benefícios reais deste recrutamento invulgar.
A História está repleta de considerações díspares acerca da disciplina do pensamento, desde, por exemplo, São Paulo, na Epístola aos Colossenses ("Cuidado, não vos apanhem com a filosofia, essa quimérica negaça"), ou Shakespeare, pela voz de Hamlet ("Há mais coisas no céu e na terra, Horácio, do que a vossa filosofia pode supor"), até Descartes ("Viver sem filosofar é o que se chama ter os olhos fechados sem nunca os haver tentado abrir") ou Nietzsche ("O esforço dos filósofos tende a compreender o que os contemporâneos se contentam em viver.") De qualquer forma, quem teve o privilégio de se encontrar com a Filosofia através da mediação de um professor inspirado sabe bem o que ganhou em "sabedoria" e "compreensão".
Impressiona, portanto, a decisão do Ministério da Educação de acabar com o exame nacional na disciplina, obrigando as universidades com licenciaturas em Filosofia à decisão surrealista de seleccionar outra matéria para a prova específica de acesso ao curso.
A liberalização do ensino superior ocorrida nas últimas décadas, no que respeita à oferta e ao acesso, não originou, como se sabe, um aumento da qualidade média do ensino prestado ou da formação dos jovens licenciados. As razões são conhecidas, estão suficientemente dissecadas e não cabem no âmbito deste artigo. E também se conhece o drama da legião de desempregados - ou "mal empregados"... - que convivem com a amargura do sentimento de inutilidade dos anos de estudo específico.
Não se percebe é como a desvalorização da Filosofia poderá contribuir para corrigir estes desequilíbrios. Ignorantes sobre a História da "sabedoria", mais mal treinados para pensar e para compreender um mundo com contornos cada vez mais complexos, os jovens do futuro estarão, obviamente, bem mais desarmados perante a vida.

Artigo de Mário Bettencourt Resendes (jornalista)
DN, 04 de Janeiro de 2007

A Liderança... segundo Tony Soprano


Na Executive Digest de Dezembro de 2006 (nº 9 - II série) pode encontrar-se um artigo muito interessante sobre o estilo de liderança de Tony Soprano, sim, o mafioso da série de televisão.

Características deste líder: confiança, carisma, inteligência, empatia, inspira lealdade e credibilidade, bem como reverência e é muito raro o momento em que o seu poder é posto em causa. É um homem que acredita na autoridade, que tem capacidade para delegar e permitir autonomia e para simultaneamente exercer pressão. Nem sempre ouve os outros, no que respeita a sugestões.

Tony tem uma capacidade muito útil aos líderes dos dias de hoje: lida bem com a mudança, com as novas pessoas e os novos problemas, num cenário de pressão e poucos aliados.


O artigo é assinado por Anthny Scheneider, autor do livro A Gestão segundo Tony Soprano.


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