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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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:: filosofar nas férias de verão ::

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o desafio inicial foi "lançado" pela leitura do livro de Platão, Banquete. foi na leitura desta obra que me inspirei para criar, investigar e propor, ao grupo, as provocações para o pensar. 

 

o trabalho aconteceu durante uma semana, da parte da manhã. houve tempo para ler uma história, fazer perguntas, procurar respostas e fazer comentários. brincámos muito, a pensar. pensámos muito, a brincar - e também a sério!

 

houve momentos em que tivemos dúvidas, em que nos sentimos confusos. com a ajuda dos amigos, não baixámos os braços perante os obstáculos.

 

foi um prazer filosofar convosco: R., L., M., A. e A. espero que nos possamos encontrar de novo.

 

 

das motivações para aprender

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reparei que o trabalho de uma das formandas não estava no moodle. o prazo de entrega acordado já tinha passado.

enviei e-mail a perguntar se tinha havido alguma dificuldade. a resposta? a resposta dá direito a 20 valores.

 
"Não te preocupes, aprendi muito na formação, foi muito interessante e um grande desafio para o meu raciocínio... Estava a precisar de pensar, aprender coisas novas (...) não preciso de mais nada. A avaliação não é um fator que me interesse muito, visto que não vou aplicar este método com crianças e porque o que me interessa foi o que eu tirei da formação."

 

comunidade de investigação

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sabes que tens uma "comunidade de investigação" em franco desenvolvimento quando a criançada dialoga desta forma:

 

"o que a ana está a dizer não faz muito sentido"
"artur, a tua ideia é igual à minha"
"eu quero dizer que não concordo. e tenho um porquê"
"acho que essas perguntas são divididas"
"isso é uma pergunta filosófica porque nós não sabemos responder logo"
"joana, acho que é melhor levarmos essas perguntas para casa para pensar melhor e escrever de novo"
"essas perguntas dão para a filosofia e também para outras coisas"
"na filosofia nós falamos sobre tudo, mas de outra maneira"

2º e 3º anos / 1º ciclo

a filosofia mora em todo o lado

na gestão: a provar, está o livro de Catarina G. Barosa, para o qual foi entrevistada lado a lado com Jose Barrientos Rastrojo ou António de Castro Caeiro.

 

 

na DN Magazine: numa reportagem a propósito do evento Portugal é Agora, organizado por Fernando Alvim, no dia 11.12.13

uma escola diferente: a Escola da Ponte

 

 

«dar aula é inútil e prejudicial, e isso já se sabe há mais de há um século (...) até à chegada à Ponte, eu trabalha sozinho (...) dava boas aulas (...) mas no final de cada ano havia sempre alunos que reprovavam e não aprendiam (...) interrogava-me»

 

em 1976 nasce a Escola da Ponte

 

 

«Era preciso repensar a escola, pô-la em causa. A que existia não funcionava, os professores precisavam mais de interrogações do que de certezas. Concluímos que só pode haver um projeto quando todos se conhecem entre si e se reconhecem em objetivos comuns.

Apercebemo-nos que um dos maiores óbices ao desenvolvimento de projetos educativos consistia na prática de uma monodocência redutora que remetia os professores para o isolamento de espaços e tempos justapostos, entregues a si próprios e à crença numa especialização generalista. Percebemos que se há alunos com dificuldades de aprendizagem, também os professores têm dificuldades de ensino.

Obrigar cada um a ser um outro igual a todos, é negar a possibilidade de existir como pessoa livre e consciente. Na nossa escola todos trabalham com todos. Assim, nem um aluno é aluno de um professor mas sim de todos os professores, nem um professor é professor de alguns alunos, é professor de todos os alunos.

Hoje, a nossa Escola assenta na autonomia dos alunos.

Inserido no sistema oficial de ensino português, é um projeto reconhecido e admirado, um pouco por todo o mundo, essencialmente pelas virtualidades de uma aprendizagem alicerçada em valores como a solidariedade e a co responsabilização dos educandos.

Este é, também, um modelo pedagógico que serve de inspiração a outras escolas e realidades, sendo visitada anualmente por uma média de 1000 pessoas dos mais diferentes quadrantes educacionais e culturais»

OUTLIERS

O livro foi-me recomendado numa aula de Análise de Dados: Outliers ou o porquê de existir «gente fora de série». Porque é que uns se destacam e outros não?

O autor é este senhor aqui do lado, o Malcom Gladwell.

E a par do Previsivelmente Irracional, do Dan Ariely, estes são os meus livros de «cabeceira».

Ambos são livros fascinantes e «cheira-me» que vou aprender muito com eles.

E agora é hora de me debruçar sobre os Dados da aula de Análise!

...

Estas imagens fizeram-me viajar ao país das maravilhas. E recordar uma frase do livro de que gosto muito e que uso recorrentemente quando falo nesta coisa que se chama Filosofia e que uma criança definiu uma vez como «os trabalhos de pensar».






«- Tenho o direito de pensar – respondeu Alice com rudeza, pois estava a começar a aborrecer-se. »




de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol

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