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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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11th SOPHIA meeting - 3 e 4 de Julho, em Aveiro

 

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Nos dias 3 e 4 de Julho, filósofos, académicos e profissionais relacionados com a educação irão reunir-se em Aveiro, no Colégio D. José I, para a 11ª Reunião Anual SOPHIA: The European Foundation for the Advancement of Doing Philosophy with Children.

 

Filosofia para Crianças é um termo geral que abrange diferentes metodologias para envolver as crianças em diálogos de grupo, sobre tópicos filosóficos. Desde que foi criada, em 1993, a rede SOPHIA comprometeu-se a promover e a sustentar, de forma solidária, o desenvolvimento da filosofia nas escolas, pela Europa. Todos os anos, a fundação organiza uma reunião numa cidade europeia, com o objectivo de trabalhar o desenvolvimento da filosofia nas escolas, naquele país, partilhando as boas práticas com facilitadores de toda a Europa.

 

A reunião desde ano terá lugar no Colégio D. José I, em Aveiro, tendo sido acolhida por Joana Rita Sousa e Celeste Machado, do projecto filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade, Será possível aos participantes participar em oficinas e ouvir conferências levadas a cabo por académicos reconhecidos e facilitadores com prática no terreno, incluindo Catherine McCall, uma das fundadoras da SOPHIA.

 

O tema da reunião é “Questioning questioning”. As conferências e as oficinas irão explorar o tema do questionamento relativamente a tópicos como a liberdade de expressão; serão abordados aspectos metodológicos relacionados com o tipo de questões que os professores poderão utilizar em ambiente de sala de aula.

 

Emma Worley, co-CEO da The Philosophy Foundation e membro dos quadros da SOPHIA afirmou que “SOPHIA é uma organização que visa trazer uma atitude plural para a filosofia nas escolas. A reunião é uma excelente oportunidade para o treino de professores, bem como para aprender sobre práticas filosóficas na sala de aula.”

 

Joana Rita Sousa e Celeste Machado consideram que "o acolhimento da reunião em Portugal permitirá o diálogo entre os facilitadores e investigadores; constituindo-se como um momento de partilha essencial para o desenvolvimento das práticas, em torno da filosofia para crianças." Ambas as investigadoras têm vindo a realizar encontros nesta área, desde 2011: Sentir Pensamentos | Pensar Sentidos. "Consideramos que a presença da rede SOPHIA em Portugal é uma oportunidade única para reforçar o diálogo entre  os professores e educadores que estão a trabalhar nesta área, em Portugal e não só." 

 

A participação na reunião está sujeita a inscrição prévia, através do link:

http://www.sophianetwork.eu/next-meeting/

 

Nota: as comunicações serão realizadas na língua inglesa. 

 

Informações: info@joanarita.eu

 

11th SOPHIA meeting

Colégio D. José I, em Aveiro

3 e 4 de Julho de 2017

 

Acolhimento:

Colégio D. José I

http://www.coldjose1.pt

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

http://joanarssousa.blogs.sapo.pt

 

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Criatividade e Filosofia: formação no Porto

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Curso Criatividade e filosofia - ou um ginásio para os músculos do pensamento 

Objectivos:
- Identificar as linhas gerais da filosofia para crianças;
- Identificar linhas gerais do pensamento lateral, bem como da técnica de criatividade de E. Bono (seis chapéus do pensamento);
- Reflectir sobre as aplicabilidades das metodologias em contextos diferenciados.

Conteúdos:
(I) Lipman, Brenifier e outros autores de referência 

(II) 4 C’s: pensamento crítico, criativo, colaborativo e cuidativo 
(III) Criatividade: Edward de Bono e os seis chapéus do pensamento 
(IV) A prática em diferentes contextos 

Destinatários:
Professores, Pais, Educadores, Auxiliares de Educação, Estudantes

A formadora:
Joana Rita Sousa é filósofa e colecciona perguntas. Dinamiza oficinas de filosofia, para crianças e jovens, desde 2008.
Licenciada em Filosofia. Mestre em Gestão de Recursos Humanos. Formadora (CCP e CCPFC). Certificada no método Six Thinking Hats® em 2007 (Edward de Bono). Frequenta o mestrado em Filosofia para Crianças e Jovens.


Data: 28 de Maio
Horário: 9h às 13h | 14h às 18h
Local: Yoga Sobre o Porto (Rua das Carmelitas, nº 100, 3º Esq, Porto)


Informações e inscrições (até ao dia 18 de Maio): simplesmente.simplesmente@hotmail.com

próximas paragens, ainda em Abril: cafés filosóficos e oficinas de filosofia

 

27 de abril, no espaço Positive Minds (em Odivelas)

O que é a felicidade? 

info: bookings@positiveminds.pt

 

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29 de Abril, Cabecinhas Pensadoras, em Lisboa (Crescer com Sentido

informações: crescercomsentido@gmail.com 

oficinas para crianças e jovens, entre os 4 e os 14 anos

 

 

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30 de Abril, no Monte Caparica - há filosofia n'A Azinhaga

info: 934643552 ou azinhaga.chanoca@gmail.com

 

 

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"Porque é que as pessoas fazem as coisas ao contrário?"

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no dia 2 de Abril voltamos a visitar a Nazaré e a Beyond Academy.

 

as oficinas são abertas a crianças e jovens - a Dina poderá esclarecer tudo através dos e-mails: geral@beyondacademy.net / beyondacademy@gmail.com ou do telefone 967 108 998

 

 

filosofia no jardim de infância

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A sala dos Artistas decidiu dialogar sobre os super-heróis: para tal, contámos com a ajuda do Batman e da Lady Bug. Afinal, o que há de tão especial nisso de ser super-herói?

Na sala ao lado, dos Super-Heróis, estivemos a ver exemplos de pensar. Afinal, quando é que o pensar acontece? E tudo o que fazemos precisa que "o pensar" aconteça?
A verdade é que pensámos muito sobre o assunto e houve até quem mudasse de ideias: explicar o porquê ficou um pouco difícil. Mas vamos continuar!

 

às voltas com um puzzle, no mínimo, diferente

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a oficina de hoje foi especial: revi a M, com quem já tinha filosofado há uns tempos, num outro espaço. e filosofei, pela primeira vez com a sua mana C - estão tão crescidas! 

a L voltou para mais uma oficina; consta que gosta muito e que quer voltar sempre que possível. tem sido uma boa ajuda, pois a L faz a apresentação da filosofia a quem chega pela primeira vez. foi o caso da E. e do F, mãe e filho, com quem já tinha trocado algumas cartas #filopenpal. foi tão bom estar com ambos, assim "ao vivo e a cores"!

 

e sobre o nosso trabalho? bom, recuperei o exercício sobre o conhecimento, que o Tomás partilhou em tempos. e que eu já levei para as salas de aula. 

foi muito bom recuperar o jogo, voltar a pensá-lo e a prepará-lo. 

sobre as coisas que aconteceram, houve muitos momentos dignos de partilha por aqui. 

nesta oficina participaram crianças e jovens, entre os 4 e os 11 anos. a E e eu éramos as duas crescidas ali do grupo. foi a primeira vez que trabalhámos juntos e correu muito bem: houve respeito pelas ideias de cada um, alguma excitação com a ideia de haver um puzzle branco e sem imagens. e muita vontade de "dar a volta" ao desafio.

houve quem mudasse de ideias - afinal, pensar em conjunto tem esta "magia": faz-nos pensar mais, ver outras coisas e testar a nossa posição.

 

foi uma manhã fantástica.

obrigada 

 

Michael Hand: "I think the biggest challenge for all advocates of philosophy in schools, whether they favour the P4C approach or not, is persuading governments and policy-makers of its educational value."

When talking with Laura D'Olimpio about P4C and this series of interviews, I had the chance to know Michael Hand and to know a little more about his vision of philosophy and P4C, nowadays.

 

*

 

Michael Hand is Professor of Philosophy of Education at the University of Birmingham. He is editor of the IMPACT pamphlet series and the Bloomsbury Philosophy of Education book series. Michael’s research interests are in the areas of moral, political, religious and philosophical education. His books include A Theory of Moral Education (Routledge, 2017), Education, Ethics and Experience: Essays in Honour of Richard Pring (Routledge, 2016), Patriotism in Schools (Wiley, 2011), Philosophy in Schools (Bloomsbury, 2008) and Is Religious Education Possible? (Bloomsbury, 2006).

  

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Can you recall the first time you heard about Philosophy for Children (P4C)? "It was while working on my doctoral thesis at Oxford in the late 1990s, I think. I joined the Philosophy of Education Society of Great Britain and started to meet people with an interest in P4C at PESGB events and conferences. Some of them were sympathetic to P4C, others fairly hostile."

Do you think P4C is necessary to children? Why? "I certainly think philosophy should form a part of every child’s education. There are problems and questions all human beings encounter in their everyday lives that cannot be adequately addressed without some acquaintance with philosophy. I’m thinking in particular of problems and questions in the areas of morality, politics and religion. I’m not wedded to the P4C approach to teaching philosophy, though. I think the community of inquiry model can be very effective, but there are other ways of teaching philosophy too."

 

From your point of view, why should we take philosophy to schools – kindergarten and early years?

 

"Education must equip children for life, and life throws up problems it is very difficult to solve without the aid of philosophy. That’s why philosophy belongs on the school curriculum. And it’s never too early to get started. As with other school subjects, there are ways to make philosophy accessible and enjoyable even for five-year-olds."

 

What makes an everyday question a philosophical question? "Most everyday questions are not philosophical, of course, but some certainly are. The ones I’m most interested in are questions about the justification of moral, political and religious norms. Why should I be a vegetarian, or vote Labour, or worship God? You can’t think seriously about questions like that without entering the realm of philosophy."

 

What’s the biggest challenge philosophy faces, nowadays? "I don’t know if it’s the biggest challenge philosophy faces, but I think important work in ethics struggles to get a public hearing because of a prevailing suspicion that norms and values are beyond the reach of reason. People accept that factual disputes can be settled rationally, by collecting and analysing relevant data, but they doubt that rational progress can be made with disagreements about values. So the arguments of ethicists are ignored, or dismissed as rationalisations of subjective preferences. I think that’s a serious problem for philosophy, at least insofar as it aspires to inform real-world decision making and policy formation."

 

And what about P4C? What are the biggest challenges that P4C faces, nowadays?

"I think the biggest challenge for all advocates of philosophy in schools, whether they favour the P4C approach or not, is persuading governments and policy-makers of its educational value. Why should room be made for philosophy in an already overcrowded curriculum? We have to provide a compelling answer to that question. In the next issue of the open access Journal of Philosophy in Schools, due out later this year, a group of us try to meet that challenge.

 

 

*

 

Michael, Laura, Pete and Angie Hobbs will be discussing "Why should philosophy be taught in schools?", next July, at the University of Birmingham. Please check out the details below: 

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More info: just click HERE. 

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