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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

o que é a segurança?

um dia cheio de sol e de pensamentos sobre a segurança:

afinal, o que é a segurança?

sentimos que estamos seguros?

qual o papel das regras?

podemos brincar em segurança?

e se ficarmos fechados em casa, será que vamos estar mais seguros?

 

- estas e outras ideias foram partilhadas por crianças e jovens dos 3º, 4º e 5º anos de escolaridade, nas oficinas "pensar a segurança"

 

obrigada à APSI - Associação para a Promoção da Segurança Infantil pelo convite!

 

parabéns pela iniciativa de juntar crianças e jovens, no Parque Marechal Carmona, em Cascais, para muitas actividades para pensar e sentir a segurança infantil 

 

 

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[EN] - as shared on twitter

 

thinking about safety :

"nobody is safe at home"

"it's dangerous to stay at home, we can stumble on a rug"

"why do we need rules?"

"if we stay at home all the time, will we be safe?"

um passo seguro em frente: dia nacional da segurança infantil

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"Pela 1ª vez em Portugal, no dia 23 de maio, a APSI organiza o Dia Nacional da Segurança Infantil!

Centenas de crianças vão juntar-se no Parque Marechal Carmona para assinalar este dia.

Com o mote ‘um passo seguro em frente’, o evento pretende mostrar que segurança não é fechar as crianças numa “redoma”, mas sim garantir que todas crescem e brincam livremente, de forma segura e autónoma!

Para isso, a APSI e os seus parceiros juntaram-se para proporcionar diversas atividades às crianças: vão poder correr, pedalar, saltar, jogar e, ao mesmo tempo, aprender a proteger-se.

Este evento, que decorre entre as 10h00 e as 17h00, conta com a co-organização da Câmara Municipal de Cascais."

fonte: APSI 

 

 

 

Criatividade e Filosofia: formação no Porto

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Curso Criatividade e filosofia - ou um ginásio para os músculos do pensamento 

Objectivos:
- Identificar as linhas gerais da filosofia para crianças;
- Identificar linhas gerais do pensamento lateral, bem como da técnica de criatividade de E. Bono (seis chapéus do pensamento);
- Reflectir sobre as aplicabilidades das metodologias em contextos diferenciados.

Conteúdos:
(I) Lipman, Brenifier e outros autores de referência 

(II) 4 C’s: pensamento crítico, criativo, colaborativo e cuidativo 
(III) Criatividade: Edward de Bono e os seis chapéus do pensamento 
(IV) A prática em diferentes contextos 

Destinatários:
Professores, Pais, Educadores, Auxiliares de Educação, Estudantes

A formadora:
Joana Rita Sousa é filósofa e colecciona perguntas. Dinamiza oficinas de filosofia, para crianças e jovens, desde 2008.
Licenciada em Filosofia. Mestre em Gestão de Recursos Humanos. Formadora (CCP e CCPFC). Certificada no método Six Thinking Hats® em 2007 (Edward de Bono). Frequenta o mestrado em Filosofia para Crianças e Jovens.


Data: 28 de Maio
Horário: 9h às 13h | 14h às 18h
Local: Yoga Sobre o Porto (Rua das Carmelitas, nº 100, 3º Esq, Porto)


Informações e inscrições (até ao dia 18 de Maio): simplesmente.simplesmente@hotmail.com

"procurar numa escola algum professor que ainda não tenha morrido" | José Pacheco

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há muito que oiço falar do professor José Pacheco e da Escola da Ponte.

ontem foi o dia de ir até ao ISCTE, ouvir o professor. e que grande contador de histórias! grande, pelo facto de contar histórias na primeira pessoa, histórias daquelas vividas e experienciadas. 

quem me conhece sabe como aprecio exemplos e histórias. agora que penso, os professores que me marcaram, todos eles, eram contadores de histórias, de uma forma ou de outra. e sabiam usar o humor. e o amor, pelos alunos, pela aprendizagem. pelo aprender, um caminho de duas vias, entre "aluno" e "professor". coloco aspas, pois as palavras do professor José Pacheco fizeram-me pensar nisso a que chamamos aluno e professor. quem ensina quem. quem aprende com quem.

encontrei na pessoa do professor a confirmação de algumas coisas que são a minha prática, no âmbito da filosofia para crianças e jovens: a questão da relação e do vínculo, como eixos fundamentais para que seja possível aprender.

partilho convosco os meus apontamentos. estou, ainda, a pensar muito sobre aquilo que ouvi. sobre a necessidade de mudança que o professor sentiu há 40 anos e o fez construir pontes entre pais, crianças, professores e comunidade, na escola da Ponte. que o conduziu ao Brasil e fez nascer o projecto Âncora. e faz com que a EcoHabitare seja uma realidade.

como é possível que tudo aquilo que o professor diz seja tão antigo, novo, óbvio, necessário e indesejado - tudo ao mesmo tempo? 

como é que é possível que a escola seja tantas vezes - vezes demais - aquilo que não devia ser? 

há que procurar nas escolas os professores que ainda não tenham morrido. e nas famílias, os pais que ainda não tenham desistido. todos juntos podemos pensar e agir a mudança.

 

José Pacheco é uma pessoa e pêras. daquelas que podem dizer c*$&#") e citar decretos lei, assim no espaço de 15 minutos - e ninguém leva a mal. 

 

 

não tem havido muito tempo para partilhas de estórias...

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...pois 2017 chegou valente e fortíssimo, com grandes desafios e com algo essencial (logo a seguir à saúde que permite tudo o resto): trabalho.

dei início a uma formação de 25h, acreditada, ligada ao questionamento + filosofia para crianças e jovens e comecei a desenhar outras formações, de forma a ir ao encontro de quem está no terreno, de quem é curioso nestas áreas, de quem quer saber mais.

 

o trabalho junto das escolas continua com momentos filosoficamente interessantes: há mistérios que já conseguimos resolver, outros que ainda nos desafiam a pensar.

 

a par de tudo isto há uma tese de mestrado, a segunda da minha vida académica, em espera, para poder ver nascer as primeiras linhas. 

 

e os dias, esses malandros, continuam apenas com 24h. isso não se admite.

encontramo-nos por aí - e por aqui!

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PISA 2015: Portugal com os melhores resultados de sempre. MAS!

a Gina Cláudia Lemos assistiu, no dia 10 de Fevereiro, ao debate organizado pela FMMS e que reuniu vários especialistas da àrea da educação. 

nesse mesmo dia, a Gina partilhou algumas ideias no seu mural de facebook. pedi-lhe autorização para partilhar e aqui ficam as suas ideias: 

 

Durante a manhã de hoje pude ganhar mais consciência do meu lugar na Educação. Primeiro, sessenta minutos alemães com Andreas Schleicher. Sob a coordenação do Professor Eduardo Marçal Grilo, seguiu-se uma ronda de dez minutos portugueses a cada um dos ex-ministros, por ordem de governação: Professor David Justino, Professora Maria do Carmo Seabra, Professora Maria de Lurdes Rodrigues, Professora Isabel Alçada, e Professor Nuno Crato. 

Escutei atentamente e guardo notas sobre as quais vou refletir nos próximos dias e consultar noutros por vir. Apesar da curta carreira, tenho noção de que os papéis que já exerci na esfera da Educação são suficientemente diversos para me conferir abrangência e o sentido de missão com que os abracei, garantidamente exemplar para me permitir profundidade de análise.

Coisas desta manhã que levo na minha bagagem:
1# Em Portugal, a generalidade dos estudantes tende a associar o sucesso a Matemática a uma espécie de "talento", ao passo que noutros países como Singapura o estudante típico tende a perceber o sucesso a Matemática como resultado do seu árduo trabalho e do apoio dos seus professores.

2# Em Portugal, a generalidade dos professores tende a percecionar a sua profissão como pouco respeitada e pouco valorizada. 

3# Em Portugal, 93% dos professores reporta que o seu papel enquanto professor é o de facilitador da aprendizagem do estudante; e 91% reporta valorizar mais a elaboração de pensamento e o raciocínio do que o conteúdo curricular. Ao mesmo tempo, são também estes que, não obstante a defesa retórica da abordagem construtivista no processo de ensino-aprendizagem, fazem prevalecer nas suas práticas pedagógicas a memorização, os exercícios rotineiros, e o treino pela repetição.

4# São apontadas pela OCDE como ferramentas-chave para o sucesso no processo ensino-aprendizagem: a observação regular de aulas por pares, com partilha de feedback para melhoria contínua; as atividades conjuntas; e o ensino em equipa através de trabalho colaborativo sistemático. Mais do que intervir na formação inicial de professores, a OCDE destaca a autonomia dos professores e sobretudo o trabalho dos professores em rede.

"Through teachers' cooperation and colaboration we can change rather quickly."

Pese embora os resultados que Portugal obteve no PISA 2015 serem os melhores resultados de sempre, "the road from good to great is still in front." Recordo ainda uma das declarações com que Andreas Schleicher abriu a sua palestra: "From good to great, strategies are very different."

 

ainda algumas ideias de Schleicher, em entrevistas:

 

Sim, a percentagem de alunos com insucesso ainda é muito elevada e penso que a resposta passa por conseguir que os professores percebam melhor que os alunos aprendem de forma diferente, e que consigam apoiar os alunos de forma mais individualizada. A retenção baixou ligeiramente mas continua a ser muito alta. E retenção é um sintoma de que o professor não consegue ajudar o aluno, deixando-o fazer a mesma coisa outra vez. É caro, ineficaz e estigmatiza. E, no caso de Portugal, os alunos que repetem o ano nem sempre são os que têm mais dificuldades de aprendizagem, mas tendem a ser os mais desfavorecidos. O que se deve desejar é um sistema que diagnostica precocemente as fraquezas dos alunos - e os professores são muito bons a reconhecê-las - e intervém. No Vietname, os 10% de alunos mais pobres, que vêm de contextos muito difíceis, têm resultados tão bons como o aluno médio.

 

(...)

Andreas Schleicher não tem dúvidas que o ensino terá de mudar. Ou melhor: a forma como se ensina. O futuro terá de ser, obrigatoriamente, “centrado no aluno”, mais “integrado”, mais “colaborativo” e “participativo” e assente nas experiências de cada aluno, trabalhando não só as competências cognitivas, mas as emocionais e sociais.

(...)

O ensino no passado estava baseado em matérias. O ensino no futuro terá de assentar nas experiências de aprendizagem que ajudam os alunos a pensar além dos limites das disciplinas. O passado era hierárquico, o futuro terá de ser mais colaborativo.

 

 

 

 

coisas que acontecem nas salas de aula

já partilhei por aqui muito do que se passa na sala de aula, quando estou a trabalhar filosofia para crianças em regime de AEC. o horário é aquele que todos "amamos" (atenção à ironia) e a presença das crianças ali tem várias motivações: os pais querem mesmo que os filhos vivam outras actividades que não se encontram no currículo (a filosofia, o yoga, o teatro), as crianças têm que ficar na escola até que os pais saiam do trabalho - entre outras, mais positivas ou mais negativas. 

com todos os prós e contras, a presença da filosofia, enquanto AEC, é uma forma de criar alternativas NA escola. 

 

há dias, numa turma de 1º ano do 1º ciclo deparei-me com um grupo muito agitado. tudo servia de motivo para se distraírem e não se focarem no trabalho do pensar (filosofia). pedi-lhes que se acalmassem com um exercício simples: largar o que tinham nas mãos e colocar estas em cima da mesa. fechamos os olhos e sentimos o silêncio. pedi várias vezes, num tom de voz "normal" = sem gritar. as vinte crianças à minha frente estavam noutro mundo. pedi, repetindo as mesmas palavras. e lá foram uns e outros acedendo ao pedido. 

e disse: "bom, estou a pedir a todos para nos acompanharem neste exercício, mas ainda há quem não esteja a ouvir. sem gritar, vou pedir de outra maneira."

e assim fiz.

"peço que larguem o que têm na mão e coloquem a vossa mão direita em cima da mesa, depois a mão esquerda. vamos fechar os olhos e ouvir o silêncio. e quem não fizer isto tem um recado na caderneta." 

acreditam que as palavras máginas "recado na caderneta" funcionaram? no sentido em que se seguiu um silêncio instântaneo. e lancei o desafio para pensarmos: por que razão vocês não acederam ao meu primeiro pedido e só o fizeram quando mencionei "recado na caderneta"? 

os meninos olharam uns para os outros. os seus olhos procuravam a resposta para algo do qual estavam a tomar consciência naquele momento. aproveitámos a calma instaurada para nos espreguiçarmos e tratar de arrumar o material: estava quase na hora do toque e não era oportuno começar ou sequer recomeçar os exercícios. 

 

apesar de dias menos bons considero que é possível levar este processo a bom caminho.

pequenos passos, todos os dias.

 

 

escolas alternativas e comunidades de aprendizagem

fui conduzida a um grupo, no facebook, com o curioso nome "escolas alternativas e comunidades de aprendizagem". o grupo é fechado e por isso aguardei que a minha entrada fosse aprovada. o que encontrei por lá foi uma mão cheia de gente que procura soluções alternativas ao modelo de escola denominado de tradicional, bem como pessoas que já estão a trabalhar nesse campo.

ensino doméstico, unschoolling, comunidades de aprendizagem, playgroup - estas foram algumas das expressões que mais li no grupo. e desespero: de quem tenta fazer diferente na escola e de quem tenta proporcionar diferente aos seus filhos. sobretudo, tenho encontrado muita vontade - mesmo muita vontade de mudar.

a educação é um tema sensível para todos nós. há quem diga que só começou a preocupar-se com "estas coisas da escola" depois de ser mãe. quanto a mim, a preocupação tem a ver com o facto de todos os dias procurar criar alternativas NA escola. parece-me indiscutível que a escola precisa ser olhada com outros olhos e que há pequenas (grandes) coisas que têm que ser mudadas. coisas simples, por vezes, como a distribuição física das mesas nas salas, a distribuição do espaço na sala. ou a presença de um ou outro recurso mais facilitador da relação entre o educador ou professor e as crianças em sala. o número de pessoas em sala tem que ser reduzido, urgentemente. 

enquanto estas mudanças não chegam, o movimento pelas escolas alternativas e pelas comunidades de aprendizagem ganha adeptos - pelo menos no grupo do facebook. 

é importante que estes espaços - virtuais ou físicos - de partilha sejam isso mesmo e não se tornem num depósito de acusações pais versus professores. de um lado e do outro há razões, há emoções, há contextos que não podem ser ignorados. 

 

já agora, ficam aqui alguns vídeos que dizem muitas das coisas que defendo na escola e que me levam a estar na escola, a criar alternativas. baby steps, eu sei. baby steps. 

 

David Rodrigues: pensar utopicamente a educação

José Pacheco: aprender em comunidade

Rosely Sayão: escola e família

Manuel Faria: sound bites 

Ken Robinson: how to escape education's death valley

 

 

 

 

 

 

 

 

 

por uma escola diferente

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desafiaram-me a escrever umas palavras sobre aquilo que a escola é e o que gostaria que fosse. falo também do que era, quando eu frequentei o ensino primário. podem ler tudo AQUI

obrigada, Rute e Sara, pela iniciativa de desenvolver uma plataforma de diálogo e de partilha! 

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