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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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Da Filosofia Aplicada às necessidades filosóficas das pessoas, nas empresas e organizações : publicação do projecto de tese



«Descartes inaugura a ideia de método na Modernidade através da sua reflexão epistemológica. Dispor de uma ferramenta básica para realizar o caminho com segurança e certeza, para descobrir “com claridade e distinção” o melhor dos trilhos, constituiu um leitmotiv que nunca abandonou. A Filosofia Aplicada, parafraseando outro racionalista sem comparação, ajuda a orientar-nos na vida. Saber orientar-se, afirmava Ortega y Gasset, requer uma detenção sobre aquilo que somos e sobre o nosso “cicun-mundo” ou a nossa “circun-stância”. As metodologias de Filosofia Aplicada que constituem este livro são um passo mais para que a Filosofia Aplicada se compreenda a si mesma, e uma via para que a luz continue a entrar nas suas fendas eclipsadas.»

ainda durante o ano de 2011 tive oportunidade de ver o projecto de tese (defendido no passado dia 28 de Fevereiro) publicado numa obra editada pelo Professor José Barrientos Rastrojo e da qual constam trabalhos no âmbito da filosofia aplicada.

o livro encontra-se disponível AQUI.

Da Filosofia Aplicada às necessidades filosóficas das pessoas, nas empresas e organizações - justificação do papel do consultor filosófico





ontem, no ISLA Lisboa, apresentei (e defendi) a dissertação para a obtenção do grau de Mestre em Gestão em Recursos Humanos; trabalho que teve a orientação do  Professor JoseBarrientos  Rastrojo (Universidade deSevilha, Espanha). o júri foi composto pelo orientador da investigação, bem como pelo Professor Rocha Machado e o Professor Luís Teixeira.

porque a defesa é pública, considero que os agradecimentos também o podem (devem?) ser. aqui ficam.


«- Estás a pensar outra vez? – perguntou a Duquesa, enterrando mais fundo o queixo bicudo.
- Tenho direito a pensar – ripostou Alice com aspereza porque começava a perder a paciência.»
CAROLL Lewis – As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho. – Relógio D’Água: Lisboa, 2000, p. 104


Ao Professor Doutor José Barrientos Rastrojo, por aceitar esta orientação na hora, sem hesitar; pelo incentivo em dar este pequeno passo na Filosofia Aplicada; pelas partilhas, pelo apoio na investigação e na tomada de decisão; e sobretudo pela amizade.

Aos meus professores um muito obrigada pelas noites (por vezes longas) de aulas e de aprendizagem, de partilhas, de questionamento e de bons momentos.

Aos meus colegas de mestrado: companheiros de viagem, «we’ll always have vodka em tubos!»

Em especial, à Isabel, à Vera, à Ana, à Carla e ao Jorge: o melhor do mestrado implica-vos a todos em momentos mais ou menos académicos.

Um obrigada muito especial à Alexandra: ainda bem que me sentei ao teu lado na primeira aula do mestrado; quem diria que essa escolha iria determinar a conquista de uma amizade e de um lugar junto da tua família? Mas como diz o povo, nada acontece por acaso e «às vezes o amor dá chorar» (e a tese também!).

Aos amigos «do coração» pelo apoio incondicional. Nisto, como em tantas outras coisas.

Aos pequenos-grandes Bernardo, Camila e Santiago. A uma «B-ervilhinha» que está a caminho!

 À Ana Cila e à Ana Dominguez pela compreensão, pelo apoio bibliográfico e de conteúdo. E pelas mãos dadas nesta «coisa do filosfofar».

À Celeste Machado, com quem partilho outras «guerras» no âmbito da Filosofia Aplicada. E uma amizade «muito enorme».

Ao Tomás Magalhães Carneiro, à Zaza Carneiro de Moura, à Dina Mendonça, à Graça Lopes, pela paixão pela filosofia e pelo trabalho sério que me inspira.

Ao Professor Óscar Brenifier pelos seminários vivos e de profundo questionamento.

Ao Nigel Laurie e à Shlomit Schuster, pelo apoio e partilha de artigos. Thank you very much!

Aos formandos; aos amigos e conhecidos das redes sociais pela generosidade de partilha, pela palavra amiga perante o desabafo. E acreditem que desabafei MUITO.

Obrigada a todos os que me fizeram acreditar que era possível, mesmo que não fosse perfeito.

Obrigada, também, a quem não acreditou neste trabalho. A vossa descrença constituiu-se como um incentivo fundamental.

 
Ouvi dizer numa das aulas do mestrado que a realização da tese era um processo solitário. Confirmo. E é um processo que promove a ausência de quem por ele passa junto das pessoas mais importantes. A mamãe Sabel (é assim que o mundo a conhece) e o meu irmão, João, são as pessoas que mais sabem como é que se consegue estar presente e ausente ao mesmo tempo. Dedico-lhes este trabalho, como tudo aquilo que faço na minha vida.

METODOLOGIAS APLICADAS DESDE A FILOSOFIA ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS, EMPRESA, ÉTICA, CONSULTORIA E EDUCAÇÃO


A convite do meu orientador da tese de mestrado, Professor Doutor José Barrientos Rastrojo, tive oportunidade de participar neste livro METODOLOGIAS APLICADAS DESDE A FILOSOFIA ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS, EMPRESA, ÉTICA, CONSULTORIA E EDUCAÇÃO com um artigo intitulado Filosofia Aplicada nas Empresas e Organizações: aproximações teóricas.

O livro está disponível aqui: http://www.visionlibros.com/detalles.asp?id_Productos=11171

o questionamento é uma forma de comunicação?

«Why to deny the questioning as a form of communication? However, Socratic dialogue is the communication between two beings: once you start a dialogue, you begin to communicate. Questions simply seek knowledge, understanding of words and links between them. Questions force us to find our knowledge somewhere in our mind, in a collective thinking.»

BRENIFIER Óscar. - Philosophy and Communication

«gosto de vir trabalhar»

«Don Petersen, antigo presidente da Ford Motor Company, conta uma história interessante. Uma vez, quando estava a visitar uma metalúrgica em Buffalo, Nova Iorque, um homem enorme aproximou-se dele e disse: “Sabe, quero dizer-lhe uma coisa. Eu detestava vir trabalhar para aqui. No entanto, ultimamente perguntaram-me o que penso e isso faz-me sentir que sou alguém. Nunca pensei que a empresa me visse como um ser humano. Agora, gosto de vir trabalhar.»


MORRIS Tom. - Se Aristóteles fosse administrador da General Motors
p. 51

filosofia aplicada

«Nos últimos dois anos, onde quer que vá nos Estados Unidos, tenho testemunhado uma coisa que nunca tinha previsto. No fosso de dificuldades financeiras ou na sequência de sucessos tremendos, em lugares onde nunca se imaginaria, em bons e maus momentos, pessoas de todos os tipos começam, inesperadamente, a fazer uma coisa que do meu ponto de vista de filósofo está profundamente certa.

Depois de esgotarem todas as possibilidades, pessoas normais em todo o lado começam de repente a tornar-se filósofos. Pessoas de todos os tipos estão a envolver-se naquela espécie de compromisso de atenção e intelecto (…) Em todas as regiões do país, vi pessoas começarem a pensar de uma forma nova acerca do seu trabalho e das suas vidas. Começam a filosofar, a reflectir profundamente sobre algumas das suas suposições mais básicas e a questionar como querem viver realmente. Estão a procurar confrontar as grandes questões e a perguntar como é que essas questões se aplicam às suas vidas neste momento.»

MORRIS Tom. - Se Aristóteles fosse administrador da General Motors
p. 26

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