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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

Afinal, porque melhoraram os resultados? - avaliação, qualidade e equidade na educação

conheci a Gina Cláudia Lemos num encontro relacionado com a filosofia para crianças. ficou o contacto diário, via facebook. 

há dias, a Gina partilhou este post, que copiei e colei do seu mural - pedindo autorização para o efeito.

acontece que a Gina esteve presente num dos fóruns promovidos pelo aQeduto , entidade cuja existência eu desconhecia. aqui ficam os dados para reflexão, para parar para pensar. 

 

1. Os alunos sabem menos? Não. Entre 2000 e 2012, os alunos portugueses aumentaram os resultados médios a Matemática em cerca de 8% (de 450 pontos para 490 pontos), apesar da recessão económica. Em Portugal, existem menos alunos muito fracos e mais alunos de excelência.


2. Chumbar é uma segunda oportunidade para aprender? Não. Esta prática não contribui para que os alunos quem chumbam alcancem o mesmo nível de aprendizagem que os colegas que frequentavam o 9.º ano, mas que nunca chumbaram. Chumbar está fortemente associado ao Estatuto Socioeconómico e Cultural (ESCS) das famílias.


3. Os pais estão mais escolarizados? Sim. O nível de escolaridade das mães aumentou, principalmente nos níveis mais baixos. Contudo, o impacto da escolaridade nos resultados é mais evidente quando combinado com o estatuto profissional. 


4. A frequência no pré-escolar tem impacto nas aprendizagens? Sim. Os alunos que frequentaram o pré-escolar obtêm, em média, um score PISA a Matemática mais elevado e apresentam uma probabilidade mais baixa de chumbar. 


5. A escola está parada no tempo? Não. A percentagem de escolas que, apesar de inseridas em meios desfavorecidos, consegue resultados médios a Matemática superiores a 500 pontos aumentou de 19% para 34%.


6. O ambiente escolar está difícil? Sim é não. Portugal é um dos países onde os alunos reportam maior nível de felicidade e one o relacionamento com oa professores parece ser muito favorável. A falta de disciplina parece ser o maior problema aos olhos dos diretores.


7. Escolas públicas e privadas: servem populações diferentes? Sim. Portugal é o país onde a escola pública serve uma maior heterogeneidade de classes sociais. Por outro lado, a escola privada é só para alunos de classes sociais elevadas.


8. Oa alunos são irresponsáveis e mal-agradecidos? Não. A maior parte dos alunos considera que o sucesso depende essencialmente do seu próprio esforço e que os professores os ajudam bastante.


9. Rapazes melhores a Matemática e raparigas a Leitura? Não é tanto assim. Em geral, os alunos de 15 anos tendem a ter desempenhos muito semelhantes nos três domínios do PISA. Existe uma tendência para as raparigas serem bastante melhores a Leitura e os rapazes ligeiramente melhores a Matemática.


10. Os professores descartam responsabilidades? Não. Os professores sentem-se satisfeitos e respeitados quando consideram que ajudam a aprender, conseguem estabelecer uma boa relação com os alunos e mantêm a disciplina em sala de aula.


11. Afinal, por que melhoraram os resultados? Por uma combinação de fatores. Entre 2003 e 2012, Portugal melhorou em 5% os resultados a Matemática, devido a múltiplos contributos, destacando-se o efeito positivo do trabalho das escolas. Uma maior percentagem de escolas inseridas em meios socioeconómicos desfavorecidos consegue ter mais alunos com bons desempenhos.

 

para ler e parar - para pensar #3

I’ll start right away by admitting I have done my fair share of yelling. As a middle school teacher, I wasn’t too bad—I probably had one good yell per week. As a parent, though? Ugh. Much more. So I know the struggle.

And I know a lot of you struggle, too: Even if you’re a great teacher, even if you’re a swell person most days, sometimes it all gets to be too much and you just snap.

I remember the teacher in the room next to me one year, a person I completely adored. This teacher had a perfectly fine relationship with our students, but once or twice a week…Hooo-WEE! I could hear it through the walls, often accompanied by the slam of the classroom door, and it turned my blood to ice. If my students and I happened to be doing something quiet, we would all kind of freeze up listening to it. It never lasted long, but I always felt bad for my colleague during those moments. I knew a switch had been tripped and it wasn’t this person’s normal way of dealing with students.

 

Jennifer Gonzalez

para ler AQUI

durante o mês de Novembro vamos andar por aí, a comemorar o dia mundial da filosofia

instituído pela UNESCO, o dia mundial da filosofia acontece na terceira quinta-feira do mês de Novembro. em 2016 a celebração acontece no dia 17. 

como tem vindo a ser habitual, o projecto filocriatiVIDAde dedica todas as actividades que acontecem durante esse mês às comemorações deste dia.

 

iremos dar conhecimento das actividades aqui mesmo, neste blog. deixamos aqui as sugestões para que venham comemorar connosco.

 

no dia 12 de Novembro vamos estar na Nazaré e convidamos pais e filhos a juntarem-se a nós, para filosofar - informações: geral@beyondacademy.pt / 967108998 

 

no dia 27 de Novembro voltamos a Benfica para filosofar com pais e filhos, crianças e jovens - informações info@joanarita.eu 

 

podem consultar AQUI algumas das actividades que o projecto filocriatiVIDAde levou a cabo no passado 

 

 

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o nosso olhar sobre o I CICA - Congresso Internacional Interdisciplinar da Criança e do Adolescente

recentemente voei até Ponta Delgada, para marcar presença no I CICA. a iniciativa partiu do NICA: Núcleo Interdisciplinar da Criança e do Adolescente, da Universidade dos Açores e aconteceu a 21 e 22 de outubro.

durante dois dias a criança foi pensada sob os mais diversos prismas. houve comunicações livres dedicadas ao ensino da matemática, ao baby yoga, à filosofia para crianças, à literatura, à educação no pré-escolar (ou jardim de infância, como prefiro chamar). o programa foi intenso e valeu muito a pena a viagem - apesar do cansaço que um evento destes comporta. 

 

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tive a oportunidade de partilhar com os presentes duas experiências no âmbito da filosofia para crianças e que visam responder a algumas perguntas que tenho sobre... perguntas e o perguntar, no sentido do aprofundamento filosófico.

obrigada ao NICA pelo acolhimento desta proposta de comunicação - e pelo registo fotográfico do momento em que partilhei um pouco do meu trabalho. 

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 ouvi ecos da Islândia, pela voz da professora Johanna Einarsdottir, que nos falou da transição entre o jardim de infância e o 1º ano do 1º ciclo. vi imagens de crianças a brincar na rua, com galochas e impermeáveis, bem quentinhas - tão distantes do que acontece na grande maioria das escolas portuguesas: basta uma pinga de chuva para não podermos ir ao recreio. 

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 o professor Tomás Miranda Alonso partilhou connosco uma caminhada pelo desenvolvimento da filosofia para crianças e os seus contributos para o entendimento da criança. as crianças falam... mas será que pensam? - foi este o desafio que aceiou para uma comunicação que tocou pontos fundamentais no que ao pensamento crítico, criativo e cuidativo dizem respeito.

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Marilyn Espe-Sherwindt veio dos Estados Unidos para partilhar o seu trabalho no âmbito da intervenção precoce. deu-nos os parabéns, pois para a investigadora Portugal é um modelo nesta área de actuação. a sua comunicação foi pontuada pela partilha de histórias que nos provocam o pensar e o sentir. 

 

 

Maria Helena Horta apresentou o seu mais recente livro sobre linguagem escrita na educação de infância. foi um gosto ouvi-la falar sobre o papel do educador, de boas práticas e de comunicação.

 

Teresa de Vasconcelos marcou presença no primeiro dia do evento, com uma comunicação que elogiou o trabalho dos educadores de infância e assinalou alguns aspectos aos quais devemos ter cuidado, na educação dos nossos filhos e dos nossos alunos. pertinente, mordaz. para parar para pensar!

 

a Carla Gomes partilhou o seu projecto Oceans On, que está em construção e promete constituir-se como um olhar multidisciplinar sobre a infância. 

 

*

 

é sempre bom voltar aos Açores. foi no Faial que comecei a dar formação a professores e a educadores, em 2008. uns anos mais tarde estive em Angra do Heroísmo para comunicar e dinamizar uma oficina no âmbito da filosofia para crianças, a convite da Universidade dos Açores. foi lá que concluí a pós-graduação no passado ano lectivo - e é por lá que tenciono continuar a investigar.

esta viagem teve um bónus: o de voltar a estar com uma colega da faculdade, da licenciatura em filosofia, a Renata. foi bom recordar outros tempos e perceber que é sempre a filosofia a responsável pelos nossos encontros. 

 

e depois, há este azul que não encontro em lado algum. 

 

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[english version] V Feeling Thoughts | Thinking Feelings

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November is around the corner and it’s time to celebrate world philosophy day (UNESCO).
 
We would like to celebrate with you, at our V Meeting Feeling Thoughts | Thinking Feelings.
 
These meetings happen since 2011. It all started with an idea from Celeste Machado and Joana Rita Sousa, who would like to create a time and a space where we can talk and share – all around philosophy for children. 
 
 
This meeting will be held at Lisbon (Rua Castilho, 5 – Atmosfera M), and will start at 3pm. 🗓
 
Our challenge is to think: “Philosophy for children: here and now”. 📍
 
▶️ Registration is free. 
 
More info: encontrofilosofiacriatividade@gmail.com

 

para o desenvolvimento do pensamento crítico

 

o professor Oscar Brenifier é uma referência para mim, no que à filosofia para crianças diz respeito. há dias fui convidada a ler e a pensar sobre um texto que incluía dez pontos, em forma de conselho, para o desenvolvimento do pensamento crítico.

 

reproduzo aqui o texto, para que todos possam ler - e parar para pensar.

 

  1. Sorpréndete con todo, también con lo que parece normal. Encuentra un nuevo sabor en las cosas conocidas, paladea aquello con lo que te encuentras, en lugar de apartarlo. Sorpréndete con la elección de tus palabras, con el modo en que los otros actúan, los argumentos que se dan. La normalidad es la manera de matar el pensamiento.
  1. No pienses que todo es posible. El “todo es posible” hace peligrar seriamente el pensamiento crítico por el camino de la indeterminación. Separa el trigo de la paja usando el sentido común y el principio de realidad, eso te ayudará a ver qué es necesario, posible o probable.
  1. Reconoce tus propios límites. Un ser humano no puede ser perfecto. La autoconciencia empieza por el reconocimiento de los propios límites, los de tu mente y los de tu cuerpo. La capacidad de examen crítico de los otros viene de la habilidad para examinarte críticamente a tí mismo. Aprende a identificar y a nombrar tus problemas y debilidades.
  1. No temer la reacción de los otros. Si quieres actuar sobre las palabras y los argumentos de los otros, estate preparado para encontrar su irritación y su resistencia. Al ser humano no les gusta enfrentarse a la realidad y a la verdad de lo que él es. No prestes demasiada atención a sus miedos y no temas molestar a tu interlocutor. El arte de pensar y cuestionar significa preferir la verdad por encima de la seguridad o la complacencia.
  1. Sé paciente y aprende a escuchar. Tener paciencia significa suspender los propios juicios y reacciones y concentrarse en lo que se da afuera. Aprende a ser un guerrero sabio: acomete un gesto sólo cuando sea necesario, cuando hayas observado suficientemente. Si te tomas el tiempo de escuchar y contemplar, muchos actos se harán innecesarios. La habilidad de responder de forma adecuada es tan importante como actuar de manera apropiada.
  1. No permanezcas en la confusión. Clarifica las palabras y los actos, los tuyos y los de tu interlocutor. Reduce al mínimo la cantidad de tus palabras y pide a los otros que lo hagan también. Esto permitirá distinguir entre lo esencial y lo accidental. Nombra las cosas en lugar de explicarlas, incluso cuando te mueva un deseo intenso de hablar. Usa la idea de Spinoza: la claridad es la verdad, la verdad es claridad.
  1. Evita las trampas de la paranoia y de la ingenuidad. Es importante sopesar las propias ideas y no caer en los extremos: ver problemas por todas partes nos lleva a sospechar de modo compulsivo, mientras que aceptarlo todo nos hace complacientes. Comprueba la pertinencia de tu juicio a través del descubrimiento de los supuestos y evidencias que subyacen.
  1. Distingue lo subjetivo de lo objetivo. Mira a ver si tus ideas y acciones se apoyan en tus sentimientos y percepciones o tienen algún fundamento objetivo. Para ello usa el sentido común y ten en cuenta el punto de vista de los otros. Esto te ayudará a distinguir si hay discrepancia entre tu opinión y lo que la realidad te dice.
  1. Examina las palabras con criterios lógicos, de pertinencia y de coherencia. Distingue el “no lo entiendo” del “no estoy de acuerdo” o incluso del “no me gusta”. Aprende a crear distancia entre tú y lo que es objeto de tu examen.
  1. Cuestiónate a ti mismo y a otros. Sustituye afirmaciones por preguntas para descubrir lo que la gente piensa. Cambia la percepción de lo que significa preguntar: no es tan sólo un medio de obtención de información, es una herramienta para hacer pensar.

Oscar Brenifier | Viktoria Chernenko

conhecem a rádio miúdos?

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posso dizer que já conhecia a rádio miúdos antes mesmo dela existir. conheci a Verónica num curso de língua gestual portuguesa e de vez em quando falavámos dos nossos projectos e das nossas paixões, em torno daquilo que se faz junto da criança e do adolescente.

quando, uns anos mais tarde, a Verónica me apresentou o projecto fiquei super feliz. ainda mais quando fui convidada para uma entrevista - que podem encontrar  AQUI. na altura estive à conversa com a Verónica e o João Pedro: são eles que, em equipa, fazem chegar a rádio a esse mundo fora. 

em Novembro a rádio miúdos comemora um ano de existência: está a crescer e pelo que leio no facebook vai haver novidades 

fiquem atentos e sintonizem-se na rádio miúdos! 

para ler e parar - para pensar #2

One of my kids comes home with an assignment to complete. She brings it to me for help. Not wanting to do the work for her, I start by asking her to tell me what she knows.

“Okay,” I say, looking at the paper she’s handed me. “What are you supposed to be doing here?”

“I don’t know,” she says.

I hand the paper back to her. “Read the directions to me,” I say.

Reluctantly, she reads. As I listen, I realize I don’t quite understand the instructions, either. We wrestle with the task for a few minutes, I offer one possible approach, and when that idea is rejected, I offer another. As the conversation progresses, my kid gets more and more distressed; it has become abundantly clear that I’m not going to be able to tell her how to do it.

 

Jennifer Gonzalez

para ler AQUI 

coisas que se repetem?

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e para quê? e porquê?

 

"o porquê repete-se muito na aula de filosofia. estamos sempre a falar disso. acho que é para vermos melhor as coisas que estamos a falar".

 

(C., 7 anos) 

 

estamos a trabalhar o "dar razões" e para isso recorremos à ajuda do amigo porquê, que está afixado numa das cortiças da sala. "joana, tu deixaste isso aí para nos lembrarmos da filosofia quando estamos nas outras aulas", diz a C.

o andamento deste grupo é especial - como é o de qualquer grupo que mergulha na filosofia, pela primeira vez. há lugar para descobrir coisas que ainda não tínhamos pensado. e a propósito de um exercício que começou há já algumas semanas, estamos a falar de sonhos. 

ninguém diria que era aqui que nós iríamos chegar. e vamos continuar a investigação. segundo o T. "nesta filosofia nós repetimos as perguntas para trabalhar coisas diferentes. não temos tempo numa aula, temos que fazer várias."

 

 

 

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