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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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sugestão de teatro: Roleta, no Teatro Turim

 

 

 

«Seis estranhos encontram-se após a morte de um amigo comum. Segue-se uma noite de experiências quase morte que são, na verdade, experiências quase vida. Cada personagem vai questionar-se sobre os motivos para morrer (para viver?) e aceitam as regras de um jogo que vai mudar as suas vidas, literalmente.

Os nomes presentes em cartaz fizeram-nos elevar as expectativas. A interpretação dos actores, bem como a encenação, cenografia, desenho de luz, não desiludiram. Pelo contrário: Eric L. da Silva sai reforçado como autor e Sofia Arruda, a «caloira», está ao nível dos «veteranos» que com ela partilham o palco do Turim.

 
Roleta de Eric L da Silva, uma encenação de Rosa Villa, com interpretação de Eric L da Silva, Gonçalo Oliveira, Hugo Costa Ramos, Rosa Villa, Sofia Arruda e Sofia Nicholson e produção Spotlight Produções encontra-se em cena, no Teatro Turim,  de quinta a domingo às 21h30 até 9 de Junho.»


artigo Rua de Baixo

 

fotografia de Mário Pires

WallPeople 2013 - a arte e a música, numa parede de uma rua perto de si

 

estamos a acompanhar, através da Rua de Baixo, o evento WallPeople 2013:

 

«Nasceu em Barcelona, em 2009,  e assume-se como um projecto cultural internacional de arte participativa. O objectivo passa pela promoção da criatividade e da partilha desta, em espaços urbanos, através de exibições colectivas.

No dia 1 de Junho uma lista sem fim de cidades estará em modo WallPeople. Em Portugal, Lisboa, Porto e Funchal encontram-se nessa lista e preparam-se para enaltecer a arte e a expressão artística em torno da música.»

 

leia mais AQUI

E tu? És Team Imaginação ou Team Conhecimento?

«Como uma criança, falava-nos de forma deliciosa das questões que lhe despertavam curiosidade. A sua mente parecia não ter sossego. Tanta coisa o espantava e lhe provocava o pensamento. Eu, que não sou de matemática nem nunca me deixei encantar pelas coisas da física, escutava a conversa que Albert e o meu irmão tinham em torno da teoria da relatividade e as suas aplicações práticas em coisas como o GPS. »

dos Grandes Falhanços Filosóficos | @worldfailurists

 

Foi encontrada aquela que se julga ser a primeira versão do diálogo Fédon, de Platão, em que este relata os últimos momentos da vida de Sócrates.
Afinal, Sócrates pediu um gin tónico, com pepino extra.

UPS.

[os grandes falhanços filosóficos têm o alto patrocínio do World Failurist Congress]

Um ano de Teatro Rápido em Lisboa: o que mudou desde Maio de 2012 ?

 

ouvi falar do teatro rápido numa reportagem, na televisão. chamou-me à atenção o conceito «rápido» e low cost: peças de 15 minutos e bilhetes a 3 euros. depois um título que não vou esquecer: Alice é uma chata e o país das maravilhas é um bluff.
fui no último dia de Maio ver as peças, à corrida, para não perder a Alice. uma das minhas peças preferidas de sempre, com «mão» do querido Vicente Alves do Ó. e as deliciosas interpretações do Eurico Lopes e da Anabela Teixeira. e uma maçã que nos era oferecida à saída.
vi a peça. mas ainda me «sobrava tempo». passei na bilheteira e disse à Cátia: acha que consigo ver as outras três peças? sim! foi aí que conheci o Luciano Gomes (na fotografia) e o Erik L. da Silva. E o tempo mostrou-me como estes dois actores são grandes, «muito enormes»!
no mês seguinte voltei e rendi-me à peça A Santinha é Linda, com Carmen Santos e Carlos Oliveira. vi esta peça duas ou três vezes.
imediatamente resolvi «pegar» neste projecto de microteatro para escrever na Rua de Baixo e assim conheci a Andreia Madeira, que entrevistei em Julho, na companhia da fotógrafa Isa Silva.
Seis quase meia foi a peça que me tocou e me deu a conhecer a Anaísa e o Pedro Cunha.
em Agosto passo a trabalhar com o fotógrafo Mário Pires e a partir daí desenvolvemos um projecto de entrevista, gravação de ensaios e de peças e até o projecto Retratos Rápidos. todo este trabalho resultou num documentário Curtas de Teatro: um ano de Teatro Rápido em Lisboa. em Agosto tive a oportunidade de ver em cena Tiago Ortis e Rafael Dias Costa. o Rafael foi, para mim, uma das revelações com a peça Professor Roberto, em Janeiro.
em Setembro o TR foi invadido por guarda chuvas de chocolate, uma peça que ficará sempre na memória. sabemos hoje que uma das peças desse mês se vai tornar num filme. WOW.
Outubro traz-nos Eu sou o meu país, do colectivo Caixa Negra, com quem tivemos o prazer de contar na programação RdB para a Baixa Chiado PT Bluestation, em Novembro do ano passado.
Novembro foi o mês de Joana Dark, pela mão da Inestética Companhia Teatral, num arrojo cénico e de dramaturgia. as interpretações de Anna e Linda ficarão para sempre na memoria.
Dezembro trouxe-nos lágrimas não são argumentos de Laura L. Tomaz, numa peça divertida, bem conseguida e que marcou a diferença. Janeiro foi mês de promessas e de bolas de neve, com o Professor Roberto a trazer-nos muitas emoções na «pequena» sala 2.
em Fevereiro o Teatro Rápido brindou-nos com quatro excelentes peças dedicadas ao amor e com a presença de Lídia Muñoz na sala 4. foi maravilhoso ver João Passos e Fernanda Neves a dar corpo e alma a um texto de Tiago Torres da Silva.
no mês seguinte, a sala 4 foi invadida por um touro mecânico e pela excelente dramaturgia de Cláudia Lucas Chéu.
Março de 2013 foi um super mês no Teatro Rápido, pois todas as peças eram boas da ponta dos pés à ponta dos cabelos: texto, interpretação, encenação, cenografia. TOP. TOP. e com a revelação de dois (desconhecidos actores): Miguel Ponte e Ricardo Tavares.
Abril trouxe-nos a inquietude da liberdade, com as espantosas interpretações de Igor Regalla e Rodrigo Saraiva na sala 1, da autoria de Lourenço Henriques.
mal podemos esperar para conhecer as propostas de Maio e tudo aquilo que ainda está para vir. para já, fica um muito obrigada a toda a equipa (e família TR) pela forma como me acolhem como espectadora e como jornalista. sabe muito bem ouvir dizer «a joana é da casa».
muito obrigada a todos os artistas pela generosidade e partilha das suas criações. sois grandes!
(fotografias de Mário  Pires)

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