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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filosofar na livraria Cabeçudos - vamos antecipar o dia da mãe

 

e propomos uma reflexão sobre as mães e os filhos, com as mães (e os pais!!!) e os filhos.

 

 

«Porque É Que Gostas de Mim?» - vai ser este o mote da nossa conversa, na livraria cabeçudos.

 

não se esqueçam que é fundamental a inscrição prévia (e-mail info@cabecudos.com)

 

«Rembrandt in America: Through a Child’s Eyes»

 

O link foi-me enviado pelo João Pedro, alguém que percebe muuuuito de corações {#emotions_dlg.heart} e que está muito atento aos meus tweets sobre filosofices e afins. Além disso, o João segue a #sala4 da Ana Dominguez e disse-me: isto é tão #sala4.

 

E o facto é que é.

 

Ora, LEIAM!

 

 

 

Os prazeres da vida | Da culpa à redenção ou do prazer que os prazeres da vida nos dão



Prazeres da vida consiste numa tertúlia sobre aquilo que nos dá prazer e, muitas vezes, temos receio de admitir. Prometemos uma viagem que inclui comida, morte, religião, sexo e crucificações.

Pretendemos comunicar, questionar, reflectir, provocar e receber provocações.

Porque «life is a mistery» e nós queremos desvendar esse mistério, véu por véu.

Podemos contar convosco?

Apareçam no Café Saudade, no próximo dia 5 de Maio, pelas 21h.

Joana Sousa: questões e provocações
Mário Pires: som, imagem e voz
Café Saudade: Av Miguel Bombarda, nº 6 em Sintra

voltámos ao ginásio para filosofar!

voltar ao projecto PhiloTKD é SEMPRE maravilhoso. porque algumas destas crianças me acompanham desde os 1ºs tempos e é muito giro ver como crescem, como pensam, como se expressam - desde 2008, no 1º atelier de filosofia que aconteceu na Escola Taekwondo Casal Novo
hoje em dia encontramo-nos no RodaFits, onde o projecto acompanha três turmas/grupos de iniciados e menos iniciados na arte marcial que é o Taekwondo
no twitter é possível seguir o projecto através da hashtag #philotkd
na 1ª sessão a proposta foi idêntica àquela que praticámos com a #sala4 (sala da educadora Ana Dominguez): dividimos o grupo em dois grupos, tendo distribuído cerca de 30 fotografias (do Rúben Neves) pelos grupos. o grupo I tinha como tarefa escolher as 3 fotografias mais bonitas e o grupo II escolheria as 3 fotografias mais feias.
objectivos:
- trabalhar em grupo
- tomar decisões em grupo
- apresentar razões da escolha
-argumentar para defender a sua escolha individual perante o grupo
no segundo dia, a proposta para miúdos e graúdos foi a de desenhar flores bonitas e flores feias. estas foram expostas para o grupo ver e assim apurarmos o que é uma flor bonita. não foi fácil, houve vários conceitos que surgiram como critério de flor bonita: a forma, a diferença, a originalidade, o colorido... a conversa foi muito agradável, mas o tempo foi demasiado curto
prometemos voltar em Junho!
(muito obrigada ao Ginásio RodaFits por nos abrir as portas e sobretudo por ter aceite a nossa sugestão de disponibilizar um ecoponto para recolha de plásticos nas suas instalações)

Into the wild - A versão portuguesa do fotógrafo Rúben Neves

Encontramos Rúben Neves num jardim, algures em Lisboa, num dia de sol, para falar de «bichos». E fomos visitados por alguns deles durante a conversa, o que fazia com que o fotógrafo desviasse a atenção das palavras para registar essas «visitas» com o seu olhar.

A fotografia da natureza é o espaço onde Rúben Neves se perde e se encontra: «é tudo tão natural e genuíno, é quase um momento egoísta, pois o que “ganho” com estes momentos é maior do que aquilo que posso dar». Egoísmo? «Sim, muitas vezes fotografo só com o olhar e acabo por não registar momentos que nem sequer consigo descrever em palavras».

É um olhar sorridente aquele que encontramos ao ouvir as estórias de Rúben, nos seus momentos de fotografia, em ambiente natural. Gerês, Escócia, Lousã, Serra de Cazorla, Sintra – da costa portuguesa ao Alentejo, Rúben acumula já alguns quilómetros na companhia das suas máquinas e objectivas, em busca do momento irrepetível. Se há expedições que exigem alguma investigação a nível do local e das espécies que nele se podem encontrar, outras há que exigem do fotógrafo apenas a disponibilidade para viver momentos de contemplação da «bicharada».

Contemplar certos e determinados momentos na natureza é um luxo. A partilha que a natureza apresenta para connosco, ao permitir a presença de um estranho (o fotógrafo) no seu espaço é de uma generosidade indescritível. Ao longo da conversa, Rúben sublinha a amabilidade de uma natureza que pouca gente conhece e que é profundamente rica. «Temos o paraíso mesmo aqui à mão de semear, por exemplo, no Gerês».

E temos também encontros para quem desenvolve trabalho e projectos nesta área. Exemplo disso são os Encontros de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem, cuja segunda edição teve lugar em Vouzela, em Janeiro último. Rúben Neves tem colaborado com este movimento, que se encontra a dar os primeiros passos, mas que tem vindo a conquistar reconhecimento junto das pessoas da área. Luís Quinta, Nuno Sá, Alexandre Vaz, João Cosme e José Benito Ruiz são alguns dos nomes que passaram por este encontro, para partilhar experiências.

«Sempre fotografei. Com os olhos.» – repetiu o Rúben. Já tínhamos ouvido esta expressão há pouco. Insistimos: fotografar com os olhos? Como assim? «Quando olho para o que está à minha volta, penso na forma de registar estes momentos, como se fossem fotografias. Mas eu não me assumo como fotógrafo.» (E aqui que ninguém nos ouve, Rúben, não há qualquer problema nisso desde que nos permitas a nós tratar-te como tal).
Falta-nos educação ambiental e massa crítica para discutir profundamente o que se faz em termos de fotografia da natureza. Esta apresenta todo um potencial ao nível daquilo que se pode partilhar com os outros em termos de perspectiva ecológica, da educação para a biodiversidade e para o respeito e compreensão daquilo que é o ambiente. A fotografia da natureza pode ser um meio pedagógico para que cada um de nós tome consciência das espécies animais que habitam o nosso mundo, sim, aquele mundo que está mesmo aqui a dois passos de nós.

E cada fotografia conta uma estória, diz-nos Rúben. Dos caminhos que se trilham até chegar àquele espaço, àquele habitat; da amizade que se constrói em cada expedição; do calor ou do frio que se enfrenta à espera que aquele animal nos diga um olá, à sua maneira.

Se há animal que Rúben não esquece, são os esquilos da Escócia. Pode dizer-se que é a sua «imagem de marca» enquanto fotógrafo da natureza. Tal como o esquilo, também Rúben tem os seus sentidos bem apurados quando se encontra em busca do momento ideal para fotografar: seja com o olhar ou com a objectiva. Sempre alerta aos movimentos (tal como o esquilo) é o Rúben que nos diz, durante a entrevista, perante o vôo inesperado de um pássaro: «já viste? Parece que adivinham que estamos a falar de bichos!»

fotografia de Rúben Neves

Da tragédia grega revisitada - AGAMÉMNON - vim do supermercado e dei porrada ao meu filho

Agamemnon foi (ou melhor, terá sido)  um herói grego, o rei de Micenas que comandou o cerco dos Aqueus à cidade de Tróia.Esquilo escreveu uma tragédia com este nome, que foi representada nas festas dionisíacas de Atenas (por volta de 458 a.C). Neste texto, Agamemnon regressa vitorioso,dez anos após a guerra de Tróia, ao lar onde Clitemnestra o aguarda para o assassinar, conforme combinado com o seu amante Egisto.

Na peça em cena no Teatro da EscolaPolitécnica, Gonçalo Waddington é Agamemnon, um herói dos dias de hoje que regressa a casa, após a guerra em plena cidade do consumo (um supermercado onde tudo se compra e em barda) e aplica um valente enxerto de porrada no seu filho. Sim, isso mesmo. Entre a tragédia e a esperança, Gonçalo Waddington dá vida (o que inclui alma e corpo) ao pai Agamemnon, provocador e provocante, que «pinta»grafitis com ketchup.

«E explico-lhe que a TRAGÉDIA começa com o mundo industrializado.» - ouvimos dizer, a dada altura. Otexto, de Rodrigo Garcia, apela a um olhar profundo sobre o mundo em que vivemos, onde uns se matam através da fast food e outros morrem porque não têmo que comer. Estes últimos, os portadores da esperança, são heróis agamemnonianos assassinados pelas próprias mulheres, tal como no texto de Ésquilo.

As crianças Alexandre Pires, HenriquePires e Martim Barbeiro assumem o papel de coro trágico, numa peça onde a música está presente, bem ao gosto de Friedrich Nietzsche. Estamos em crer que o autor de Assim falava Zaratustra iria aplaudir esta peça, onde a destruição nos surge como o palco para a criação de uma nova consciência, nascida da esperança de poucos contra o poder de muitos. Onde o sonho e o ímpeto dionisíaco se degladiam com as forças apolíneas presentes na acção do coro.



A peça esteve em cena no São Luiz, noano passado, tendo passado também por Almada e Coimbra.  Está em cena no Teatro da Escola Politécnica, para seis únicas representações (19, 20, 21, 26, 27 e 28de Abril, sempre às 21h).

filosofia de alto risco


«So if we philosophers want to restore philosophy’s authority in the wider culture, we should not change its name but engage more often with issues of contemporary concern — not so much as scientists but as guardians of reason. This might encourage the wider population to think more critically, that is, to become more philosophical.»


por estas razões (e por outras) abracei recentemente um projecto que visa proporcionar momentos de filosofia aplicada a populações «em risco». tratam-se de crianças e de jovens «em risco». coloco as aspas porque, em última instância, todos nós estamos em risco e a vida, em si, constitui-se como um risco.



e têm sido dias de descoberta de perspectivas diferentes face à vida. há mais coisas no céu e na terra do que roubar bolachas no Pingo Doce. ou comprar garrafas de vodka. há uma equipa de futsal com objectivos bem definidos. há ideias e pensamento próprios. e há o espanto perante o «aqui não há respostas certas à partida, cada um diz aquilo que pensa e depois, em conjunto, percebemos se a ideia faz sentido ou não».
são dias de curso bem diferentes do habitual. são cursos de filosofia de alto risco, pois não há maior risco do que aquele que consiste em dizer o que se pensa. e estes jovens «em risco» assumem-no, dia após dia, nos cursos

filosofiar é fixe | - filosofia aplicada a jovens | desenvolvimento dospensamentos crítico e criativo

pensar fora da caixa | criatividade na 1ª pessoa

a ter lugar na Távola Redonda.

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