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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

AGENDA | Filosofia para Crianças, Criatividade & Meia Dúzia de Chapéus às Cores

próximas datas:

3 de Dezembro de 2010, em Famalicão (Escola Secundária D. Sancho I)
18h30m - 22h30m

Workshop «os porquês da palavra porquê»
- para pais, educadores, professores, estudantes, agentes educativos e curiosos pelas metodologias da filosofia para crianças

organização: APEFP | apefp@iol.pt




22 e 29 de Janeiro de 2011, em Lisboa (CCPE)
info disponível AQUI!

Workshop para pais | educadores | professores
Oficinas para pais e filhos «a Filosofia é trabalhos de pensar»

informações: $included="null" href="mailto:contacto@ccpe.com.pt">contacto@ccpe.com.pt

Filosofices e Criatividade no Colégio D. José I


evento divulgado pelo Colégio e com direito a referência na página da UNESCO !


alunos do 1º ano a IMAGINAR as histórias que as IMAGENS nos contam!


e depois (re)CRIAMOS a partir da história criada!




tempo houve ainda para espreitar a sala do 6º ano onde ouvimos um conto, escolhido pela B.
(e para meu espanto, alguns dos alunos ainda se lembravam de mim, da «senhora» que esteve na sala do 3º ano a traduzir as palavras de um professor, um filósofo, de chapéu preto e que falava inglês... o Óscar!)



pais e filhos a colorir (dentro e) fora dos traços!

obrigada pela presença de TODOS! pais e avós (mães duas vezes!)

no final da actividade, o pai C. confessou-nos que era mais fácil gerir 1800 pessoas na sua empresa do que coordenar a actividade com 5 crianças... mas pai C., o desafio foi superado! e com sucesso!

Workshop | Filosofia para Crianças, Criatividade & Meia Dúzia de Chapéus às Cores

Workshop para pais, professores,
educadores e agentes educativos:
dia 22 de Janeiro, no CCPE


Oficinas Colorir fora dos traços:
para pais e filhos
(dos 4 aos 12 anos):
dia 29 de Janeiro, no CCPE


solicite informações através do e-mail:
[Error: Irreparable invalid markup ('<a [...] $included>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

<div style="text-align: center;"><span style="color: #38761d; font-size: large;"><strong>Workshop para pais, professores, </strong></span></div><div style="text-align: center;"><span style="color: #38761d; font-size: large;"><strong>educadores e agentes educativos: </strong></span></div><div style="text-align: center;"><span style="color: #38761d; font-size: large;"><strong>dia 22 de Janeiro, no CCPE</strong></span></div><br /><br /><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">Oficinas Colorir fora dos traços: </span></strong></div><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">para pais e filhos </span></strong></div><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">(dos 4 aos 12 anos): </span></strong></div><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #741b47; font-size: large;">dia 29 de Janeiro, no CCPE</span></strong></div><br /><br />solicite informações através do e-mail: <a $included="null" href="mailto:contacto@ccpe.com.pt"><span style="color: #6e7791;">contacto@ccpe.com.pt</span></a><br /><br /><div style="text-align: center;">Centro de Criatividade Pró-Ensino | Av. 5 de Outubro 23, 1º - 1050-047 - Lisboa</div>

Olhar a Palavra, Jr.

Em conjunto com três amigos que tiram fotografias, criei um espaço que se chama Olhar a Palavra. Nele encontram olhares e palavras, cruzamentos entre frases e imagens.

No âmbito das minhas acções na área da filosofia e criatividade tenho utilizado algumas das fotografias que estão presentes n'Olhar a Palavra para servir de base às oficinas «Colorir fora dos traços».

Ainda que a #todolist esteja aqui a «gritar-me» aos ouvidos, não resisto a deixar-vos alguns dos trabalhos dos mais pequenos, inaugurando aqui uma espécie de Olhar a Palavra Jr.

Os textos aqui apresentados são fruto da imaginação das crianças e dos adultos que as acompanharam e que com elas coloriram fora dos traços!

Nota: as histórias são registadas pelos adultos e não são sujeitas a revisão; a ideia é escrever aquilo que a criança diz, sem perder pitada da sua imaginação!





«Era uma vez dois escaravelhos que se casaram. E a fêmea pôs mil ovos dentro de duas bolas de cocó de boi. E depois um perigo estava a espreitar, que era uma aranha. O escaravelho macho e a escaravelha fêmea estavam cá fora e a aranha era capaz de agarrá-los. Mas depois a aranha caiu de cabeça para baixo e teve de ir ao médico das aranhas. Mas depois viveram felizes para sempre, mas primeiro nasceram os escaravelhos bebés. »




a história é do Benjamim
a fotografia é do João Sousa
no blog Olhar a Palavra: não há amizade sem movimento




Os disparates da tinta



«Um pintor foi buscar uma paleta e começou a pintar e depois, distraído, pôs tinta no copo de água. Mas depois fez mais disparates. Ele mistutou cores com outras cores, umas nas outras. Depois teve uma ideia: foi buscar os pincéis e começou a pintar-se, para ser um palhaço!
Depois foi buscar um bilhete para ser artista do circo, um palhaço! Nesta história é preciso um bilhete para ser artista. E o que vende bilhetes disse que sim.
E depois ele foi para a sua equipa que era a dos palhaços. Eram do mesmo número, do mesmo espectáculo. O primeiro número foi o dos palhaços e o dos outros palhaços do circo.»

a história é do Benjamim
a fotografia é da Joana Sousa (moi même!)
no blog Olhar a Palavra: equilíbrio a cores



«Eu ia dizer «era uma vez» mas isso é muito infantil. Esta é uma história de um gato que se chama Tarantino, e que passa a vida a chatear as pessoas.

Uma das pessoas é um velhote que estava escondido atrás da porta para ver se apanhava o gato!... mas o gato era muito esperto e sabia quais eram as intenções do velhote. Além disso, pressentia a sua presença e estava alerta para fugir se fosse preciso.
Um certo dia o gato adormeceu e estava muito cansado... era a oportunidade do velhote para o apanhar.
Pé ante pé, o velhote foi até ao gato e… Surpresa das surpresas! O velhote, que se chamava Sr. Esperança, quando ia a apanhar o gato reconheceu-o! Era o seu gato Tarantino.»

a história é da Filipa, do Artur e do João
a fotografia é do João Paca
no blog Olhar a Palavra: verde deserto

 


«O Sr. Esperança morava numa casa de telhado laranja. A casa ficava do lado de uma linha de comboio onde só passava um comboio por dia. Todos os dias o Sr. Esperança ficava à espera que o comboio passasse!

Das suas janelas e porta ele só conseguia ver um campo muito verde e com o céu azul. Era uma paisagem muito tranquila e bonita. Por vezes passava um passarinho, uma gaivota ou andorinha.
O Sr. Esperança nem sempre viveu sozinho. Tinha um gato, que se chamava Tarantino, que fugiu para outra história. Tinha saltado da janela sem o Sr. Esperança se aperceber e correu 132 metros e desapareceu. O Sr. Esperança procurou-o por toda a parte mas não o encontrou.»

a história é da Filipa, do Artur e do João
a fotografia é do Marco A. Pires
no blog Olhar a Palavra: entre a Rua da Saudade e o Bairro do Amor

Fausto «Tifoso dos Robots» Ferreira


«(...) Começou tudo, garante ele, aos 4 ou 5 anos, quando uma tia lhe ofereceu um robot brinquedo. "Gostei muito e a partir daí comecei a pensar nisso." Mesmo se por volta dos sete anos enviou uma foto para um programa de TV que tinha a ver com o que as crianças queriam ser. "Nessa altura tinha a mania das lanchas, apareci na televisão a martelar uma." Ri. "Acabei por juntar as duas coisas: robots e barcos."

Natural de Cordinha, Cantanhede, pelo BI (é a terra do pai), nasceu em Coimbra em 1984 e viveu em Águeda entre os 4 e os 18 anos, quando entrou para o curso de Engenharia Electrotécnica e de Computadores do Instituto Superior Técnico. Acabou o curso em 2008, com média de 17, entre os melhores 30 dos 300 alunos. Mas, mesmo assim, não era óbvio que conseguisse fazer o que queria. "Logo na primeira aula o professor disse que 90% iriam ser consultores e quando terminei todas as propostas de trabalho que recebi eram para isso, menos uma. Andei activamente à procura na Net de possibilidades relacionadas com a robótica e encontrei três: uma na Holanda, outra em França, na Agência da Energia Atómica, e a terceira em Génova, que escolhi. Os projectos francês e italiano são parceiros, o trabalho é mais ou menos o mesmo, mas eu preferia Itália e estar junto ao mar." Conseguiu uma bolsa europeia (Marie Curie Early Stage Researcher) e partiu com um livro de conversação - italiano em 30 dias - oferecido pelo irmão, mas começou por comunicar em inglês. "Ao fim de três meses já falava bem italiano, é uma língua fácil para nós." (...)
A preparar o doutoramento, concorreu a uma bolsa da Fundação de Ciência e Tecnologia para ficar em Génova "mais uns três anos e meio". Depois? Ainda não há mapa: "Ainda não sei. Provavelmente não me será difícil encontrar um contrato para ficar em Itália. Mas gostava de voltar a Portugal, porque gosto muito do meu país, e há grupos de investigação muito bons cá. E em muitas coisas estamos muito melhor. Toda a gente pensa que lá fora é que é bom, mas chega-se lá e não é assim. Temos um complexo de inferioridade que também encontro nos italianos."»

leia o artigo, na íntegra, no DN

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