Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

E se o twitter fosse utilizado na sala de aula?



Ana Dominguez é uma utilizadora do twitter e foi nesta rede que a conheci, bem como ao seu trabalho no Colégio de Alfragide. Hoje fomos presenteados com um trabalho em que a educadora Ana relata uma experiência de utilização do twitter, na sala dos 4 anos.


«(...) À medida que a criança se desenvolve, as trocas conversacionais tornam-se cada vez mais elaboradas e a criança fica mais eficiente na transmissão dos seus próprios propósitos e mais eficaz na compreensão das intenções do interlocutor. (Sim Sim, Silva, & Nunes, 2008)
Por isso senti a necessidade de introduzir o twitter na sala de aula.
O que é o twitter?
É um serviço de microblogging criado para responder à questão "O que estás a fazer?".

(...)

Como utilizo o serviço na sala de aula e porquê?
Porque acho que é uma forma divertida e possível para desenvolver a literacia. Ao haver a possibilidade de interacção com outras pessoas, outras educadoras, outras escolas, faz com que seja muito mais empolgante, estamos sempre à espera que alguém queira trocar experiências connosco, o que, ao mesmo tempo, faz com que os alunos desejem esses pequenos períodos de tempo em que "vamos falar..., contar, convidar, saudar, etc,etc".

No final da manhã e da tarde, uso o twitter como "reconto do dia" e ao mesmo tempo um regresso à calma.
Sento-me em frente ao computador com os meus alunos à volta e as regras instituídas são:
- Todos podem e devem falar.
- É preciso por o braço no ar e esperar pela sua vez.
- Ouvimos com atenção e damos tempo para que cada um consiga dizer a sua frase.
- Não podemos repetir frases.
- Aceitamos que um, dois ou três colegas acrescentem pormenores à frase inicial.
- Introduzem-se canções e lengalengas.
- É sempre lido o que cada aluno disse.
- Todos aqueles que interagem connosco no twitter estão convidados a "seguir-nos".»



É evidente a entrada deste tipo de comunicação em rede nas nossas vidas, e cada vez mais cedo. Consideramos pertinente que experiências como esta se relatem e se partilhem, de forma a apurar as vantagens e desvantagens da sua utilização, afinar as medidas certas, sem nunca deixar de aproveitar as virtualidades da comunidade «tuiteira». Aos 4 anos? Sim, e porque não!


O relato, na versão integral, poderá ser consultado aqui.

Oficinas de Filosofia Prática e Pensamento Crítico

O Tomás Carneiro continua a expandir o seu projecto de Filosofia Prática na zona do Porto. Já o conhecemos dos Cafés Filosóficos no Clube Literário do Porto. Desta vez, apresenta-nos um curso na Universidade do Porto, a ter lugar em Outubro.

Mais informações: http://sigarra.up.pt/reitoria/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=772

Censura? Retaliação?

Um caso que conheci através do Twitter.
Para reflexão.

«Daniel Luís, professor da Universidade do Minho (UM) e autor do blogue humorístico Dissidências, não terá o seu contrato de trabalho renovado. O vínculo termina no início de Setembro e, contra aquilo que é habitual no departamento a que pertence, não será renovado. O docente diz que a decisão é consequência do caso que envolveu o encerramento do blogue há um ano e meio.O professor recebeu, no dia 17 deste mês, a comunicação de que o Conselho de Departamento de Sociologia da Educação e Administração Educacional (DSEAE) decidiu, por unanimidade, recusar o pedido de prolongamento do contrato com a instituição. Daniel Luís tinha pedido um novo biénio de ligação à UM para concluir a tese de doutoramento que está a preparar há dois anos e meio, uma prática corrente no departamento. Mas a solicitação foi rejeitada, com base numa parecer da orientadora de doutoramento, Fátima Antunes, que evocava o pouco trabalho apresentado pelo docente.Daniel Luís contesta a justificação. "Entreguei dois capítulos da minha tese e mais alguns materiais", justifica, lembrando que há colegas que produziram menos, a quem os vínculos foram renovados. "Nunca tinham feito isto a ninguém. Sempre facilitaram ao máximo, até aos limites da lei." Daí que acuse as chefias de retaliação: "Se não tivesse acontecido o episódio do blogue, as coisas agora seriam diferentes". Em Dezembro de 2007, o Conselho do DSEAE considerou que o blogue humorístico e o canal de vídeos mantidos por Daniel Luís eram "desprestigiantes" para a instituição. Em consequência da pressão feita pelos superiores, o docente e humorista encerrou ambos os espaços.O assunto acabou por merecer eco público e, depois de uma reunião em que também participou o reitor da UM, o blogue acabou por ser reaberto, em Março de 2008. Mas, desde então, Daniel Luís diz que vive "num inferno". "A maioria dos colegas do departamento deixaram de me falar. Não tenho condições psicológicas e emocionais para trabalhar, mas tenho resistido", conta. No blogue fazia humor político e social, satirizando várias figuras políticas nacionais e a Igreja Católica. Renovação dos contratos de trabalho é prática corrente para doutorandos. Daniel Luís diz que a saída da Universidade do Minho é consequência do caso do blogue humorístico Dissidências há ano e meio.»

in http://jornal.publico.clix.pt/magoo/noticias.asp?a=2009&m=06&d=28&uid=&id=311743&sid=59337

A rede somos nós, por António Bob Santos

É cada vez mais evidente o poder que as redes sociais têm sobre a democratização no acesso à informação e ao conhecimento, bem como na “vigilância” sobre os diversos acontecimentos que vão ocorrendo em qualquer parte do mundo. Um dos exemplos mais recentes é a solidariedade da comunidade “twitteriana” com os contestatários dos resultados das eleições no Irão, traduzida na enorme “mancha verde” que “contagiou” esta rede social. Os líderes, os partidos políticos, a actuação das empresas e das entidades públicas, bem como os próprios media sabem que os seus actos são constantemente escrutinados por pessoas cada vez mais exigentes, mais informadas, com maior capacidade de influência, que utilizam a Internet como um instrumento embebido nas suas acções quotidianas.
Ao contrário do que acontecia há uns anos, em que a informação que nos era chegada via rádio ou televisão não tinha contraditório, a actual generalização da Internet e a facilitação do seu acesso a todos e em qualquer lugar dá-nos a possibilidade de termos uma noção mais abrangente dos acontecimentos em todas as suas dimensões, e de questionarmos construtivamente a selecção da informação que nos é transmitida. Se bem que a nível mundial ainda há uma (grande) faixa da população que não utiliza a Internet, é óbvio também que essa percentagem tem tendência para diminuir rapidamente, dados os esforços dos principais Governos a nível mundial (e dos vários agentes económicos) na promoção e generalização de redes de Internet de Banda Larga de Nova Geração, permitindo comunicações de alto débito e estimulando a produção de conteúdos cada vez mais evoluídos.
Tradicionalmente, sendo a área da investigação e da ciência e tecnologia os early adopters no que se refere à utilização da Internet e das redes de alto débito (em Portugal, o meio académico utiliza redes de nova geração desde 2005, via RCTS), o desafio que se impõe para os próximos anos prende-se, não só com a generalização destas redes à população em geral e às empresas, como também como o desenvolvimento de conteúdos e serviços que melhorem a nossa vida quotidiana. Felizmente, temos em Portugal uma massa critica de pessoas e empresas cada vez mais qualificadas e em maior número, com forte capacidade criativa e capaz de desenvolver soluções inovadoras e competitivas à escala global, contribuindo para tornar o nosso país cada vez mais num actor relevante nesta sociedade de redes. E quer se tratem de redes de conhecimento, redes de solidariedade e inclusão, redes de inovação ou mesmo redes de influência, os seus actores (ou seja, nós) são cada vez mais responsáveis sobre os seus destinos.

in http://criar2009.gov.pt/opiniao/%E2%80%9Ca-rede%E2%80%9D-somos-nos/


Curiosidade: conheci o autor no Twitter!

Filosofia para crianças – Aprender a Pensar

«Os docentes de Filosofia da escola de Paredes de Coura iniciaram e desenvolveram este ano lectivo um projecto de Filosofia para crianças (1º ano do 1º ciclo e no 5º ano do 2º ciclo), que embora já com tradição em vários países é pioneiro na escola pública portuguesa.»

Artigo de Mário Almeida e Manuel Veloso, para ler aqui!

Introdução à Filosofia para Crianças - curso de Verão

Programa: Este curso pretende dar uma introdução ao programa Lipman de Filosofia para Crianças. O projecto é o de um programa pedagógico que visa desenvolver as capacidades de raciocínio e do pensamento em geral, assim como as capacidades de verbalização do pensamento e dos modos de comunicação e confronto de ideias. Esta aprendizagem multifacetada da actividade do pensar é feita através da criação de um diálogo e de uma comunidade de investigação assente na reflexão das crianças.
O curso dará aos participantes um conhecimento geral sobre a metodologia da Filosofia para Crianças, os seus traços fundamentais e o modo como o programa pedagógico permite repensar alguns pontos fundamentais da educação e da pratica filosófica.

Formadora: Dina Mendonça

Mais informações: http://verao.fcsh.unl.pt/cursos/introducao-a-filosofia-para-criancas

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

@ creative mornings lx

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2006
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D