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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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A partir de agora, alguns dos posts serão escritos em inglês; assim os amigos da SOPHIA podem visitar-me com frequência.


From now on, some of the posts will be written in english; this way, friends at SOPHIA can visit me more often.

Alvin Toffler revela b-a-ba do êxito em Lisboa

O «pai» de expressões como aldeia global esteve em Lisboa. E deixou algumas ideias no ar:

«Vamos viver experiências de muitos tipos, para as quais ainda não sabemos a resposta, mas a verdade é que o Estado-Nação - com governos clássicos cujas receitas provêm da colecta de impostos - entrou em falência», afirmou.

«O Estado-Nação assenta na burocracia, que sendo a forma mais ineficaz de organização na sociedade pós-industrial, se apresenta como um inimigo face ao futuro», acrescentou.
Ora, para combater as burocracias, por si classificadas de «Katrinas institucionais» - numa alusão ao furacão que devastou o sul dos Estados Unidos em 2005 -, Toffler preconizou que os jovens portugueses exijam «cada vez mais informação» no exercício diário do seu direito cívico.
Na vertente económica e das saídas profissionais para os «baby boomers» portugueses do século XXI, Toffler foi muito claro: «Terão de estudar diferentes cursos ao longo das várias etapas da vida».

«Não há segredos curriculares e, por isso, cada um deverá seguir o seu talento a aplicar a fundo as suas capacidades», adiantou.
Em relação ao panorama curricular universitário actual, o futurista norte-americano não quis deixar margens para dúvidas: «Nada permanecerá, os cursos serão redesenhados, para serem mais individualizados», garantiu.

Heidi, inseparável «cara-metade» de Alvin nas investigações desenvolvidas e livros publicados, foi mais longe: «Aceitando que já não se pode realizar o mesmo trabalho toda a vida, a questão é saber quantos cursos estamos dispostos a tirar», indicou.

Fonte: Diário Digital

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Na Única (23 de Fev), encontramos uma referência à Revista The Philosopher's Magazine, que comemora 10 anos.
Trata-se do 40º número e nele podemos encontrar um ensaio de Hasok Chang, bem como a presença de figuras como Peter Singer, Slavoj Zisek e Colin McGinn.


Curso Six Thinking Hats® de Edward de Bono

Sendo o pensamento o recurso humano mais valioso, pois distingue-nos dos outros seres vivos, é também a nossa competência mais importante. Optimizá-lo constitui um enorme desafio e a técnica dos Seis Chapéus do Pensamento de Edward De Bono permite-o, explorando diferentes perspectivas numa situação complexa. No mundo globalizado e em constante evolução empresarial, o pensamento estruturado e criativo é uma vantagem competitiva, ao qual os gestores não devem ficar alheios. Perante situações diárias que exigem acção imediata, é essencial combinar a informação com a criatividade para gerar valor. O cérebro só pode ver o que está preparado para ver mas responde bem ao estímulo, assim o propósito desta técnica é utilizar o chapéu como objecto-símbolo, sendo capaz de o estimular para além do óbvio e natural. Trata-se de criar serviços, produtos, acções de valor a todo o momento, e não apenas de resolver problemas.Ver o mundo de várias formas é uma boa arma na formação de estratégias ou em processos de tomada de decisão, e estes são simplesmente os primeiros passos para a inovação.Os benefícios do uso desta técnica nas reuniões de trabalho, nas taskforces, na tomada de decisão, na resolução de problemas, na área comercial, bem como, nos processos de recursos humanos, como o recrutamento e selecção e a avaliação de desempenho, são espelhados na optimização do tempo, no aumento da produtividade intelectual, conduzindo a decisões objectivas e a resultados mais eficazes. O seu uso não só é inovador, como também eficaz devido à sua componente organizadora de pensamento individual e de grupos.Geralmente raciocinamos de maneira tendenciosa, de forma variada e não controlada, tentando equilibrar uma série de elementos: a lógica, a emoção, as oportunidades, as ameaças, a esperança, a criatividade. Todavia, cada um tem o seu lugar e é essencial para o sucesso, basta saber interrelaciona-los. A aplicação da técnica dos seis chapéus, permite ao pensador fazer uma coisa de cada vez, separando a emoção da lógica, a criatividade da informação.Não é caso de se tirar o chapéu, mas de se colocarem seis chapéus de forma consciente e sequencial.

DESTINATÁRIOS
Licenciados e/ou bacharéis que exerçam, ou que pretendam exercer, actividades nos Recursos Humanos, bem como interessados na área do Comportamento Organizacional, ou que têm contacto com clientes, colaboradores, e parceiros.
Quadros e responsáveis funcionais e operacionais que pretendam optimizar tempo e energia através de um instrumento fácil e pragmático, quer com a sua equipa, quer nas reuniões de trabalho.

OBJECTIVOS
Usar a técnica dos seis chapéus para optimizar o tempo na organização e aumentar resultados.
Aplicar a técnica dos seis chapéus de forma a obter resultados eficazes nas reuniões.
Dominar a técnica dos seis chapéus na tomada de decisão pessoal e organizacional.

METODOLOGIA
Exercícios práticos no uso dos chapéus e simulacro da sua utilização em diversos contextos: reuniões e grupos de trabalho.
O material a ser fornecido e utilizado por cada participante é publicado por dBTS, de Bono Thinking Systems organização que promove no mundo inteiro o uso dos métodos de pensamento do Dr. Edward de Bono e que assegura a venda exclusivamente a formadores certificados.

Datas e local: 14 e 15 de Abril, nas instalações do ISLA (Lisboa)

Formadoras: Ana Filipa Gameiro e Joana Rita Sousa

Contacto para informações: anafilipagameiro@gmail.com

Six Thinking Hats® (6)


Chapéu Verde: criatividade; mudança e consideraçao de novas alternativas; um olhar novo sobre as coisas, fugindo ao que já está estabelecido; a provocação, a exploração de algo diferente e novo; humor; pensamento lateral; alteração de padrões; o momento eureka!


Porque não treinarmos a criatividade? É o desafio do chapéu verde: procurar alternativas, buscar algo além do que já é conhecido, óbvio e satisfatório. a provocação surge com a palavra po (provocação na operação). A palavra po é utilizada para nos afastar dos padrões habituais de pensamento, permitindo construir algo novo, longe da estabilidade directa e ordenada da linguagem.
Propostas e sugestões. Exploração. Alternativas. Ideias novas. Provocações. O chapéu verde.


boa notícia e má notícia!

A boa notícia diz respeito à iniciativa de empresas privadas em oferecer 66 lugares nos seus quadros a estudantes da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Córdoba. Esta oferta manter-se-á nos próximos dois anos. Leia aqui a notícia completa.

A má notícia diz respeito ao encerramento do curso de Filosofia na Universidade de Évora: «A Universidade de Évora, que vai suspender três licenciaturas no próximo ano lectivo por falta de alunos, pretende abrir três novos cursos em parceria com o sector empresarial, em que os estudantes aplicam os conhecimentos nas empresas.
Para a Universidade de Évora, a ligação às empresas é vital. Encaramos toda a nova formação de primeiro ciclo (licenciatura) em parceria com as empresas e esse namoro irá prolongar-se pelos segundo e terceiro ciclos de formação», frisou hoje o reitor, Jorge Araújo.
No próximo ano lectivo, revelou, vão ser suspensas as licenciaturas de Física, Filosofia e Matemática, que captam um reduzido número de alunos, mas, em contraponto, vão ser criados três novos cursos, fruto dessa ligação às empresas.»

Em Córdoba valoriza-se a versatilidade do curso de Filosofia como uma mais valia para as empresas, em áreas tão distintas como a tradução, as galerias de arte, entre outras. Em Évora acaba-se com o curso de Filosofia, precisamente por se considerar que este não se adequa à realidade empresarial, preferindo-se cursos «sanduíche».

É caso para fazer minhas as palavras do grande jornalista e comunicador Fernando Pessa: e esta hein?


(via telegrapho de hermes)

Six Thinking Hats® (5)


Chapéu Amarelo: positivo na busca de benefícios e no esforço de fazer acontecer as coisas; especulativo (ponderar sobre o que poderá vir a acontecer); potenciador da melhor das hipóteses, procurando a maximização dos benefícios.


Neste método, a criatividade é do domínio do chapéu verde, requerendo ainda assim a positividade do chapéu amarelo; é possível que, a partir de ideias antigas, cheguemos a novas ideias através da atitude positiva de realizar uma dada tarefa. Este chapéu salienta os nossos pontos fortes, as nossas vantagens face aos outros, que podem ainda ser potencializadas para optimizar o desempenho (o individual ou o de uma empresa, por exemplo).

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