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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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Núcleo de Estudantes de Filosofia da Universidade da Beira Interior

«O núcleo de estudantes de filosofia orgulha-se do experimentalismo severo, das motivações inconstantes, mas mais concretamente do seu per.curso alcançado até agora. Sempre sem medo.O Sexto – Empírico, foi um núcleo criado inicialmente por pessoas que sentiam a necessidade, de quê? Do concreto. Pessoas que venderam o computador para comprar uma máquina de escrever, pessoas que mantinham e mantêm a tradição do “café”, da tertúlia e de um humanismo crescente. Criados em diversos pontos do país, juntaram-se na montanha para reflectir, para unir conhecimento ao som do trânsito e da loucura aliada ao pensamento. Adultos na vontade, crianças no crer. O Sexto – Empírico não só é uma personificação da consciência absurda do mundo, como uma alternativa eficaz às circunstâncias devoradoras da inutilidade do vício pouco poético que a sociedade apresenta.»

A ler, o artigo completo.
A visitar, o blog.

novo espaço virtual do Departamento de Formação e Certificação da APAEF

Neste espaço encontrará a informação detalhada sobre os cursos, workshops e acções de formação realizadas pela APAEF. Pretende-se assim proporcionar informação o mais pormenorizada possível sobre as actividades formativas da Associação Portuguesa de Aconselhamento Ético e Filosófico.

Visite: http://apaef-certificacao.blogspot.com/

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«Leonardo é uma iniciativa da mais nova geração da Escola da Filosofia Portuguesa. O que queremos significar é o seguinte: primeiro, que integramos uma tradição poética e filosófica que se iniciou com Sampaio Bruno e formalizou num "organon" principial com Teixeira de Pascoaes e Leonardo Coimbra na Renascença Portuguesa. Depois, surgiram os continuadores com a geração de José Marinho, Álvaro Ribeiro e, mais tarde, Orlando Vitorino, que desenvolveram a doutrina e sistematizaram as teses. A geração dos mais velhos está ainda representada por António Telmo e Pinharanda Gomes, que nos garantem o magistério da palavra e a iniciação numa tradição que tem vindo a aperfeiçoar a expressão poética e filosófica.Pertencer à geração da Escola da Filosofia Portuguesa exige um compromisso espiritual: é de sua livre opção que, todos nós, os da Leonardo, aceitam conviver em tertúlia segundo o magistério que vai de mestre a discípulo e que caracteriza a iniciação filosófica e literária assegurada sem interrupção, desde há 150 anos, ao longo das sucessivas gerações. Todos nós, os da Leonardo, ouvimos a palavra de viva voz de mestres e o que nos distingue é sermos heterodoxos e livres na exegese e na hermenêutica. Todos nós, cumprimos os requisitos que nos foram transmitidos por Álvaro Ribeiro, necessários á compreensão da filosofia portuguesa: acreditar em Deus e possuir, de alguma forma, formação esotérica. A ideia de Deus é um aspecto decisivo para a filosofia, porque dela deriva a própria finalidade teleológica do pensamento e da razão. A filosofia há-de sempre conceber uma teologia para que o real da sua virtualidade se determine e exista pela Verdade no pensamento. Assim se reconduz o mundo ao Espírito. À filosofia portuguesa corresponde uma teologia segundo a matriz judaico-cristã e antigos arquétipos. Todos nós, os da Leonardo, cumprimos em diverso grau o segundo aspecto. O esoterismo não é ocultismo, nem se confunde com a paixão oriental. A operação é racional, ordinal e o teorema desenhável. O movimento é íntimo, individual e necessário à autognose. Sem tradição, ou seja, o que nos vem da herança, perde-se a razão da palavra e do verbo e inveja-se a ordem no mundo. Não se compreende o que se ouve, nem se sabe o que se diz. A filosofia exige iniciação, mas não é coisa de iniciados. Os seus princípos são universais e gerais e todos os homens deles participam ou podem participar. Acontece que muitos são apenas espectros humanos (escreveu Leonardo Coimbra: "esboços de alma") porque não querem, não podem ou não sabem ascender à razão teórica. Só por isso, a filosofia não é dada a todos os homens.»

From Edward de Bono: Attitudes to Creativity

The traditional view is that some people are creative and others are not. The people who are seen as creative do have a lot of ideas - some of them better than others. What is clear is that they are motivated to be creative and to try to find new ways of doing things. The formal processes of lateral thinking are very powerful in the deliberate production of new ideas. They are based on an understanding of the brain as a self-organising information system that makes asymmetric patterns. There is no mystique or magic about it. The techniques can be learned, practised and used systematically. It is no longer a matter of waiting for new ideas to happen; they can be formally produced. Just as we can learn mathematics or French, so we can also learn 'idea creativity'. The English language (and probably most others) does not distinguish between idea creativity and artistic creativity. If you create something which was not there before, you are creative. You may also 'create' a mess - which was not there before. Because of this failure of language, people are reluctant to accept idea creativity as a learnable skill. They ask if you could produce a Beethoven or a Renoir through formal training. Once we have separated idea creativity from artistic creativity, then we can set about learning and developing the skill of thinking for new ideas. That is what 'lateral thinking' is all about. There is a growing emphasis on 'innovation'. This really means putting into effect something that is new for your own business. That idea or process may be borrowed, copied or stolen from someone else. It is only rarely that innovation arises from a created new idea. We wait for new ideas because we do not know that new ideas can be produced deliberately. One afternoon, some workshops using just one of the techniques of lateral thinking generated 21,000 new ideas for a steel company. You would have to wait rather a long time for that number of ideas 'just to turn up'. New ideas are unusual because our brains are designed to make patterns or routines and to use them. Without this ability, life would be impossible. We need to use this ability, but also to escape from the tramlines of routine from time to time. That is what creativity is about.

Edward de Bono

sobre filósofos e professores de filosofia

Schopenhauer sustenta que os catedráticos de filosofia não são, em regra, autênticos filósofos porque estão obrigados a representar o papel de «sábios», com respostas para tudo, e isso impede-os de levar a cabo a investigação livre da verdadeira filosofia, desprendida de interesses económicos e de prestígios institucionais: «Descobrimos aqui em primeiro lugar que, desde sempre, muito poucos foram os filósofos que foram também professores de filosofia e, proporcionalmente, ainda menos os professores de filosofia que foram também filósofos. Podíamos dizer por consequência que, do mesmo modo que os corpos idioeléctricos não são condutores de electricidade, os filósofos não são professores de filosofia. Em verdade, para o que pensa por si mesmo esta tarefa estorva-o mais do que qualquer outra. Pois a cátedra de filosofia é de certo modo um confessionário público, onde um faz a sua profissão de fé coram populo (em presença do povo). Ademais, em ordem à aquisição autêntica de uma compreensão fundamental e profunda, quer dizer, em ordem a chegar a ser de verdade sábio, quase não há nada que seja mais contraproducente que a obrigação perpétua de parecer sábio, esse alardear de supostos conhecimentos ante uns alunos ávidos de aprender, esse ter à mão respostas para todas as perguntas imagináveis» (Arthur Schopenhauer, Sobre la Filosofía de Universidad, Editorial Tecnos, Madrid, pag. 46-47).

leia o artigo de Francisco Limpo de Faria Queiroz, aqui

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