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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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A Busca da Felicidade

Depois de, durante longos anos, a ciência contemporânea se ter sobretudo interessado pelas perturbações dos indivíduos relacionadas com as suas dimensões negativas (depressões, ansiedades, etc.), a última década viu florescer um conjunto de abordagens interessadas em compreender as «emoções positivas», isto é, as razões que motivam maiores ou menores índices de alegria, optimismo, etc. nas pessoas.
Essa investigação, que levou à compreensão das próprias dimensões genéticas da questão, tem tido, entretanto, uma enorme repercussão num vasto domínio de sectores. A ideia de que a «felicidade» pode ser o resultado da combinação de um conjunto de factores tanto internos como externos ao individuo e, portanto, susceptível de ser «trabalhada» motivou o interesse de inúmeras outras áreas disciplinares, da economia à sociologia, repercutindo-se hoje mesmo sobre as instâncias de decisão política. Convirá talvez relembrar que as sociedades ocidentais nasceram, por via da Revolução Francesa e Americana, sob o signo da «felicidade dos povos».
Esta conferência pretende, então, dar eco de alguma da reflexão que tem vindo a ocorrer.


QUI 31 DE MAIO
Sessão 1
A Ideia de Felicidade
10h00/11h00Darrin McMahon, Florida University (EUA)
11h30/13h00 Daniel Gilbert, Harvard University (EUA)
Sessão 2
A Felicidade na Economia
15h00/16h00 Luis Santos-Pinto, Fac. Economia da Universidade Nova de Lisboa (Portugal)16h30/18h00 Rita Campos e Cunha, Fac. Economia da Universidade Nova de Lisboa (Portugal)

SEX 1 DE JUNHO

Sessão 3
A Felicidade das Nações
10h00/11h00 Ruut Veenhoven, Erasmus University of Rotterdam (Holanda)
11h30/13h00 Gilles Lipovetsky, Université de Grenoble (França)
Sessão 4
Ideias Felizes
15h00/16h00 Sadaffe Abid, Kashf Foundation (Paquistão)
16h30/18h00 Miguel Alves Martins / Frederico Rauter, BeyondPortugal (Portugal)

SÁB 2 DE JUNHO
Sessão 5
O Futuro da Felicidade
10h00/11h30
Portugal e a Europa
Painel com João Ferreira de Almeida (ISCTE), José Luís Pais Ribeiro (Universidade do Porto), Nuno Nabais (Fac. Letras Lisboa) e Isabelle Earle (Reino Unido)
12h00/13h00
Emotions and Late Capitalism
Eva Illouz, Hebrew University of Jerusalem (Israel)

Na Culturgest.

«Eu sou a Ana» - lançamento do livro de Alice Santos


«A Associação de Professores de Sintra tem o prazer de convidar V. Excelência a estar presente no lançamento do Conto “Eu Sou a Ana” e da peça de teatro “A Sementinha que não sabia quem era”, da autora Alice Santos.

Estas obras estão integradas no programa e metodologias da “Filosofia Para Crianças”, tendo como finalidade a Educação para a Cidadania Participativa.

Este evento terá lugar na sede da APS, Praceta Francisco Ramos Costa, 13 C, Tapada das Mercês (perto da Estação da CP), no próximo dia 2 de Junho, pelas 19 horas. »

Mais informações através de
Tel.: 21 917 04 61
Fax: 21 917 84 51
e-mail: profsintra@netcabo.pt

Workshop APAEF


Metodologia da Prática Filosófica


por José Barrientos


21 de Julho


Local: Instituto de Lingua e Cultura - Quarteira
Horário: das 14h30 às 20h30 (Sábado)
Informações:
Secretariado da APAEF: email - apaef.secretariado@iol.pt
telemóvel - 965405532/963528034

Escola de Verão na FCSH da Universidade Nova de Lisboa

«À semelhança das práticas há muito habituais nas grandes universidades da Europa e do mundo, a FCSH vai realizar, nos próximos meses de Julho e Setembro, e a partir dos seus vários Departamentos, a segunda edição da sua Escola de Verão, a qual consiste num conjunto de cursos intensivos e de curta duração oferecidos por todas as suas áreas.
Destinados a um público diversificado (estudantes universitários, licenciados, público em geral) de Portugal ou do resto do mundo, os cursos terão como objectivo apresentar, discutir e trabalhar, de forma sucinta mas intensiva, temas genéricos ou matérias específicas da área das ciências sociais e humanas abrangidas pelos vários Departamentos da FCSH. Os cursos constituirão, nesse sentido, um espaço de actualização e reflexão crítica sobre essas temáticas, inserindo-se num projecto de formação contínua ou de suplemento educacional.
Estudantes da FCSH ou de outras faculdades ou universidades, professores, especialistas que pretendam desenvolver ou actualizar os seus próprios conhecimentos encontrarão na variada oferta da Escola de Verão um espaço privilegiado de diálogo.
Da mesma forma, um público mais geral que pretenda apenas alargar ao seus horizontes ou satisfazer o desejo de exercitar as suas capacidades intelectuais encontrará na frequência dos cursos da Escola de Verão um espaço aliciante de trabalho.»

Encontram aqui a oferta para a Filosofia.

Workshops: Novas Práticas Filosóficas - APAEF






Temas dos Workshops:

Metodologia de Prática Filosófica
História do Aconselhamento Filosófico
RVP - Met. de Prática Filosófica
Filosofia para Crianças e Jovens
Clientocentrismo - Met. de Prática Filosófica
Pensamento Criativo
Ética e Deontologia do Cons. Filosófico
Consultoria Ética nas Empresas
Aconselhamento Filosófico e Psicoterapias
As Competências do Cons. Filosófico
PROJECT - Met. de Prática Filosófica

Inscrição através do Secretariado da APAEF
Tlm 965405532/963528034


Mais informações (datas, formadores, preços) através da APAEF.


Filosofia num impasse

Depois da suspensão do exame nacional de Filosofia, encontra-se a decorrer uma petição para o regresso da prova e para o alargamento da oferta da disciplina no Ensino Secundário.
Não havendo exame nacional de Filosofia nem no âmbito da formação específica (12.º ano) nem no âmbito da formação geral (10.º/11.º anos), e de acordo com o quadro legal instituído, deixa de ser possível utilizar a Filosofia como critério para o acesso ao Ensino Superior, inclusive para os próprios cursos de Filosofia.
Para Maria Filomena Molder, coordenadora do Departamento de Filosofia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a situação actual não faz qualquer sentido. Todos os cursos do Ensino Superior que requisitavam Filosofia como prova de ingresso deixaram de o poder fazer, o que, segundo esta responsável, "veio perturbar e mesmo desfigurar a relação entre o Ensino Secundário e o Ensino Universitário".
Já a Associação de Professores de Filosofia (APF) considera "lamentável o facto de as aprendizagens em Filosofia terem deixado de ser objecto de avaliação externa", sublinhando que deveria haver um exame nacional que aproveitasse a presença da disciplina no currículo do Ensino Secundário como condição de acesso a cursos do Ensino Superior. Apesar de tudo, não receiam o fim da Filosofia no Secundário, até porque, asseguram, nos contactos que têm mantido com o Ministério da Educação (ME) tem sido garantido que não só não se pretende acabar com a disciplina no Ensino Secundário como "se reconhece a sua valência e se pretende valorizá-la".
Alice Santos e Luís Vilela, ambos docentes de Filosofia, não estão de acordo com a extinção do exame e não compreendem a opção da tutela. Para Alice Santos, a Filosofia está "muito subtilmente a perder espaço", temendo que a médio prazo seja posta em risco a obrigatoriedade da disciplina no 10.º e 11.º anos.
A Filosofia "é um espaço de diálogo e discussão, exercício de actividade argumentativa que não se encontra noutras disciplinas", garante Alice Santos. Com "importância vital não só por si mas também pelas suas características", acrescenta Luís Vilela, a Filosofia desenvolve capacidades argumentativas, de leitura, análise textual, clarificação e fundamentação de ideias. "Os alunos necessitam disso. Gostam disso", sublinha Luísa Almeida, docente na mesma escola.
Por tudo isto, Luís Vilela acredita que muitos pais poderão vir a assinar a petição que está a decorrer e que contém duas pretensões: alargar a oferta da disciplina de Filosofia a todos os cursos científico-humanísticos do 12.º ano e reintroduzir o exame nacional de Filosofia do 10.º/11.º anos para efeitos quer de conclusão do Secundário, quer de ingresso no Ensino Superior.
Luísa Almeida defende que "não está em causa qualquer tipo de corporativismo" mas sim o reconhecimento da importância da Filosofia. Até ao momento já decorreram vários debates com figuras de diferentes áreas profissionais e a petição já foi assinada por diversas personalidades, entre as quais António Barreto, António Dias de Figueiredo, Carlos Fiolhais, Daniel Sampaio, Guilherme Valente, João Lopes Alves, José Pacheco Pereira e Nuno Crato. A iniciativa continua a receber apoios diariamente e a petição vai continuar aberta até que as pretensões sejam atendidas pela tutela.Também para a Sociedade Portuguesa de Filosofia a causa para estas medidas do ME continua a ser um mistério porque, dizem, "os vários responsáveis no Ministério nunca deram uma explicação científica e curricularmente fundamentada para estas decisões".Segundo António Paulo Costa, da SPF, a verdade é que apesar de o Ministério se socorrer de argumentos segundo os quais a Filosofia teria agora mais "espaço" do que nunca, a disciplina está "manifestamente a perder espaço no Ensino Secundário". Para além da supressão do exame nacional de Filosofia, o responsável lamenta a "quase inexistência de oferta de formação" na área por iniciativa do ME."Um sistema de ensino que ignore ou desvalorize o papel decisivo de disciplinas como a Filosofia no seu seio promove o aparecimento de cidadãos mais indiferentes e menos participativos, de pessoas mais acríticas e menos capazes de pensar por si", sublinha o responsável da SPF.Por isso mesmo, garante, o próximo passo terá de ser dado pela tutela, que "não pode continuar a ignorar aquilo que lhe é solicitado em uníssono pela comunidade filosófica e por cidadãos que há muito perceberam que o desenvolvimento do país não pode ser feito atalhando na ciência, na cultura, na arte ou na Filosofia".

Notícia retirada de www.educare.pt

Joana Santos, 09-05-07

Formação Avançada em Ética para Situações-limite


Ética para Situações-limite é uma acção de formação avançada da Área Científica de Filosofia e da unidade de I&D nela científicamente integrada: o CEFi - Centro de Estudos de Filosofia, da Universidade Católica Portuguesa (Lisboa).


O contexto social e cultural está marcado por um contínuo desafio aos limites que se colocam no encontro da pessoa, enquanto existente na História. Entre os desafios colocados aos normais limites da condição corpórea estão os que resultam do consumo de substâncias químicas psicoactivas, a acção potenciadora das capacidades intelectuais ou a necessidade de obter uma maior capacidade de rendimento no exercício de determinadas práticas desportivas, e, particularmente, dos chamados desportos radicais. Tais desafios nascem dos sucessivos desenvolvimentos da ciência e da técnica e dos processos de socialização e educação que interferem no desenvolvimento pessoal e social dos cidadãos, sobretudo os mais jovens que, por essas técnicas e processos, são mais permeáveis e sugestionáveis.

Algumas ciências, v.g., a Sociologia, a Psicologia, a Biologia e outras do âmbito da saúde, estudam, hoje, os comportamentos humanos violentos, de risco e desviantes que representam um perigo acrescido para a saúde e para a segurança e o bem-estar da pessoa.

No âmbito destas opções sócio-culturais colocam-se, com frequência, enormes interrogações que exigem da ética uma resposta. Seja porque nos encontramos num quadro de situações-limite, seja porque os próprios limites da condição humana são postos em causa ou nem sequer são já aceites.

Várias são as áreas de actividade humana onde se faz sentir a necessidade de uma adequada e/ou, eventualmente, complementar formação antropológica e ética para profissionais que lidam com os cidadãos em geral ou, sobretudo, com aqueles cidadãos que representam um risco acrescido no campo dos comportamentos violentos e dos estilos de vida não saudáveis.


Calendário
14 a 18 Maio e 21 a 25 Maio (dez dias - 3 horas / dia, a partir das 18h30)


Informações:

Rosário Lopes

Tel. 21 721 4193

E-mail: rlopes@fch.ucp.pt

THE UNESCO INTERNATIONAL NETWORK OF WOMEN PHILOSOPHERS


As interessadas deverão enviar para elizabeth.silva@unesco.pt o nome, contactos, instituição a que pertencem e uma breve nota biográfica (3 linhas máximo) para que se possa remeter essa informação ao competente sector da UNESCO, para assim formalizar o interesse e participação das mulheres filósofas portuguesas nesta Rede, para além de poder posteriormente remeter para os e-mails fornecidos mais informações adicionais.


Comissão Nacional da UNESCO

(na figura: Hipácia de Alexandria)

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