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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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eu minto, tu mentes, ele mente...


Mentira é uma declaração feita por alguém que acredita ou suspeita que ela seja falsa, na expectativa de que os ouvintes ou leitores possam acreditar nela.


Portanto uma declaração verdadeira pode ser uma mentira se o falante acredita que ela seja falsa; e histórias de ficção, embora falsas, não são mentiras.


Dependendo das definições, uma mentira pode ser uma declaração falsa genuína ou uma verdade selectiva, uma mentira por omissão, ou mesmo a verdade se a intenção é enganar ou causar uma acção que não é do interesse do ouvinte.


“Mentir” é contar uma mentira. Uma pessoa que conta uma mentira, em especial uma pessoa que conta mentiras com freqüência, é um “mentiroso”.


Como lida a filosofia com a mentira? É possível mentir filosoficamente? Ser um Filósofo da Mentira? Uma «boa» mentira pode conduzir-nos à verdade?


Não percam na Antena1, no dia 01 de Abril, às 12h - A Mentira e a Filosofia

O sentido da Vida? Hoje, na Antena 3


«Já antes havíamos tido uma Prova Oral filosófica e, posto que não há uma sem duas (o ditado não é bem assim, mas para agora dá jeito), resolvemos repetir a dose: cá vai a nossa alma de mochila às costas outra vez, por esses trilhos inóspitos da existência afora, à procura do sentido da vida. Achá-lo-á?; é o sentido da vida coisa que se encontre como o berlinde que deixámos esquecido não sei onde e que o gato se encarregou de, pata-a-pata, esconder num sítio mais obscuro ainda, provavelmente debaixo da estante grave da biblioteca que há três gerações permanece encostada à mesma parede e onde só os fantasmas da família vão, amiúde, catar um livro para entreter a insónia?»


Não percam a Prova Oral, hoje às 19h.

Filosofia Prática no Algarve

«No Mundo moderno, a depressão é a principal causa de incapacidade e a segunda causa de perda de anos de vida saudáveis. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde português, uma em cada quatro pessoas em todo o Mundo sofre, sofreu ou vai sofrer de depressão. As estatísticas indicam, ainda, que um em cada cinco utentes dos cuidados de saúde primários em Portugal se encontra em estado depressivo no momento da consulta. A lista de números no que se refere a estados de tristeza, depressão ou ansiedade continua. Um estudo de 2005, publicado pelo Conselho Europeu das Doenças Cerebrais, coloca Portugal em 12.º lugar – numa lista de 28 países – no ranking de população que sofre de doenças do foro psiquiátrico ou neurológico. No País são 2,9 milhões os que padecem de enxaqueca, ansiedade, desordens afectivas ou dependências. Quem sofre das maleitas tenta de tudo: médicos, remédios naturais e menos naturais, férias, curas de relaxamento. Muitas vezes nada disso resulta para desfazer uma certa ansiedade que teima em permanecer. A resposta pode estar na Filosofia. Numa época de depressão, ansiedade e stress, filósofos um pouco por todo o Mundo propõem aplicar a Filosofia à vida prática promovendo a resolução de problemas éticos e, claro, filosóficos. O nome mais conhecido, para muitos, pode bem ser Lou Marinoff, americano, exhippie e autor do best-seller internacional «Mais Filosofia, Menos Prozac». Marinoff defende que é necessário aliar o tratamento psiquiátrico em casos depressivos ao aconselhamento filosófico. Adepto incondicional de uma Filosofia prática e aplicável ao quotidiano, o autor acredita que este tipo de aconselhamento responde à maior parte das questões mais usuais e também mais problemáticas do ser humano, como os conflitos amorosos ou familiares, mudanças de carreira ou até a forma de lidar com a morte. Em Portugal o aconselhamento filosófico começa a ganhar importância e adeptos. A APAEF (Associação Portuguesa de Aconselhamento Ético e Filosófico), nasceu em Dezembro de 2004 e conta, actualmente, com mais de uma centena de associados, que mantêm gabinetes de aconselhamento um pouco por todo o País, seja de carácter privado ou integrado em instituições. Os problemas éticos da sociedade portuguesa, os problemas filosóficos das pessoas e o desemprego dos licenciados em Filosofia estiveram na génese deste projecto. No Algarve já existem já dois gabinetes de aconselhamento: um privado, em Tavira, e outro inserido numa escola, em Quarteira.»

Artigo do Semanário O Algarve (12 - 22 Mar)

ACÇÃO DE FORMAÇÃO - filosofia com crianças e outras idades

(acção acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua)


Duração do curso: 30 horas (com uma componente predominantemente prática)

Calendarização: dias 5, 12, 26 de Maio e 2 de Junho (sábados)

Das 9,30h às 13h e das 14,30h às 18,30 h


Objectivos

Conhecer e aplicar o programa e a metodologia desenvolvida por Matthew Lipman – Filosofia para Crianças.

Promover a participação no exercício de um pensar em “comunidade de investigação”/questionamento.

Facilitar a intervenção dos/as professores/as no desenvolvimento e avaliação de competências cognitivas, sociais e afectivas.



Destinatários: Professores de todos os graus de ensino (máximo 20/ mínimo 15)

Informação: Esta acção habilita os/as formandos/as a leccionarem o programa de Filosofia para Crianças como actividade de complemento curricular em escolas do 1º ciclo.
A sua aplicação facilita também as áreas de Formação Cívica, Área de Projecto e as aulas de Filosofia (10º e 11º anos).

Informações disponíveis em: Associação de Professores de Sintra
Praceta Francisco Ramos Costa, nº 13 C
Tapada das Mercês
2725 – 579 Mem Martins

E-mail: profsintra@netcabo.pt - http://www.profsintra.org/
Tel.: 21 9170461
Fax: 21 9178451
(para mais informações contactar: lisabreu@netcabo.pt)

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