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filocriatiVIDAde | filosofia e criatividade

oficinas de perguntas, para crianças / para pais e filhos | formação para professores e educadores (CCPFC) | #filocri | #filopenpal

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Quinta dos Lobos, Sintra

Caminhadas pela Serra de Sintra, tertúlias, Chi Kung, Tai Chi, cursos de cozinha vegetariana, tarot... há de tudo um pouco nas propostas da Quinta dos Lobos. Visitem aqui.

Próximas actividades:

6 Janeiro 10h às 13h 30 Workshop de Educação pela Arte «Criatividade», por Filipa Sabrosa

20 e 21 de Janeiro Workshop de Astrologia Polar Taoísta, por Erica Poonam

Curso de Tarot e Numerologia, por Luís Resina, com início a 6 de Janeiro, na Quinta dos Lobos(Sábados, quinzenalmente das 15h às 18h)

Banco de Tempo - uma iniciativa do Graal

A iniciativa de criar o Banco de Tempo em Portugal procura dar resposta à necessidade de "criar redes de entreajuda", conforme expresso pelos testemunhos das Audições Públicas realizadas no projecto "Para Uma Sociedade Activa".
Paralelamente, o Banco de Tempo enquadra-se nos objectivos do próprio Graal, nomeadamente ao estimular, apoiar e organizar iniciativas que visem a criação de novos modelos de vida em sociedade, a valorização das pessoas e a revitalização das comunidades.
O projecto tem por objectivo criar uma rede de infra-estruturas de apoio social a nível local que promovam o encontro entre procura e oferta de tempo para realizar tarefas concretas. Estas infra-estruturas funcionam por analogia com um banco: deposita-se (ou dá-se) tempo ou disponibilidade para prestar serviços, medidos em termos de unidades de tempo (horas, e quartos de hora), que é levantado (recebido), sob diferentes formas, quando necessário.
O modelo de Banco de Tempo inspirou-se na filosofia dos bancos de tempo que apareceram em Itália no início da década de 90. O Graal começou a trabalhar neste projecto no início de 2001 depois de ter contactado com o conceito, em Barcelona, na Associação Salut Y Família que desenvolve um projecto semelhante em Espanha. Depois de um ano dedicado à criação da infra-estrutura e ao envolvimento de instituições e pessoas, foram lançadas para as primeiras agências no início de 2002.
O papel do Graal no Banco de Tempo corresponde ao do "Banco Central" - é essencialmente a entidade integradora e impulsionadora. Apoia o funcionamento, facilita a criação de novas agências promove a divulgação a nível nacional e a interacção internacional.

Agências do Banco do Tempo

Abrantes
Alverca
Amadora
Coimbra
Foz (Porto)
Funchal
Lumiar (Lisboa)
Montijo
Nossa Senhora de Fátima (Lisboa)
Ponta Delgada
Póvoa do Varzim
Quarteira
São João da Madeira
Torres Novas
Valongo
Telheiras (Lisboa)

Para mais informações, consulte aqui.

Como vai a educação em Portugal?

Uma professora de Ciências pede à turma para inventar uma experiência científica. Uma aluna deixa cair duas bolas, uma de pinguepongue outra de ferro, e diz que a segunda cai mais depressa dado o seu peso. Satisfeita, a docente diz à aluna para apresentar o trabalho num concurso de ciências.
«A professora, evidentemente, não sabia que Galileu demonstrou que a velocidade da queda livre dos corpos se deve ao atrito e não à diferença de peso», explica Nuno Crato, 54 anos.

artigo da Visão

Revista Filosofia, nº 02


Já chegou às bancas o segundo número da revista brasileira Filosofia, da Editora Escala.

Destaco o artigo «Trabalho de Cidadão», onde Marcelo Galli reflecte sobre a actuação dos filósofos na sociedade civil e da contribuição dos mesmos para a melhoria da formulação de políticas públicas.

«(...) o filósofo não fica somente perdido entre livros e idéias em seu universo particular. Ele tem um papel mais amplo na sociedade e pode participar ativamente em conselhos abertos à sociedade civil e propor a elaboração e execução de políticas púbicas para resolução dos problemas do País. (...) numa sociedade desigual como a brasileira, o filósofo tem muito a contribuir nesse sentido, para o bem comum e a melhoria da vida das pessoas, não somente no sendo das idéias, mas no prático.» (p. 16)


Primeira reunião de trabalhos do CEFAp em Abrantes


Surge no seio da APAEF o Centro de Estudos de Filosofia Aplicada, que se assume como uma instância crítico-reflexiva e de auto-formação apoiada, da comunidade de praticantes da Filosofia Aplicada.


Filosofia Aplicada entendida no âmbito das novas práticas filosóficas, tais como o aconselhamento filosófico, a consultoria ética a empresas ou instituições públicas, a orgazanização de cafés filosóficos, entre outras práticas em curso e que possam surgir.


Nas palavras do seu Director, Dr. Alves Jana «o CEFAp não pretende ser um centro de conhecimento nas áreas da Filosofia que podem ser "aplicadas", mas antes um centro de conhecimento especializado na própria actividade de "aplicação" da Filosofia junto das pessoas, das empresas, dos serviços ou outros. Por isso, o CEFAp não concorre com qualquer instância universitária no campo da Filosofia, antes pretende desenvolver a cooperação que interesse ambas as partes na distinção das respectivas funções.»


As actividades do CEFAp encontram-se em curso, após a primeira reunião do director e sub directores na cidade de Abrantes. Em breve daremos notícias.


Director: Alves Jana

Sub directores: Tiago Pita, Graça Lopes e Joana Sousa

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